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Estudo francês sugere que uso de maconha teria potencial faculdade de reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes tipo II

maconha e aplicações médicas A maconha tem dezenas de aplicações práticas. E não são apenas aplicações médicas, embora lembrar que ela é recomendada para tratar a dor da neuropatia periférica em pessoas vivendo com HIV, (eu sofro disso e sei o quanto dói uma paixão e, por ser proibido, para não cair nas 'malhas da lei') ela também é recomendada para aliviar efeitos colaterais de medicamentos antirretrovirais para o HIV, o chamado coquetel, por abrir o apetite e controlar as náuseas, evitando vômitos incessantes e, por outro lado, ser liberada em alguns estados dos EEUU para fins terapêuticos, como nos casos de alívio da dor em 'doenças terminais', há, não apenas no Brasil, mas na quase totalidade hipócrita dos governos de países do dito "1° mundo" (sic), que mantém a proibição, o que só favorece o tráfico de drogas, que favorece a compra de armas no mercado negro (este sim um caso de polícia ou até mesmo de Interpol) e assim por diante fazendo com que, um potencial remédio, que poderia ser chamado, inclusive, de farmacopéia. Por outro lado, em Portugal, o uso foi liberado e há um sem número de pessoas que vivem normalmente (se é que existe alguma norma que possa estalecer um parâmetro hipotético de 'normalidade'', trabalhando, educando seus filhos, ajudando no progresso do país com trabalho, sem perda de produtividade e, ao contrário, com uma redução significativa de visitas a hospitais e uma redução explosiva do número de faltas ao trabalho por motivos relacionados à saúde, sem citar, porque seria covardia, os benefício que José Mujica trouxe ao Uruguai...(...)
José Mujica, o político que anda de fusca e não perdeu sua natural modéstia, mesmo quando foi Presidente do Uruguai, sendo, para mim, um grande exemplo do que é ser um Estadista e não um fantoche sob o guante da gan6ancia que move tantos homens em direção à política com o fito único de obter mais dinheiro para, assim, conseguir mais poder, mais dinheiro e assim por diante, num sinistro  moto-perpétuo ....

José Mujica, o político que anda de fusca e não perdeu sua natural modéstia, mesmo quando foi Presidente do Uruguai, sendo, para mim, um grande exemplo do que é ser um Estadista e não um fantoche sob o guante da ganância que move tantos homens em direção à política com o fito único de obter mais dinheiro para, assim, conseguir mais poder, mais dinheiro e assim por diante, num sinistro moto-perpétuo ….

Graças à ampla disponibilidade de potente combinação terapêutica anti-HIV (comumente chamado TARV -Terapia AntiRretroViral ou HAART), muitos pacientes HIV-positivos estão vivendo mais tempo e os pesquisadores esperam cada vez mais que algumas destas pessoas, cheguem a uma idade avançada . Com pessoas HIV-positivos com idade avançada, o risco de diabetes tipo 2 e outras complicações relacionadas ao envelhecimento provavelmente aumentarão. O precursor do diabetes tipo 2 é resistência à insulina e discutiremos isso em uma oportunidade próxima.

O hormônio insulina ajuda a  passar açúcar (glicose) do sangue para as células. No interior das células, este açúcar é convertido em energia. Relativamente estáveis os níveis de açúcar no sangue são necessários para  ajudar os órgãos do corpo executar o seu melhor. Em algumas pessoas, as células tornam-se menos sensíveis à insulina e um desenvolvimento chamado resistência periférica à insulina. Para compensar, o pâncreas glândula produz mais insulina, e esta “tática” funciona por um tempo , em alguns casos por anos. Mas, com o passar do tempo, Se não forem tomadas medidas para reverter resistência à insulina (este link abre em outra aba de seu navegador, em outro site, que está em inglês. Assumo, pessoalmente, o compromisso de traduzi-lo em, no máximo, 30 dias, contados da data da publicação deste artigo) Com a orientação de um médico, o problema pode agravar-se. Finalmente, apesar da crescente produção de insulina, a resistência aos efeitos desse hormônio se torna esmagadora e diabetes tipo 2 se desenvolve.

