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As pessoas infectadas com o HIV ainda correm risco de morte por doenças oportunistas!

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doenças e condições Dificuldade de deambulação é uma das pequenas (...) coisas que podem afetar a vida de uma pessoa portadora de HIV ou doente de AIDS. Há muitas causas possíveis e, todavia, eu vivo bem!

As pessoas infectadas com o HIV ainda correm risco de morte por doenças oportunistas apesar dos dramáticos ganhos em termos de sobrevivência

Doença Relacionada à AIDS

Dor crônica liga-se, em pessoas soropositivas, à neuropatia periférica por HIV e Deus sabe o que isso significa…

O risco de morte devido a Infecções Oportunistas (IO)* tem diminuído drasticamente desde o advento da terapia antirretroviral combinada (TARV) (coquetel, como dizem alguns) em meados da década de 90, mas até mesmo na era da TARV eficaz cerca de um terço das pessoas diagnosticadas com uma primeiro IO morreu dentro de 5 anos, de acordo com a análise de mais de 20.000 pessoas vivendo com HIV em San Francisco.

INFECÇÃO PELO HIV não tratados normalmente leva a grave disfunção imune dentro de poucos anos, deixando as pessoas suscetíveis a infecções oportunistas e cânceres que normalmente poderiam ser mantidos sob controle por um sistema imune saudável.

female nurse giving senior woman medical pillsÉ bem conhecido que o desenvolvimento TARV levou a uma queda brusca em relação à ocorrência de IOs e um declínio geral na mortalidade entre as pessoas que vivem com HIV/AIDS. Estudo anterior mostrou que a incidência doenças definidoras de AIDS ( IOs) em San Francisco diminuiu aproximadamente 99% de 1993 a 2008. No entanto, o efeito do estabilizador específico nas taxas de óbito não foi totalmente descrito.

Conforme relatado na edição antecipada do relatatório oficial de doenças infecciosas em 3 De junho, Kpandja Djawe, dos Centros para o Controle e Prevenção de Doenças e seus colegas examinaram a questão de saber se um melhor tratamento da infecção por HIV foi associado a uma melhor sobrevida após o diagnóstico de Doenças Definidoras de AIDS, doenças oportunistas, e como a sobrevivência diferiria.

pesquisadoresOs pesquisadores procuraram dados coletados pelo Departamento de Saúde Pública de San Francisco de 20.858 pessoas adultas com AIDS na cidade a partir de 1981. A maioria era composta de gays homens, brancos, com uma média de idade de cerca de 40 anos, mas com o passar do tempo a demografia deslocou-se mais para negros e hispânicos/Latinos entre homens e mulheres que contraíram HIV por meio de uso de drogas injetáveis ou transmissão entre pessoas heterossexuais.

Eles calculam as probabilidades de sobrevivência depois de uma primeira doença definidora de AIDS, uma IO e o tratamento pós-diagnóstico durante 3 eras: 1981-1986 (sem tratamento eficaz), 1987-1996 (ITRN monoterapia ou terapia dupla apenas), e 1997-2012 (TARV de combinação eficaz multi classe). Os dados incluíram 3002 pessoas diagnosticadas durante o primeiro período, 14.097 diagnosticada durante o segundo período, e 3759 que foram diagnosticadas durante o terceiro período.

Resultados

  • Um total de 17.099 pacientes morreu ao longo do período de observação, incluindo 2957 durante o primeiro período (98%), 12.569 durante o segundo período (89%), e 1573 – durante o terceiro período (42%).

Uma limitação desta análise é que a combinação da era TARV é bastante longa e tem se visto mudanças substanciais no tratamento. Os primeiros regimes foram mais difíceis de tomar, tiveram os piores efeitos colaterais, e não controlavam a replicação do HIV como os regimes modernos, especialmente para pessoas com resistência aos medicamentos antirretrovirais. Subdividir este período de tempo pode mostrar que os atuais IO e as taxas de mortalidade atuais são menores do que em meados da década de 1990 e início da década de 2000.

“A sobrevivência após o diagnóstico da primeira Infecção Oportunista definidora de AIDS melhorou consideravelmente desde 1981,” os autores do estudo concluíram. “Algumas doenças definidoras de AIDS permanecem associadas a um maior risco de mortalidade de forma mais substancial que outros, mesmo após ajuste para conhecidos de erro. Melhores estratégias de prevenção e tratamento ainda são necessárias para evitar a ocorrência doenças definidoras de AIDS na corrente era do tratamento contra o HIV.”

“Ao mesmo tempo que a pesquisa recente sugere que muitas infecções oportunistas nos E. U. A. são, agora, menos comuns e, muitas vezes, menos letais, não podemos nos esquecer delas, disse Djawe em um Comunicado de imprensa Emitidos pela Sociedade Americana de Infectologia.

“Temos de mantê-las em mente, mesmo no contexto da evolução epidemiologia do HIV”.

