Sexo a salvo das DSTs

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AIDS

Sexo a salvo das DSTsElas são extremamente perigosas e podem causar problemas que vão da infertilidade nas mulheres e a falta de ereção nos homens até a aids. São as DSTs – doenças sexualmente transmissíveis. Nesse guia você vai saber mais sobre cada uma delas e como preveni-lasPOR PATRÍCIA BOCCIAQuando a aids entrou em cena, no início da década de 80, logo se tornou a mais perigosa e mortal doença infecto-contagiosa. Na época, acreditava-se que o vírus HIV se disseminava apenas pela relação sexual entre homossexuais e usuários de drogas injetáveis. E a aids passou a integrar o rol das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Hoje, os dados são assustadores: cerca de 40 milhões de pessoas estão infectadas em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). E o grupo de risco não se restringe mais aos homossexuais, usuários de drogas injetáveis e receptores de sangue. Isto é, qualquer pessoa que não utilize o preservativo durante a relação sexual corre o perigo de se contaminar. Prova disso é o número crescente de mulheres casadas e monogâmicas que são HIV positivas.Mas se as estatísticas cada vez incluem mais pessoas que se consideram fora de perigo, o que dizer das outras DSTs, que existem há séculos? A verdade é que nos dias atuais não se dá muita importância a elas. Dificilmente alguém hoje pensa em se proteger da Sífilis e da gonorréia. Só que, acredite, as DSTs atingem mais de 340 milhões de pessoas em todo o mundo. A OMS aponta que enquanto o HIV contamina cerca de um milhão por ano, a Sífilis ataca três milhões e meio; a Gonorréia 25 milhões; o papilomavírus genital (HPV), 30 milhões e a clamídia 120 milhões. E o que é mais importante: ao contrário da aids, essas doenças podem ser curadas e totalmente controladas. Mas os números revelam: apesar de bem informadas, as pessoas, incluindo jovens, estão relaxando mais e mais, como se nunca pudessem ser a próxima vítima.Aids433 mil casos já foram identificados no paísDEFINIÇÃOA sigla significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. Síndrome é a associação de vários sintomas que permitem identificar uma doença. Imunodeficiência é o enfraquecimento importante do sistema imunológico. Adquirida porque foi contraída. É provocada pelo vírus HIV, um retrovírus que ataca o sistema imunológico.FASESNa primeira fase a pessoa é soropositiva, mas não apresenta sintomas. Na fase intermediária surgem gânglios inchados, diarréia, emagrecimento, tosse, dor muscular, febre e manchas na pele. Na mais grave, há as chamadas doenças oportunistas, como turbeculose e herpes, e infecções que minam o sistema imunológico. Sem o tratamento, 80% dos contaminados atingem a fase final da doença.DIAGNÓSTICODois exames de sangue confirmam a doença. A sorologia para anti-HIV e a contagem de células CD4. No primeiro, observa-se a presença de anticorpos contra o HIV. Se existirem, o corpo foi contaminado.No segundo, contam-se as células CD4. Quando estão em número muito baixo, o quadro de Aids é considerado grave. O resultado negativo até indica que a pessoa não está com anticorpos contra o vírus da AIDS detectáveis no exame. Se houver exposição ao risco para o vírus da AIDS, o teste anti-HIV deve ser repetido após 6 meses (evitando, é claro, expor-se aos riscos nesse período). Esse é o tempo que o organismo leva para produzir os anticorpos após a infecção. O resultado positivo indica que a pessoa está infectada pelo HIV e pode passálo para outras pessoas, mas não significa que tem Aids.COMO SE PEGAÉ quando o HIV entra em contato direto com o sangue, esperma ou secreções vaginais.Durante as relações sexuais ocorrem lesões microscópicas, por onde o vírus entra. O sexo anal é o mais arriscado, pois as mucosas do ânus e reto são muito frágeis. O sexo oral oferece risco se houver ejaculação na boca do parceiro ou a mulher estiver menstruada e o parceiro tiver alguma ferida na boca. O beijo na boca só oferece risco se houver sangramento de dentes ou gengivas.Mas até hoje nenhum caso de transmissão por beijo foi cientificamente comprovado. Já agulhas, seringas e instrumentos cortantes, como os alicates de manicure precisam ser individuais ou bem esterilizados.Uma única gota de sangue que entre pela pele é suficiente para provocar a Aids.COMO SE TRATAA combinação de várias drogas é a opção mais eficaz para impedir as réplicas do HIV. A terapia com um único antiviral é recomendada até no máximo um ano. Depois, perde a eficácia. O AZT, o ddl e o ddc são os medicamentos mais usados e pesquisados também. A