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Quais são os direitos previdenciários do paciente HIV+?


Quais são os direitos previdenciários do paciente HIV+?

     

O paciente infectado pelo HIV, segurado da Previdência Social (INSS), faz jus aos seguintes benefícios prevldenciários apenas quando apresenta condições definidoras de doença (AIDS): Aposentadoria por Invalidez; Auxílio Doença; Auxílio Reclusão. Tais benefícios são válidos para toda incapacitação temporária ou definitiva, e não apenas para os pacientes com AIDS. Além destes, a aposentadoria por tempo de serviço e o salário maternidade (para as mulheres) também são direitos mantidos para os pacientes com esta infecção.

Com a crescente prevalência da AIDS em população de baixa renda, não segurada da Previdência Social, sem condições para o trabalho formal e com núcleo familiar desestruturado, existe a possibilidade de requerer o benefício de 1 (um) salário mínimo vigente mensal, com base no artigo 203 inciso V da Constituição Federal e na Lei 8.742 de 07/12/93 -Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). Este benefício é fornecido para pessoas com algum tipo de deficiência física e/ou mental que não tenham condições de auto-sustento. Podendo, portanto, aplicar-se a uma parcela específica dos pacientes com AIDS.

Memórias de um Homem da Noite

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Um alerta com relação ao Mito da Doença Autoimune

Conversei com duas médicas na Casa da AIDS, onde eu recebo tratamento e elas foram taxativas em afirmar que não há um prolongamento da janela imunológica por conta de Doenças autoimunes.

Estou colocando este texto antes dos comentários para deixar as pessoas em alerta ao encontrarem afirmações, mesmo as minhas, sobre este ponto.

DOENÇA AUTO IMUNE NÃO ESTENDE A JANELA IMUNOLÓGICA PARA 120 OU 180 DIAS, COMO MUITO SE TEM AFIRMADO AQUI.


