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Para ser acessível, a PPrE precisará de níveis elevados de adesão.

HSH

Um estudo realizado na cidade de Nova Iorque no qual se apresentou um modelo sobre a aceitação da profilaxia pré-exposição (PPrE) comprovou que, para resultar econômica, esta estratégia deveria estar muito direcionada aos homens que praticam sexo com outros homens (HSH) que se encontrem em situação de maior risco de infecção pelo HIV. Dentro dessa população-alvo, seriam necessários elevados níveis de uso para obter o máximo aproveitamento dessa estratégia preventiva.

Também seria útil uma redução no preço de Truvada (um comprimido que combina tenofovir e emtricitabina e que atualmente é o único fármaco empregado na PPrE). O modelo apresentou vários cenários e revelou que, embora a PPrE poderia ser potencialmente custo-efetiva ao preço atual de Truvada, somente implicaria uma economia se fosse reduzido à metade de seu preço atual nos EUA. Inclusive neste caso, seria necessária uma aceitação quase universal por parte da população de homens gays em situação de maior risco.

O modelo não encontrou nenhum cenário no qual a PPrE resultasse custo-efetiva se fosse oferecida às pessoas heterossexuais em situação mais vulnerável e praticamente nada custo-efetiva se fosse oferecida às pessoas usuárias de drogas injetáveis.

O custo que implicaria oferecer a PPrE para a população geral seria enorme e resultaria completamente antieconômico. Se a PPrE fosse oferecida para toda a população sem HIV, o modelo prevê que seriam evitadas 29% de todas as infeções por HIV a um preço de 52 bilhões de dólares por ano para cada infeção evitada. Se fosse oferecido a todos os homens que praticam sexo com outros homens, 19% de todas as infecciones seriam evitadas e isso implicaria 1,24 milhões de dólares por infeção evitada. No entanto, se fosse focada nos HSH que possuem “vários relacionamentos simultâneos”, custaria cerca de 740.000 dólares por cada infeção evitada em vida e o custo neto anual seria de 467 milhões de dólares.

ombre de prostituée

Ao supor uma eficácia de 75% na PPrE em lugar de 44% (para recolher as maiores taxas de adesão registrada nas sedes dos EUA do estudo iPrEx), poderiam ser evitadas 22% das infeções HIV pelo mesmo preço e implicaria que a PPrE entrasse no âmbito das intervenções custo-efetivas.

Se o preço do fármaco fosse reduzido à metade e a cobertura nos homens gays em situação de alto risco chegasse a 70%, a PPrE poderia realmente começar a economizar dinheiro. O programa de PPrE custaria menos que a terapia antirretroviral em vida para as infeções por HIV que teriam sido produzidas se não fosse pela profilaxia.

Este modelo no foi aplicado no Reino Unido, mas as cifras obtidas pela aidsmap.com revelam que se a PPrE fosse tomada por 30% dos homens gays que acodem às clínicas de saúde sexual diagnosticados com uma infeção de transmissão sexual aguda (muito relacionada a um elevado risco posterior de infeção por HIV), seu custo não superaria as 38.000 libras por cada infeção por HIV evitada e provavelmente menos se forem utilizados os custos reais de Truvada e do atendimento médico no Reino Unido. Esta cifra está muito próxima do limiar de custo-efetividade utilizado geralmente de 30.000 libras.

Comentário: A PPrE pode resultar custo-efetiva e inclusive supor uma economia de dinheiro em países com elevados níveis de internações e preços elevados dos fármacos, segundo sugere este modelo matemático. No entanto, para que isso ocorra, é necessário que seu uso seja restrito às pessoas que mais precisem dela, é preciso manter os níveis de adesão e o preço dos fármacos precisaria ser reduzido, provavelmente de forma considerável, algo que é pouco provável que ocorra até 2017-2018 como muito cedo, quando expirar a patente do Tenofovir.

Tradução

Diana Margarita

www.tradutoradeespanhol.com.br

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Sobre Claudio Santos (515 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

1 comentário em Para ser acessível, a PPrE precisará de níveis elevados de adesão.

  1. For a few Dollars more.
    Eu fui DJ na noite em Sâo Paulo. E trabalhei e “conceituadas casas de prostituição” como, por exemplo, o extinto Vagão Plaza. Tive, nesta casa, alguns affairs. É difícil mesmo para mim, afastado ha mais de vinte anos, explicar como uma simples transa entre amigos (eu e X) podia virar um tórrido romance, com lances de traição, fofoca, intriga, insultos, tapas, beijos e tantas outras coisas eram confundidas com amor. O fato é que era mesmo amor e o que é que a gente não faz por amor?

    No indisse remissivo de minhas culpas ha uma infinidade de enganos e erros e, todavia, há três anotações em meu favor.
    Três vezes eu me envolvi seriamente com garotas de programas e três vezes eu as tirei da noite.
    Depois, findo o amor, eu deixei três casas para elas, com tudo o que uma mulher, antes sem perspectiva, poeria sonhar.
    E nenhuma delas, enquanto acompanhei suas vidas, mesmo que remotamente, voltou para a noite.
    Curiosamente, uma delas festejou o meu diagnóstico HIV positivo e eu fiquei sem entender “lhufas”.
    Por mim, tudo bem…
    E como disse Dom Casmurro: Que a Terra lhe seja leve.

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