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🤔 Como seria o meu anúncio da descoberta da cura?…

Alerta aos Navegantes:

 

Por mais que eu desejasse que isso fosse verdade quando eu o escrevi no ano 2000 e por mais que eu desejasse que isso fosse verdade ainda hoje, dia 21/01/2018 isso não é a narração de um fato

AINDA NÃO FOI DESCOBERTA UMA CURA PARA A AIDS.

Este texto não anuncia a cura da AIDS, embora eu gostaria muito de, algum dia, dar esta notícia.

Este texto é o esboço de um sonho que, eu não sei ao certo se poderei dar, a respeito de como eu gostaria que fosse publicado meu texto, minha eventual publicação da Cura para a AIDS;

 

Bem, eu escrevi, nos anos 2000, exatamente no ano de 2000, uma hipotética matéria sobre como eu achei que poderia ser a manchete da descoberta para a cura da AIDS.
Mexendo em aquilo que uma grande amiga do passado batizou de “meus escritos” eu reencontrei o texto e, esclarecendo que não estou informando uma verdadeira e autêntica matéria e, sim, um pensamento, uma fantasia minha, quando ainda me dava a aprsentar como Claudius, o Celerado, e fazia isso mais em obediência a um impulso e não há uma crença em mim como um celerado eu passo abaixo, em uma sequencia de CTRL+C & CTRL+V ao conjunto completo do escrito, sem edições

Claudius, o Celerado (era assim que eu assinava).
18 de maio de 2000

Tive uma noite tenebrosa. Começo a pensar que o cigarro não combina com muitas coisas… principalmente com oxigênio e pulmões.
Mas foi bastante proveitoso para pensar.
Me lembro que um dia eu disse a uma amiga, presente nesta sala, que não pensava ou sonhava com cura. Poderia até ser verdade; mas mudei de ideia. Penso em cura sim! Como um pássaro engaiolado pens em liberdade, eu penso em cura. Por que não? Por que é aparentemente impossível? Motivo muito fraco. Tenho por habito querer justamente o que não posso ter. Habito saudável segundo alguns; segundo outros, mania.
Pois então sou maníaco. E, como maníaco, sonhador.
Então, com nada a fazer, que não fosse tossir e pensar, sonhei. Assim:

Hoje, dia 18 de maio do ano da graça do Senhor de 2000.
Manchete, surpreendente, em todos os jornais.

DESCOBERTA A CURA PARA A AIDS CIENTISTA APATRIDA DESCOBRE A CURA

E, abaixo disso, uma página inteira descrevendo o senhor cientista. O ilustre Vladimir de Souza Struvensko Giannetti Müller de Oliveira Chevalier. Um homem aparentemente distraído, incapaz de dar 30 passos sem tropeçar nos próprios pês, que está sempre se desculpando, chegando atrasado (é com z mesmo?), esquecendo os óculos e a carteira, que não paga as faturas do cartão em dia e que nunca conseguiu se casar porque esquece sempre, o telefone da nova namorada… um homem bom, mas tolo. Humilde, ele informa que, na verdade, recebeu a dica da possível cura de um pajé da tribo dos coluca luca, no interior de uma selva tropical. A coisa(…) era a base de vegetais. Assim como inhame, batata e alguns cogumelos muito esquisitos, daqueles que fazem a gente pensar que é o homem aranha ou a Lois Lane. O custo? Baixíssimo. A facilidade para se produzir? Indescritível. Alguém já fez chá’? Pois bem…

É claro, no mesmo dia, as emissoras de TV não falariam em outra coisa. Isso, pelo menos, até as dez da manhã, quando o representante da ciência seria considerado ortodoxa começassem a se manifestar. Diriam que é tudo ainda muito prematuro. Que dez casos de cura não comprovavam nada, que há ainda muito o que se pesquisar, que não se criasse, por enquanto, nenhuma expectativa sonhadora. Afinal, investimos(…)milhões de dólares nisso e nada conseguimos ainda, não é possível que seja assim tão simples.
Bobagem.
A corrida a quitanda e aos pastos se tornaria uma coisa insana. Vejo pessoas trazendo vacas para casa e tratando as como um ente da família.
Chamaria se então a Polícia, o Exército, a Gestapo, mas nada adiantaria.
Dia após dia a notícia se espalhando, as pessoas se salvando, enquanto pensam que são Peter Park (haveria, nestes dias, muitas escoriações, de toda ordem); os cientistas sérios ficariam furiosos. Azar deles. O que importaria mesmo seria a sensação que mais de 40 milhões de pessoas teriam de terem sido libertada deste peso terrível, desta marca aparentemente indelével que é a soropositividade para HIV.
Não haveria mais dor.
Não haveria mais toxoplosmoses
Não haveria mais sarcomas de Kaposi
Não haveria mais pneumocistose.
Não haveria mais pneumonias crônicas
Não haveria mais citomegaloviroses estomacais não haveria
Mais retinites por citomegalovírus
Não haveria mais cegueira
Não haveria mais dependência química
Não haveria mais duvida
Não haveria mais certeza
Não haveria mais medo

E a vida voltaria a ser como era antes.

Como era mesmo a vida antes? Eu quase já não lembro.

Mas tenho uma vaga sensação de que era algo como não ter medo de transar com aquela morena linda que passou dando bola ontem à tarde ali na Armando Sales; que era algo assim como não ver o médico a cada 30 dias, como não ter náuseas e dores de cabeça o tempo todo. Mas isso é apenas uma impressão… Não tenho muita certeza…

O que tenho certeza é que sonhei com isso, esta noite, e quem foi um sonho muito gostoso, que me fez, até, dormir…

Umas 4 horas, talvez. Mas para quem não dorme nada, nunca, 4 horas chega a ser um brinde raro, e agradeço este brinde a Deus, como quem agradeceria ao Senhor a diligente atenção prestada a um Page Velho, que nada sabia de moléculas, transcriptase e proteases; mas que tinha, consigo, a sabedoria dos simples, que nada pretendem e tudo resolvem, como aquelas farmacopeias vendidas numa espécie de mambembe, no velho oeste.
9:49.

Hora de acordar, ir ao banco, enfrentar o bigodudo e suas taxas de juros.

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p style=”text-align: justify;”>Voltemos a realidade

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Sobre Claudio Souza do Soropositivo.Org (508 artigos)
😍😍😍😜💫☮Sim, este da foto sou eu ! Minha sobrinha pediu que eu pusesse esta foto m meu perfil !.... Eu tinha aqui uma descrição a meu respeito que, uma pessoa classificou como “irreverente”. Esta é, realmente, uma forma eufêmica de classificar o que estava aqui. Tudo o que sei é que uma “ONG”, que ocupa um prédio de 10 andares estabeleceu uma parceria comigo, e eu tenho os logs do tempo de parceria, que foi mais um vampirismo pois, para cada 150 pessoas que saiam do meu site, clicando no deles, havia, em média, um que entrava. QUANDO ENTRAVA E SE ENTRAVA

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