Soropositivo.org HIV, AIDS, Sexo Oral, Janela Imunológica, Recém Diagnosticado?

Sexo Oral E HIV?

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AIDS

sexo-oralSexo Oral E HIV estão intrínsecamente ligados ao medo e a “ignorância cultivada” dentro da vida sexual das pessoas, e este “binômio” me traz muitas pessoas.

Assim, eu concluí que, para muitas pessoas, está é a uma das “eternas dúvidas” dentro da vida sexual das pessoas, quase sempre tão ignorantes a respeito de sexo oral e HIV!

Eu quero estabelecer, neste pontop

O sexo oral uma experiência intensamente prazerosa para muitos homens e mulheres

As pessoas usam termos diferentes para se referir à “chupetinha”.

Incluindo termos formais como:

  • felação
  • cunilínguis
  • slang
  • ou simplesmente “oral”

Sexo oral e HIV

Médicos e pesquisadores não podem ter certeza de quantas pessoas foram infectadas por HIV através do sexo oral.

HIV no sexo oral? Sim! Há riscos, mas eles são menors que no sexo analAlguns acham que dificilmente alguém foi infectado com HIV pela via do oral, até porque na maioria dos casos esta prática sexual é quase como que uma sessão preliminar, um rito no ato amoroso.

Uma espécie de taxiamento da “aeronave” para a pista de decolagem, em termos aeronáuticos.

Isso, na minha maneira de ver e descrever as coisas antes de começar a transa de verdade, uma espécie de tributo pago, de parte a parte pela grandiosidade do momento que estão a compartilhar!

Sim, eu vejo isso assim! Mas eu… Eu sou louco né?…

E aos loucos (ou cínicos) tudo se perdoa… (…) …

Mas as outras pessoas acham que até 3% de infecções por HIV sejam devidas a esta prática5. No final de 2008, pesquisadores olharam para todas as provas disponíveis e calcularam que o risco de contrair HIV do sexo oral era muito baixo, mas que não era zero; havia e há, sim, um risco.

Sexo Oral e HIV & Sexo Anal e HIV

É sabido que o sexo oral envolve menos risco do que o sexo anal desprotegido ou sexo vaginal desprotegido. Mas não se arrisque

A probabilidade de que o HIV seja transmitido de uma pessoa HIV a uma pessoa HIV-negativa depende do tipo de contato envolvido.

O HIV é mais facilmente transmitido por sexo anal desprotegido (ou seja, sem camisinha).

Em seguida, o sexo vaginal sem proteção, compartilhamento de paramentos para injeção de drogas injetáveis ou mesmo no âmbito hospitalar e de mãe para bebê, no parto (Transmissão vertical) ou na amamentação, que deve ser evitada de todas as formas possíveis – Nota importante colocada aqui em 4 de dezembro de 2017 – Eu li a chamada de um estudo que trata do assunto e que parece alegar que mães com carga viral indetectável podem amamentar sem medo.

Eu tenho algo a escrever sobre I=I, mas a seu tempo e este texto ao qual me refirto é pago e não dá para eu pagar para ter manteria para traduzir).

Também depende da carga viral da pessoa com HIV e este é um assunto extremamente longo com muitos aspectos ainda não esclarecidos e, portanto, discutíveis).

A Carícia Oral é muito arriscada?

Também conhecido como “boquete” tem demonstrado ser uma atividade menos arriscada, mas não é comletamente isenta de riscos.

Sexo Oral e HIV?
Imagem conceitual de sexo oral “até o fim”! A imagem é cenográfica

Novamente, depende da carga viral da pessoa com HIV e a saúde bucal da pessoa fazendo a dida chupeta. Também é importante lembrar que outras doenças sexualmente transmissíveis, como sífilis, herpes e gonorreia, podem ser facilmente ser transmitidas através da popular chupeta7.

E o praticamente ignorado, porém insidioso HPV e tambem, capaz de levar ao câncer na cabeça, pescoço e garganta. Se você não usar preservativos, ou barreiras dentais, na prática da caricia oral, é uma boa ideia ter exames regulares sobre saúde bucal.

