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O aconselhamento a casais pode ser vital na prevenção do HIV

O aconselhamento a casais pode ser vital na prevenção do HIV na África

Um amplo estudo realizado em Zambia descobriu que, no contexto dos casais heterossexuais sorodiscordantes ao HIV, realizar intervenções de conselling e a realização da prova do HIV aos dois membros do casal resulta mais eficaz na hora de reduzir a transmissã, do HIV na África a uma pessoa que tem o vírus que proporcionar terapia anti-retroviral à pessoa com HIV sem ser acompanhados de nenhum elemento decounselling.

Em Zâmbia até a presente data, mais de 150.000 casais receberam uma intervenção de realização voluntária decounselling e prova e em 12% dos casos, um membro do casal vivia com HIV. Esse estudo revelou que os casais que receberam esta intervenção, a taxa anual de infecção entre os membros sem HIV dos casais reduziu para menos da quinta parte do 11% ao 2%. A realização voluntária decounselling e provas não implicou necessariamente no diagnóstico de um membro do casal: em muitos casos permitiu que pessoas que já sabiam que tinham o HIV e ocasionalmente faziam terapia anti-retroviral revelaram aos seus respectivos parceiros.

A equipe de pesquisadores comparou a incidência de HIV antes e depois que já sabiam que tinham o HIV na África e ocasionalmente faziam terapia anti-retroviral revelaram aos seus respectivos parceiros.

A equipe de pesquisadores comparou a incidência de HIV antes e depois da intervenção em casais cujo membro com HIV já fazia tratamento com a incidência antes e depois da intervenção nos casos de diagnóstico recentes mas que não tinham iniciado a terapia. Isto evidenciou de modo significativo que a incidência de HIV no casal diminuiu em 70% após a realização voluntária de counselling e provas, mas só um 30% nos casos em que a pessoa com HIV tinha iniciado a terapia anti-retroviral sem ter recebido a intervenção voluntária. Quando se deram as duas circunstancias, a redução na incidência chegou a 83%. Esta cifra é bastante diferente do 96% na redução de infecções por HIV, observada no estudo HPTN052 quando as pessoas com HIV iniciaram o tratamento. Parte da explicação a esta discrepância parece ser que níveis comunitários de adesão ao tratamento são muito ruins em Zâmbia e isto se deve em parte ao medo que as pessoas tem de que os seus parceiros descubram que tem HIV, portanto ajudar a revelar o estado serológico poderia contribuir na redução das transmissões.

Comentário: Um resultado significativo, e é um que tem que ser repetido, e confirmando-se deveria servir para incentivar uma reflexão sobre os protocolos de outros estudos sobre tratamento como prevenção que evitaram intencionalmente que se produzisse desenvolvimento do estado serológicos entre o casal por medo a rejeição ou mesmo a violência à pessoa com HIV. Que de modo geral, o conselling contribuiu para criar um ambiente de maior confiança e intimidade onde se vê refletida a incidência de HIV nos casais onde nenhuma das pessoas tinha HIV (ou seja, infecções procedentes de algum de fora da relação) também foram reduzidas em um 70% após a intervenção voluntária, passando de 1,4% a um 0,44% ao ano.

Moral da História: O HIV na África pode ser controlado com políticas simples e baratas.

Tradução Martha Prieto

http://br.linkedin.com/pub/martha-prieto/82/185/2a8/

 

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Sobre Claudio Santos (509 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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