terapia combinada tem um objetivo claro: melhorar a eficácia global do tratamento em qualquer estágio da doença.Alguns médicos recomendam o uso desses medicamentos também pelos soropositivos assintomáticos que apresentam queda nas defesas orgânicas. O coquetel não acaba aí, os especialistas receitam, paralelamente, substâncias como as que têm o papel de inibir uma enzima produzida pelo vírus e principal responsável pela sua multiplicação. Além disso, há outra arma poderosa: os imunomoduladores. Eles têm a função de reconstruir ou estimular o sistema de defesa do corpo.VACINASEstão em estudo atualmente mais de vinte vacinas experimentais contra o HIV. Algumas são preventivas, para os não infectados, a fim de protegê-los caso se exponham ao vírus. Outras são terapêuticas, para interromper o processo da doença. Mas há obstáculos: o primeiro é que a Aids só é transmitida entre seres humanos. Então fica difícil dar continuidade às pesquisas iniciais.Outro problema é a grande fase de latência do HIV, pois a pessoa pode ficar assintomática até mais de dez anos, o que torna longo o período de avaliação das vacinas.Outro fator que também dificulta é a diversidade do HIV, que varia geneticamente de acordo com as regiões geográficas. E por fim um problema mais sério ainda: testar a vacina em pessoas sadias.Gonorréia há 1 milhão e quinhentos mil casos da doença no paísDEFINIÇÃOTambém chamada de blenorragia, a doença é causada pela bactéria Gonococco. Ela provoca infecção da uretra — o canal da urina — e também do colo do útero. Antigamente era conhecida como esquentamento. O nome esquisito tem a ver com o sintoma clássico do problema: ardor no canal da urina e dor ao urinar. No sexo feminino, outro sinal clássico da doença é o corrimento amarelado. Se a infecção não for tratada corretamente leva a esterilidade em 60% dos casos. Isso porque inflama as trompas e a cavidade uterina.COMO SE PEGATodas as modalidades sexuais, incluindo a oral e a anal. O risco de transmissão sexual é de 90%. Geralmente, cinco dias após a contaminação, a doença aparece. Há pessoas (quase 40% dos casos) que têm a bactéria e nem sinal da doença. Esses indivíduos podem transmitir o bicho da mesma forma.COMO SE TRATA Os médicos podem indicar uma entre várias opções de antibióticos. O tratamento dura cerca de 10 a 15 dias. Mas os sintomas desaparecem em até 24 horas. Por isso os doutores alertam os pacientes para que não abandonem os remédios. Caso contrário, a doença melhora, dá uma trégua e pode voltar com força maior. Outra orientação é que o parceiro também se sub a testes para saber se foi contaminado, mesmo que não apresente sintomas.HPVhá 685 mil casos da doença no BrasilDEFINIÇÃOÉ uma infecção causada por um vírus — Papilomavírus humano, que causa o aparecimento de verrugas (também chamadas de crista de galo ou condiloma acuminado) na vagina, vulva, colo do útero, ânus, cabeça do pênis e mucosa da boca. Existem mais de 100 tipos de HPV. Por isso, algumas pessoas têm várias manifestações, enquanto outras não apresentam nenhum sintoma. As tais feridas podem doer e coçar ou não.COMO SE PEGA O sexo é a principal forma de transmissão do HPV. Mas os médicos não descartam a possibilidade por meio do contato com lençóis, peças íntimas, aparelhos ginecológicos contaminados, vasos sanitários públicos ou banheiras de hotéis e mot
é
is que não foram desinfectados corretamente. Isso porque, algumas modalidades do HPV têm vida longa fora do corpo. Um estudo realizado em 2003 na Universidade da Califórnia, Estados Unidos, detectou o HPV em 20% das 467 jovens virgens que participaram da pesquisa. O trabalho indica que o HPV realmente pode sobreviver em diferentes locais e contaminar pelo simples contato com a pele. Mulheres e homens que fazem sexo sem usar preservativos são os alvos preferidos do vírus. É bom lembrar também que a doença está associada ao câncer de colo do útero, do pênis e do ânus: 3% das pessoas infectadas correm o risco de desenvolver o câncer nessas regiões.Um outro estudo recente, realizado nos Estados Unidos, mostrou que 95% das mulheres com câncer de colo do útero eram portadoras do vírus. COMO SE TRATAO tratamento visa a remoção da lesão e não do vírus. Os médicos usam diferentes métodos de destruição dos tecidos lesionados: bisturi elétrico, laser, gelo e ácidos. Uma vez eliminadas as verrugas ou microferidas o vírus acaba sendo removido junto. Além do tratamento são indicados: ● Manter a higiene local ● Não coçar a região afetada para não espalhar a doença ● Jamais tentar soluções caseiras ● Tratar o parceiro também.Herpes estima-se que haja 640 mil