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CRIPTOSPORIDIOSE E MICROSPORIDIOSE

 

O que é criptosporidiose?

Criptosporidiose

 

É uma doença causada no intestino por um parasita, chamado cryptosporidium. Muitas pessoas estão expostas a este agente, mas as que possuem o sistema imunológico saudável normalmente livram-se do parasita sem que apresentem qualquer sintoma ou fiquem doentes. Seu médico pode solicitar um exame de fezes para descobrir se você tem essa doença. Existe uma outra doença chamada meningite criptocócica, completamente diferente da criptosporidiose.

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Quais são os sinais de criptosporidiose?

Portadores de criptosporidiose normalmente têm diarreia aquosa por mais de 4 vezes por dia. Perda de peso, náusea, vômito, cólica, dor de estômago e febre também são sintomas comuns, que podem se desenvolver lentamente. Se você estiver com diarreia por muito tempo, é bem provável que esteja perdendo importantes líquidos, vitaminas e sais minerais necessários à vida. Se estiver com diarreia crônica ou qualquer um dos outros sintomas, você deve procurar seu médico imediatamente.

Criptosporidiose pode ser evitada?

A criptosporidiose é muito contagiosa, sendo difícil evitar o contato com o germe. A melhor forma de evitar essa doença é estar sempre limpo, lavar as mãos com frequência (principalmente após a relação sexual e após ir ao banheiro) e evitar a presença de fezes nas mãos e na boca.
Pode-se contrair a criptosporidiose da água que se bebe, por isso é aconselhável tomar água filtrada ou fervê-la antes de beber.

Há como se tratar de criptosporidiose?

Não existe um medicamento que mate o germe completamente, mas há alguns que que ajudam a controlar a diarreia. O medicamento mais comumente usado nos casos de criptosporidiose é a espiramicina e a paramomicina. A azitromicina também pode ser útil. Um medicamento experimental testado atualmente contra a criptosporidiose é o letrazuril. Às vezes, os sintomas da criptosporidiose podem diminuir sem qualquer medicação. Não se sabe exatamente por que isso acontece; pode estar relacionado a melhorias no sistema imunológico, decorrente de drogas antirretrovirais, como o AZT, ou de outras causas desconhecidas. (Nota do Editor: Tristes eram aqueles tempos na década de 90…)
Algumas pessoas têm demonstrado serem capazes de controlar a diarreia por meio de alterações na alimentação. Indivíduos com criptosporidiose muitas vezes evitam laticínios (leite, queijo, sorvete), comidas e bebidas que contenham cafeína (café, chocolate, chá, refrigerantes) e alimentos gordurosos.
Na maioria das vezes, medicamentos à venda nas farmácias contra a diarreia não são capazes de controlar esse tipo de diarreia, podendo até piorá-la. Medicamentos contra diarreia acessíveis mediante prescrição médica são cloridrato de difenoxilato mais atropina e o cloridrato de loperamide.

O que é microsporidiose?

Microsporidiose

Também é uma doença causada por um parasita em pessoas com HIV. É difícil para o seu médico descobrir se você tem essa doença ou não. Normalmente isso exige que ele faça um exame chamado biópsia, em que uma pequena amostra da parede do intestino é removida e examinada.

Quais são os sinais de microsporidiose?

Pessoas com microsporidiose podem ter diarreias graves, como acontece no caso da criptosporidiose. Se os seus olhos estiverem coçando o tempo todo ou sensíveis à luz, pode ser um sinal de microsporidiose nos olhos. A microsporidiose também pode infectar o fígado, os rins, os músculos e o cérebro.

Microsporidiose pode ser evitada?

Não se sabe ao certo como as pessoas contraem a microsporidiose. Por isso, é importante tomar precauções como lavar e cozinhar bem os alimentos, beber água limpa e usar camisinha na relação sexual.

Há como se tratar de microsporidiose?

Como para a criptosporidiose, não há um tratamento comprovado para a microsporidiose, a não ser os medicamentos para reduzir a diarreia. O albendazol é um medicamento experimental disponível para uso em pesquisas clínicas na Universidade de Nova York e está disponível no Brasil. O albendazol demonstra eficiência em pelo menos metade dos pacientes. Outros medicamentos em uso contra a microsporidiose são a paramomicina, metronidazol e itraconazol (contra a microsporidiose nos olhos).

Quais são os efeitos colaterais dos tratamentos contra criptosporidiose e microsporidiose?

  • Paramomicina: náusea, danos reversíveis aos rins, possível perda da audição.
  • Azitromicina:náusea, possível perda da audição (muito raro).
  • Itraconazol:náusea, dor de cabeça, dor de estômago. Fornecido gratuitamente no Brasil.
  • Metronidazol: dor de estômago, febre, náusea. Fornecido gratuitamente no Brasil.
  • Albendazol:toxicidade hepática, neutropenia. Fornecido gratuitamente no Brasil.

Mais Informações: “Guia de Condutas Clínicas em DST/AIDS”, do Programa Nacional de DST/AIDS do Ministério da Saúde.

Este material foi editado no Brasil pela Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA) a partir da série “TREATMENT ISSUES, FACT SHEET – GMHC”.

Revisão Médica: Dra. Rosana del Bianco, infectologista do I.I. Emílio Ribas de São Paulo e Dr. Dráusio Varella.

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Sobre Claudio Santos (515 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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