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ZAP

Atendimento via ZAP a soropositivos

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About Claudio Souza (530 Articles)
É, sim, eu sou este da foto, com esta cara de psicopata de fime do Hitchcock. A despeito da opinião de algumas pessoas, eu mostro meu rosto sim. Inicialmente porque sou portador de HIV e isso não está inscrito na constituição ou no Código Penal como crime. Não sou criminoso e não tenho porque me esconder. Esconder-se é mais ou menos a atitude do avestruz que, sem saber lidar com as coisas, enfia a cara num buraco no chão. E, infelizmente isso agrava o preconceito contra nós simplesmente porque não somos vistos como realmente somos. Somos pessoas. Produtivas, quando nos deixam trabalhar, e muito vivazes. Nós amamos, almoçamos, alguns de nós dançam; a dança, para mim, é um prazer dos olhos. Nós, pessoas soropositivas, não diferimos em nada de vocês, sorointerrogativos. Porque qualquer pessoa que tenha tido uma relação sexual desprotegida e não fez o teste é sorointerrogativa. Eu vivo com HIV desde 1994 e me lembro bem de ter ouvido o “profissional de saúde” que me deu o resultado, ter dito que eu teria seis meses de vida. Deus sabe como me senti. Recordo-me de ter, naquele momento, me lembrado de minha "Última Ex-Namorada" e que acreditei tê-la assassinado. Sofri muito com isso e, como eu tivera recebido meu diagnóstico num dia 13 de novembro, decidi-me por permitir que ela tivesse ao menos aquele natal e ano novo sem preocupações e nada contei até as festas passarem. Depois, bem, eu tive medo (eu sou feito de carne e osso, com um pouco de sentimentos também - é preciso escavar muito, mas há) e um amigo da época arcou com esta terrível responsabilidade e tudo o que direi é que ele me conta que três segundos depois de ter dito ele ja se arrependera de tê-lo feito e que ele precisou de fazer uso de energia para chamá-lala de volta à realidade e onde ela estava (a sala dela na empresa onde ela trabalhava). Ela fez o exame e, felizmente, ela não contraiu o vírus. Este aspecto tem algumas orações e trocas que eu alicercei com o Todo Poderoso e, sinveramente, se eu estou carregando duas cruzes, ainda não me apercebi disso. Ainda sobre ela, houve uma troca de correspondência e mesmo hoje eu me pergunto sobre qual seria o verdaeiro caráter daquela mulher que, ré confssa, marcava as coisas na agenda a lápis (eu sugiro ao leitor que ligue estas duas coisas a uma borracha e você saberá tudo :o). A grande questão é que ela não teve a consideração de me visitar,, mesmo que por deveres de caridade, aquele a quem ela tomara por amante durante um tempo e algo pior, que foi a ilação de me enviar uma cesta básica todos os meses! Isso foi a gota d'água e, colando Machado de Assis, eu a mandei aos seiscentos mil diabos! Escrevi uma carta escrita com as tintas da ironia mescladas com as tintas das tristezas. Quem conhece meu modo mais agressivo de escrever sabe mais ou menos a ferocidade com que escrevi aquela carta e, uma vez enviada, pedi à administração da casa de apoio que recusasse toda e qualquer correspondência destinada a mim. Não havia ninguém que escreveria e eu só fiz isso para barrar uma eventual resposta dela e, sinceramente, não sei se isso aconteceu ou não. Há algum tempo atrás eu a encontrei no Facebook e, ao ver as fotos que ela ousa expor e senti uma imensa gratidão a Deus por ter feito que ela entrasse a direita enquanto eu continuei, em frente, rumo à minha autodestruição (foi bem melhor assim). Sábio é o ditado que diz "te vendo de longe, te vejo melhor". O prisma é bom, mas a fonte de luz esta corrompida e a imagem projetada destoa muito daquela com a qual privei de intimidades e recebi carícias e afagos, IAZUL Tomei AZT numa dose de seis comprimidos a cada 4 horas e tinha de ter o sono interrompido para tomar esta coisa e vomitava muito por conta dele. Ai decidi que se era para morrer, que eu morresse sem vomitar e parei de tomar o AZT. Como não vivi uma vida normal, não tinha amigos verdadeiros e acabei indo morar numa casa de apoio. Lá, onde eu era só un dado estatístico, eu não tinha permissão para procurar emprego e, por um tempo, para não enlouquecer, servi como voluntário no CRTA quando ele ainda era na Rua Antônio Carlos. Ali, tive o privilégio e a honra de servir muitas pessoas e fiz alguns amigos. Infelizmente, por isso, carreguei muitos deles até o túmulo e, a cada pá de terra que caia, eu me perguntava quando seria a minha vez, numa bárbara e funesta expectativa. Os seis meses se passaram e eu, como esta visto, não morri. Ai comecei a lutar de verdade pela vida e, em 1996, surgiu o coquetel. Como naquela época pouco se sabia sobre tudo isso, eu tive de entrar com a medicação que, anos mais tarde, eu soube não ter indicação clínica para usá-los. Vivi um bom tempo sem precisar dos antirretrovirais. Mas tudo isso não foi um caminho suave. Tive duas embolias pulmonares, deixei de contar as pneumonias quando cheguei à oitava; tive um enfarto, duas meningites, tornei-me obeso mórbido, chegando aos espantosos, monstruosos e inacreditáveis 147 Kg. Por isso eu passei, três anos atras, uma cirurgia bariátrica e, desde então, eliminei cinquenta e sete quilos. Hoje, peso 89,5Kg. Mantenho este site há catorze anos e, de maneira diversa a de outras pessoas, eu nunca tive apoio financeiro ou logístico de ninguém ou de qualquer “mega-editora”, com exceção de um período de dois anos, nos quais eu fui membro da Ashoka Empreendedores Sociais. ashoka Mas o meu tempo lá acabou e se tem uma coisa que eu não espero, é receber ajuda de quem quer que seja, reconhecendo, todavia, que isso pode se relativamente possível e, se acontecer, terá sido mais um dos grandiosos milagres que Deus, que tem operado uma miríade deles (os milagres) comigo. Eu faço planos para vier até os noventa anos e quero que isso se dê ao lado da minha esposa, que eu amo com todas as fibras e células do meu corpo, com todo o meu entendimento e todo o meu coração. Além disso, vivo, como já disse. mais dos milagres que Deus faz, do que dos resultados concretos de meus planos infalíveis para ganhar dinheiro; eu já tentei ganhar a vida hospedando sites, o que é uma briga de cachorro grande; depois, fazendo sites; contudo, as