Nota do tradutor: Ter atenção com a saúde bucal me parece mais uma questão de auto amor do que ter uma boca apropriada para performances de sexo oral das mil e uma noites.

O risco de haver contágio por HIV durante sessões de sexo oral podem complicar se houverem fluidos que normalmente carregam o HIV tais como sêmen, fluido vaginal ou sangue encontrem um caminho para a corrente sanguínea de uma pessoa HIV-negativa.

Isso através da boca ou da garganta, o que é mais provável se houver uma inflamação, cortes ou feridas presentes… Ou cáries e gengivite.

BEIJO NÃO TRANSMITE HIV. Não confunda com Oral

O HIV não é transmitido através da exposição à saliva, portanto uma pessoa com HIV fazendo sexo oral em alguém que é HIV negativo tem um risco considerado muito baixo. (Nota do tradutor: E pensar que um homem, após cuspir contra um policial (e eu não entro no mérito da ação em si porque há policiais e policiais) foi condenado há 30 anos de prisão por ataque a membro da Força Policial com “Arma Mortífera lá nos EEUU)

Virus

O tipo de sexo oral praticado faz a diferença para os níveis de risco.

Transmissão de HIV através do sexo oral receptivo, que significa uma pessoa HIV-negativas fazendo sexo oral, (fazer um “boquete” para um homem com HIV é possível e é provável que a transmissão do HIV possa acontecer desta forma às vezes.

Sexo Oral Insertivo oferece mais risco para quem recebe a inserção

Transmissão de HIV através do sexo oral insertivo, que significa um homem HIV-negativo recebendo sexo oral de uma pessoa com HIV, é uma das formas de sexo oral que menos riscos oferece e poderia até mesmo ser considerada impossível a transmissão desta forma.

Poucos relatos de transmissão por sexo oral

Tem havido muito poucos relatos (pouquíssimos) de uma eventual transmissão do HIV através do cunilínguis (sexo oral realizado em uma mulher, em seu anus). É biologicamente possível que o HIV pode ser passado através de uma pessoa HIV-negativas fazendo sexo oral em uma mulher com HIV, mas isto é considerado como baixo risco.

Não foram documentados casos de alguém se infectar com HIV através da recepção de cunilínguis de uma mulher soropositivo.

Quando o sexo oral é mais arriscado?

Este é sempre o início do caminho que põe um dos dois de joelhos, para o sexo oralSe você tem HIV, há um maior risco de passar HIV se você for o parceiro receptivo no oral; se você também tiver uma infecção sexualmente transmissível não tratada é líquido e certo que a transmissão desta IST ocorrerá.

Se você não tem HIV, e você está fazendo sexo oral em alguém que tem HIV, você corre mais risco de ser infectado, especialmente se você tiver cáries cortes, feridas, gengivite ou aftas na boca ou na sua gengiva.

Há também mais risco se você tiver uma infecção, incluindo infecções ou afecções sexualmente transmissíveis em sua garganta ou boca, que possam facilitar a transmissão.

Sexo oral pode ser perigoso

Para os homens, ter uma alta carga viral no sangue também pode significar que a carga viral é elevada no sêmen. Embora não haja evidências que homens que tenham uma carga viral indetectável no sangue, geralmente tem uma carga viral indetectável no seu sêmen, isto não é sempre o caso. Fatores como infecções sexualmente transmissíveis não tratadas podem causar uma carga viral aumentadas no sêmen. Portanto, a maioria dos médicos acreditam que você não pode presumir que ter uma carga viral indetectável significa que você está não infeccioso. No entanto, o risco de transmissão do HIV durante o  oral, se uma pessoa tem uma carga viral indetectável é extremamente baixa, mas não pode ser considerada similar com a de um parceiro soronegativo.

Para as mulheres, os níveis de HIV nos fluidos vaginais variam. Eles são propensos a serem mais alto na época da menstruação, quando células portadoras de HIV aglutinam-se do colo do útero e é mais provável serem encontrados no fluido vaginal, juntamente com sangue. Lamber o órgão sexual do parceiro/parceira, portanto, será mais arriscado na época da menstruação.

