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Deu Reagente!!! E agora? Calma… Há muito a ser feito e você não recebeu uma sentença de Morte

Para que você e seu médic@ saberem como combater a infecção por HIV da melhor maneira, você precisará fazer exames de sangue periodicamente. Isso ajudará você a monitorar de perto sua saúde e qualquer dano possível que o HIV ou os medicamentos que você esteja tomando possam causar. Além dos exames de sangue comuns como o hemograma completo e um painel metabólico básico (Chem-screen ou CS, em inglês) você precisará fazer mais dois testes que ajudem a medir a progressão da doença pelo HIV (uma observação: Diz-se, por aí, que não morremos mais de AIDS e que certamente “seremos a geração que verá a cura da AIDS” – Oxalá Deus que isso se realize, mas entre janeiro de 2000 e dezembro de 2010 onze mil jovens (apenas jovens) morreram em decorrência de complicações geradas pela AIDS )

 

Blood Injection

 

Contagem de células CD4: conforme a doença por HIV progride, a contagem de células CD4 diminui de uma contagem normal de 500-1500 células em um milímetro cúbico de sangue (uma gota, mais ou menos) para próximo de zero. Quando a contagem de células cai para menos de 200, há um risco maior de infecções oportunistas e quando a contagem cai para menos de 50, os riscos aumentam dramaticamente. Lembre-se: uma contagem alta de células CD4 é boa, e uma contagem baixa é ruim. A contagem CD4 também é um dos testes mais importantes para descobrir quando começar o tratamento para o HIV.

Eu cheguei a ler, num destes “jornais” que quando a contagem chegava aos 500, era o “começo do fim”. Uma mídia que não se informa e não estuda com profundidade esta condição, não pode ficar falando M3r%4 a torto e a direito, sobre algo que não conhece, esta, me parece, uma idéia razoável. às minhas amigas e amigos jornalistas, meu sincero pedido de perdão, mas esta não é uma questão de “orgulho profissional”, como tantos tentarão dizer mas, felizmente, não é necessário ter um diploma de jornalismo para poder escrever e se usar aquilo que é o mais prezado direito dentro de uma democracia (só para saber… Ainda estamos vivendo numa democracia?).

O fato de você se ter descoberto reagente para  HIV não é o fim do mundo; mas você precisa ter em mente que sua vida mudou. O consumo de álcool, embora alguns, médicos digam que “não tem problema”, minha médica diz: Tem sim! E ela me explicou os porquês:

O fígado é um importante órgão de nossos corpos e ele executa nada menos que oito funções diferentes e, diferentemente dos rins, para ele não há “diasile”. Uma vez que o fígado se compromete até um determinado nível, ele inda é capaz de recuperar-se; e, entretanto, há, também, aquilo que as pessoas que fazem uso do Inglês para se comunicar o “point of no return” que é, em tradução livre, o ponto de onde não se retorna. E eu, como ser humano, que amo viver, não gosto da ideia de complicar o funcionamento de um órgão tão importante. Esta semana mesmo, onde se comemorou que teremos, para o início de 2017 a integração do medicamento dolutegravir no nosso “arsenal” de drogas, com um desconto de 75%, eu já estou com uma notícia frustrante que trata de ter sido percebida uma taxa incomum de abandono de tratamento com Dolutegravir por conta de efeitos adversos. Talvez você se pergunte: “E daí”?

E daí, é que o problema todo parece, ainda esté em estudo, que o dolutegravir, combinado com o Abacavir têm uma complicação por conta de ambos serem processados e decompostos no fígado, e mais detalhadamente, através da mesma via hepática. É preciso que eu diga algo mais sobre Terapia Antirretroviral, Bebida alcoólica e figado?

Eu acho que não. Este tipo de interação medicamentosa vs fígado acontece de “N”maneiras diferentes e é bom você começar a se informar sobre resistência cruzada bem aqui, porque você tem de saber, e não deve ignorar ou mesmo esquecer que temos muitos medicamentos, talvez uns vinte, mas quando você tem de abandonar um, por conta de efeitos colaterais “insuportáveis” (insuportável é a situação mostrada na imagem abaixo) você não queima um só “cartuxo”.

Assim o foi na década de 80 do século passado e em pouco mais da primeira metade da década de 90. E, da mesma forma que há bacilos causadores da tuberculose, que simplesmente são resistentes a todos os medicamentos e há uma gonorreia resistente à esmagadora maioria dos antibióticos, não é de todo impossível que o HIV também "evolua" para um status semelhante. É preciso que cada pessoa ponha os olhos sobre está imagem e pense nela como uma "coisa do passado que nós devemos, pelo próprio bem estar e pelo bem da espécie humana como um todo, cuidarmos de nós mesmos. Eu estou em TARV ha algo em torno de dez, doze anos e ha mais ou menos 18 meses houve o incremento de um novo componente no esquema terapêutico e eu passei a viver cada dia com uma só tomada de medicamentos antirretrovirais por dia. Tenha esta imagem em sua cabeça quando tomar cada medicamento desagradável ou inconveniente, num dado momento. lembrando-se que é para evitar tornar-se em uma réplica viva desta foto e lembrar-se que foi você, assim como eu, quem decidiu e aceitou correr todos os riscos (há, evidentemente exceções a esta regra, com as pessoas vítimas de estupro, por exemplo, ou aquelas que já ja nasceram soropositivas, e que tem de arcar com as consequências de suas ações...