pessoas querem muito um site mas, infelizmente, elas querem sites por R$ 300,00 e eu prefiro a morte a trabalhar de graça para qualquer muquirana que tem “um sobrinho que faz até por menos”, mandei muita gente ao Diabo por conta disso e, hoje, tenho um pequeno e relativamente promissor de negócio de venda de equipamentos e peças para computadores no Mercado Livre, que você pode ver aqui, neste link . Para ser completamente honesto, não sei como pude manter soropositivo.org, às vezes pagando US$ 500,00 por mês num servidor dedicado, pois foram inúmeras as vezes em que fui convidado a retirar meu site da hospedagem compartilhada, pois meu site consumia muitos recursos; de um mês para cá eu reduzi as despesas para US$ 99,00 por ano; seria isso ou o site sairia do ar. De fato ele consumia; hoje, depois de uma média de visitaçã que girava em torno de 100.000 visitantes únicos; hoje, por conta de alguns atos de censura prévia de um determinado site de buscas, tenho uma média de 1.200 por diA. Este site está traduzido para 58 idiomas em esquema de tradução automática, pela gtranslate.net, que me cobra quinze euros mensais pelo serviço, que eu pago, pois, com isso, eu consigo ajudar mais gente. Neste mesmo âmbito cheguei a pagar por publicidade no Facebook para obter um número maior de pessoas, sempre com a mesma finalidade. Hoje, não posso fazer isso mais. Contudo, a página, que você pode encontrar aqui (este link abre em outra aba de seu navegador, tem um pouco mais de 2500 inscritos e há uma média de cinco novas adesões por dia. o que me alegra imensamente. Fica entre eu e Deus (uma antiga namorada me corrigia e dizia que a forma correta seria “entre eu e Deus”; como não consigo dirimir a dúvida, deixo pela forma que eu sinto, e posso estar equivocado, pensando que seja lá como for, Deus não se importaria, posto que Ele tem mais apego à ação do que à forma. Sei lá... Até um tempo atrás eu seria considerado pelos padrões elitistas desta sociedade ridícula (especialmente esta aqui de São Paulo) como um “semi-analfabeto”; tudo começou a mudar quando eu passei num processo seletivo para trabalhar na Dell e não tinha, porque saí de casa aos doze anos, no afã de escapar às pancadas distribuídas, a torto e a direito, sobre mim, por meu pai, o certificado do segundo grau; perdi a vaga, chorei, senti-me punido por algo que nem sabia o que era, pensei em falsificar um comprovante, mas Mara vaticinou e me fez ver que isso seria fraude e, felizmente, eu já não morava na rua e nem estava, como não estou mesmo, passando fome; contudo, resolvi me qualificar. tudo isso foi na ocasião em que Francisco, o papa, foi consagrado Bispo de Roma. Apesar de ter minhas reservas com a Igreja católica ,eu vivi dentro de uma casa de apoia da Igreja e sei o que vi, bem como de qualquer outra, gosto da postura dele, que descontenta muita gene no “clero” do Vaticano (talvez seja por isso que eu goste dele). Matriculei-me no ENCCEJA e no ENEM. Não estudei uma só linha e passei nos dois. A redação do Encceja levou uma nota de 710 de 1000 possíveis e a do Enem chegou a 890 de 1000 possíveis. Nos dois casos fui o primeiro a sair da escola. No caso do ENEM saí em pouco mais de três horas e meia. Aí me classifiquei e me matriculei na UNIFESP, no campus de Guarulhos para fazer letras/francês (isso porque sou auto-didata em inglês e nem penso em fazer isso que outras pessoas têm coragem de chamar de “cursinho de Inglês”. Infelizmente no primeiro ano do curso sofri um acidente com uma cadeira comprada na Tok Stok, cujo técnico confirmou que a cadeira veio “montada ao contrário” e, depois de uns dois anos fizemos um acordo (sic) e recebi "algum dinheiro" e, mesmo assim, nada recuperará minha mão e, neste transe, tive de trancar a matricula na UNIFESP e a Tok Stok, num dia que pedi um carro para ir à faculdade, para acetar coisas burocráticas, disse que "não haveria adiantamentos"... Eu estava com a mão direita imobilizada, com pinos saindo dela e eles me recusaram isso, e eu acabei por desanimar do curso, especialmente porque soube que não sairia da Faculdade falando e lendo Francês e porque as aulas que tive de literatura Grega levaram-me às cólicas uterinas (sim, o desesper foi tão grande que meu organismos criou um dispositivo que, em síntese, era um "útero espiritual, extremamente sensível". No final das contas, ter de reconstruir o carpo e ouvir um médico respeitável me dizendo que minha mão não será, nunca mais, a mesma, é “soda”. Sou casado, e feliz, com uma mulher que Deus por em meu caminho pelo via mais improvável, provando a máxima que, para Deus, nada é impossível Sou o que sou. E, infelizmente (será?) isso incomoda muita gente e há, aqui e ali e alhures também, muita gente que me detesta e se incomoda comigo… Quer saber? Eu não dou a mínima! Eu faço meu trabalho da melhor forma que posso e dedico a maior parte de meu tempo diante do notebook olhando este site, pensando em como o fazer melhor. E acho que estou indo relativamente bem! Algumas conexões se fizeram, através de uma cadeia de acontecimentos que se eu tentasse contar me chamariam de louco e, na verdade, de alguma forma eles teriam razão, mas o encadeamento de fatos me levou a conhecer pessoas maravilhosas, cujos nomes eu não mencionarei poisse há algo que eu respeito é a privacidade das pessoas que se conectam a mim, numa causa tão estigmatizante, de uma maneira ou de outra e, depois de algumas reuniões com outras pessoas a quem eu tenho muito respeto e que ouvi, de uma delas uma frase que muito me enalteceu, que soava mais ou menos assim: "É evidente que você entende do assunto". Senti-me pago por todas as noites sem dormir que passei, ralando para aprender HTML com base em empirismo (tentativas e erros intermináveis) até que consegui uma coisa disforme que chamei de "site" e se tornou o alicerce do que é este "Blog, hoje em dia". Com tudo isso ainda há muita gente do meu passado que me detesta pelo que eu fui (...) e muita gente que também me detesta por eu ser quem eu sou... Quer saber? Eu não dou a mínima para eles e faço meu trabalho me recordando de um ditado árabe que me foi ensinado por um saudoso amigo. Siegfried Bauer (in memorian): O s cães ladram... E a caravana passa...

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