“Melhores estratégias de prevenção e tratamento, incluindo o diagnóstico precoce da sorologia positiva para o HIV, são necessárias para diminuir os pesados encargos da AIDS com as infecções oportunistas, mesmo nos dias de hoje, na era da combinação Terapia Antirretroviral”, acrescentou a coautora Sandra Schwarcz, uma epidemiologista em HIV no Departamento de Saúde Pública de San Francisco.

Hoje nos EUA graves deficiências imunológicas resultando IOs são vistas principalmente entre pessoas que não são diagnosticados com HIV antes do curso final da infecção. As pessoas que iniciam tratamento, mas não conseguem supressão viral sustentada e uma boa contagem de células T-CD4 também continua em risco.

San Francisco é conhecida por seus bons serviços de saúde para as pessoas que vivem com HIV, e as áreas com menor acesso a cuidados especializados podem ter as maiores as taxas de mortalidade por IO. Homem doenteEm todo o país, O CDC estima que 86% das pessoas que viviam com HIV em 2011 tinham sido diagnosticados, para 37% foram prescritos TARV, e apenas 30% obteve uma carga viral indetectável.

“A importância de que se reveste a assim-chamada cascata de cuidado, compreendendo diagnóstico precoce de infecção pelo HIV, Articulação eficaz para o atendimento, retenção de longo prazo no atendimento, e supressão viral durável, tem sido desde há muito reconhecida como sendo fundamental para alcançar o controle sobre os vários aspectos da epidemia, incluindo a obtenção de bons resultados clínicos em indivíduos infectados”, escreveram Henry Masur e Sarah a partir do Instituto Nacional de Alergia e doenças infecciosas em um Comentário sobre acompanhamento.

“San Francisco pode ser um melhor cenário para reduzir risco de mortalidade associada com infecções oportunistas relacionadas com a AIDS”, continuou. “No entanto, mesmo com mais de 30 anos de esforços e empenho de todas as partes interessadas e relevantes em San Francisco, o atual relatório ilustra que infecções oportunistas relacionadas com o HIV continuam a ocorrer e que os pacientes ainda morrem em taxas alarmantes durante os primeiros anos após a sua primeira infecção oportunista relacionada com a AIDS é reconhecida … Uma taxa de mortalidade de 35% em 5 anos após o diagnóstico inicial de infecção oportunista definidora de AIDS deixa grande margem para melhoria.”

Publicado em quinta-feira, 09 de julho de 2015 às 00:00h.

Escrito por Liz Highleyman

Traduzido por Claudio Souza a partir do original em People with HIV Still at Risk for Opportunistic Illness Death Despite Dramatic Survival Gains

*Nota do tradutor: Embora o texto refira-se sempre a “IO” de Infecçoes Oportunistas, nem sempre a doença oportunista decorre de uma “infecção”. Há casos de cânceres, como o Sarkoma de Kaposi, que não são oriundos de nenhuma infecção e mesmo assim é uma Doença Oportunista. Mantive a expressão por conta de um escrúpulo de permanecer fiel ao texto e, todavia, lanço aqui esta observação (…).

Nota do Editor de Soropositivo Web Site:

claudiusApesar de ainda haver a possibilidade de se “ir a óbito” em até cinco anos após a manifestação de uma doença oportunista, muito se melhorou o prognóstico para as pessoas que acabaram de receber o diagnóstico soropositivo para HIV. Eu recordo-me caramente de ter ouvido, da boca do “profissional” de saúde que me deu o resultado que eu, em 1995, tinha seis meses de vida (Completar-se hão, no dia 13 de novembro, vinte anos de vida sorologicamente consciente). A leitura deste texto deveria levar você, que lê este texto neste momento e que pensa que pode estar infectado pelo HIV a decidir-se rapidamente a ir fazer o teste o mais rapidamente possível, posto que isso diminui as possibilidades, no caso de você ser soropositivo, de se desenvolver ou se instalar uma doença oportunista. Ter AIDS não é bom! ter AIDS, não saber e não tratar é muito pior!

 References

K Djawe, K Buchacz, L Hsu, et al. Mortality Risk After AIDS-Defining Opportunistic Illness Among HIV-Infected Persons — San Francisco, 1981-2012. Journal of Infectious Diseases. June 3, 2015 (Epub ahead of print).

H Masur and S Read. Opportunistic Infections and Mortality: Still Room for Improvement. Journal of Infectious Diseases. June 3, 2015 (Epub ahead of print).

Other Source

Infectious Diseases Society of America. Thirty Years of AIDS Data Highlight Survival Gains, Room for Improvement. Press release. June 4, 2015.

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Sobre Claudio Santos (515 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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  1. Dez lições que aprendi durante meu primeiro ano vivendo com HIV contrapostas com as que eu, Cláudio, aprendi em 22 anos Teste-se para o HIV!Soropositivo. Org - Há Vida com HIV!!!

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