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Medo do HIV e o envelhecimento? Pare de Fumar

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HIV e o envelhecimento Muitos cigarros fumados e defumados.... arg

As pessoas que vivem com HIV muitas vezes se preocupam com a relação entre o HIV e o envelhecimento, se a infecção por HIV estaria gerando um envelhecimento precoce.

Preocupado com o HIV e o envelhecimento? Pare de Fumar

Fumar fede

O próprio HIV não está fazendo muitas pessoas doentes!

No entanto, algumas pessoas com HIV estão tendo problemas com doenças cardíacas, cânceres e ossos frágeis.

Essas condições parecem estar ocorrendo em taxas mais altas em pessoas com HIV do que na população em geral.

E, curiosamente, estas “coisas” parecem estar ocorrendo em pessoas mais jovens!

Ao tentar entender o porquê disso, você mergulhará em áreas bastante técnicas e obscuras da ciência do HIV.

Parece que as pessoas que vivem com HIV podem perder algum grau de função imune ao longo do tempo.

Agravando os déficits que normalmente ocorrem nos últimos anos.

Além disso, a inflamação crônica – ou seja, o sistema imunológico em constante estado de alerta elevado, em resposta à infecção pelo HIV – parece ter efeitos nocivos sobre todas as células, tecidos e processos.

Por enquanto, as implicações práticas deste campo de conhecimento emergente não são claras. Não existem terapias específicas para contrafazer a inflamação crônica.

Mas os estudos sobre as condições relacionadas com a idade e expectativa de vida dão algumas indicações claras de que as pessoas que vivem com o HIV podem fazer para melhorar sua saúde como eles envelhecem.

Fumar e expectativa de vida

Tomemos, por exemplo, um estudo recente que analisou as taxas de mortalidade entre os clientes de Kaiser Permanente . Comparou cerca de 25 mil pessoas HIV-positivas com dez vezes o número de pessoas HIV-negativas.

Houve um aumento constante da expectativa de vida para as pessoas com HIV desde 1996, mas um fosso preocupante permanece entre a expectativa de vida e a dos clientes HIV-negativos.

Com base nas estimativas de 2011, espera-se que uma pessoa com 20 anos de idade, vivendo com HIV, poderá viver até a idade de 69 anos, em comparação com uma pessoa HIV-negativa que vive até a idade de 82 anos – uma diferença de treze anos.

Mas os pesquisadores identificaram algumas pessoas com HIV que tinham melhores perspectivas:

  • As pessoas que iniciaram o tratamento do HIV com um CD4 acima de 500 poderia ter uma expectativa de vida de 74 anos.
  • E as pessoas que iniciaram o tratamento nessa fase e nunca fumaram viveriam até 79 anos.

Parece que HIV e o envelhecimento são, ainda, um “problema menor” do que o consumo do tabaco.

Para explorar mais profundamente o impacto do tabagismo sobre a expectativa de vida, outro grupo de pesquisadores colocou, recentemente, dados sobre a saúde dos americanos que vivem com o HIV em um modelo matemático .

Os pesquisadores tomaram como exemplo as pessoas que são diagnosticadas com HIV e iniciam a terapia anti-retroviral (TARV) aos 40 anos.

Eles descobriram que, em média, um fumante do sexo masculino com HIV que continuava com o uso de cigarros vivia até aos 65 anos.

Isso comparado com 72 anos para um homem que nunca consumiu tabaco.

Uma mulher fumante com HIV viveria até os 68 anos, em comparação com os 74 anos para uma mulher não fumante.

Ao observar como um fumante masculino que vivia com HIV poderia melhorar suas perspectivas, os pesquisadores descobriram que parar de fumar teria o maior impacto, adicionando quase seis anos de vida extra.

HIV e o envelhecimento

Pense em tudo que foi queimado até sobrar isso dentro de seu pulmão. Eu me decidi a parar de fumar depois de ler e traduzir este artigo. Não parei, ainda, por completo, mas agora são 4 por dia e, em breve eram 30 por dia! (…).

Fumar e doenças

O tabagismo corta a vida das pessoas através de:

  • acidentes vasculares cerebrais,
  • ataques cardíacos
  • outras formas de doenças cardiovasculares;
  • Câncer de pulmão,
  • da boca,
  • do esôfago
  • da bexiga;
  • enfisema,
  • bronquite e outras formas de doença pulmonar obstrutiva crônica –

para listar algumas apenas.

