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A Fadiga

A Fadiga

A Fadiga é comum entre pessoas com HIV. Há muitas causas e medicamentos para curá-la.

HIV como causa da fadiga
O HIV é uma infecção crônica (de longo prazo) e o corpo produz uma resposta imunológica contra ela. Pessoas com HIV gastam bastante energia, porque lutam constantemente contra o vírus, então fadiga pode ser desenvolvida vagarosamente, como conseqüência do próprio HIV.

Carga viral alta é particularmente associada com a fadiga. A terapia anti-HIV, freqüentemente, torna a produção de HIV no organismo mais lenta e muitas pessoas adquirem mais energia depois de tomar medicamentos anti-HIV.

Medicação relacionada ao HIV e fadiga
Mesmo que medicamentos anti-HIV melhorem os níveis de energia, alguns também podem causar fadiga, especialmente nas primeiras semanas de terapia.

Se você suspeita de que um dos seus medicamentos anti-HIV lhe esteja causando fadiga, uma mudança no tratamento talvez ajude. Primeiro, descarte outras causas para a fadiga e discuta com seu médico suas opções de tratamento.

Medicamentos usados para tratar infecções oportunistas, como co-trimoxazol, dapsona e pirimina – usados para tratar de PCP (pneumonia por Pneumocystis carinii) e Toxoplasmose – e ganciclovir, para tratar do CMV (citomegalovírus) podem também causar fadiga. Ácido fólico pode ser tomado como tratamento.

Se sua fadiga for devido ao medicamento e você não pode deixar de tomá-lo, é possível tratar-se com uma transfusão de sangue. Isso ocasiona um rápido aumento das hemácias, mas não é uma solução a longo prazo. As transfusões apresentam uma série de desvantagens, como transmissão de infecções, incluindo o CMV. Injeções de um hormônio sintético chamado Eritropoetina, o qual estimula a produção das hemácias, podem ser uma outra opção de curto prazo.

Deficiências de vitaminas e minerais
A fadiga pode ser causada por níveis baixos de certas vitaminas e minerais. Uma dieta nutritiva, equilibrada, pode reduzir sua ocorrência. Consulte um dietista em HIV a respeito de minimizar a fadiga através de mudanças na dieta e utilização de suplementos. Para mais informações, vide o livreto Nutrição da NAM.

Mesmo que esteja se alimentando bem, você pode não estar absorvendo os bons nutrientes da comida, em razão de diarréia, micróbios do estômago ou infecções oportunistas. Seu médico pode investigar e tratar da causa das deficiências de vitaminas e minerais.

Sono, estresse e depressão
A fadiga pode ser uma conseqüência de sono perturbado. Tente estabelecer uma rotina que equilibre trabalho, relaxamento, sono e socialização. Considere terapias complementares, como massagem, acupuntura, para aliviar a ansiedade ou a fadiga. A redução da ingestão de café, álcool e drogas ajuda também a reduzir a fadiga.

Estresse e depresão podem causar fadiga. Consulte seu médico acerca de medicação ou aconselhamento.

Outras causas médicas para a fadiga
Algumas infecções oportunistas (MAI – Mycobacterium avium-intracellulare, espécies bacterianas que causam infecções oportunistas e tuberculose) e certos tipos de câncer podem levar à fadiga e dor crônica. O tratamento deve ser direcionado à infecção.

Baixos níveis de testosterona podem causar fadiga e os esteróides ajudam a lhe dar energia e construir músculos, em conjunção com exercícios regulares.

Outra atitude para reduzir a fadiga
Tome uma atitude para aumentar seus níveis de energia. Exercício moderado melhora os níveis de energia e a função imunológica. Assim, tente considerar uma rotina de exercício apropriada. A reorganização em casa e no trabalho pode economizar sua energia. Por exemplo, coloque objetos em lugares de fácil alcance e sente-se enquanto prepara as refeições. 

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Sobre Claudio Santos (508 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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