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Resistência a drogas adquiridas durante a PrEP contra o HIV desaparece rapidamente após a medicação ser interrompida

Focused senior life science professional grafting bacteria in the pettri dishes. Lens focus on the agar plate.

Health care professionals in lab.Resistência a medicamentos adquiridos em raros  casos de infecção pelo HIV durante o tratamento com profilaxia pré-exposição (PrEP) rapidamente desaparece após suspensão da medicação, informaram os pesquisadores em relatório sobre a AIDS. Uso de testes ultrassensíveis realizados seis meses após a soroconversão e abandono da PrEP em falha, não encontrou qualquer remanescente de cópias resistentes.

Vários estudos já demonstraram que o risco de  desenvolvimento de resistência do PrEP é muito baixo, mas é uma preocupação importante para quem iniciar PrEP durante infecção aguda não reconhecida, comentam os autores. “Nossos dados mostram que a resistência selecionada nestes casos decai rapidamente para níveis abaixo da detecção altamente sensível dos mesmos ensaios.”

PrEP com emtricitabina e tenofovir (Truvada) ou tenofovir (Viread) isolado é altamente eficaz em prevenir a infecção com o HIV. No entanto, a resistência a esses medicamentos antirretrovirais tem sido detectada em indivíduos que iniciaram PrEP não reconhecido durante infecção aguda por HIV, e, muito raramente, em pacientes infectados com HIV, recebendo PrEP.

Tal resistência pode limitar futuras opções de tratamento contra o HIV.  Por isso, é importante determinar se é importante ou necessário persistir após suspensão do tratamento. Para responder a esta pergunta, pesquisadores dos estudo Partnes sobre PrEP desenharam  um estudo longitudinal envolvendo nove pacientes que apresentaram resistência aos medicamentos anti- HIV (com mutações K65R, K70E e/ou M18IV ) detectado durante a soroconversão. As amostras de sangue arquivadas foram testadas para ver se a resistência foi transmitida ou adquirida por causa do PrEP. Ensaios Ultra-sensíveis foram utilizados para monitorar cepas resistentes do vírus seis, doze e 24 meses após a cessação da PrEP.

As amostras de sangue que foram arquivadas com RNA de pessoas HIV-positivas, anticorpo-negativos estavam disponíveis antes da soroconversão para quatro dos nove pacientes. Nenhum desses pacientes apresentou mutações de resistência antes de soroconversão, sugerindo que a resistência foi adquirida devido a terapia PrEP em vez de ser transmitida.

PrEP foi interrompida imediatamente após a detecção da soroconversão. Ensaios ultrassensíveis foram usados para ver se a resistência persistiu após a PrEP ser retirada.

Os níveis de vírus resistentes tinham diminuído – ou caído – para abaixo do limite de detecção em todos os pacientes seis meses após o tratamento ter sido descontinuado e permaneceu indetectável doze e 24 meses após o seguimento.

” Resistência relacionada à PrEP cai rapidamente após PrEP cessação”, comentam os pesquisadores. “Por seis meses após a soroconversão (após PrEP ter sido descontinuada), as mutações de resistência K65R, K70E e/ou M184IV que estiveram presentes na soroconversão já não eram detectadas, mesmo com testes de resistência altamente sensível.”

Apenas um paciente iniciou tratamento com antirretrovirais  (ART) no prazo de 40 meses após a soroconversão. Esta paciente iniciou tratamento no mês 33, tendo  uma combinação de  nevirapina/emtricitabina e tenofovir. Carga Viral foi de aproximadamente 19.000 cópias/ml. Três meses após o arranque da TARV este paciente tinha uma carga viral indetectável.

Os pesquisadores foram chamados para futuros estudos para examinar se a PrEP associada à resistência afeta resposta subsequente ao tratamento.

Traduzido por Cláudio Souza do original em Drug resistance acquired during HIV PrEP rapidly disappears after medication is discontinued.

Revisado por Mara macedo

Escrito po Michael Carter

Publicado em: 14 de Dezembro de 2015

 

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Sobre Claudio Santos (509 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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