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A Assembleia Mundial da Saúde adota estratégias para enfrentamendo das epidemias de AIDS, Hepatites Virais e DSTs

Representação Gráfica de um figado com câncer em decorrencia de hepatite C

assembleia OMS 06-2016Os 194 Estados-Membros que participaram da sexagésima nona Assembleia Mundial da Saúde, que rege a Organização Mundial da Saúde (OMS), no final de maio/2016 aprovaram, por unanimidade, a adoção do projeto global de estratégias do setor da saúde para gestão do HIV, hepatites virais e Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) (STIs) até o ano 2021.

Concitando as Nações Associadas a Organização Mundial da Saúde a aprovar a primeira estratégia de hepatite viral, a Aliança Mundial da hepatite prevê que mais de 7 milhões de vidas poderão ser salvas se os governos tomarem medidas para eliminar as hepatites virais.

A estratégia inclui metas que visam expandir o tratamento para 80% das pessoas que vivem com o vírus da hepatite B ou C e reduzir o número de mortos em 65% até 2030.  As medidas de prevenção recomendadas incluem a vacinação infantil contra o vírus da hepatite B, testagem das doações de sangue e o uso seguro e limpo de seringas de injeção.

A adoção da Estratégia Contra a Hepatite Viral , que sinaliza o primeiro passo na eliminação desta doença, que afeta 400 milhões de pessoas de todo o mundo”, Raquel Peck, CEO do World Hepatite Alliance (WHA)  (Aliança Mundial da Hepatite em tradução livre), declarou em um press release“.

“Se os governos continuarem empenhados, vamos assistir à eliminação de uma das maiores ameaças globais para a saúde de dentro de nossas vidas”.

“A redução das taxas de mortalidade não só significa uma redução no custo pessoal de hepatite viral, mas significa também a Redução dos custos financeiros com sistemas de saúde, que deixariam de ter de lidar com um número significativo de pessoas que sofrem a partir dos resultados do tratamento de hepatite viral”, acrescentou. (Nota do Editor de Soropositivo.Org: Sempre leio esta afirmação quando aparece uma “nova resolução de combater alguma doença e, sinceramente, eu não sei ao certo, e seria importante que um dia soubéssemos, se o “móvel que carreia estas resoluções” estão mais interessados em salvar Vidas Humanas ou economizar “Algum Dinheiro”… Eu nunca consigo chegar à uma conclusão. E você, que me lê: O que acha?

Mas ainda há muito a ser feito, tendo em vista que apenas 36 países tinham planos nacionais de combate às hepatites virais estabelecidos e outros 33 (a Idade do Cristo) tinham planos de desenvolvimento destas estratégias para começar a partir de fevereiro de 2016, de acordo com WHA.

 Três projetos de estratégias que estão disponíveis on-line:

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Este sou eu, depois de vinte e dois anos vivendo com HIV ou AIDS, eu nem me importomais com a diferença. Mas ela existe

Nota do Tradutor: Textos com mais de vinte páginas no padrão “A4″, o que inviabiliza a tradução e, também, a edição e publicação, pois , das duas, uma: Ou geraríamos uma postagem tão longa que seria insuportável de se ler, ou algo que pudesse ser dividido em “capítulos” e, infelizmente, os mecanismos de busca, tão inteligentes (…) não são capazes de discernir o que são capítulos e exibirem em seus resultados apenas a primeira página da “história” ou todos os resultados no mesmo SERP (Search Engine Results Page) em ordem cronológica e tal deficiência poderia levar a maior desentendimento do que compreensão e, portanto, não serão traduzidos, exceto se alguém deseje fazê-lo “pro-bono”. Neste caso, clique aqui.

“Este é um marco importante pois três estratégias estão totalmente alinhadas no afã de apoiar a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (SDGs), que incluem metas para acabar com a epidemia do HIV como uma ameaça para a saúde pública em 2030 e para a luta contra as hepatites virais e de outras doenças transmissíveis”, de acordo com o  Notícias da Internacional AIDS Society Blog.

Enquanto os Estados membros aprovaram três estratégias distintas, que têm o objetivo de facilitar uma maior integração entre estas áreas da saúde, que partilham das mesmas vias de transmissão,  muitas pessoas estão co-infectadas até mesmo com mais de duas delas.