Como você pode reduzir os riscos do Sexo Oral e HIV?

Isso pode ser muito engraçadinho. Mas camisinha tratada assim está inutilizada para toda e qualquer ideia de prevenção

Existem várias maneiras de reduzir os riscos do oral. Naturalmente, alguns serão mais aceitáveis do que outros para indivíduos diferentes, então você deve tomar suas próprias decisões sobre o nível de risco que você encontrar aceitável.

Se você gostaria de discutir estas questões, peça para ver um conselheiro de saúde, ou outra profissional, no seu centro de tratamento ou clínica de saúde sexual e reprodutiva. Muitas das estratégias abaixo também fornecerão proteção contra outras doenças sexualmente transmissíveis:

  •  Você pode decidir que os riscos do oral são baixos o suficiente para continuar com este comportamento normalmente.
  •  Você pode preferir não fazer oral porque não quer correr nem mesmo um baixo risco de transmissão do HIV.
  •  Você pode decidir reduzir o número de parceiros com quem você pratica o oral.
  •  Você pode decidir fazer o oral com barreiras tais como preservativos para homens ou barreiras dentais (quadrados de látex) para as mulheres.
  • Se você não tem HIV, você pode decidir apenas ter sexo oral ativo, onde alguém dando-lhe sexo oral, pois é mais seguro do que quando estamos praticando o oral com alguém que recebe de você o  oral).

Mais dicas sobre reduzir os riscos do Sexo Oral?

  • Você pode decidir não ejacular na boca do seu parceiro ou não ter alguém ejacular na sua boca.
  • Você pode decidir evitar sexo oral durante o período menstrual.
  • Cuidar de sua boca. A probabilidade de se infectar através de sexo oral ativo, aquele em que o parceiro dá a carícia oral na genitália da pessoa que recebe estes carínhos, muitas vezes tidos como preliminares e esta é uma ideia equivocada, aumenta se alguém tiver sangramento nas gengivas, úlceras, cortes ou feridas na boca. Não escovar os dentes ou usar fio dental antes de praticar o oral é uma boa ideia, posto que a higienização pode levare a micro ferimentos e, contudo, nada impede o uso de em enxauante bucal.
  • Ter um acompanhamento de sua saúde sexual e de sua saúde bucal e a saúde vaginal.

Isto irá identificar se você tem quaisquer infecções sexualmente transmissíveis, que podem aumentar a probabilidade de você transmitir HIV a um parceiro negativo e reduzir a probabilidade de você contrair HIV se você é HIV-negativo.

 

Moça bonita despinco se namorado

 

Saiba mais

Para obter mais informações sobre sexo oral e transmissão sexual do HIV, você pode achar a informação em nossas publicações HIV sexo ou de transmissão de HIV.

Michael Carter, Greta Hughson

Publicado em: 25 de setembro de 2012

Em http://www.aidsmap.com

Tradução: Cláudio Santos de Souza, e a revisão de M.T.M

Então… Se você não conseguiu dirimir todas as suas dúvidas em relação ao sexo oral, nós, aqui do Soropositivo.Org temos estes textos abaixo para lhe oferecer. Pode ser uma boa hora para você ler e aprender mais sobre tudo isso e, falando sério, quem não quer conhecer aquele/a parceiro/a que sabe tuuuuuuuuuuuuuuudo sobre sexo oral com segurança?!!!

Além dos links que existem na próxima página, há um link que eu coloco aqui, pois ele é de particular importância e há uma revelação abaladora naquele texto que põe em xeque tudo o que está escrito aqui.

Todo o conteúdo do blog, sobre sexo oral, está no link abaixo. 😃

Mais sobre sexo oral

Cuidado com gonorreia 

Nota importante sobre este aquivo: Há um dado novo neste site que é MUITO IMPORTANTE QUE AS PESSOAS QUE LEEM ESTE ARTIGO LEIAM TAMBÉM.

O amor é um perigo? (abre em outra aba)

Não faço nem oral e nem anal!

