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Antes de qualquer coisa: PÍLULA ANTICONCEPCIONAL É UM MEDICAMENTO, PORTANTO SÓ DEVE SER USADO SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA!

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É comum ir ao ginecologista e sair com a recomendação de uma pílula anticoncepcional – apesar da existência de muitas outras formas de evitar a gravidez. Nos últimos anos, a pílula deixou de ser vista apenas como método contraceptivo. Virou a primeira escolha dos médicos para tratar acne, inchaço, TPM e outros problemas.

Só que os profissionais, a maioria, estão esquecendo de partes importantes do atendimento: a escuta e a conversa! Muitos profissionais nem sequer perguntam se a paciente fuma, apesar de os estudos demonstrarem que a combinação de pílula e cigarro aumente em oito vezes o risco de acidente cardiovascular (AVC). Isso não é brincadeira. O sangue dos fumantes torna-se mais propenso à formação de coágulos e a nicotina enrijece as artérias que irrigam o cérebro. Logo, mulheres que fumam não devem tomar pílula.E Quantas sabem disso?

Enquanto os ginecologistas receitam anticoncepcionais a mulheres que nunca sofreram danos provocados pela pílula, os neurologistas lidam com as consequências da prescrição pouco cuidadosa. As tragédias sobram para eles. Uma de nossas flores começou a fazer uso de pílula anticoncepcional, receitado por um ginecologista para tratar cólicas. De início sentia dores de cabeça. Passou a carregar paracetamol na bolsa. Nos meses seguintes, procurou outros médicos. Ouviu que as dores eram provocadas por sinusite, crise alérgica, enxaqueca, ansiedade… mas o problema era muito mais grave. Há 60 dias, ela sofreu uma trombose cerebral que provocou um AVC. Foi salva por pouco. Se o atendimento demorasse mais 15 minutos, hoje poderia estar em coma ou pior…

Nossa Flor não fuma, não é diabética, não é obesa. Não tem nenhum outro fator de risco capaz de justificar o dano sofrido. A única explicação dos médicos para o que aconteceu é o uso de pílula. Ela precisará tomar anticoagulante, anticonvulsivante e antidepressivo por tempo indeterminado.
A Anvisa informa que, os médicos não são obrigados a notificar esses casos – e raramente o fazem. Por isso, é fundamental que as vítimas ou suas famílias notifiquem as autoridades.

Não se trata de demonizar a pílula anticoncepcional ou de negar os benefícios que ela trouxe à humanidade. Uma gravidez indesejada, principalmente entre as jovens de baixa renda, costuma ter efeitos terríveis sobre a saúde e a trajetória educacional e profissional da mulher. O ponto central deste texto é outro.

Na maioria dos casos, a pílula é segura. Se não fosse assim, todos nós conheceríamos alguma moça que teve um AVC depois de tomar anticoncepcional. Mas as que usam esse tipo de contracepção precisam saber que os hormônios aumentam a capacidade de coagulação do sangue. O mesmo pode ocorrer quando a mulher faz reposição hormonal na menopausa. Quem toma pílula ou faz reposição hormonal está mais sujeita a sofrer uma trombose (formação de coágulos no interior de um vaso sanguíneo).
E a trombose pode levar ao AVC.

Este textão todo é só pra revidicar informações. Os médicos têm que falar claramente sobre os riscos para que a mulher possa decidir. Um exemplo do que poderia ser feito? Mulheres portadoras de trombofilia, uma condição genética que favorece a formação de trombos, não podem tomar pílula. A informação está na bula dos produtos. Raros são os médicos que pedem o exame. É necessário a inclusão de um aviso sobre o risco de trombose nas embalagens das pílulas e a notificação obrigatória de casos graves pelos médicos. Seria uma grande conquista.
Jardim. ..
Precisamos falar sobre anticoncepcional com a mesma seriedade com que falamos sobre antiretroviral!

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