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Morte Social 1/3 dos brasileiros se recusam a trabalhar com soropositivos

assim fica a maioria de nós: Fantasmas, dados estatísicos

Morte Social 1/3 dos trabalhadores brasileiros se recusam a trabalhar com soropositivos

Socialmente mortos e esquecidos, sem nenhuma proteção social

A média de pessoas que se recusam a trabalhar com HIV positivos é, em média, de 20% no mundo conforme pesquisa da ONU mostra.

Levantamento feito pelo UNAIDS há sete anos, indicava que quase 30% dos brasileiros se recusariam a trabalhar ao lado de pessoas portadoras do HIV, o vírus causador da AIDS, gerando o inegável: A Morte Social. Este estudo foi realizado em mais de vinte países.

AIDS foi tema de um encontro que começou em um domingo, na Áustria onde deu-se a1 8ª Conferência Internacional da ONU sobre a AIDS e reuniu, por cinco dias, cientistas, políticos, religiosos, voluntários e artistas para discutir sobre uma doença que já tirou mais de 30 milhões de vidas e que, em 2008, havia atingindo um numero superior a trinta e três milhões de pessoas, seres humanos, conforme informou a ONU

Por conta da discriminação aos portadores do vírus causador da AIDS, a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, que não se transmite pelo contato social no ambiente de trabalho, o governo brasileiro proibiu, no fim do mês de  maio de dois mil e dez, que as empresas do nosso país tão varonil, de exigirem o exame de detecção do Vírus da Imunodeficiência Humana, de seus trabalhadores, no processo de contratação, e mesmo nos  profissionais que fazem parte do quadro de empregados de quaisquer empresas.

O relatório da ainda esclarece que, dentre os entrevistados em todo o mundo, 61,2% aceitariam trabalhar lado a lado com pessoas infectadas com o vírus da AIDS, enquanto 20,1% preferem não dividir o mesmo espaço de trabalho em hipótese alguma.

Entretanto, aqui no Brasil, o preconceito é ainda mais acachapante: Mais de cinquenta por centos dos entrevistados dizem que sim, eles trabalhariam ao lado de pessoas com HIV e que quase trinta por cento  se negariam a fazer isso de qualquer maneira, dizendo que preferiam, vejam vocês, perder o emprego.

Em meio aos países que participaram do levantamento feito pela UNAIDS, a preconceito só é mais impactante do que no Brasil em paises como Letônia, indonésia, China, França (!!!!!!) Egito e Letônia.

Por outro lado entre os outros dezenove 19 países, como:

  • Índia,
  • Jamaica,
  • México,
  • Japão,
  • Estados Unidos,
  • Rússia (!!!!!!!!!!!) e
  • África do Sul, o preconceito tem sido muito menor do que no Brasil.

Segundo o relatório da UNAIDS, a AIDS ainda é considerada um dos problemas mais importantes do mundo.

– A aceitação das pessoas que vivem com HIV é maior nos países da África Subsaariana e Caribe, onde 80% das pessoas demonstram atitudes positivas.

A pesquisa, realizada em parceria com a Zogby International, entrevistou-se 11.820 mil pessoas pela internet entre 30 de março e 27 de abril de 2010. No Brasil, foram 804 entrevistas. Apesar dessa resistência ao compartilhamento de atividades no local de trabalho, o Brasil mostrou-se um dos países mais avessos às restrições de viagens contra portadores do HIV – medidas que impedem as pessoas infectadas de entrarem nos países. Pelo menos 75% dos brasileiros entrevistados não concordam com esse tipo de limitação – na China, 61% dos consultados aprovam a medida.

Brasileiros são contra restrições em viagens.

Nota do editor. Eles são avessos porque sabem que quem não consegue emprego não consegue ter recursos para sair do país

O relatório da ONU diz que brasileiros estão divididos quanto a capacidade do(s) governo(s) em enfrenta a AIDS. Segundo o levantamento, metade dos entrevistados creem que o país sabe combater a doença, e um pouco menos da metade, cerca de 40% afirma que o Brasil não enfrenta o problema como deveria enfrentar.

Para os brasileiros, o que impede um trabalho mais efetivo de combate à doença é, em primeiro lugar, a disponibilidade de recursos, seguida pelo preconceito contra os portadores e pela quantidade de serviços de saúde.

O resultado disso é que um quarto (25%) dos brasileiros afirmam que estão sujeitos a se infectar com o vírus. Nos Estados Unidos e na África do Sul, essa taxa está em torno de 5% e 14%, respectivamente.

No dia da entrega do Troféu Top Blog, prineiro colocado no raknk pelo júri acadêmico

Eu, Cláudio Souza, passei num processo seletivo de duas etapas numa destas empresas de terceirização de mão de obra e tinha sido contratado para trabalhar naquela que seria a menina dos olhos da terceirizada. Eu entreguei  todos os documentos para registro e me disseram para aguardar por até quinze dias para ser chamado para treinamento.

Sem entrar em muitos detalhes eu fui lá no 17º dia para descobrir que minha vaga fora fechada. Da forma como fui pego, totalmente despreparado para aquela situação, acabei devolvendo o documento onde eles me disseram para preencher os dados para a abertura de uma conta salário. Assim, perdi o único documento que me permitiria provar algo contra eles e que também poderia ser escaneado e posto aqui como prova que a empresa que eu nomearia aqui, me discriminou por descobrir, por meios inconfessáveis, que eu sou uma PVHA…

Tudo isso apesar e a então presidente eleita Dilma Rousseff ter instituído uma lei que torna CRIME qualquer ato de discriminação à pessoa vivendo com HIV ou AIDS. Clique aqui para saber mais

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Sobre Claudio Souza do Soropositivo.Org (508 artigos)
😍😍😍😜💫☮Sim, este da foto sou eu ! Minha sobrinha pediu que eu pusesse esta foto m meu perfil !.... Eu tinha aqui uma descrição a meu respeito que, uma pessoa classificou como “irreverente”. Esta é, realmente, uma forma eufêmica de classificar o que estava aqui. Tudo o que sei é que uma “ONG”, que ocupa um prédio de 10 andares estabeleceu uma parceria comigo, e eu tenho os logs do tempo de parceria, que foi mais um vampirismo pois, para cada 150 pessoas que saiam do meu site, clicando no deles, havia, em média, um que entrava. QUANDO ENTRAVA E SE ENTRAVA

1 Trackback / Pingback

  1. Demitir funcionário Soropositivo para HIV pode render indenização duplicada – O Caso foi de mais de R$ 50.000,00 – Soropositivo.Org – Há vida com HIV

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