Como é a infecção por HIV? Como ela nos conduz à enfermidade?…

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Carga Viral! Algo a se entender!

A ideia de que a inflamação desempenha um papel importante na doença por HIV foi proposta pela primeira vez no final da década de 806, mas se tornou o centro das atenções apenas recentemente. Uma das primeiras grandes pistas veio a partir do estudo SMART. Neste estudo de grande escala investigou-se se as pessoas que permaneceram na terapia antirretroviral contínua obtiveram resultados melhores ou piores do que aqueles que tomaram seu as interrupções de tratamento estruturado – parando o tratamento quando a sua contagem de CD4 subiu acima de 350 células/mm3 e retomar quando a contagem caiu abaixo de 250 células/mm3. Nota do Editor: Eu custo a crer que alguém possa propor isso a seres humanos. Se já não me bastasse o que se faz com seres “Inumanos”, eis que eu vejo discípulos de Frankenstein no campo da pesquisa… Bem, eu tenho de ir com isso até o fim…

O estudo SMART foi interrompido precocemente após os resultados intercalares mostraram claramente que as pessoas que interrompem seu tratamento foram mais do que o dobro de probabilidade de se tornarem gravemente doente ou morrer (O Editor: Olhar para trás, e ver a história e seu curso, já seria o bastante topa-se tudo por $$$).

É revelador que os fatos de interruptores de tratamento não apresentaram riscos “apenas” para infecções oportunistas “tradicionais”. Eles também apresentaram maiores taxas complicações cardiológicas, hepáticas e doenças renais, bem como problemas metabólicos que são frequentemente associadas com inflamação. Se o HIV foi o fio condutor que chegou aos níveis de ativação imune, que esperaria-se mais inflamação de doenças relacionadas com a replicação do HIV crescendo livremente, sendo-lhe permitido replicar-se descontroladamente – assim como foi visto no SMART.

(Assim como eu vi em dezenas, talvez centenas de pessoas que definhavam inexoravelmente em direção à morte – “Consentimento esclarecido” não me parece a fórmula de uma equação justa, diante daqueles que pouco ou nada tem e se lhes oferecem uma possibilidade de morrer…)

Outros estudos têm confirmado que a ativação imune é realmente uma maneira muito boa para prever o quão rápido a doença HIV está progredindo. As pessoas com níveis mais elevados de pressão arterial de uma substância chamada proteína C reativa (PCR) – conhecido por ser um sinal de ativação imune – indicava progressos rumo à pior fase da AIDS mais rapidamente do que aqueles com níveis baixos. (PCR é de fato um muito melhor preditor de progressão de carga viral do HIV.)7

Então, por que a ativação imune persiste após tratamento, em vez de cair para níveis quase normais quando a replicação de HIV foi controlada pelo tratamento antirretroviral? Até agora, esta é uma das áreas mais especulativa de hipótese e mais hipóteses. Mas muitos pesquisadores estão convencidos de que a resposta está de volta onde começamos – em tecidos infectados do trato digestivo.

De volta para o intestinos

O tecido linfoide nos intestinos faz o papel vigia contra os micróbios no trato digestivo – quer se trate de organismos causadores de doenças a partir de alimentos contaminados ou água ou bactérias ” amigas”  que colonizam o intestino e ajudam na digestão, gerando respostas de fixação que mantêm os micróbios fora da corrente sanguínea. Conforme discutido anteriormente, o forro dos intestinos pode sustentar danos duradouros precocemente durante a infecção pelo HIV, tornando permeáveis ou “gotejantes”.8

Danny Douek explica: “a parede externa da maioria das bactérias no intestino contém o que é conhecido como endotoxinas ou lipopolissacarídeos (LPS). O LPS é um potente estimulador imunológico. Em pessoas com sepse ou choque tóxico, você verá uma esmagadora ativação imune devido a enormes quantidades de LPS em seus sistemas. Em pessoas com infecção pelo HIV, temos encontrado LPS na corrente sanguínea – não nos mesmos montantes como na sepse, mas suficiente para ativar células imunes. Temos também medido níveis elevados de outros produtos bacterianos, todos os quais são ativadores imunológicos na corrente sanguínea das pessoas com infecção por HIV”.