Como parte de um estudo  (chamado HEPAVIH ANRS CO-13) pesquisadores  em Marselha e em outras regiões da França têm vindo a acompanhar a saúde dos pacientes HIV-positivos adultos co-infectados com o vírus da hepatite C (VHC). Os pesquisadores coletaram informações de participantes por meio de questionários, amostras de sangue e várias avaliações. Algumas das questões colocadas aos participantes tratados com o uso de substâncias, incluindo a maconha.

Os pesquisadores encontraram uma relação estatística entre o uso de maconha e  um eventual diminuição do risco de resistência à insulina.

Maconha em estado natural

Maconha em estado natural

Detalhes do estudo

O número total de participantes do estudo foi  1.324 pessoas. No entanto, os pesquisadores excluídos aqueles que tinham diabetes ou dados insuficientes para a análise final  . Isso deixou 703 participantes, que foram o foco desta análise. O perfil desses 703 participantes ao entrar no estudo foi a seguinte :

  • 68% Dos homens, 32% das mulheres
  • Idade média – 44 anos
  • A maioria dos participantes (69%) apresentaram uma contagem de CD4+ acima de 350 células /mm3
  • A maioria dos participantes (72%) tinham uma carga viral inferior a 50 cópias/ml

 

Resultados

Four syringe with insulin pen

O questionário solicitado aos participantes se eles usavam maconha e com que frequência.

Os pesquisadores descobriram que, em sua primeira visita de estudo, 46% dos participantes revelou que eles haviam usado maconha em quatro semanas anteriores, distribuída da seguinte forma :

  • Uso ocasional – 21%
  • Uso regular – 12%
  • Uso diário – 13%

Tendo vários fatores em consideração, os pesquisadores descobriram que os participantes que usaram maconha tinham menos probabilidade de ter resistência à insulina.

Além disso, os pesquisadores descobriram que beber café foi associado com uma diminuição do risco de resistência à insulina.

Ter em mente

Pensar

É importante não generalizar ou banalizar. Se vc é portador de HIV deve manter sua atenção sobre isso e sobre tudo o que acontece em seu corpo. Contudo, nem por isso você deve viver em estado paranóico. Cada pessoa é uma pessoa e cada caso é um caso

O presente estudo foi observacional em seu design.

Tais estudos não  permitem que se tirem conclusões definitivas entre causa e efeito. Em outras palavras, o presente estudo não pode provar que o uso de maconha , de fato, reduz o risco de resistência periférica à insulina. Estudos observacionais nunca podem descartar a possibilidade de algum outro fator não medido durante o estudo que talvez nem tenha sido notado, pode ter distorcido as conclusões na interpretação dos dados. Os achados do presente estudo, portanto, precisam ser analisados com cautela. No entanto, o estudo é um bom primeiro passo para estabelecer uma possível relação entre uso de maconha e uma diminuição do risco de resistência periférica à insulina em pacientes HIV-positivos . Tal estudo foi necessário porque alguns dados observacionais de pessoas HIV-negativos nos EEUU também sugerem uma associação entre a exposição à maconha e uma redução no risco de resistência periférica à insulina. Os médicos em Quebec, trabalhando com populações Esquimós também têm encontrado, em estudos observacionais, que a maconha, aparentemente, possa ajudar a reduzir o risco de resistência periférica à insulina. Apesar desses achados, outros estudos observacionais em pacientes HIV-negativos não encontraram uma associação benéfica entre  a maconha e a resistência periférica à insulina.