Assim o foi na década de 80 do século passado e em pouco mais da primeira metade da década de 90. E, da mesma forma que há bacilos causadores da tuberculose, que simplesmente são resistentes a todos os medicamentos e há uma gonorreia resistente à esmagadora maioria dos antibióticos, não é de todo impossível que o HIV também “evolua” para um status semelhante. É preciso que cada pessoa ponha os olhos sobre está imagem e pense nela como uma “coisa do passado que nós devemos, pelo próprio bem estar e pelo bem da espécie humana como um todo, cuidarmos de nós mesmos. Eu estou em TARV ha algo em torno de dez, doze anos e ha mais ou menos 18 meses houve o incremento de um novo componente no esquema terapêutico e eu passei a viver cada dia com uma só tomada de medicamentos antirretrovirais por dia. Tenha esta imagem em sua cabeça quando tomar cada medicamento desagradável ou inconveniente, num dado momento. lembrando-se que é para evitar tornar-se em uma réplica viva desta foto e lembrar-se que foi você, assim como eu, quem decidiu e aceitou correr todos os riscos (há, evidentemente exceções a esta regra, com as pessoas vítimas de estupro, por exemplo, ou aquelas que já ja nasceram soropositivas, e que tem de arcar com as consequências de suas ações…

Em determinados esquemas terapêuticos você acaba desenvolvendo resistência a mais de dois ou três medicamentos e, se queremos viver muito e chegar até os setenta anos, precisamos cuidar de nós mesmos muito bem!

Contagem da Carga Viral: Um teste conhecido como contagem da carga viral, ou uma contagem HIV RNA, mede a quantidade de HIV em uma gota de sangue. Se apenas uma pequena quantidade do vírus está presente (digamos, menos do que 50-200 cópias dependendo do teste), então o teste não pode detectar o vírus. Isto é o que significa quando o resultado de um contagem de carga viral volta como “indetectável”. Não significa que não há vírus presente, mas que a quantidade é tão pequena que os exames não conseguem medi-la.

[Nota do Editor: Muitos pastores (na verdade canalhas) que usam o resultado de um exame de carga viral, mostrando Indetectável como “prova de cura”, porque Maior que o diabo é o Senhor” e, quando a pessoa da por sí, já teve sua saúde complicada de tal forma que acaba por morrer… Aí o fiel interpela o pastor sobre a morte de um curado e o pulha retruca, de sem pulo:

“ELE ERA UM HOMÍ DE POUCA FÉ”

Sim, senhor pastor (pulha) ele teve pouca fé, mas passou a escritura do imóvel para sua igreja, se a mulher tinha jóias, doou todas para a sua igreja e tudo o que você pôde acharcar, porque é isso o que você é, um acharcador, por os olhos, também desejou e acabou botando as mãos também e, como santo de casa não faz milagres, o seu joelho, sua excelência tratou no Sírio-Libanês! 🙂   🙂   🙂

Conforme a doença por HIV progride, a contagem da carga viral tende a aumentar, de maneira que alguém que começa com uma contagem de carga viral baixa (digamos 5, 000 cópias do vírus por mililitro, o que pode vir a ser um mero blip viral) pode subir para uma contagem de carga viral muito alta (digamos muitas centenas de milhares ou até mais que um milhão de cópias do vírus por mililitro de sangue). Embora a carga viral não seja usada freqüentemente para descobrir quando é a hora de começar a terapia antirretroviral, este é um teste muito importante para aqueles em tratamento. Quando se usa as medicações para o HIV, o objetivo principal é tornar a carga viral indetectável. Se o tratamento não é capaz de fazer isso, ou se a carga viral se tornar detectável novamente quando usar as terapias pode ser necessário mudar seu tratamento.

Exames de rotina

Geralmente seu médico irá pedir uma serie de exames de sangue de rotina a cada três ou quatro meses (embora eles possam ser mais ou menos freqüentes dependendo do grau de avanço de sua doença pelo HIV e os remédios que você está tomando). Geralmente os resultados destes exames voltam em formas complicadas que listam os resultados de muitos exames juntos.

Enquanto Isso não acontece, leia, aqui, o texto Compreendendo Melhor a Doença. (Este link abre em outra aba de seu navegador)

Uma amiga, combatente de longa data, me disse isso, há alguns meses atras. Eu chorei:

Qualquer coisa, me procure no ZAP +55 11 997 080 203

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Sobre Claudio do Soropositivo.Org (502 artigos)
Depois de assar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Sim, aquela que foi embora de casa e abandonou a mim e a meu irmão à nenhum mercê do conjunto truncado de sinapses que poderia muito bem representar meu pai. Assim, abandono os dois nomes na vida pública na rede e passarei a ser conhecido apenas pela minha condição Cláudio Soropositivo. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site Sei que, para muitos, esa é uma decisão assustador. Mas foi muito mais assustador dorir no fundo do poço do elevador de um prostíbulo, enrolado num carpete cheirando a mofo, como única maneira de me abrigar do frio e Deus sabe o porquê de eu não ter sido mordido por um rato... É, sim, eu sou este da foto, que muda de vez em quando, mas sempre parece a cara de um gangster de filmes do Scorsese ou do Tarantino e, francamente, eu acho bom que seja assim. Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Santher, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus...

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