Esta hipótese, conhecida como translocação microbiana  (Nota do tradutor: fui atrás de algo não acadêmico que tratasse disso – não adianta colocar aqui o academez – e não encontrei nada, mas entendi que pode ser um “movimento migratório”, encontrei translocação de aves […] e um artigo em PDF que está aqui e que me parece, em inglês, que é possível traduzi-lo e limar o academez. Assim que possível, três ou quatro dias, eu devo estar a tentar colocá-lo traduzido aqui no site meu amigo gajo), é atualmente uma das principais explicações para a persistente ativação imune vista na infecção pelo HIV.9, no entanto, muitos pesquisadores suspeitam que a ativação imune tem muitas causas.

“Eu não estou convencido de que a translocação microbiana do intestinos é a única resposta a inflamação relacionada ao HIV”, diz Robin Weiss, professor de oncologia viral no University College de Londres. “Vemos também sustentada ativação imune à malária, e ninguém está propondo que micróbios intestinais são a fonte do mesmo fenômeno.”

Outros candidatos para indutores de progressão da infecção por HIV podem incluir a estimulação imunológica causada por outras infecções, e a depleção ou desativação de células T reguladoras, que desempenham um papel chave no resfriamento da ativação imune. Células imunes também produzem uma variedade de produtos químicos ‘mensageiros’ conhecidos como citocinas, que alertam outras células para se ajustarem na resposta imunológica contra o determinado agente etiológico.[Nota: Um vírus ou uma bactéria podem ser agentes etiológicos, desde que tenham a capacidade de levar à criação ou estabelecimento de uma doença como gripe ou disenteria amebiana].

 O HIV pode confundir esta rede de comunicação imune interrompendo a produção de citocinas.10

Bem como desenredar estes processos complexos, os pesquisadores devem investigar também uma das maiores questões remanescentes: por que pacientes HIV positivos humanos não são capazes de corrigir o excesso de ativação imune, como fazem com outras doenças crônicas infecções virais como, por exemplo, a hepatite C, ou como símios (macacos) são capazes de fazer com o vírus da Imunodeficiência Símia (SIV).

Macacos Rhesus. Esta  imagem a visão muito loquaz que mostra mãe e filho Eu considero um absurdo desumano tratar estas criaturas desta forma. Eles inserem, por exemplo, o vírus da AIDS Símia o SIV nestes macacos, às vezes pela via retal... Eu sei que pesquisas tem de ser feitas, mas deve haver outros modos. Já vi coelhos sendo usados para testes de cosméticos femininos e masculinos em condições completamente absurdas e, gostem ou não, eu me coloco visceralmente contra estudos em animais. Encontrem outra maneira. Get the hell if were neededMacacos Rhesus. Todas estas imagens demonstram claramente que eles têm "noção" do que é família. Eu considero um absurdo desumano tratar estas criaturas desta forma. Eles inserem, por exemplo, o vírus da AIDS Símia o SIV nestes macacos. Eu sei que pesquisas tem de ser feitas, mas deve haver outros modos. Já vi coelhos sendo usados para testes de cosméticos femininos e masculinos em condições completamente absurdas e, gostem ou não, eu me coloco visceralmente contra estudos em animais. Encontrem outra maneira. Get the hell and fuck offMacacos Rhesus. Todas estas imagens demonstram claramente que eles têm "noção" do que é família. Eu considero um absurdo desumano tratar estas criaturas desta forma. Eles inserem, por exemplo, o vírus da AIDS Símia o SIV nestes macacos. Eu sei que pesquisas tem de ser feitas, mas deve haver outros modos. Já vi coelhos sendo usados para testes de cosméticos femininos e masculinos em condições completamente absurdas e, gostem ou não, eu me coloco visceralmente contra estudos em animais. Encontrem outra maneira. Get the hell and fuck offMacacos Rhesus. Todas estas imagens demonstram claramente que eles têm "noção" do que é família. Eu considero um absurdo desumano tratar estas criaturas desta forma. Eles inserem, por exemplo, o vírus da AIDS Símia o SIV nestes macacos. Eu sei que pesquisas tem de ser feitas, mas deve haver outros modos. Já vi coelhos sendo usados para testes de cosméticos femininos e masculinos em condições completamente absurdas e, gostem ou não, eu me coloco visceralmente contra estudos em animais. Encontrem outra maneira. Get the hell and fuck offMacacos Rhesus. Todas estas imagens demonstram claramente que eles têm "noção" do que é família. Eu considero um absurdo desumano tratar estas criaturas desta forma. Eles inserem, por exemplo, o vírus da AIDS Símia o SIV nestes macacos. Eu sei que pesquisas tem de ser feitas, mas deve haver outros modos. Já vi coelhos sendo usados para testes de cosméticos femininos e masculinos em condições completamente absurdas e, gostem ou não, eu me coloco visceralmente contra estudos em animais. Encontrem outra maneira. Get the hell and fuck offMacacos Rhesus. Todas estas imagens demonstram claramente que eles têm "noção" do que é família. Eu considero um absurdo desumano tratar estas criaturas desta forma. Eles inserem, por exemplo, o vírus da AIDS Símia o SIV nestes macacos. Eu sei que pesquisas tem de ser feitas, mas deve haver outros modos. Já vi coelhos sendo usados para testes de cosméticos femininos e masculinos em condições completamente absurdas e, gostem ou não, eu me coloco visceralmente contra estudos em animais. Encontrem outra maneira. Get the hell and fuck off

