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Resistência periférica à insulina

Trocando em mi' udos está escrito que açúcar é igual à morte. E eu ouso concordar. Mas não pelo uso e, sim, pelo abuso. Neste ano de 2015 estou para completar 3 anos que fiz uma gastroplastia e minha vida pós cirurgia é muito melhor que a anterior. Se é verdade o que o Paulo Zulu disse, uma ou dua décaas atrás, que eu sou o que eu como, decididamente eu não sou açúcar. raramente como pão e, se como, é integral. Adoço meu café com mascavo, que tem um gosto muito mais interessante que o do açúcar refinado. A endocrinologista que me Tratou,a Dra. Verônica Jordão foiu taxativa comigo, conversou mais de uma hora comigo quando da segunda consulta, pois ali ela tinha os exames na mão e traçou todo um plano de aliementação onde, pela minha condição de pessoa com gastroplastia, eu devo privilegiar as proteinas em detrimento de qq coisa e, depois comer saladas e, finalmente,se sobrar espaço, carboidratos. Ela foi tão covincente que, mesmo depois da cirurgiã me dizer, quando eu estacionei em 107 Kg, que eu não baixaria mais o peso, eu ainda desci aos 91Kg! Escolha o que você vai comer e, por favor, ensine seu filho(a) a se alimetar, pois o que tnho visto em supermercados é estarrecedor. Eu acho que muita gente come frango sem nunca ter visto um vivo e, convenhamos...

Outra complicação que pode surgir com a idade, o excesso de peso e a utilização de determinados fármacos é o aumento da glucose no sangue. O dano hepático ou a coinfecção por hepatite C, o sedentarismo, a hipertensão, os níveis altos de lipídios no sangue e a lipodistrofia são também fatores de risco que provocam aumento de glucose.

A glucose é um tipo de açúcar. Os açúcares são necessários para o organismo pois fornecem energia. A insulina é um hormônio que processa-os para que possam entrar na célula e converter-se em energia.
A insulina regula também a produção de glucose no fígado, seus níveis no sangue e os aspectos metabólicos das células adiposas.

Resistência à insulina é o termo que se utiliza quando este sistema deixa de funcionar corretamente. Apesar de o organismo produzir mais insulina para compensar, se a resistência continua, e os níveis de glucose permanecem altos, você pode acabar desenvolvendo uma diabete tipo 2.

A diabete tipo 2 é uma doença que se desenvolve lentamente, mas suas consequências para a saúde podem ser muito sérias. Alguns inibidores da protease podem contribuir ao incremento dos níveis de glucose e do risco de diabete.

Os níveis de insulina são difíceis de medir, mas os de glucose são medidos de forma rotineira. Do mesmo modo que ocorre com o colesterol e os triglicerídeos, para poder detectar possíveis aumentos é importante que você esteja em jejum quando faça uma análise.

Se você foi diagnosticado com resistência à insulina, pode prevenir o  desenvolvimento da diabete reduzindo a quantidade de calorias na sua alimentação e evitando ingerir açúcares, determinados carboidratos como farinha branca e batata, e comidas fast-food em geral.

Por outro lado, outros carboidratos mais complexos como pão ou massa elaborados com farina integral, assim como muitos vegetais, fornecem energia de maneira mais lenta e com um menor impacto nos níveis de açúcar.

A prática de exercício físico e deixar de fumar também são muito importantes. Se todas estas medidas não forem suficientes, seu médico pode optar por receitar-lhe antidiabéticos orais, que, como os fármacos para reduzir lipídios, podem necessitar algum ajuste de dose.

O uso de metformina pode ser benéfico para pessoas com resistência à insulina e hipertrofia, e a rosiglitazona ou pioglitazona podem ajudar às que têm resistência à insulina e lipoatrofia, embora sua utilização com os antirretrovirais seja complexa, devido à possibilidade de interações.

Os principais sintomas dos níveis elevados de glucose ou diabete tipo 2 são: sensação excessiva de sede ou fome, cansaço, problemas de concentração, visão borrosa, perda de peso inexplicável, necessidade de urinar com frequência, cicatrização lenta de feridas, pontadas nas mãos ou pés (neuropatia – Abre em outra aba do navegador. Só clique se tiver equilíbrio psicológico para imagens fortes de sofrimento humano-), náuseas ou vômitos.

 

 

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Edição Original de:

Grupo de Trabalho sobre Tratamentos do HIV (gTt)
Entidade declarada de Utilidade Pública
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08013 Barcelona (Espanha)
www.gtt-vih.org

Tradução para o Português do Brasil por:

Raquel Cirne
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Edição e Montagem:

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Sobre Claudio Santos (508 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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