E Eu disse a ela que ainda bem que ainda estávamos vestidos, pois era tempo e hora de partir.

Naquela época o anal pouco me importava e ainda não imporata

Mas, transa sem oral, é mais difícil 🙁 e eu disse para ela que disse:

“E você vai me deixar assim? (creio, ele disse,que ela falava da fissura e ele apenas sorriu).

Geralmente o sexo oral significa beijar, lamber ou chupar o órgão sexual de outras pessoas.

E é muito agradável dar e receber sexo oral, na minha modesta e pouco experiente opinião.

Cada pessoa tem lá as suas preferências, taras e maluquices quando o assunto é sexo, a prática sexual e preferências sexuais.

Em minha vida só encontrei uma pessoa que não gostava disso! E eu a amava! Mas ela não amava a mim e tudo foi para o espaço. Curiosamente, ela gostaca de dar esta carícia, mas não curtia receber. Quando ela terminou comigo, de forma atabalhoadíssima, dentre as coisas que me disse, estava esta: “Não nos damos bem na cama”!!!

 

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32 Parece que está começando a acontecer um debate por aqui! Participe

Mateus 04/10/2016 at 00:49

Uma pessoa me chupou. E ela tem gonorréia. Quero saber se ela me contaminou?

E aqui temos esta resposta
Claudio Souza 04/10/2016 at 08:33

Duas vezes a mesma pergunta com uma diferença de dois minutos

E aqui temos esta resposta
Vinícius 25/11/2016 at 11:10

Perdão pelo tamanho do texto, porém acredito que seja válido, pois simplesmente nunca vi esse assunto ser abordado e sempre pesquisei, então talvez seja a dúvida de mais pessoas. Bom, vamos lá.

Pois bem, a dúvida é simples. Imaginemos três indivíduos. Dois homens e uma mulher (ou um terceiro homem, tanto faz). Esta mulher/homem está praticando sexo oral nos dois homens, sendo que primeiro recebe a ejaculação de um, e ingere por completo, para, logo em seguida, iniciar o sexo oral no segundo, até que este também ejacule para que ela/ele possa ingerir mais uma vez.

Nesta hipótese, sei que para quem está praticando haverá um risco maior de contaminação, inclusive por ingerir o sêmen de ambos, mas a minha dúvida especificamente é se o segundo homem corre o risco de contrair caso o primeiro homem esteja contaminado. Em outras palavras, a boca eventualmente “suja” do sêmen do primeiro indivíduo, ainda que ela/ele tenha engolido tudo, representaria risco de contaminação para o segundo indivíduo em razão do contato do sêmen contaminado com o pênis?

Aliás, a saliva dela/dele seria capaz de anular essa possibilidade, já que o contato do sêmen do primeiro indivíduo no pênis do segundo homem seria “indireto”?

Mais além, na hipótese do pênis não conter arranhões ou ferimentos, seria bastante remota a possibilidade de contaminação apenas pelo contato do sêmen no corpo do pênis, ainda que de forma direta, não é? Ou nessa hipótese haveria sim risco significativo? (Esta dúvida me vem à cabeça em razão daquela possibilidade de um indivíduo ejacular sem querer em cima de outro pênis na hipótese de uma mulher estar realizando sexo oral em dois homens ou mais ao mesmo tempo.)

Obrigado! Parabéns pelo site!

E aqui temos esta resposta
Claudio Souza 26/11/2016 at 00:48

O quadro que vc narra é extremamente complexo e eu não posso me ar ao luxo de opinar sobre isso. Acho que as três pessoas tem, por padrão, um comportamento sexual arriscado e eu diria aos três, no campo das hipóteses, que aguardassem a janela imunológica, sobre a qual você pode saber mais neste link. E, embora ninguém tenha me pedido uma opinião, eu sou uma pessoa extremamente liberal no que tange a sexo, de forma que se vcs três tivessem se reunido a um canguru, oito borboletas e uma boneca Barbie, eu não veria nada de errado. Exceto pela falta de preservativo

E aqui temos esta resposta
anonimoparateste 04/01/2017 at 00:48

Querido Cláudio, realmente eu adoraria ter conhecido o seu site e o seu trabalho apenas por curiosidade ou algum projeto de faculdade, mas infelizmente venho aqui por causa do desespero de um jovem com medo de contrair HIV.

