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CRIANÇAS AFETADAS PELA AIDS

Boletim Internacional sobre prevenção e assistência à AIDS

Ação anti AIDS

N 42 out – dez 1998

Publicado por Healthlink Worldwide (ex-AHRTAG) e ABIA

CRIANÇAS AFETADAS PELA AIDS
As dificuldades enfrentadas pelas crianças onde o HIV/AIDS é comum

 

Durante os próximos dez anos, mais de 40 milhões de crianças vão perder um ou ambos os pais por causa da AIDS, principalmente em países em desenvolvimento. Em regiões com uma taxa elevada de HIV, mais de um terço das crianças ficarão órfãs.
Muitas crianças são afetadas pelo HIV primeiramente quando seus pais apresentam doenças relacionadas ao vírus. Os pais podem estar muito doentes para trabalhar ou para levar seus filhos para ser vacinados e receber acompanhamento. As crianças maiores muitas vezes assumem a tarefa de cuidar dos irmãos e irmãs menores nesse momento, o que significa que começam faltar à escola. As crianças que pertencem a famílias afetadas pelo HIV enfrentam vários problemas:

Pobreza: A epidemia de AIDS está causando uma pobreza crescente e sempre que a pobreza aumenta, a saúde das crianças se torna pior. Quando crianças pobres ficam doentes, podem não receber tratamento adequado porque seus responsáveis não têm condições financeiras de arcar com o custo dos transportes, dos remédios e das consultas médicas, ou não podem faltar ao trabalho ou a compromissos familiares.
A pobreza está associada também a um risco maior de infecção pelo HIV.As meninas órfãs de famílias pobres são vulneráveis ao HIV devido aos “protetores” ou à exploração sexual de parentes. Podem precisar trabalhar como prostitutas para ganhar dinheiro para se alimentar ou educar as crianças sob seus cuidados. Muitas crianças órfãs (meninos e meninas) acabam vivendo nas ruas.

Nutrição: As crianças em famílias afetadas pelo HIV correm muitas vezes o risco de desnutrição. Uma mãe doente tem dificuldades para oferecer uma alimentação nutritiva às suas crianças. Na Tanzânia, por exemplo, nas famílias pobres onde um membro adulto morreu o consumo alimentar caiu em 1 5%.A desnutrição é ainda mais freqüente quando as crianças pequenas estão entregues a responsáveis idosos ou a adolescentes que podem não estar conscientes das práticas corretas na alimentação infantil.

Pais substitutos

As mães são importantes no cuidado primário. Os agentes de saúde levam algum tempo para educar as mães sobre as práticas corretas para a saúde infantil. Se uma criança pequena não tem mãe, freqüentemente sua saúde piora. Por causa da AIDS, um número cada vez maior de crianças é entregue aos avós, que muitas vezes não conseguem cuidar delas de maneira adequada. Podem ser pobres, idosos e ter que tomar conta de um grande número de netos.
Os órfãos muitas vezes passam da casa de um parente para a de outro e às vezes ficam com parentes que os abandonam, maltratam ou submetem a abuso. Cada vez mais, nas comunidades afetadas pela AIDS, os parentes não querem cuidar das crianças órfãs, que acabam vivendo sozinhas, formando famílias em que o chefe é outra criança.

Como ajudar

Os agentes de saúde e os agentes comunitários podem ajudar a proteger a saúde de crianças afetadas pelo HIV:

Incentivando o estabelecimento de programas comunitários para os órfãos que dêem apoio aos responsáveis;

Determinando as famílias afetadas pelo HIV que estão em pior situação, como as famílias grandes e aquelas em que as crianças estão entregues a um dos pais ou a responsáveis idosos ou doentes;

Identificando as crianças em situação de risco, como as órfãs, as menores de cinco anos e as que vivem em famílias onde o chefe é uma criança;

Sempre que possível, dando aos órfãos em situação de risco roupas, moradia, alimentos e dinheiro para a escola.

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Sobre Claudio Santos (508 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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