…uma ameaça à vida das mulheres…

Vrtido de noiv ana floresta

A Dra Vera Paiva, do NEPAIDS disse que o casamento representa um risco à vida da mulher e, mesmo sendo eu, um homem, eu sou forçado a concordar.

Veja isso Há muito mais mulheres preocupadas com o HIV (e eu devo informa-lo que elas são dez vezes mais vulneráveis) do que homens.

Eu observei esta tabela e é no “vintage que as pessoas parecem preocuparem-se mais com o HIV (embora eu posa dizer que, muitas vezes esta preocupação chegue atrasada, há uma queda natural na “casa dos trinta”.

Espera-se que as pessoas “se assentem”. Casadas, amasiadas, amizades coloridas, e todo o tipo de formação de casais afetivos que se formam e, digamos, deveria haver a redução do risco.

Enquanto falo com você aqui, estou conversando com outra pessoa pelo Whats App que contraiu HIV do Marido, que descobriu tardiamente (é importante focar no teste-se) e morreu por conta de uma disenteria  criptococósica.

Ela esta com 40 anos, tem toda uma vida pela frente e com medo.

Medo da rejeição, do preconceito de familiares, da sociedade em geral. Ela vive no NE e nós sabemos que, por lá, as coisas são ainda mais complicadas e o NE responde por uma grande parcela das pessoas, homens, que perdem o pênis em virtude (…) de um câncer no pênis que uma melhor higiene evitaria, mas lá,”Não se fala em lavar o pinto não porque isso é pra cabra frouxo!” E… tanto lá como cá, ou em falujah, há o hábito do adultério, da mesma forma como, na África do Sul, corre a lenda que disvirginar uma menina com menos de sete anos cura a AIS (…) (!!!)

Mas isso foge ao tema. Mulheres traem, isso e um fato. Mas os homens traem muito mais.

Eu perdi uma grande amiga para a AIDS, creio que já tem uns 14 ou 15 anos e eu ainda não pude acabar de aceitar a morte dela porque quando nos encontramos pela primeira vez, ela tinha deixado o depoimento dela num site chamado serpositivo e eu escrevi para ela, pedindo permissão para reproduzir o texto e telefonema daqui, email dali, eu que vivia, forçado pelas circunstâncias, em Piracicaba, vim à Sampa conhece-la.

Jantamos e ela me contou que quando ela conversou com o noivo ela foi direto ao ponto

“Não sou boba. Homem trai! SE você for trair, use camisinha… Leia isso por favor… Pois é…

E o interesse pelo site cai em “regressão geométrica” a cada faixa etária, mas o grande desastre está na faixa de 18 a vinte e quatro anos, os jovens… Infelizmente o Google Analytics não me fornece informações sobre as pessoas com menos de dezoito anos, talvez porque elas sejam assexuadas e as meninas grávidas com quinze anos engravidem, todas elas, por obra e graça do Espírito Santo!  Eu recomendo a leitura de um artigo meu, cujo link está abaixo do gráfico, Acalmem-se

 

Isso, porque o Estado e Laico

 

Indo adiante, o gráfico fala por si, há um total desequilíbrio entre os gêneros, quando se fala em busca por informação

Eu não sei bem o porquê de o Google ainda não usar gênero ao invés de sexo… Sei lá…

É de 55% (arredondando) o número de pessoas do gênero feminino (será que o google ainda não descobriu que a travesti que preenche o formulário e vê lá a palavra sexo para ser informada ela põe feminino pois ela não está sob juramento e o faria mesmo que estivesse?)

 

 

A AIDS pode matar, é verdade, especialmente se for diagnosticada tardiamente, como será visto no vídeo que porei abaixo. Mas é uma doença tratável e, hoje em dia, de tratamento simples. Eu, que já cheguei a tomar vinte e seis comprimidos para o controle do HIV todo o santo dia tomo, hoje, quatro drogas antirretrovirais em três comprimidos, uma vez ao dia.

Há outros medicamentos. A neuropatia periférica faz com que eu tome uma dose de algum analgésico, dentre os quais estão a metadona e a gabapentina, a cada duas horas. E ainda há gente que sora mais, não é meu bom amigo Beto Volpe? Por puro amor à vida… Ou comoa Sílvia Almeida que, viúva prematuramente, com dois filhos pensou:

“Bem… eu não posso morrer

Bem, falei demais