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O desenvolvimento de “Síndromes Geriátricas” tem sido comum a algumas as pessoas soropositivas 

Exortação à vida

Sim! É verdade. Graças à Terapia Antirretroviral nós, pessoas vivendo com HIV ou AIDS temos, finalmente, uma expectativa de praticamente igual a das pessoas consideradas *normais*. E eu convido a todas as pessoas soropositivas a se alegrarem com a vida,o mais belo presente que Deus nos deu e que está, sempre, em consonância com nossos méritos e deméritos, por conta de nossa condição de criaturas multimilenares. Se veio a enfermidade, convém raciocinar, pois sempre há um propósito para tudo o que acontece conosco e com as pessoas e coisas que estão à nossa volta. ‘estamos aqui, porque tínhamos de estar aqui’e ‘Tudo é como Deus deseja’são duas máximas que tem me norteado desde a última vez que tentei suicídio (atitude insensata e impensada) que cometi pela última vez. Brindai à vida. Estamos exatamente no ponto que merecemos, devemos e podemos estar, por conta do fato claro que nenhum de nós e capaz de viver além da periferia do que nossa consciência projeta…

Graças aos muitos benefícios da terapia combinação potente anti-HIV (comumente chamada TARV – Terapia Antirretroviral) mais as pessoas soropositivas no Canadá e países que tem políticas de enfrentamento à epidemia HIV/AIDS similares à do Brasil estão vivendo mais tempo. O poder da TARV é tão profundo que os investigadores esperam cada vez mais que algumas pessoas soropositivas terão perto de vida normal se estende.

Como as pessoas que vivem com HIV insira os seus últimos anos, serão necessárias alterações no cuidado que eles recebem, eles e os seus prestadores de cuidados terão que ser mais atentos às questões do envelhecimento. Para a média das pessoas HIV-positivas que início jovens e adultos hoje, metas que provavelmente incluirá um esquema simples com o mínimo de efeitos colaterais para que a baixa carga viral no sangue pode ser alcançada e mantida. À medida que o indivíduo envelhece, as metas podem aumentar ou mudar para incluir mantendo, desta forma, uma boa qualidade de vida, nas esferas da saúde física, saúde mental e emocional. Para habilitar o envelhecimento bem-sucedido, elementos do cuidado geriátrico terão de ser incorporadas na visita médica regular.

Senior couple portraitSíndromes Geriátricas

Os médicos usam o termo Síndromes Geriátricas Comuns para consultar condições vistas em pessoas mais velhas que podem ter várias causas. Exemplos de sintomas encontrados em síndromes geriátricas são as seguintes:

  • Quedas
  • Tonturas
  • Desmaios
  • Sensação de fragilidade
  • Incontinência urinária
  • Delírio– um distúrbio de consciência com vários recursos, incluindo problemas com atenção e consciência; dificuldades de memória; percepção problemas, tais como ver ou ouvir coisas que não são verdadeiras (alucinações); não estar certo sobre a própria localização física (com risco de perda da noção de onde é sua moradia); perturbações da fala e da linguagem. Em casos de delirium um estado mental da pessoa pode mudar de repente durante horas ou dias. O Delirium pode tornar as pessoas confusas e desorientadas. Algumas pessoas podem também tornar-se violentas e perturbadas. O delírio não é a mesma coisa que a demência, vale dizer.

Em geral, a(s) causa(s) subjacente(s) dos problemas relacionados às síndromes geriátricas podem envolver vários órgãos e sistemas, e cada elemento do processo “chamado síndrome geriátrica” que surge implementa a vulnerabilidade das pessoas mais velhas a novos problemas de saúde, ligados ou não às síndromes, merecendo, portanto, especial cuidado com pessoas soropositivas acima de cinquenta anos ou com mais de 20 anos de TARV.