LTNP e controladores de elite: por que razão o HIV não faz progressos em algumas pessoas?

Segue na próxima página














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1 comentário

Cláudio Souza do Soropositivo.Org 26 26America/Sao_Paulo janeiro 26America/Sao_Paulo 2018 at 23:52

Bem, eu ligo com dezenas, talvez centenas de pessoas e não é incomum que, vez por outra, apareça uma pessoa que é tola, que tem medo da verdade ou que, talvez, tenha algum medo da vida e suas verdades, pois se você que me lê der uma uma pausa na leitura você verá, e terá de admitir para si, aquilo que meu pai disse uma só vez para mim, quando eu perdi minha avó:

-“Para morrer, basta estar vivo”!

É uma grandiosa verdade e que, sim, mesmo um homem rude, e por vezes cruel, pode nos ensinar algo de bom!

E, embora isso pareça chocante e até mesmo fatalista, esta é, sem dúvidas, a única coisa que temos como certa em nossas vidas, o fim delas, de nossas vidas.

Assim eu tive de responder a um comentário menor, um pensamento de um espírito frágil. E eu decidi compartilhas esta resposta mais amplamente,. a todos os ue puderem alcançar está página e se decidirem a lê-la a partir deste ponto:

Olá! Você começa escrevendo uma tolice:

Olá eu li uns dois artigos seu. Bom eu não consegui ler resto, pois a forma que você falou dá um veredito de que a morte é certa, e que vai vim da pior forma.

Todas as mortes são certas. Esta é a única certeza imutável que temos na vida.

Você também fala de uma morte que sempre será da pior forma.

Bem, eu me lembro de que quando eu tinha mais ou menos uns nove anos que eu estava voltando da escola e que ouvi, sem dar muita importância a isso, diversos carros do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e ambulâncias passavam com a sirene ligada, mas eu não dei atenção a estas coisas. Eu era um menino de pouco mais de nove anos e nada sabia da vida… Ou da morte.

Foi aí que eu me dei conta, já perto de casa, que houvera um acidente, na verdade um incidente. O motorista de um ônibus tentou cruzar a linha férrea, a despeito do sinaleiro estar avisando que viria um trem e, desgraçadamente o ônibus foi “colhido” pelo trem e jogado, como uma bola de metal retorcido, a dezenas de metros adiante. Mas eu estava sozinho e fui “mais perto”, para “ver melhor”.

E de fato eu vi melhor:

Diante de mim, e neste momento, em que avoco estas memórias eu constato que ainda posso ver, havia uma cabeça, desprovida de um corpo, bem diante de mim. Eu fiquei aterrorizado e, assim, paralisado. Um adulto me viu ali e me afastou do local. Mas o mal estava feito e eu nunca mais pude esquecer isso.

Teria sido esta a por morte que eu já vi?

Eu não sei.

Eu vivi a infecção por HIV numa época em que nós não tínhamos os tratamentos modernos que temos hoje e, a bem da verdade, nenhum tratamento; e vi muita gente perecer de formas muito dolorosas e tristes, mas eu não vou descrever estes quadros, pois não quero balançar sua cabecinha e te assustar ainda mais, mesmo porque, se a pessoa se testa, e eu penso que toda pessoa que se relaciona sexualmente de forma desprotegida deveria, pelo menos duas vezes por ano, testar-se para HIV, dificilmente virá o pior…

Porque nós, os que estamos sendo tratados com regularidade, que tomamos nossos remédios regular e corretamente, dificilmente, exceto se for a Vontade de Deus, morreremos desta forma como você descreveu, a “pior forma”.

