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Linfogranuloma venéreo – Chlamydia

Segurança e confiança Não é tão simples assim. Não é uma questão de confiança. Quando você se relaciona com um/uma parceiro(a) sexual, você passa a fazer parte de todo um histórico de relações que você nem imagina como foi e, desta forma, você pode estar contraindo ou transmitindo uma doença sexualmente transmissível e isso não é uma bobagem! DST podem ser muito complicadas para se tratar e já há casos de pessoas que contraíram gonorreia hiper resistente à maioria dos antibióticos (...). E, de repente, você pode contrair HIV e, neste caso, querido(a) leitor(a), a coisa se complica mesmo. Eu vivo com HIV há quase vinte anos e digo que não se pode comprar a vida com HIV com um passeio à praça. Depois de tanto tempo convivendo com o HIV ele, apesar de não ter evoluído para a AIDS, já trouxe complicações para meu sistema nervoso e, neste momento, enquanto digito estas palavras, não sinto três dedos de minha mão esquerda. Hoje foi dia de consulta médica e eu tive um encontro pouco agradável com Maria Aparecida, minha ciosa e respeitável neurologista. Sabe o que ela pediu? Uma ressonância magnética de meu crânio e coluna cervical... Para ser bem honesto com vocês que me leem, estou não apenas preocupado e, sim, com medo...

O que é o linfogranuloma venéreo?

É uma doença infecciosa conhecida, popularmente, como mula. Caracterizada por uma lesão (ferida ou elevação da pele) que dura de 3 a 5 dias. Após curar essa lesão, que dificilmente é identificada, principalmente nas mulheres, surge o bubão inguinal que é uma inchação dolorosa dos gânglios de uma das virilhas. Na maioria das vezes, o inchaço ocorre só de um lado.

O agente causador é Chlamydia trachomatis – sorotipos L1, L2 e L3. O período de incubação pode ser de 7 a 30 dias.

Transmissão

A via mais comum de transmissão é a forma sexual. O reto é o reservatório da infecção.

Sintomas

A doença ocorre em 3 fases: lesão de inoculação, disseminação linfática regional e seqüelas.

Na primeira fase, a doença raramente é notada pelo portador. São lesões que aparecem e somem sem deixar seqüelas. Quando ocorre o inchaço na virilha, o portador passa a perceber a doença.

Os sintomas gerais são: febre, mal-estar, anorexia, emagrecimento, artralgia, suores noturno e meningismo.

Complicações

Elefantíase do pênis, escroto, vulva. Inflamação crônica e estreitamento do reto.

Exame

O diagnóstico laboratorial não é rotina, geralmente é feito em bases clínicas. Mas existem quatro tipos de exames: o de fixação de complemento, que identifica anticorpos contra todas as infecções por clamídia, o de microimunofluorescência, por cultura e o exame histopatológico.

Tratamento

A medicação é a base de antibióticos, que não revertem as seqüelas, como estreitamento retal ou elefantíase genital. A aspiração do bubão inguinal é feita quando necessária. As fístulas também devem ser tratadas e parceiro também, para não haver reinfecção.

Trecho extraído de Linfogranuloma Venéreo

Sinais e sintomas

  • Feridas nós órgãos genitais (pênis, vagina, boca, ânus e colo do útero) que, muitas vezes, não são percebidas e desaparecem sem tratamento.
  • Entre uma a seis semanas após a ferida inicial, surge um inchaço doloroso (caroço ou íngua) na virilha, que, se não for tratado, rompe-se, com a saída de pus.
  • Pode haver sintomas por todo o corpo, como dores nas articulações, febre e mal-estar.
  • Quando não tratada adequadamente, a infecção pode agravar-se, causando elefantíase (acúmulo de linfa no pênis, escroto e vulva).

Um nota do editor: Digamos que eu “goste de mostrar imagens reais” sobre determinadas condições. É que uma imagem fala mais que mil palavras e tem o “poder” de serem muito mais loquazes do que todo um texto que, por melhor que tenha sido redigido (e este não é o caso deste texto) não causam o impacto que a visão, associada à inteligência faça a seguinte ilação: O/A meu/minha Pênis/Vagina Assim?!!!!!!

Pois é… Eu procurei por imagens no google com a keyword “linfogranuloma venéreo” O link abre em outra janela. Eu já fui voluntário em hospital e, asseguro-lhes: EU VI COISAS!!! E não tive coragem de escolher, eu mal pude olhar… Se você é curios@ e acha que tem “estomago forte” Allons!

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Sobre Claudio Santos (508 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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