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O que é AIDS?

O que é AIDS?

AIDS é uma doença que ataca  e destrói o sistema imune em virtude da destruição dos glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A AIDS, ou SIDA em portugues de portugal é considerada um dos mais graves problemas de saúde enfrentados pela humanidade graças ao seu aspecto pandêmico (planetário).

O que é a AIDS?

Qual o agente etiológico?

A AIDS se dá alguns anos após a a infecção por HIV, vírus que ataca as células do sistema imune, destruindo os glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A falta destas células diminui a capacidade do corpo de contra-atacar moléstias, causadas por organismos microscópicos que normalmente não são capazes provocar males em pessoas com sistema imunológico livre do HIV.

AIDS
Vírus HIV  na corrente sanguína

Causas

Transmissão/ Contágio

O HIV pode ser transmitido pelo sangue, esperma e secreção vaginal, pelo leite materno, ou transfusão de sangue contaminado. O portador do virus HIV ou VIH mesmo que nao apresente sintomas da AIDS, transmite o vírus, por isso, a importância do uso da camisinha em todas as relações sexuais.

Células infectadas pelo vírus HIV - Foto Getty Images
Células infectadas pelo vírus VIH

Ciente disso, você pode conviver com uma pessoa HIV positiva ou com AIDS sem maiores temores. Pode beijar, abraçar, dar carinho e compartilhar do mesmo espaço físico sem ter medo de contrair o HIV.

Quanto mais respeito você der a quem vive com HIV ou AIDS, melhor será a resposta ao tratamento, porque o convívio social é muito importante para o aumento da auto-estima das pessoas e, consequentemente, evita que elas sofram com depressão, um dos gatilhos da AIDS.

Assim pega HIV/Aids

  • Sexo na vagina sem camisinha
  • Sexo oral sem camisinha
  • Sexo anal sem camisinha
  • Uso de seringa por mais de uma pessoa
  • Transfusão de sangue contaminado
  • Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação
  • Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados.

Assim não pega HIV/Aids

  • Sexo desde que se use corretamente a camisinha
  • Masturbação a dois
  • Beijo no rosto ou na boca
  • Suor e lágrima
  • Picada de inseto
  • Aperto de mão ou abraço
  • Sabonete/ toalha/ lençóis
  • Talheres/ copos
  • Assento de ônibus
  • Piscina
  • Banheiro
  • Doação de sangue
  • Pelo ar

Perguntas frequentes

A prática da masturbação com parceiro eventual implica risco de contágio pelo HIV/Aids?

Não havendo troca de sangue, sêmen ou secreção, a prática da masturbação não implica qualquer risco de infecção pelo HIV ou pela AIDS.

E o risco de contágio por HIV com objetos cortantes como aparelhos de barbear, brincos, alicates e piercings?

Atualmente, a maioria dos aparelhos pérfuro-cortantes fabricados, como seringas, máquinas de tatuar, aparelhos para colocar brincos ou piercings, são feitos com materiais descartáveis, que não podem ser usados mais de uma vez. Em caso de dúvida, sugerimos perguntar no local sobre a origem dos materiais em uso. O risco de contaminação da HIV no contato do sangue com a pele e mucosa oral é menor do que a exposição percutânea , porque há maior quantidade de células-alvo suscetíveis à infecção pelo HIV na circulação sanguínea. Além disso, na pele e na mucosa oral existem barreiras imunológicas e não-imunológicas que impões um determinado índice de proteção, uma vez que estes lugares estão em permanente contato com o meio externo e com diversas criaturas microscópicas.

Mesmo sem o gozo durante o ato sexual é possível ser infectado pelo vírus da Aids?

Apesar de o vírus da Aids estar mais presente em maior quantidade no líquido seminal, essa não é a única forma do vírus ser transmitido em uma relação sexual. Há, também, a possibilidade de infecção pela secreção expelida antes da ejaculação (líquido pré-seminal) ou pela secreção da vagina. Os fatores que aumentam o risco de transmissão do HIV, nesses casos, são: imunodeficiência avançada, relação anal passiva, ato sexual durante o período menstrualou a presença de outras DST como cancro mole, sífilis e herpes genital.

O beijo, no caso de um dos parceiros ter feridas ou fissuras na boca, é uma via de contágio do HIV?

Segundo estudos, não há evidências de transmissão do HIV pelo beijo. Para que houvesse possibilidade de transmissão, seria necessário que houvesse uma lesão grave de gengiva e sangramento na boca. O HIV pode ser encontrado na saliva, porém as substâncias encontradas nela são capazes de neutralizá-lo. Práticas como beijar na boca, fumar o mesmo cigarro, beber no mesmo copo, não oferecem riscos.

A prática do sexo oral sem proteção implica risco de infecção pelo HIV?