O envelhecimento e o HIV

Dado que pessoas HIV positivas com idade avançada precisarão de cuidados adequados à sua idade, uma equipe de pesquisadores que estuda as doenças infecciosas e suas relações com ascare of parent doenças do envelhecimento na Universidade de Connecticut, propusemos aos médicos que cuidam de pessoas soropositivas incorporassem a “avaliação geriátrica” em seus atendimentos regulares. Tais avaliações dos pacientes tinha o objetivo de avaliar a incidência das chamadas “condições específicas” que possam predispor pacientes a uma condição de vida menos funcional (SIC), “como as seguintes:

  • Dificuldades visuais – os problemas nesta área poderão causar grande impacto na adesão à medicação.
  • Infecções de ouvido interno e problemas de audição – os problemas nesta área podem afetar o equilíbrio, levar a quedas e eventuais fraturas, inibir a capacidade de compreender as instruções recebidas de seus provedores de cuidados, aumentar o risco de acidentes relacionados ao trânsito (atropelamentos, colisões…).

Em San Francisco

A estas pessoas, os pesquisadores, que mitas vezes não escolhem hora ou local para avaliar uma ***simples hipótese*** são as que nos, pessoas  vivendo com HIV/AIDS, devemos, todas as noites, ergeur o pensamento a Deus e pedir que os inspire e abençõe; sem eles, ainda estaríamos morrendo como moscas, conforme eu vi, num tempo ainda não muito distante...

A estas pessoas, os pesquisadores, que muitas vezes não escolhem hora ou local para avaliar uma ***simples hipótese*** são as que nos, pessoas vivendo com HIV/AIDS, devemos, todas as noites, erguer o pensamento a Deus e pedir que os inspire e abençoe; sem eles, ainda estaríamos morrendo como moscas, conforme eu vi, num tempo ainda não muito distante…

Uma equipe de pesquisadores em San Francisco começou a tentar compreender o efeito do envelhecimento sobre as pessoas soropositivas. A equipe procurou avaliar a presença de síndromes geriátricas em pessoas que viveram além dos 50 anos de idade recebendo TARV (terapia antirretroviral) e que tivessem mantido uma carga viral baixa ou indetectável durante vários anos.

O estudo determinou que em 155 pessoas analisadas foram encontradas síndromes geriátricas. Os participantes com maior número de condições coexistentes no domínio da saúde estavam em risco aumentado para desenvolver síndromes geriátricas.

Detalhes do estudo

Os pesquisadores recrutaram participantes de duas importantes clínicas de doenças infecciosas em San Francisco. Os participantes preencheram questionários, um exame físico e tiveram amostras de sangue retiradas. Todos os dados foram analisados em conjunto com os seus registros médicos.

Os pesquisadores centraram-se sobre as seguintes questões:

  • Quedas
  • Incontinência urinária
  • Mobilidade reduzida
  • Capacidade reduzida de realizar certas atividades cotidianas (incluindo seus afazeres domésticos, tais como a administração de medicamentos, higiene pessoal, cuidados coma a indumentária, fazer a manutenção doméstica em coisas importantes, como fazer compras no supermercado…)
  • Problemas com audição e visão
  • Depressão
  • Dificuldade pensar claramente e lapsos de memória
  • Fragilidade (ver abaixo)

A equipe de pesquisa definiu “fragilidade” e “pré-fragilidade” durante o processo de avaliação a presença dos sintomas a seguir:

  • Perda de peso não intencional

  • Auto relatos de cansaço

  • Baixa atividade física

  • Baixa velocidade ao caminhar

  • Debilidade física (avaliada pela força preênsil da mão)

Os pesquisadores classificados como frágeis se eles apresentavam três ou mais destes sintomas e pré-frágil àqueles que tinham um, ou dois, dos sintomas previamente mencionados.

Os dados de 155 pessoas estavam disponíveis para análise. O perfil médio dos participantes foi o seguinte:

  • Idade – 57 anos.
  • 94% Dos homens e 6% das mulheres.
  • Duração da infecção por HIV maior que 21 anos.
  • Contagem de linfócitos CD4 +/- 537 células/mm3

Resultados

Amor à vida. Apesar de minhas diversas tentativas de suicídio, em que levei muitas pessoas ao desespero e à loucura temporária, não importa quel, desta muitas condiçoes, me fosse imposta para continuar vivendo e fazendo meu trabalho, ao lado de minha esposa. Eu aceitaria incondicionalmente

Amor à vida. Apesar de minhas diversas tentativas de suicídio, em que levei muitas pessoas ao desespero e à loucura temporária, não importa quel, desta muitas condiçoes, me fosse imposta para continuar vivendo e fazendo meu trabalho, ao lado de minha esposa. Eu aceitaria incondicionalmente