casos da doença no BrasilDEFINIÇÃO O Herpes é uma doença causada por dois tipos de vírus: o Herpes simples vírus 1 e o Herpes simples vírus-2. O primeiro está mais associado a lesões orais (nos lábios). O segundo, a lesões genitais (vagina, ânus, colo do útero e pênis). Mas isso não quer dizer que quem tenha Herpes genital seja exclusivamente o tipo HSV-2. Pode haver os dois tipos de vírus no corpo. Após cerca de 10 dias da contaminação, surgem pequenas bolhas nos órgãos genitais ou na boca que coçam bastante. Elas se rompem e se transformam em feridas doloridas que desaparecem espontaneamente em até dez dias.COMO SE PEGAA faixa etária mais freqüente de infecção por HSV é de 20 a 29 anos, entre pessoas sexualmente ativas de ambos os sexos. Mas a transmissão pode ocorrer também por vias não sexuais, como, por exemplo, o beijo e o contato direto com a ferida de um portador. O vírus fica para sempre no corpo, e quando as defesas do organismo diminuem, os sintomas reaparecem. Tanto o Herpes genital quanto o labial ocorrem com maior freqüência na época de verão, devido à provável queda de imunidade provocada pelos raios ultravioleta. Outras situações que podem provocar a recidiva do vírus são: menstruação, estresse e infecções respiratórias.COMO SE TRATAInfelizmente não há tratamento eficaz que acabe com o vírus. O que se consegue é reduzir, por meio de medicamentos com orientação médica, o período de manifestação das lesões.Clamídia ou Linfogranuloma venéreo estima-se que haja mais de 1 milhão e 800 mil casos da doença no paísDEFINIÇÃO Doença causada por uma bactéria — a Chlamydia trachomatis. Ela fica incubada no corpo de três a 30 dias. Depois disso, surgem pequenas feridas na pele da genitália que permanecem em torno de seis semanas. Em seguida, aparece uma íngua na virilha que pode romper e causar um abscesso no local. Nas mulheres a vulva aumenta de volume. Em estados avançados, tanto em pessoas do sexo masculino quanto feminino, há a presença de sangue nas fezes, porque as bactérias entram na corrente sangüínea e atingem o intestino.COMO SE PEGAExclusivamente por via sexual (durante o sexo oral também) em qualquer uma das fases da doença, inclusive o período de incubação.COMO SE TRATA Os médicos receitam antibióticos que devem ser tomados por cerca de dez dias. Também é importante drenar as ínguas para limpar a área purulenta. No local da ferida os médicos injetam remédios que funcionam como antissépticos para limpar bem a região.Sífilishá cerca de 900 mil casos da doença no paísDEFINIÇÃOTrata-se de uma DST causada pela bactéria Treponema pallidum. A Sífilis atinge principalmente jovens entre 15 e 24 anos e de todas as classes sociais. É bom lembrar que o organismo humano não possui defesas contra o Treponema, portanto, qualquer contato com um portador da doença significa estar infectado.COMO SE PEGAPor relação sexual, contato direto com lesões abertas, transfusão de sangue e pela placenta (durante a gestação). O cancro duro é a primeira fase da Sífilis. Trata-se de uma lesão com a base endurecida, com presença de secreção líquida e transparente que pode ocorrer nos grandes lábios, vagina, clítoris, períneo e colo do útero, na mulher e na glande e prepúcio, no homem. A lesão surge nos órgãos genitais de 10 a 30 dias depois do contágio. Não dói, não coça, não arde e não tem cheiro. Essa ferida desaparece sozinha, depois de aproximadamente 10 dias.Após algumas semanas surgem então manchas avermelhadas nas palmas das mãos e plantas dos pés, que somem em questão de semanas. A Sífilis mergulha num profundo silêncio que pode durar anos, mas depois volta com força total e pode provocar a morte. É importante lembrar que a Sífilis pode ser passada em qualquer uma das fases.COMO SE TRATA A droga mais importante é a penicilina, que só deve ser ministrada sob orientação médica. Para pessoas alérgicas a essa substância, há outras opções que o médico pode indicar. Após cerca de cinco dias todos os sintomas desaparecem, mas o tratamento deve permanecer por pelo menos seis meses até que todas as bactérias sejam eliminadas.Candidíaseacredita-se que pelo menos 3/4 das mulheres tiveram ou terão um episódio de candidíase na vidaDEFINIÇÃO Infecção causada por fungos. Em 90% dos casos ocorre devido à Cândida albicans. Embora esteja relacionada com as DSTs a Cândida existe normalmente na vagina e vive em harmonia com outros vários tipos de micróbios. Em determinadas circunstâncias esse equilíbrio é quebrado e os fungos se proliferam além do normal, causando a infecção e se tornando transmissível.COMO SE PEGA Quando os fungos se tornam infecciosos