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Casas de repouso nos EEUU já admitem o uso da erva (maconha) nos pacientes

Alivio da dor Eu preciso, e preciso com urgência, de obter direito ao consumo legalizado da maconha, de forma a aliviar, de maneira menos tóxica, a maconha, tendo em vista que tomo metadona, uma droga 37 vezes mais potente que a morfina, isso seria um alívio, diante do aspecto toxicológico

Heart and leaf cannabis plant vector icon logoNorma Winkler está preocupada com a possibilidade de precisar de apoio médico ou mesmo de ter que viver em uma casa de repouso, uma coisa muito comum no continente Norte Americano.

– : Eu não aceitaria ir a qualquer estabelecimento, público ou privado, se não me fosse permitido utilizar-me de maconha”.

Os administradores de muitas destas casas inquirem-se sobre como poderiam cumprir a lei federal, preservando, desta forma, os reembolsos aos quais fazem justiça e, ao simultaneamente, manter a permissão para que os internos consumam maconha de forma medicinal.

Na quase totalidade estados dos EEUU, que, diferentemente do Brasil, tem leis próprias, que se sobrepões às da União, que permitem o usoWooden gavel and books on wooden table, law concept medicinal da maconha e, entretanto, estas leis não abordam, de maneira explícita e clara, a possibilidade de pacientes mais velhos, em casas de saúde, quererem e poderem utilizar-se da droga.

Michigan, Oregon e Rhode Island incluem em suas legislações, de maneira muito vaga que a “agitação do mal de Alzheimer” seria uma destas patologias doença que qualificariam o uso legalizado da maconha.

E, quando a lei de terapias médicas do Estado de Maine mudou, em novembro passado, de forma a permitir o uso da maconha para os dispensários, o estado permitiu que os funcionários destas “casas de repouso” e “clinicas” pudessem vir a ter registros para fazerem o uso da canabis sativa em pacientes.

Catherine Cobb, que em 2010 era a diretora da secretaria de licenciamento a serviços regulatórios do estado (Maine explicou que, para uma “casa de repouso” ou “clínica” pudesse via a ter direito legalizado para administrar o uso medicinal de maconha, o estabelecimento necessitaria comprar o “produto” de uma farmácia. Catherine estimulava, na época, que novas farmácias a medir, pesar e empacotar as doses com o fito de auxiliar as referidas clínicas na administração correta do medicamento e fazer inventários sobre as quantidades obtidas e consumidas pelas casas que teriam esta permissão.

Panoplie cannabis

Por outro lado, no Novo México, onde o uso da maconha com fins medicinais em 2007, a transição para permitir que pacientes usassem a erva em clínicas vinham acontecendo de forma bastante rápida, informou a fiscal de saúde do estado, Sondra Everhart. Entretanto a falta de controle da dosagem estaria, naquela época, criando uma série de problemas, que poderiam estar indicando o abuso da posse da droga e poderia haver má administração ou mesmo o uso para fins ilegais.

– Se a maconha é mantida nos postos de enfermagem, ela “tende a desaparecer” – conta Sondra. – Pílulas em clínicas ficam em embalagens a vácuo. Você tem que pegar uma de cada vez. Eles não fazem isso com a maconha. É uma quantidade em uma pequena sacola plástica; então, não há como descobrir o quanto uma pessoa usou.

Outra fiscal de saúde de Montana, contou, via e-mail, que em determinada clínica do estado, os funcionários pegavam a maconha dos cofres dos pacientes e ninguém sabia qual finalidade (…). Segundo a agente, teria havido relatos informando que integrantes da equipe médica teriam abordado uma paciente, na tentativa de “fazer uso da droga de forma compartilhada” maconha com ela.

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Sobre Claudio Santos (524 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois ou tres, quase quatro anos, fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus...

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