Mas… Veja só. Há países em que inda há a pena de morte e, mormente nosso “elevado nível de civilização – nós temos Smartfones e acesso à Internet né? – uma das maneiras que se usa para aplicar a pena capital é o enforcamento e eu já ouvi relatos sobre isso e, vocês que me leem, não se iludam! O enforcamento é um processo crudelíssimo de execução, pois esta aplicação da justiça (…) chega a demorar mais de 45 minutos para se completar e este é, sim, um modo muito triste de se morrer e é uma morte institucionalizada, com respaldo do Estado, da Lei e com o Sorriso daqueles que, de uma forma ou de outra, sofreram com as consequências diretas ou indiretas das ações do sentenciado.

Entenda bem. Uma pessoa que não se testa, que não se diagnostica, que deixa, digamos, a infecção por HIV correr solta (…), com sua imunidade (a contagem de CD4) is baixando gradativa e paulatinamente pode, sim, ser surpreendida por uma Doença Oportunista – Há aqueles que se iludem e pessoa que pessoas com HIV ou AIDS podem morrer de uma simples gripe, já me disseram isso, me perguntaram se eu não tenho medo de morrer de gripe… rs, rs… e é por isso que eu criei uma sessão do site que trata de doenças oportunistas, para que tudo isso fique acessível e possa esclarecer. Mas eu te digo:

“Sim, se uma pessoa não se tratar há, verdadeiramente, o risco de sua vida terminar com um triste epílogo, se é que você pode me entender”.

Bem, a maior parte das pessoas que me procura pelo zap não é formada, como eu acreditei que seria, quando pus meu ZAP à disposição de todos, por pessoas desesperados por seus resultados reagentes.

As pessoas me procuram por causa da incapacidade real que elas têm de não aceitar seus resultados “Não reagentes”.

Neste âmbito, nenhuma delas, nenhuma, me mostrou medo do porvir de suas saúdes.

99.9% delas temem o julgamento da sociedade, o medo de seus pais, de seus amigos. E… Infelizmente, este é um bom motivo (secundário) para suas preocupações porque eu, O DJ, cheio de namoradas e com uma agenda com mais de 250 contatos me vi COMPLETAMENTE SÓ quando meu diagnóstico “foi descoberto”.

De nada me valeram estas pessoas e o caminho que eu trilhei está aqui no site. Mesmo pessoas que me amavam, e eu creio que elas amavam mesmo, fraternalmente, não puderam conviver com esta realidade, debalde o fato de terem chorado à luz sombria desta minha “nova condição”, e e poderem me auxiliar… (…) ….

A História está contada aqui, neste site. E quem quiser, pode encontrar com facilidade.

Quanto a você e a sua dificuldade de ler até o final, eu posso compreender.

Muitas são as pessoas que não podem conviver com a realidade, mesmo que ela esteja apenas e tão somente no campo das ilações.

Sim, eu sei, há pessoas que se assustam fácil em todos os níveis intelectuais e sociais e, eu confesso, eu tenho, sim, alguns medos, mas não os farei declarados aqui, porque eles são para as pessoas mais próximas de mim, que merecem ter seus nomes salvos em minha lista de contatos no Whats App e, eu atesto e dou fé.

São poucos aqueles que conseguem olhar para as consequências de seus atos, eu escolhi contrair HIV quando passei a me relacionar sistematicamente sem preservativos e, hoje mesmo, almocei com um amigo a quem notifiquei, vinte e tantos anos atrás que estava com HIV. Meu apelido de infância era Pezão, mas este meu amigo me chama de “Pé”.

E ele me disse:

  • “Porra pé”! E eu disse
  • “Cara, vivendo como eu vivi só podia dar nisso”!

E é verdade. Eu, e muitas pessoas vivem hoje com HIV porque “esqueceram do “auto amor” (há outras maneiras de se contrair HIV e eu falo de mim e das pessoas que são ou foram como eu), de se cuidar e, agora, em sua maioria devastadora, não estão mais neste mundo.

Enfim, moça, leia o texto até o fim ou clique neste endereço e seja feliz 🙂 🙂 🙂 😉 😉 😉

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