Em média, os participantes tiveram quatro condições sanitárias coexistentes (comorbidades).  As mais comuns são as seguintes:

  • Níveis anormais de colesterol e triglicerídeos no sangue (dislipidemia).
  • Pressão arterial mais alta que o normal (hipertensão).
  • Feridas e/ou sensações dolorosas dos nervos das mãos, braços, pernas ou pés (neuropatia periférica)

Os participantes fizeram o uso, em média, nove drogas (medicamentos) não diretamente relacionados ao HIV como parte de sua terapia cotidiana.

Questões complexas

Os pesquisadores descobriram que 54 % dos participantes apresentavam pelo menos duas síndromes geriátricas, tais como as seguintes:

  • Pré-fragilidade – 56%
  • Dificuldade com uma ou mais atividades da vida diária – 47%
  • Lapsos de memória e problemas e problemas cognitivos- 47%

Outros problemas incluem, ainda, os seguintes:

  • Quedas – 26% dos pacientes no estudo revelaram que haviam sofrido ao menos uma queda no ano passado; em média houve duas quedas por pessoa ao ano. Em cerca de 13 % dos casos, foi necessária a busca de atendimento médico.
  • Incontinência urinária – 25%
  • Deficiência auditiva – 41%
  • Deficiência visual – 50%
  • Enfermidades paralelas – 22% dos participantes tiveram leve depressão e 18% apresentaram de depressão moderada à grave

Ligações eventuais

Tenha em mente que o estudo foi observacional e transversal em sua natureza.

Ou seja, os dados foram capturados em grande parte em um ponto no tempo e os participantes não foram recrutados aleatoriamente. Tais estudos são bons para encontrar associações entre um potencial fator de risco e o resultado (uma das potenciais síndromes geriátricas mencionada anteriormente), mas eles não podem provar que determinado pressuposto fator de risco faça com que se obtenha um resultado determinadamente específico. As suas conclusões devem ser levadas em consideração com relativa cautela.

[Nota do tradutor: Embora este alerta e a minha pessoal admissão de possível somatização, eu me identifiquei com pelo menos 3 destes fatores/consequências e descobri este texto depois de ter provado de determinados sintomas – em síntese, eu traduzi em causa própria e estendi, naturalmente, a todos que me leem, encontrando ou acompanhando este site por mecanismos de buscas e/ou em redes sociais diversas]

No estudo, os pesquisadores descobriram que as pessoas que tinham baixas contagens de CD4+ se mostraram sob risco maior de desenvolvimento futuro das síndromes geriátricas. Descobriu-se também que pessoas de cor (…) correriam maiores riscos para estas síndromes.

[Nota do Tradutor: Desde que comecei minha TARV venho mantendo (isso há mais de dez anos) CD4 acima de 800, na penúltima análise esteve em mais ou menos 1200 e na última aproximadamente 900) e, não sendo uma pessoa ***de cor (laranja? abóbora? Verde? *** te tendo em conta que em meu registro de nascimento diz ___pardo___ e eu não sei o que isso significa, mesmo por que à noite todos os gatos são pardos, tenho sérios sinais de síndrome geriátrica e, ato confesso, foi isso o que me moveu na busca destas respostas e me recuso a deixar isso sem observar uma possível demonstração Canadense de racismo]

É provável que os participantes que relataram neuropatia periférica foram expostos a um grupo de medicamentos antirretrovirais antigos – comumente chamada de ” d-drogas” -que podem (???) ser tóxicas para as células nervosas.

  • DDI (didanosina, Videx) [Eu tomei por seis meses, dezenove anos atrás.]
  • D4T (estavudina, Zerit).
  • O DDC (zalcitabine, Hivid).

Os estudos transversais, tais como o presente são uma boa primeira etapa, e podem ser usados para estabelecer se não existe, ou não, um problema de saúde que possa requerer uma investigação mais aprofundada, com um maior número de sujeitos no estudo e com um design mais robusto e, portanto, mais caro.

