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Em busca da Cura: Um agente imunoterápico pode forçar a saída do SIV dos reservatórios virais em macacos infectados

Embora eu saiba que seres ditos "humanos" tenham a "necessidade" de utilizar-se (...) de animais "supostamente irracionais" para suas experiências buscando a melhoria da qualidade de vida e mesmo da saúde destes auto-denominados "donos do planeta", eu não consigo ler este texto e associar à esta imagem sem deixar-me levar por pruridos éticos e dúvidas filosóficas; justo eu, que pouco ou nada sei de filosofia e apenas nos últimos pouco mais de 20 anos de _existência_ (???) (!!!) passei a compreender como ética... Felizmente, em caso de abuso diante da Lei, a lista dos principais envolvidos está devidamente registrada e mesmo eu, diretamente interessado nisso, arrolo-me como testemunha nAquele Tribunal onde, felizmente, não se faz acordos espúrios e cada um recebe para si, exatamente aquilo que produziu em sua existência

home-whscA estratégia de Woodruff, do Centro de Ciências da Saúde | Fev. 24, 2016

Uma estratégia chamada “chutar e matar”, destinada à ativação de células latentes infectadas pelo HIV, de modo que o vírus possa ser destruído, surgiu há um período de tempo atrás.

Pesquisadores de Yerkes têm buscado por uma possível forma de fazê-lo em um modelo de primatas não humanos (SIC) e relataram seus resultados na Conferência sobre retrovírus e infecções oportunistas em Boston.

Um tratamento de reforço imune pode forçar o SIV (Vírus da Imunodeficiência Símia) a sair de seus esconderijos em macacos infectados que têm o vírus controlado com drogas antirretrovirais, informam os cientistas do Centro de Pesquisa Nacional de primatas  da Universidade de Emory em Yerkes. Os resultados foram apresentados na quarta-feira, 24 de Fevereiro na Conferência sobre retrovírus e infecções oportunistas em Boston por uma estudante graduada chamada Geetha Mylvaganam. Rama Rao Amara, Doutor, Professor de Microbiologia e Imunologia de Yerkes e do Centro de vacinas Emory, liderou o projeto. Colaboradores envolvidos no estudo, como Rafi Ahmed, PhD, Diretor do  Centro de vacina e um  eminente estudioso de Emory Geórgia, da Aliança Europeia de Pesquisas e Gordon Freeman, PhD, do Instituto do Câncer Dana-Farber. Mylvaganam faz parte do programa de pós-graduação em de patogênese molecular e imunologia em Emory.

Com o controle de drogas antirretrovirais pode-se, geralmente, manter o HIV em pessoas cronicamente infectadas, mas não conseguem o eliminar completamente. Isto porque algumas células imunes abrigam o vírus em estado latente. Uma estratégia surgiu chamada “chutar e matar”, destinada à ativação dessas células, de modo que o vírus possa ser eliminado do organismo.

A equipe de Yerkes  testou os efeitos do bloqueio da Pd 1, uma molécula que inibe a resposta imune durante infecções crônicas, em combinação com a terapia antirretroviral. Anticorpos que bloqueiam PD-1 também têm sido testados com algum sucesso, como agentes imunoterápicos contra o câncer  A equipe desenvolveu um anticorpo “primatizado” anti-PD 1, para reduzir as respostas imunológicas  dos macacos ao anticorpo em si e permitir repetidas infusões.

Com alguns macacos infectados com SIV, os pesquisadores trataram deles com anticorpo anti-PD-1 por 14 dias, começando dez dias antes do início da terapia antirretroviral. Nesta situação, os animais tratados com o anti-PD-1-  apresentaram mais rápida supressão viral (média 42 dias na PD-1 grupo versus 140 dias em controles) e uma quantidade maior de células T antivirais ativas.

Além disso, outros macacos infectados com SIV foram tratados com anticorpo anti-PD-1 (três infusões, com um mês entre cada) após terapia antirretroviral tinha trazido os níveis virais para um patamar muito baixo. Isso resultou em reaparições transitórias do SIV em seu sangue, não observadas em animais usados como controle.

Os pesquisadores concluem: “Estes resultados revelam pela primeira vez o potencial de bloqueio do PD-1 , tanto sobre a restauração de antivirais da função de células T CD8, e possivelmente de desestabilizar o reservatório viral sob TARV. Eles realçam o potencial de bloqueio do PD-1 para trabalhar em sinergia com outros agentes terapêuticos como vacinas e agentes de latência, para efetivamente diminuir os  reservatórios do HIV sob a TARV como um meio de estabelecer uma cura funcional”.

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Sobre Claudio do Soropositivo.Org (502 artigos)
Depois de assar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Sim, aquela que foi embora de casa e abandonou a mim e a meu irmão à nenhum mercê do conjunto truncado de sinapses que poderia muito bem representar meu pai. Assim, abandono os dois nomes na vida pública na rede e passarei a ser conhecido apenas pela minha condição Cláudio Soropositivo. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site Sei que, para muitos, esa é uma decisão assustador. Mas foi muito mais assustador dorir no fundo do poço do elevador de um prostíbulo, enrolado num carpete cheirando a mofo, como única maneira de me abrigar do frio e Deus sabe o porquê de eu não ter sido mordido por um rato... É, sim, eu sou este da foto, que muda de vez em quando, mas sempre parece a cara de um gangster de filmes do Scorsese ou do Tarantino e, francamente, eu acho bom que seja assim. Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Santher, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus...

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