29 dias atrás eu recebi um sexo oral de uma garota de programa sem proteção mas o resto foi com preservativo, essa menina tem 18 anos e tá a 4 meses nesse serviço e que inclusive fiquei sabendo que ela saiu do mesmo.

Acho que sofri somatizações enormes por causa disso sabe?
Fiz teste rápido com 23 dias e a conselheira de saúde do COAS/CTA da minha cidade praticamente me deu um esporro, dizendo que essa forma de exposição nunca iria dar um resultado positivo, perguntei se eu deveria repetir o exame e ela disse que não e que eu aproveitasse o ano novo… Mas não é fácil assim. Liguei para o 0800 do CTA de sp sobre AIDS/HIV e me disseram o mesmo, que ninguém nunca contraiu HIV dessa maneira e que eu me preocupasse com outras DSTs.

depois de amanhã irei fazer o teste ELISA da 4° geração ( sera um teste com 31 dias após a exposição. Espero dormir em paz, não aguento mais viver esse pesadelo da somatização.

Se eu receber o resultado negativo posso ficar tranquilo?

E aqui temos esta resposta
Claudio Souza 05/01/2017 at 02:11

sim, vc pode ficar tranquila,e eu abroveito para notificar a todos ue eu estou mudano algumas cisas por aqui.
Vc ja pode esquecer isso, sem que o exame de noventa dias seja preciso.
Acabou. Este inferno acabou

E aqui temos esta resposta
Thiago Rafael Vilela 04/03/2017 at 22:52

Boa Noite Cláudio. Tudo bem? Espero que sim…

Bom, em Dezembro de 2016 comecei a namorar um cara que eu já conhecia há algum tempo. E no dia 13/01/2017, o mesmo me apareceu com um exame de HIV e Sífilis positivos.

Fiquei bastante preocupado, por ele e por mim, porém nunca fizemos sexo anal (nem com preservativos e nem sem preservativos) nem chegamos próximo a isso. Porém tivemos alguns casos de preliminares, na verdades umas 3 vezes durante o mês de dezembro, sendo que a última vez foi em 29/12/2016, Ele fez sexo oral em mim (no meu pênis).

Fiz 3 testes de Hiv e outras DSTs, sendo o primeiro, teste rápido no dia que fiquei sabendo do estado sorológico dele, dia 14/01/2017 q foi negativo.

Na semana seguinte fiz todos os exames novamente em um laboratório (dia 21/01/17) que vieram novamente todos negativos.

No dia 24/02/2017 (60 dias após o último contato), repeti todos os testes novamente e vieram negativos.

Você acha que existe a necessidade de eu repetir estes exames com 90 dias?

E aqui temos esta resposta
Claudio Santos de Souza 04/03/2017 at 23:15

A janela imunológica é de 30 dias. Todos os exames que você fez resultaram em não reagente ee isso deveria bastar para vc ficar em paz.
Mas eu sei… Não basta porque eu sou apenas um blogueiro. Então eu o convido a ligar, na segunda feira para o Disque AIDS em 0800 16 25 50
Converse com eles. Mas procure ficar tranquilo pq o sexo oral é muito mais perigo para a “parte ativa” da troca de carícias

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Cláudio Souza 29/09/2017 at 16:34

Depois de 90 dias não há mais o que temer

E aqui temos esta resposta
Sebastiao Junior Barroso 07/03/2017 at 12:20

Fiz sexo oral em uma menina e com 34 dias fiz teste hiv 1+2 que procura varios antigenos inclusive o p24 e depois com 62 dias refiz o teste e os dois deram negativo. Esses resultados são conclusivos ou é necessário fazer outro com 90 dias?

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Cláudio Souza 29/09/2017 at 16:36

O Min da sa´[ude preconiza 30 dias para 99% das pessoas e 60 para o restante. Não há mais o que temer

E aqui temos esta resposta
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