“As ligações entre HIV e as DSTs têm sido há muito tempo reconhecidas sobre estas articulações, principalmente para homens e rapazes, e fornecem uma plataforma para acionar os homens como destinatários de serviços de saúde sexual”, de acordo com o IAS. “‘centrada nas pessoas em relação a todas as abordagens da área destas três doenças garantirá maior aceitação e acessibilidade, e é imperioso que a abordagem que assegure manutenção permanente e constante para promover e incentivar comportamentos de busca de saúde num âmbito geral e no campo das doenças sexualmente transmissíveis, que geram timidez no que tange à busca por tratamento”.

Como áreas de foco, as estratégias salientam o reforço dos sistemas de saúde locais e os cuidados de saúde das forças de trabalho, integração de serviços de entrega, combater o estigma e a discriminação, controlando os preços de medicações (especialmente para a hepatite C), e um maior envolvimento das populações mais afetadas, incluindo homens que fazem sexo com homens, pessoas que injetam drogas, transexuais, e os profissionais do sexo.

Categoria: HIV Treatment

Publicado na quinta-feira, 09 de Junho de 2016 00:00

Escrito para o HIVandHepatitis.com

Traduzido Por Cláudio Souza do Original em World Health Assembly Adopts Strategies for HIV, Viral Hepatitis, and STIs

Revisado por Mara Macedo

6/9/16

Nota do Editor: Eu converso com pessoas pelo Whats App de todos os Estados e, na Região Sudeste, o Estado do Rio de Janeiro é campeão (uma menção nada honrosa) em reclamações com relação a desumanização do acolhimento de doentes (mesmo em “CTAs”, onde, supõe-se (pelo menos eu suponho) que os trabalhadores destes locais (eu não vou nomina-los profissionais de saúde enquanto eu estiver recebendo reclamações, em especial estas de _acolhimento_ _frio_ e ou _desumano_) deveriam receber tratamento para oferecer acolhimento, pacificação e tranquilização e tenho visto todo tipo de queixa, como médicos (sic) que não sabem o que é PEP (!!!), atendentes indiferentes e sem nenhuma capacidade empática para receber pessoas naturalmente fragilizadas pelo medo, as vezes verdadeiramente aterrorizadas quando estas pessoas (seres humanos que não podem receber, em nenhuma hipotese tratamento cruel, desumano ou degradante), sentem quando percebem que podem (e as vezes nem houve o risco, mas Desgovernos e “Imprensa” nada fazem, com a exceção honrosa da MTV, para esclarecer as pessoas com relação à AIDS, a Infecção por HIV, as Hepatites Virais mas que promovem um “OBA-OBA” -que nada tem a ver com o Sargentelli- onde há verdadeiro estímulo ao sexo precoce (eu não sou moralista, longe disso) sem responsabilidade, cuidados ou precauções. Há muito deixei de “assistir à TV Aberta (SIC) ” porque ela não oferece nada que eduque ou que gere pessoas com noções de cidadania e amor-próprio -talvez, apenas uma ilação, o plano seja exatamente este e eu sugiro, a título de fagulha a principiar incêndio, rever e revisar concessões e, em alguns casos, extingui-las- o que tem levado meninas de 12 anos a se tornarem “mães” etc. O Mesmo vale, de forma deplorável, nas Regiões Norte e Nordeste.

O Editor novamente: Eu soube, há algum tempo, que uma quantidade esmagadora de frequentadores de uma “Casa Noturna” onde eu fui DJ morreu, vítima da AIDS e suas complicações, ou vivem como eu, que basicamente, administro oxigênio num submarino afundado…. 😦  😦  😦

Traduzido Por Cláudio Souza do Original em World Health Assembly Adopts Strategies for HIV, Viral Hepatitis, and STIs

Revisado por Mara Macedo

6/9/16

Fontes

 A Organização Mundial de Saúde. Draft global health sector strategy on HIV, 2016-2021.

 A Organização Mundial de Saúde. Draft global health sector strategy on virais hepatites, 2016-2021.

 A Organização Mundial de Saúde. Draft global health sector strategy on sexually transmitted infections, 2016-2021.

Internacional AIDS Society. Adoção de estratégias destinadas ao sector da saúde global para HIV, hepatite viral e infecções sexualmente transmissíveis. Blog do IAS.  1 de junho de 2016.

  Aliança mundial da hepatite. Os governos na via para eliminar as hepatites virais até 2030. Press release. 28 de Maio de 2016.

  Aliança mundial da hepatite. 7.1 milhões de vidas para ser salvo se os governos acordam eliminar global killer. Press release. 24 de Maio de 2016.

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Sobre Claudio Santos (508 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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