Comparado a outras formas de contágio (penetração vaginal, sexo intra-anal e compartilhamento de seringas por UDI), o risco relacionado ao sexo oral é baixo. Contudo, oferece riscos maiores para quem pratica (ou seja, o parceiro ativo), dependendo fundamentalmente da quantidade do vírus no sangue ou esperma do indivíduo infectado e se há presença de ferimentos na boca de quem pratica (gengivites, aftas, machucados causados pela escova de dente). Se não Houver nenhum ferimento na boca, o risco é menor. Isto se explica, talvez, pela acidez do estômago, que pode tornar o vírus da AIDS inativo, quando deglutido. No entanto, na prática de sexo oral desprotegido, há o risco de se contrair herpes, uretrite, hepatite B, ou HPV, independente da sorologia do parceiro.

Prevenção

Para evitar a transmissão do HIV recomenda-se uso de preservativo durante a transa, uso de seringas e agulhas descartáveis, teste no sangue a ser transfundido e uso e luvas quando estiver manipulando feridas ou líquidos potencialmente contaminados. As gestantes devem fazer o teste de AIDS e começar o pré-natal o mais cedo possível.

Camisinha masculina - Ministério da Saúde
Como vestir a camisinha masculina

1. Abra a embalagem com cuidado – nunca com os dentes – para não furar a camisinha. Coloque a camisinha somente quando o pênis estiver ereto.

2. Aperte a ponta para retirar o ar e desenrole a camisinha até a base do pênis. Só use lubrificante à base de água. Evite vaselina e outros lubrificantes à base de óleo.

3. Após a ejaculação, retire a camisinha com o pênis duro. Fechando com a mão a abertura para evitar que o esperma vaze da camisinha.

4. Dê um nó no meio da camisinha e jogue-a no lixo. Nunca use a camisinha mais de uma vez. Usar a camisinha duas vezes não previne contra doenças e gravidez.

Camisinha feminina - Ministério da Saúde
Como vestir a camisinha feminina

1. Segure a camisinha com o anel externo pendurado para baixo.

2. Aperte o anel interno e introduza na vagina; com o dedo indicador, empurre a camisinha o mais fundo possível (a camisinha deve cobrir o colo do útero).

3. O anel externo deve ficar uns 3 cm para fora da vagina – não estranhe, pois essa parte que fica para fora serve para aumentar a proteção (durante a penetração, pênis e vagina se alargam e e então a camisinha se ajusta melhor).

4. Até que você e o seu parceiro tenham segurança, guie o pênis dele com a sua mão para dentro da sua vagina.

Nota do editor de Soropositivo Web Site Note que a AIDS é uma doença séria e sem cura; alguns dizem "crônica"; eu diria crônica, progressiva e degenerativa. Mas você pode evitá-la facilmente tomando precauções citadas neste artigo. (...) Porue tanta gente não faz isso? Eu não sei. Por que eu não fiz isso? Desamor por mim; Você precisa se amar antes de começar a amar ates de começar a amar outras pessoas. No longo pretérito que vivi, não me amava, pois fui condicionado por meu pai a não acerditar que eu fosse digno de qualquer bom sentimento ou de receber uma boa posção na vida. Palvras textuais dele: "Oce é um filho da puta qui num vai prestá nem pra lichero..." Deu nisso. Erros infindáveis, um comprometimento sério por um tempo inimaginável para mentes humanas desencarnadas e a etrena luta entre prosseguir vivendo ou cometer suicídio

Nota do editor de Soropositivo Web Site
Note que a AIDS é uma doença séria e sem cura; alguns dizem “crônica”; eu diria crônica, progressiva e degenerativa. Mas você pode evitá-la facilmente tomando precauções citadas neste artigo. (…) Por que tanta gente não faz isso? Eu não sei. Por que eu não fiz isso? Desamor por mim; você precisa se amar antes de começar a amar outras pessoas. No longo e terrível pretérito que vivi, não me amava, pois fui condicionado por meu pai a não acreditar que eu fosse digno de qualquer bom sentimento ou de receber algo de bom ou uma boa posição na vida. Palvras textuais dele onde os erros ortográficos seriam os que ele cometeria, mesmo agora, se fosse chamado a escrevê-los: “Oce é um fio da puta e eu fasso cocê o qui der na minha teia. Outa coisa que ele dizia soaria mais ou menos assim: Eu fasso cocçe u qui mi dé na teia. Uma vez ele me espancou de uma forma tão brutal que uma vizinha chamou a polícia, que foi lá para ‘ver’. Ele disse que o filho era dele e ele fazia comigo o que bem entendesse. O tempo era de repressão e o cérebro médio de um PM tinha mais ou menos o tamanho de uma ervilha e o líder (…) fda’equipe’ disse que ‘meu pai estava certo em me educar assim e que ela, a reclamante, “cuidasse mais de sua vida” (a dela). Acho que é por isso que eu não consigo parar de fumar, de ir à analista; também é o motivo para eu abusar de barbitúricos e outros tranquilizantes… Claro, a vida me deu coisas boas e, hoje, eu tenho uma esposa que nem eu sei se mereço… 

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Sobre Claudio Santos (509 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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