A necessidade de  bons dados

Entrada de dados depende sempre do fator humano

É, geralmente, a partir de um teclado que se inicia a inserção dos dados. Por isso é importante considerar o ffaattoorr hhuummaannoo

Os médicos que tratam pessoas com resistência à insulina é necessário empresa dados do que para fazer recomendações sobre a segurança e o potencial do uso da maconha para a gestão deste estado. Há muitas perguntas que exigem respostas que sejam relevantes para o problema da resistência à insulina, tais como os seguintes:

  • O que a maconha faz no metabolismo humano a fim de reduzir o risco de resistência à insulina?
  • O que compostos da maconha pode ser responsável pela redução do risco de resistência à insulina?
  • Quantas vezes a maconha ser usada para ajudar a reduzir o risco de resistência à insulina?
  • Que é mais eficaz em reduzir o risco de resistência à insulina-café ou maconha?
  • É maconha tão eficaz como o  amplamente utilizado e relativamente baratos sensibilizador à insulina metformina? (Nota que a metformina é baseado em um extrato de uma planta.)
  • De que forma a maconha deve ser administrada ao paciente (fumado ou ingerido) para obter o melhor efeito contra resistência periférica à insulina?
  • A maconha ajuda a todas as pessoas com a resistência periférica à insulina?
  • A maconha e outros medicamentos usados para tratar resistência à insulina interagem? Se sim, como?
  • Quão seguro é o uso da maconha para pessoas com resistência periférica à insulina e outras doenças coexistentes, como doenças cardiovasculares, doenças pulmonares e assim por diante?

O presente estudo francês não foi concebido para responder a estas importantes questões.

No entanto, ensaios clínicos robustos e bem dirigidos poderiam ser desenvolvidos para fornecer respostas taxativas para estas e outras questões em torno resistência periférica à insulina e o potencial uso medicinal da maconha.

Tais ensaios provavelmente serão caros e demandarão muito tempo para implementar e, eventualmente, interpretar os dados capturados.

Entretanto, através do trabalho com um médico, especificamente um(a) endocrinologista, fazendo alterações na dieta, incentivando a prática regular exercícios físicos e tomando de maneira religiosa e crítica a medicação prescrita, seria possível controlar e reduzir a resistência periférica à insulina e reduzir, assim, o risco de diabetes tipo 2.

Muito tem se falado na liberação geral da maconha. Entretanto, não seria mais sensato pesquisar qual a melhor maneira de se consumir a maconha, ou seus derivados com finalidades medicinais?

Muito tem se falado na liberação geral da maconha. Entretanto, não seria mais sensato pesquisar qual a melhor maneira de se consumir a maconha, ou seus derivados com finalidades medicinais?

Recursos

Diabetes – Saúde o Canadá

Esta informação foi fornecida pela CATIE (Canadá Intercâmbio de informações sobre tratamento da AIDS). Para obter mais informações, entre em contato com CATIE, 1.800.263.1638 ou por e-mail em Catie. O crédito deve constar de qualquer publicação on-line, com um link de volta para o original.

A tradução para o português do Brasil não pode ser utilizada sem a autorização prévia, por escrito, dos responsáveis por Soropositivo Web Site, sujeitando-se, o infrator, nas possíveis implicações das leis que cobrem os direitos à propriedade intelectual. Note que, em linhas gerais, eu dificilmente negarei o uso do texto em si, desde que dados os créditos. Contudo, a replicação exata da página, fazendo uso das imagens que eu sou forçado a comprar para manter alguma originalidade e não cair na mesmice, eu não autorizarei. Se você quer obter fotos de boa qualidade por preços surpreendentemente baixos, clique neste link, que abre em outra aba e em outro site. Obrigado

Tradução adaptação e revisão do original em Inglês canadense para o Português do Brasil (it does not exist Brasil with “z” and “BraZil” is na idiomatic aberration created for  persons that only God knows why they do this and which obscure intention they may have…) do original em French study hints at marijuana’s potential for reducing diabetes risk por Claudio Souza

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Sobre Claudio Santos (508 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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