acabam sendo transmitidos via sexual, pelo uso de toalhas contaminadas e sabonetes. Mas a doença também está associada a problemas como diabetes, estresse, cirurgias, leucemias e outras patologias que debilitam o sistema imunológico e desequilibram a convivência dos fungos. No caso das mulheres, a infecção apresenta um corrimento com aspecto de leite coalhado, além de coceira intensa, vermelhidão na vagina e vulva e ardor ao urinar. Na época da menstruação, os sintomas pioram bastante e o ato sexual torna-se doloroso. Se não for tratada corretamente a candidíase se torna crônica. Quando o homem é infectado, surge uma inflamação que provoca inchaço na cabeça do pênis e no prepúcio (pele que cobre a glande). Também há vermelhidão e coceira intensa. Muitos homens não apresentam sintomas, mas estão contaminados, pois os fungos são altamente transmissíveis.COMO SE TRATAHá vários medicamentos orais e tópicos que podem ser usados, mas sempre sob orientação médica. O tratamento dura entre dez e 20 dias. Quando a mulher ou o homem tem um parceiro fixo, o tratamento é feito para os dois, para evitar a reinfecção.20 Formas de evitar as doenças sexualmente transmissíveisNAS MULHERES 1. Usar camisinha em todo tipo de relação sexual. 2. Diminuir o número de parceiros ou parceiras. 3. Não permitir a penetração, se a vagina ou o ânus não estiverem bem lubrificados. 4. Manter a higiene adequada da vagina e do ânus. 5. Fazer o auto-exame da vagina e vulva mensalmente. 6. Convencer o parceiro fixo a também se auto-examinar. 7. Não ter contato com feridas e verrugas de outras pessoas. 8. Usar roupas íntimas de algodão, que permitam que a área da vagina fique arejada. 9. Não permanecer longos períodos com roupas de praia, piscina ou ginástica que estejam úmidas. 10. Não pedir toalhas, roupas íntimas e lençóis emprestados. 11. Visitar o ginecologista a cada seis meses. 12. Fazer o papanicolau a cada seis meses. 13. Convencer o parceiro a visitar um urologista regularmente. 14. Convencer o parceiro a
não abandonar o tratamento de uma doença sexualmente transmissível. 15. Consultar um ginecologista assim que surgir qualquer tipo tipo de secreção na vagina. 16. Procurar o ginecologista sempre que houver corrimentos e dor durante as relações sexuais. 17. Intensificar os exames ginecológicos de rotina se estiver grávida, for fumante, usuária de pílulas anticoncepcionais ou de DIU (dispositivo intra-uterino). 18. Tomar vitaminas antioxidantes ajudam o sistema imunológico a combater micróbios. 19. Manter uma alimentação saudável e diminuir a ingestão de açúcar (bactérias adoram as substâncias adocicadas). 20. Evitar o desgaste físico e emocional constante.NOS HOMENS 1. Usar camisinha em todo tipo de relação sexual. 2. Diminuir o número de parceiras ou parceiros. 3. Não manter a penetração, se a vagina ou o ânus da parceira não estiverem bem lubrificadas (o pênis pode ficar com microlesões — portas para os micróbios). 4. Manter a higiene adequada do pênis. 5. Fazer o auto-exame do pênis e virilha mensalmente. 6. Convencer a parceira fixa a também se auto-examinar. 7. Não ter contato com feridas e verrugas de outras pessoas. 8. Usar roupas íntimas de algodão, que permitam que o pênis fique arejado.9. Não permanecer longos períodos com sungas de praia, piscina ou ginástica que estejam úmidas. 10. Não pedir toalhas, roupas íntimas e lençóis emprestados. 11. Visitar o urologista ou médico de confiança a cada seis meses. 12. Fazer exames preventivos de sorologia para as principais DST. 13. Convencer a parceira a visitar o ginecologista regularmente. 14. Convencer a parceira a não abandonar o tratamento de uma doença sexualmente transmissível. 15. Procurar um urologista assim que surgir qualquer tipo de secreção no pênis. 16. Procurar o médico sempre que sentir dor durante as relações sexuais ou ereção. 17. Intensificar os exames de rotina se for fumante ou se ingerir muita bebida alcoólica. 18. Tomar vitaminas antioxidantes que ajudam o sistema imunológico a combater os micróbios. 19. Manter uma alimentação saudável e diminuir a ingestão de açúcar (bactérias adoram as sustâncias adocicadas). 20. Evitar o desgaste físico e emocional constante.FONTES: AMAURY MENDES JR, GINECOLOGISTA E SEXÓLOGO PELA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ESTUDOS EM SEXUALIDADE HUMANA. JOSÉ BENTO DE SOUZA, GINECOLOGISTA E OBSTETRA DO HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN, DE SÃO PAULO. JOÃO CARLOS MANTESE, GINECOLOGISTA E DIRETOR DO HOSPITAL PÉROLA BYINGTON, DE SÃO PAULO. THOMAZ BASTOS, GINECOLOGISTA

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