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Aderência

Para a eficácia dos tratamentos anti-HIV, ou de qualquer outro tratamento, é muito importante tomar as doses certas dos medicamentos na hora certa e de maneira certa, ou seja, a medicação deve ser tomada exatamente como foi prescrita.

A ação dos medicamentos anti-HIV varia de acordo com cada organismo. Além disso, alguns precisam ser tomados com alimentos e outros em jejum no intervalo das refeições. Há ainda, aqueles que não dependem de nenhuma regra. Portanto, as pessoas em tratamento precisam saber o tipo de medicamento que lhes foi receitado para que possam adaptá-lo à rotina diária.

Tomar doses erradas dos medicamentos, esquecer de tomá-los ou tomar um medicamento de forma que haja baixa absorção pelo organismo, pode causar resistência aos mesmos, o que pode impedí-lo de se beneficiar tanto do medicamento ao qual adquiriu resistência quanto de outros similares.

Os medicamentos anti-HIV têm melhor efeito em pessoas que tomam todas ou quase todas as doses, já que a perda de apenas algumas doses por mês pode prejudicar seriamente o resultado do tratamento.

A importância da aderência – resistência
O HIV pode se tornar resistente se o nível sanguíneo de um determinado medicamento estiver baixo a ponto de não impedir a reprodução do vírus. Desse modo, à medida que o HIV se reproduz, as variações do vírus resistentes aos medicamentos, ou seja, aquelas capazes de se reproduzirem independentemente, aumentam consideravelmente em relação às variações sensíveis aos medicamentos, formando assim a base para uma nova população de HIV no organismo.

Conseqüentemente, se seu organismo se tornar resistente ao inibidor de protease indinavir, é provável que se torne resistente a outros inibidores de protease. Além disso, as pessoas que se tornam resistentes a qualquer um dos NNRTI (inibidores
não-nucleosídeos da transcriptase reversa) são, comumente, resistentes a todos os demais medicamentos desta classe disponíveis atualmente. No entanto, o risco da “resistência cruzada” ocorrer varia de acordo com cada medicamento e pode ser evitado.

Para combater a infecção e impedir que a resistência surja, o consumo adequado da medicação deve ser garantido a todo momento. Por isso, ao prescrever um medicamento, seu médico ou farmacêutico lhe dará instruções precisas de como administrá-lo, por exemplo, se deve ser tomado com alimento ou em jejum, e se há medicamentos que não podem ser tomados ao mesmo tempo.

Questões práticas
A maioria das pessoas que tomam medicamentos anti-HIV se esquecem de fazê-lo de vez em quando. Ao invés de culpar-se por isso, aprenda com essa experiência. No entanto, se você esquecer freqüentemente, ou não o fizer devido aos efeitos colaterais causados pelos medicamentos, informe seu médico o mais rápido possível para que ele possa ajudá-lo a elaborar um programa de tratamento que melhor se adapte ao seu estilo de vida ou que seja de mais fácil tolerância.

Sempre que receber uma prescrição de medicamentos anti-HIV, você deve também receber informações, por escrito, sobre o seu tratamento. O seu farmacêutico pode lhe dar dicas práticas de como se lembrar de tomar a medicação. Além disso, muitas clínicas e serviços de apoio têm programas especiais para ajudar as pessoas nesse sentido.

Começar um tratamento com uma nova combinação de medicamentos

É provável que você queira conversar com alguém sobre o impacto dos medicamentos na sua vida e como adaptá-los à sua rotina diária. Ao começar um novo tratamento, informe seu médico sobre qualquer fator que possa incapacitá-lo de tomar a medicação apropriadamente, tais como o uso recreacional de drogas ou álcool.

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Olha só pessoal.

No início do post tem uma imagem com um texto falando sobre o trabalho e os custos que a gente tem. Você que está me lendo agora, pode e tem o direito de não acreditar.

No mês de mais, quando mais de quarenta mil visitas foram registradas, houve três cooperações.

Quando nós pedimos cooperação financeira, qualquer valor é bom.

Sabe, o beija-flor pode carregar uma diminuta gota d’água em seu bico, no afã de apagar o incêndio na floresta….

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Você não poderá, como já pôde, assinar 65 revistas de uma só editora e, muito menos abrir contas de acesso à Internet :-)

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Sobre Claudio Santos (524 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois ou tres, quase quatro anos, fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus...

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