O HIV pode causar comprometimento cognitivo do cérebro por “perturbar a ordem” e prejudicar descarte de “lixo celular”.

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Reizweiterleitung in den NervenzellenA proteína Tat do HIV interfere na autofagia, um processo pelo qual células danificadas ou desnecessárias são discriminadas e eliminadas, de acordo com a pesquisa publicada no a 4 de fevebreiro pelo oficial da neurociência. Esta interrupção pode levar à lesão neuronal, mas as drogas imunossupressoras como a rapamicina foram capazes de reverter esse processo em um estudo com camundongos.

Embora a Demência grave pela AIDS tenha se tornado rara na era da terapia antirretroviral eficaz, muitas pessoas com HIV ainda podem desenvolver problemas cognitivos mais leves associados ao HIV, transtorno que pode interferir com a vida cotidiana.

Jerel Campos e Eliezer Masliah da Universidade da Califórnia San Diego e seus colegas procuraram determinar como o HIV Desregula a “autofagia Tat” em laboratório através de estudos em animais. Eles descobriram que o Tat liga-se às proteínas nos neurônios que desempenham um papel-chave na série de reações químicas que determina a autofagia, permitindo que proteínas danificadas (lixo celular) a se acumulem. Além disso, eles demonstraram que a rapamicina tem reduzido a neurodegeneração em camundongos, o que poderia ajudar a evitar o comprometimento cognitivo.

Abaixo encontra-se a edição de um excerto de um comunicado de imprensa da Universidade da Califórnia San Diego  Descrevendo a pesquisa e seus resultados com mais detalhes .

Os pesquisadores identificaram quais os principais mecanismos subjacentes associados a distúrbios cognitivos ao HIV/associados

Embora as terapias antirretrovirais tenham melhorado e ampliado significativamente a vida de muitos pacientes com HIV, eles sofrem de outra insidiosa e pouco discutida ameaça nos “teares de envelhecimento” associada aos

Eu costumo dizer que, "ao longo da vida, morri mil mortes". E, de fato, creio que já ultrapassei esta cifra e não consigo deslindar, em vaticínios, quantas mortes eu viverei (...) até que chegeu, por acréscimo de misericórdia, a morte do carro físico. O fato é que toda a vez que posto um texto que se refere aos danos que o HIV causa ao cérebro e à rede neural, eu milito em causa própria, posto que, desde o início, quando mminha infecção primária por HIv configurou-se numa meningite, ele, o vírus, tem atuado de forma paulatina e silenciosa no meu cérbro (eu vejo minha lucidez esvaindo-se a pouco e pouco) e na minha rede neural (...) e Deus sabe o nível de concentração que é necessário para que eu não cometa erros de digitação, para que eu não perca o fio da meada em meus raciocínios e o quanto eu sofro com s dores, físicas e morais, da Neuroparia Periférica quem me corroi o sistema nervoso. Entretanto, apesar dos pesares, e de ter morrido tantas vezes, eu gosto de pensar que a morte do carro físico venha como esa da ilustração, envidando esforços hercúleos para me alcançar, arrastando-se como uma lesma, travestida de caracol....
Eu costumo dizer que, “ao longo da vida, morri mil mortes”. E, de fato, creio que já ultrapassei esta cifra e não consigo deslindar, em vaticínios, quantas mortes eu viverei (…) até que chegeu, por acréscimo de misericórdia, a morte do carro físico. O fato é que toda a vez que posto um texto que se refere aos danos que o HIV causa ao cérebro e à rede neural, eu milito em causa própria, posto que, desde o início, quando mminha infecção primária por HIv configurou-se numa meningite, ele, o vírus, tem atuado de forma paulatina e silenciosa no meu cérbro (eu vejo minha lucidez esvaindo-se a pouco e pouco) e na minha rede neural (…) e Deus sabe o nível de concentração que é necessário para que eu não cometa erros de digitação, para que eu não perca o fio da meada em meus raciocínios e o quanto eu sofro com s dores, físicas e morais, da Neuroparia Periférica quem me corroi o sistema nervoso. Entretanto, apesar dos pesares, e de ter morrido tantas vezes, eu gosto de pensar que a morte do carro físico venha como esa da ilustração, envidando esforços hercúleos para me alcançar, arrastando-se como uma lesma, travestida de caracol….

distúrbios cognitivos relacionados ao HIV (MÃO). Os transtornos, que atingem, mais frequentemente, pacientes com HIV com mais 50 anos de idade, e podem resultar em comprometimento cognitivo, de leve a grave, tornando as tarefas diárias um desafio notável.