Fumar pode encurtar a sua vida e ter um impacto significativo na sua qualidade de vida.

Nenhuma dessas condições de saúde é especialmente agradável para se viver.

Isso é verdade para todos, HIV positivo e HIV negativo. Mas parece que fumar – em alguns casos – pode causar mais danos às pessoas HIV positivas do que às pessoas HIV-negativas. Parece poder ter um maior impacto fisiológico em pessoas HIV-positivas.

Por exemplo, um estudo dinamarquês muito completo comparou o risco de ataque cardíaco em pessoas vivendo com HIV e as pessoas na população em geral.

Correspondendo pessoas da mesma idade e gênero, descobriu que os fumantes atuais que viviam com o HIV tinham um risco quase três vezes maior de sofrer ataque cardíaco em comparação com fumantes que eram HIV negativos.

Os ex-fumantes que viviam com HIV tinham um risco quase duas vezes maior.

Mas as pessoas vivendo com HIV que nunca haviam fumado não apresentaram maior risco de ataque cardíaco do que os não-fumantes combinados na população em geral.

Da mesma forma, o tabagismo parece ter um impacto maior sobre a doença pulmonar obstrutiva crônica em pessoas vivendo com HIV do que em outras pessoas.

Concentre-se no que pode ser alterado

Veja só, ainda não sabemos se há uma relação entre o HIV e o envelhecimento precoce e, portanto, temos de mudar o oco paea o que importa!

 

HIV e o envelhecimento não são nada diante deste desastroso suicídio paulatino e gradativo

Modelo digital melhorado do que é o pulmãaao de um fumante durante uma necrópsia

 

 

As taxas de tabagismo são alarmantes nas pessoas vivendo com HIV!

Pesquisadores recentemente agruparam os resultados de 45 estudos diferentes da América do Norte e Europa.

E eles descobriram que 54% das pessoas com HIV eram fumantes. Isso está em contraste apenas nos Estados Unidos.

Há pessoas lá fora que estão preocupadas com o impacto do HIV no processo de envelhecimento e continuam fumando.

HIV e o Envelhecimento

Cuide daquilo que você poder controla. Você pode controlar o cigarro.

Isso significa estar preocupado com uma ameaça que não entendemos bem e não estamos seguros sobre como combater.

Enquanto negligenciamos uma ameaça muito real à saúde e que pode ser alterada e controlada.

Os médicos e as organizações comunitárias precisam ajudar as pessoas a abandonar o hábito de fumar.

E que isso seja um dos eixos centrais na forma como cuidam da saúde daqueles que vivem com o HIV.

Conseguir mudanças nesta área pode fazer mais diferença do que quase qualquer outra coisa que eles fazem e a relação entre o HIV e o envelhecimento precoce precisa de muito tempo!

Só de alguns anos para cá começamos a ter casos de pessoas vivendo com HIV depois dos 50 anos!

Ainda não conseguimos estabelecer a relação entre o HIV e o envelhecimento precoce, se ele realmente existe (…).

Entre se preocupar com o HIV e o envelhecimento e o hábito de fumar, prepare-se para receber ajuda no que você pode controlar!

E as pessoas que vivem com o HIV precisam estar prontas para buscar e aceitar ajuda para superar esse vício.

É importante saber que os produtos de substituição de nicotina (como adesivos e pulverizações).

E os medicamentos bupropiona e varenicline são comprovadamente eficientes em ajudar as pessoas a pararem de fumar.

Combinar isso com aconselhamento ou outro suporte pode aumentar ainda mais as chances de ficar fora do tabaco no longo prazo.

Os Centros de Controle de Doenças e Prevenção apresentam campanha “dicas de ex-fumantes”.

Um ex-fumante é Brian , um homem que vive com HIV que sobreviveu a um acidente vascular cerebral. Ele contrasta o tabagismo com o HIV, o que ele diz que será parte de sua vida para sempre:

  • “Fumar é algo que você controla”, diz ele.
  • “Você pode parar. E vale a pena para a sua vida parar de fumar”.

Traduzido por Cláudio Souza de Worried About HIV and Aging? The First Thing to Do Is Stop Smoking, escrito por Roger Pebody Do TheBody.com

Revisado por Mara Macedo

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