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Cuba foi certificada pela OMS como primeira nação a erradicar a transmissão vertical do HIV


OMS certifica Cuba como 1º país do mundo a ter  erradicado transmissão vertical do HIV

Em 2013, só dois nascituros vieram à luz com HIV e três com sífilis, em Cuba.
OMS explica que “sistema eficiente de cuidados primários explicam situação”.

É evidente o isolacionismo em que vive Cuba, perseguida criminosamente durante mais de cinco décadas. A foto fala por si. Os carros, lá, em linhas gerais, são estes. E o equipamento médico segue a mesma linha. Debalde tudo isso
É evidente o isolacionismo em que vive Cuba, perseguida criminosamente durante mais de cinco décadas. A foto fala por si. Os carros, lá, em linhas gerais, são estes. E o equipamento médico segue a mesma linha. Debalde tudo isso eles lograram este grande êxito

Da France Presse

North and South America mapA Organização Mundial de Saúde (OMS) certificou nesta terça-feira (30) Cuba como a primeira nação do planeta a erradicar a transmissão vertical do HIV

“O sucesso de Cuba demonstra que o acesso universal e a cobertura universal de saúde são viáveis e são de fato a chave para o sucesso, mesmo contra tais desafios complexos como o HIV”, afirmou Carissa Etienne, diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), uma filial regional da OMS, em coletiva de imprensa.

Apenas duas crianças nasceram infectadas pelo HIV em Cuba no ano de dois mil e treze e tão somente três nasceram com sífilis congênita – muito abaixo dos critérios mínimos a Organização Mundia de Saúde (OMS ou WHO) para se considerar a eliminação da transmissão.

Para o ministro de Saúde Pública de Cuba, Roberto Morales Ojeda, o reconhecimento da OMS “constitui um alto reconhecimento ao sistema nacional de saúde cubano” que é, segundo ele, “acessível, gratuito e universal”.

O Grandioso sucesso de Cuba, a nação surradíssima durante 50 anos, que gentilmente enviou seus médicos, excelentemente reinados para o Brasil, no programa criticadíssimo “Mais Médicos”, só vem a atestar a necessidade planetária de garantir o acesso universal ao tratamento e, sobretudo, enfatizar campanhas de prevenção e conscientização sobre a doença, declarou Etienne.

“Assim, é possível enfrentar desastres naturais, doenças infecciosas ou qualquer outra coisa”, afirmou.

Ainda de acordo com a Organização seis outros países e territórios da América estão em condições de solicitar da OMS a validação da dupla eliminação destas doenças: Anguila, Barbados, Canadá, Estados Unidos, Montserrat e Porto Rico.

Mais oito países da região conseguiram eliminar apenas a transmissão de mãe para filho do HIV e 14 conseguiram eliminar apenas a transmissão da sífilis congênita, informou a organização em comunicado.

Segundo a OMS,cerca de 1,4 milhões de mulheres vivendo com HIV ficam grávidas, ao ano, no mundo, e se não recebem tratamento há uma possibilidade de até 45% de haver transmissão vertical do vírus da imunodeficiência adquirda (AIDS/SIDA) a seus rebentos.

Todavia, a partir de 2009, o número de nascituros com HIV caíram quase pela metade, por ano, passando de quatrocentos mil para duzentos e quarenta mil em 2013.

Por outro lado, quase um milhão de grávidas em todo o mundo se infectam com sífilis anualmente, o que pode resultar em morte ou em infecções neonatais graves.

Enquanto isso, no Brasil

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