Tal estudo poderá investigar outros possíveis fatores de risco para síndromes geriátricas. Com base nos achados do presente estudo, os pesquisadores vaticinaram que o início rápido (imediato no Brasil) da TARV pode ser uma forma de retardar ou evitar o desenvolvimento de síndromes geriátricas.

No entanto, dado que os conselhos, orientações de tratamento e a prática clínica em países de elevado rendimento per capita [Independente disso o Brasil mantém rigorosa postura na questão HIV/AIDS com determinadas exceções] tem, em geral, recomendado o início da TARV de maneira precoce no curso da infecção pelo HIV [no Brasil é imediatamente após o diagnóstico e uma pequena rotina de exames de sangue].

Os pesquisadores de San Francisco deveriam ser elogiados por terem feito o trabalho preliminar necessário para documentar que síndromes geriátricas estão ocorrendo mesmo em pessoas soropositivas vivendo a meia-idade. Um estudo futuro deve ter um grupo de controle HIV Negativo e incluir um maior número de mulheres de semelhantes origens socioeconômicas para que comparações pertinentes e significativas possam ser feitas.

Tal estudo necessita explorar uma combinação de outros possíveis fatores de risco para síndromes geriátricas incluindo os seguintes (conforme foi mencionado pelos pesquisadores):

  • Fatores psicossociais (isolamento social, uso de substâncias).
  • A presença de várias comorbidades.
  • O encargo de tomar vários medicamentos para várias condições
  • Inflamação crônica

Nota do tradutor. Este texto foi revisado dez vezes e eu não me sinto seguro a respeito dele. Se você, leitor, notar alguma coisa, mesmo que seja um simples erro de digitação, por favor, envie um e-mail para soropositivowebsite@gmail.com e me mostre, mesmo que seja preciso desenhar, o erro em questão. desde já, obrigado.

 

o-Homem-de-brancoUma nota do Editor: Eu sei o quanto é complexo, e como é necessária a disciplina, a memória e a atenção para manter, de forma coerente, um tratamento como o nosso.

felizmente eu descobri, há bem pouco tempo, mas já incorporado à minha rotina, um aplicativo para Android© chamado ***MEDISAFE***. É, literalmente falando, uma enfermeira (enfermeiras de verdade jamais poderão ser substituídas, longe de mim, que recebi e recebo delas, há quase vinte anos, carinho, cuidado, respeito, atenção, amor…) particular, para o seu dia a dia.

Dá algum trabalho configurar, porque você tem que alimentar a aplicação os remédios que você toma (e pode configurar para facilitar se o comprimido é redondo ou se é comprido, assim ou assado, verde, azul (este é bom 😊), determinar um tempo de tolerância para você eventualmente atrasar, da para inserir a posologia em miligramas, colheres, gotas, blá, blá blá e, enfim, estabelecer toda a sua rotina médica, incluindo o alerta para a aquisição (nas queles casos que nós sempre ouvimos a frase funesta: “está em falta”) e, para não sacanear vocês, contar o santo, explicar o milagre e não mostrar a igreja eu ponho este link. Há outros lá, mas eu gostei muito deste e, honestamente, não sei se há uma versão para Iphone. Mas, se você pode ter um celular simples (o meu ainda executa o Android© 2.2) que opere com Android© eu, que nunca recomendo nada, recomendo este aplicativo.

Esta informação foi fornecida pela CATIE (Canadá Intercâmbio de informações sobre tratamento da AIDS). Para obter mais informações, entre em contato com CATIE, 1.800.263.1638 ou por Catie. O crédito deve constar de qualquer publicação on-line, com um link de volta para o original.

A tradução para o português do Brasil não pode ser utilizada sem a autorização prévia, por escrito, dos responsáveis por Soropositivo Web Site, sujeitando-se, o infrator, nas possíveis implicaçoes das leis que cobremos direitos à propriedade intelectual.

Tradução adaptação e revisão do original em Inglês Canadense para o Português do Brasil (it does not exist Brasil with “z” and “BraZil” is an idiomatic aberration created for persons which only God knows why they do this…) do original em Geriatric syndromes found to be common in some HIV-positive people por Claudio Souza.

Eu não sou uma “vítima” da AIDS. Eu sou uma pessoa que vive com AIDS.

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Sobre Claudio Santos (508 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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