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Cientistas NIH identificaram anticorpos potentes que neutralizam quase todas as cepas do HIV – Talvez mais próximos de uma vacina

A esperança é assim... Um pequeno broto verde, buscando a luz, no mais inóspito e improvável lugar! E quando chega... É derepente
A descoberta e caracterização deste anticorpo

A descoberta e caracterização deste anticorpo com tamanha força e tal amplitude espectral contra o HIV pode levar a estratégias de prevenção e tratamentos mais eficientes contra o HIV
NIAID Director Anthony S. Faucy, MD

Os cientistas dos institutos nacionais de saúde identificaram um anticorpo a partir de uma pessoa infectada pelo HIV que potentemente neutralizada 98 por cento das cepas isoladas do HIV já testadas, incluindo 16 de 20 cepas resistentes a outros anticorpos da mesma classe. A notável amplitude e potência de este anticorpo, denominada N6, o torna um atraente candidato para desenvolvimento de um medicamento/vacina potencialmente capaz de tratar ou evitar a infecção pelo HIV, dizem os pesquisadores.

Os cientistas, liderados por Mark Connors, M.D., do NIH do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID), também acompanharam a evolução do N6 ao longo do tempo para compreender como se desenvolveu a capacidade de neutralizar quase todas as cepas do HIV. Esta informação ajudará a idealizar a concepção de vacinas para provocar o aparecimento detais anticorpos amplamente neutralizantes.

Identificação de anticorpos neutralizantes contra o HIV em geral tem sido difícil porque o vírus muda rapidamente suas proteínas de superfície como forma de evasão numa já descrita aqui “corrida armamentista do reconhecimento pelo  sistema imune”.

“Nota do tradutor: envelope viral é o envelope ou cápsula externa ao capsídeo, presente nos vírus. Sua composição baseia-se, principalmente, de glicoproteínas e fosfolípidos, sendo estes derivados de estruturas da célula hospedeira, como membrana plasmática e organelas. Recortei está definição de um esboço sobre o referido envelope viral. Clique na imagem para saber mais

“Nota do tradutor: envelope viral é o envelope ou cápsula externa ao capsídeo, presente nos vírus. Sua composição baseia-se, principalmente, de glicoproteínas e fosfolípidos, sendo estes derivados de estruturas da célula hospedeira, como membrana plasmática e organelas. Recortei está definição de um esboço sobre o referido envelope viral. Clique na imagem para saber mais

Em 2010, cientistas no  Centro de Pesquisa da vacina (NIAID VRC) descobriu um anticorpo chamado VRC01 capaz de impedir que até noventa por cento das cepas virais do Vírus da Imunodeficiência Humana de infectar as células humanas. Como VRC01, N6 bloqueia a infecção pela ligação a uma parte do envelope HIV chamado local de ligação CD4, impedindo o vírus de se fixar para células imunes.

Os achados do presente estudo mostraram que N6 evoluiu de um modo único de encadernação que depende menos de uma variável de área do envelope viral do HIV, conhecido como região V5 e se concentra mais em regiões que se alteraram relativamente pouco entre as cepas do HIV. Isso permite que o N6 possa tolerar mudanças no envelope de HIV, incluindo no anexo de glicose nas regiões V5, um importante mecanismo pelo qual se desenvolve a resistência do HIV a outros anticorpos da classe VRC01.

Os novos achados sugerem que o N6 possa representar vantagens sobre VRC01, que atualmente está sendo avaliado através de infusões venosas em ensaios clínicos para ver se ela pode seguramente impedir a infecção por HIV em seres humanos. Devido a sua potência, o anticorpo N6 pode oferecer uma reação mais forte e mais durável na prevenção e no tratamento e outro dos benefícios é que os pesquisadores poderão ser capazes de administrar por via subcutânea (na gordura sob a pele) em vez de por via venosa (seria mais ou menos como eu faço, aplicando quatro injeções de Clexane©®. Além disso, a sua capacidade para neutralizar a quase todas as cepas do HIV seria vantajosa para ambas as estratégias de prevenção e tratamento.

Traduzido por Claudio Souza do original em NIH Scientists Identify Potent Antibody that Neutralizes Nearly All HIV Strains

Revisado por Beto Volpe – Tantum Nominum Nulum par Elogium

 

ARTICLE:
J Huang, BH Kang, E Ishida, T Zhou et al. Identification of a CD4-binding site antibody to HIV that evolvednear-pan neutralizationbreadth. Immunity DOI: 10.1016/j.immuni.2016.10.027 (2016).

WHO:
NIAID Director Anthony S. Fauci, M.D., isavailable to comment on the research. Mark Connors, M.D., chief of the HIV-SpecificImmunitySection in NIAID’sLaboratory of Immunoregulation and the seniorauthor of the paper, alsoisavailable.

The researchteamincludedscientists from NIAID’sLaboratory of Immunoregulation and Vaccine Research Center.

Content last reviewed on November 15, 2016

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Sobre Claudio Santos (515 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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