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Herpes Zoster- uma maior incidência entre pacientes com HIV

Herpes Zoster- uma maior incidência entre pacientes com HIV

 

Zóster Varicella VírusApesar da significativa diminuição na era da ART – sigla usada no meio científico para “terapia padrão antirretroviral” (Standard Antiretroviral Therapy), a incidência do herpes zoster entre pacientes com HIV era três vezes maior que o da população geral, de acordo com dados publicados pelo jornal de medicina Clinical Infectious Diseases, editado nos Estados Unidos.

 O risco do herpes zoster era associado ao grau de imunodeficiência e foi bastante reduzido pela ART. Pesquisadores do Instituto Pierre Louis de epidemiologia e da saúde pública em Paris, escreveram: “Além disso, entre pacientes ingênuos, inexperientes sob tratamento da ART, descobrimos que o risco de herpes cresceu moderadamente durante os primeiros meses, antes de diminuir acentuadamente a partir daí”.

Os pesquisadores avaliaram a incidência de herpes zoster e os fatores de risco entre pacientes com HIV com base no banco de dados do French Hospital (Hospital da França), no período de 1992 a 2011. Eles compararam a incidência nesta população com a ocorrência do herpes zoster na população geral de 2005 a 2008, através de uma rede de vigilância em saúde pública (formada por médicos clínicos gerais voluntários) conhecida como Réseu Sentinelles.

A pesquisa envolveu 91.044 pacientes com HIV por 583.125 pessoas/ano em risco. O herpes zoster foi diagnosticado em 7.167 pacientes de 1992 a 2011. O grau de incidência caiu significativamente de 2.955 por 100.000 pessoas/ano antes do período da terapia padrão antiretroviral (ART, em inglês), de 1992 a 1996, para 628 por 100.000 pessoas/ano no período mais recente da ART – 2009 a 2011. A diminuição foi explicada pelo funcionamento da ART (rr=0.6; 95% ci, 0.57-0.64). Fatores associados ao risco do herpes zoster incluíram baixo número de linfócitos (CD 4), altos níveis de RNA (ácido ribonucleico), baixos índices na proporção de CD4/CD8 (para avaliar a progressão da infecção por HIV) e um histórico da AIDS.

Em uma análise de pacientes inexperientes na ART, o risco de herpes zoster era significativamente maior dentro dos seis primeiros meses de ART. Em um modelo ajustado para contagem de CD4 atual e medição de plasma do RNA do HIV, o risco foi significativamente maior entre 3 meses e 6 meses de tratamento (rr = 1,39; 95% ci, 1,16-1,66).

Herpes Virus.O grau de incidência do herpes zoster na população em geral, de 2005 a 2008, desceu com a idade, ao contrário de pacientes com HIV. Depois de se regular a pesquisa por sexo e idade, o risco de herpes zoster era de 2.7 vezes maior que entre as pessoas com HIV. Os índices normais de incidência eram maiores entre pacientes na faixa etária de 15 a 44 anos.

“A diminuição global da incidência do herpes zoster entre pacientes infectados pelo HIV e tratados pela ART está provavelmente relacionado a restauração e melhora da imunidade, bem como pelo controle viral”, escreveram os pesquisadores. “Esta evolução poderá ter continuidade no futuro ao passo que a ART for iniciada mais cedo e com a contagem mais elevada de células CD4 (linfócitos), como recomendado pelas mais recentes orientações científicas. Contudo, clínicos e pacientes devem ter cuidado com o transitório crescimento do risco de herpes zoster nos seis primeiros meses de tratamento”.

Tradução: Márcio Catanho – Bacharel em Letras/ tradutor e revisor.

Contatos para traduções e revisões de textos: mrcatanho@hotmail.com. 085- 88797627.

Edição: Cláudio Souza soropositivowebsite@gmail.com

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Sobre Claudio Santos (524 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois ou tres, quase quatro anos, fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus...

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