Mas as novas descobertas, publicadas hoje por pesquisadores da Universidade da Califórnia, San Diego School of Medicine, abrem a porta para o desenvolvimento de novas terapias para bloquear ou diminuir declínio cognitivo devido à MAO, que, estima-se, afeta 10% a 50% dos doentes com HIV em algum grau de envelhecimento.

O estudo foi publicado na edição de 4 de Fevereiro da Revista de Neurociências. Eliezer Masliah, MD, professor de neurociências e patologia, é autor sênior; Jerel Adão Campos, Doutor, um pós-doutorado da pesquisadora Masliah lab, é primeiro autor.

“A maioria das pessoas sabe que o HIV afeta o sistema imunitário, a capacidade de luta contra doenças, mas podem não estarem cientes de que o HIV penetra o cérebro e pode danificar células cerebrais,” disse Masliah, um pesquisadores do comportamento neurológico do HIV, do Centro de Investigação do comportamento Neurológico na UC San Diego.

Há vários tipos de sintomatologias, sendo que a mais comum é transtorno cognitivo leve (MND).

“A maioria dos casos que vemos são leves a moderados,” disse Masliah.

Entretanto, mesmo leves problemas cognitivos podem interferir com a funcionalidade individual diária e reduzem a qualidade de vida destas pessoas, acrescentou, observando que os doentes podem ter dificuldade com atividades diárias como controlar um talão de cheques ou erros na condução de veículos.

Em seu estudo, os pesquisadores procuraram compreender os mecanismos pelos quais O HIV danifica células do cérebro. Eles centraram-se na proteína tat do HIV, que interfere em um papel crítico processo de descarte de lixo celular em neurônios, conhecido como autofagia.

“Neurônios produzem uma grande quantidade de proteínas, como parte de suas funções normais, algumas das quais estão danificadas e precisam ser removidas”, disse Masliah.

“A autofagia atua como um lixeiro removendo e destruindo as proteínas danificadas.”

Masliah e colegas verificaram que a proteína tat do HIV “rouba” o processo de eliminação por interferir com os principais caminhos. “a proteína tat do HIV é secretada por células infectadas no cérebro, e posteriormente entram em neurônios que se ligam a uma proteína que é importante para vários processo da autofagia”, explicou Campos. “Esta ligação neuronal perturba o processo de autofagia, resultando no acúmulo de proteínas danificadas e na consequente morte do neurônio, o que pode levar a comprometimento das habilidades cognitivas”.

Para contrariar esta perturbação, Campos disse que a equipe realizou estudos usando o medicamento contra o câncer, rapamicina, em camundongos, que tem sido relatado por promover autofagia em outros tipos celulares. “Com a aceleração da autofagia neuronal, esperávamos para anular os efeitos prejudiciais da proteína tat do HIV sobre o processo”, disse ele.

Anatomy of an animal cellOs experimentos produziram resultados positivos. “Descobrimos que a rapamicina reduziu a incidência de neurodegeneração em camundongos e em modelos celulares”, disse Campos. Enquanto a viabilidade do uso da rapamicina como um tratamento neurológico em seres humanos é atualmente inconclusiva, Campos disse que os resultados são excitantes porque eles provam, em princípio, que o reforço à autofagia induzida pela tat reduz a neurodegeneração.

“Com a compreensão de como as bases moleculares de proteínas e o HIV matam células nervosas, podemos projetar drogas que possam bloquear esse processo,” disse Masliah.

Publicado em quinta-feira, 05 fevereiro de 2015

Traduzido por Cláudio Souza, revisado por Mara Macedo em 12 de julho de 2015 do original em HIV May Cause Cognitive Impairment by Disrupting Brain’s Garbage Disposal

Referência

J Campos, W Dumaop, S Elueteri, et al. O HIV-1 Tat altera autofagia Neuronal através da modulação Autophagosome Fusion para o lisossomo: implicações para os distúrbios neurocognitivos relacionados ao HIV, Revista de Neurociências 35 (5) :1921-1938. 4 de fevereiro DE 2015.

Outra fonte

B Ward, da Universidade da Califórnia San Diego. Os pesquisadores identificar os principais mecanismos subjacentes de distúrbios cognitivos associados ao HIV. Comunicado de Imprensa. 3 DE FEVEREIRO DE 2015.

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