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A procura por “sintomas” é uma maneira pobre para a detecção precoce de infecção por HIV

Representação Gráfica do HIVPorque as pessoas infectadas com o HIV muitas vezes apresentam alguns sintomas e sinais de doença da soroconversão, contando com tais marcadores, muitas vezes inespecíficos, é uma má forma para detecção precoce da infecção pelo HIV em clínicas, relatou, hoje, a MedPage.

Um indivíduo é agudamente infectado com HIV quando ele ou ela respondem “positivo” (reagente) para o RNA do  HIV ou o antígeno p24 (cada um dos quais mostram a presença do HIV no corpo antes de anticorpos para o vírus terem sido gerados), mas com resultados negativos (não reagente) para anticorpos.

Um total de 261 membros da coorte de testes positivos para HIV RNA, e 112 ou 3,4 por cento da coorte, tiveram seus status de HIV confirmado. Desse grupo, 50 pessoas deu duas ou mais amostras de sangue que testaram positivo para o RNA do HIV antes de apresentarem resultados reagentes para anticorpos também. A análise do estudo incidiu sobre este grupo.

A média do pico de carga viral entre os grupos foi de 5 milhões, ocorrendo 13 dias após o primeiro teste positivo de RNA do HIV. Após o primeiro resultado Reagente para o RNA, uma média de 14 dias se passaram antes dos indivíduos apresentarem resultados reagentes para anticorpos específicos contra o HIV. Após ter atingido um pico de carga viral desceu a um ponto baixo de 20.000, que é um resultado de contagem viral “básico” de 25.000.

Mais comumente, sintomas físicos da fase aguda do HIV, também conhecida como doença de soroconversão, teve lugar em torno do tempo do pico de carga viral. Os sintomas mais freqüentemente relatados foram febres, cefaleia e mal-estar. Os sinais mais frequentes que os médicos observaram foram a frequência cardíaca alta e linfadenopatia. Os participantes relataram uma media de um sintoma de infecção aguda em uma média de duas visitas durante o estudo. Os médicos observaram um sinal de infecção aguda em uma média de três visitas.

Os pesquisadores concluíram: “sintomas inespecíficos e sinais [ infecção aguda por HIV] foram mais comuns, manifestações graves não foram observadas, voluntários relataram sintomas em apenas 29 por cento das visitas e em qualquer dia de visita a probabilidade de observar um sintoma ou sinal foi de apenas 50 %.”

Traduzido por Cláudio Souza do original em Acute HIV ‘Difficult’ to Detect in Clinic.

Revisado por Mara Macedo

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Sobre Claudio Santos (515 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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