Há Vida Com HIV

Por Fim à AIDS até 2030: slogan cativante ou sincero objetivo?

Por Fim à AIDS até 2030 é um objetivo sinceramente buscado e almejado? 

O que houve com a cura para 2020?!!!🤢

Fim à AIDS
Fim à AIDS

Fim à AIDS…

Ora, ora, ora…

O assunto Por Fim à AIDS até 2030 dá azo a uma nota do editor de Soropositivo.Org

Vejam que, em 2014 eu já estava em consonância com as pessoas que, como eu, tinham “algum ceticismo” com relação a esta proposta, por saber dos riscos morais, sociais e comportAmentais,  embutidos ***nisso***

Há, alhures, um texto (…) escrito (…) por alguém, mas eu não sei se a soldo, ou não. de alguém…

A bem da verdade, eu não dou a mínima.

São minhas ilações pessoais, num país onde a livre expressão é permitida e é proibido o anonimato e, entretanto:

Quem é “esta pessoa? Em flagrante desrespeito à nossa constituição…

Quem pergunta isso, sou eu, e todo mundo sabe quem eu sou, minha foto está em toda a parte e eu já fui reconhecido no Metrô!

Bem, lá se diz que eu vivo pela doutrina do medo. Hoje eu vi, um grande e leal amigo, sempre coerente  fazer a menção preocupadíssima de organizações não governamentais que falam de PrEP as relacionando ao “fim da ditadura das camisinhas”!

 

 

Falando sério, eu sou casado e estou muito feliz no casamento.

Para ser honesto, eu nunca consegui viver mais do que três anos comuma mulher e.

Para ser honesto, não houve uma só que não começou a ser “traída” logo após o idílio tão breve.

Idílio que acabava, sempre, pela limitação do diálogo….

É…. não se sabe da missa a metade… 😎😈🤐 Que saudade da Pink Panther….

  • E com Mara, entretanto… Bem, ela me completa.
  • É possível para conversar horas à fio com ela e concordamos em quase tudo
  • Mas, com tudo o que vimos e vemos, cremos que por fim à AIDS não é tarefa simples de se realizar.
  • Por outro lado, a “ditadura das camisinhas” é uma expressão verbal descabida e mal assestada neste momento da epidemia em que os casos começam a aumentar por um lado.
  • E, por outro os óbito em decorrência começa a subir

Estou com a Mara, vivendo juntos, há mais ou menos dezessete anos e desde então, não houve e não haverá.

Mas isso é porque Mara me completa!

E eu tenho me tornado sempre mais exigente em relação às atribuições intelectuais e mentais das mulheres em minhas relações.

Mas, lançando por um minuto a hipótese de eu estar com outra mulher, sorodivergente ou não.

Eu não apostaria a qualidade de vida, a saúde, o bem-estar desta pessoa que, em síntese:

  1. aceitou me brindar,
  2. talvez apenas por uma noite,
  3. com seus favores e clamores,
  4. loucuras e usuras apenas,
  5. pura e tão somente para não estar submetido à “ditadura da camisinha”.

 

 

Por fim à AIDS é importantíssimo! Get the bloody hell stupid – Sim! Sim! Eu assisto Lúcifer na Netflix!

 

Por outro lado, este texto me dá azo a falar de outra coisa:

Que é, este vídeo aqui inconporado

A bela superprodução da amfAR, que promete encontrar a cura para a AIDS até 2020.

E o título deste texto em português está ipsis literis como o original e a pergunta fala em 2030!!!!

O que houve com a cura para 2020? Vejam, eu não penso em cura para mim. Eu sonho com ela para vós, eu estou feliz (sim, sim!!!) desta forma pois, se Deus não me amasse…. Por que houvera ele permitido que eu tivesse realizado tantas coisas “assim”?

Se não houver um vídeo falando de um “epic ending” abaixo, eles cortaram meu incorporamento do mesmo

Eu estou vivo e, embora exista limitação, dor e um pouco de sofrimento, para que eu me lembre bem quem sou e como cheguei aqui, eu estou feliz com o que tenho porque aprendi a aceitar minha vida como ela é e tentar melhora-la, dia após dia, com paciência e, embora uma palhaça tenha me ironizado, dizendo que, após ter visto um vídeo meu, dizendo, eu me  repito, que “eu estou muito bem para quem tem neuropatia periférica – a vaca é tão vagabunda que não me deu tempo para responder – eu vou colocar uma foto da minha mão esquerda aqui e, logo depois dela, a foto, eu pergunto:

O que houve, “Nhá amfAR”, com a cura para 2020? Fim à AIDS e sua superprodução videográfica

Não era apenas e tão somente “grab de torch” (pegar a tocha) – e eu diria, se pudesse: “Peguem seus forcados”, como no filme Frankenstein, com Boris Karloff In Memorian e façam suas perguntas a eles!!!!!!!!!!!

Porque eu gostaria muito de saber o que devem fazer as pessoas que “seguraram as tochas” já agora, em 2018.

As tochas hoje… Amanhã os forcados?

Sim, eu sei, ainda estamos em março, é verdade, mas o tempo passa, o tempo voa, o tempo não para .

(Cazuza – In Memorian).

De mim, só isso. Boa leitura. E, por Deus, mantenham-se responsáveis, pense que por menor que seja, existe um risco.

E só se arrisca transmitir HIV a um inimigo.

E ninguém vai para a cama com quem odeia né? “Hcapri”

Fim à AIDS até 2030

Fim à AIDS
Para se por fim à AIDS não é necessário apenas pesquisa. É necessária a dita ” (má?) vontade política, disposição de pessoas estúpida e injustificadamente bilhonárias.

 

 

O objetivo de reduzir a incidência do HIV por 90% por volta de 2030, o valor de referência designado para acabar AIDS, em 2030, não vai ser alcançado. A estrada em que estamos caminhando não parece levar para lá. Esta é a inevitável conclusão que se deve tirar dos resultados por Sherrie Kelly e colegas 1   dentro   The Lancet HIV, se seus resultados forem válidos.

Válidos?

Mas seus resultados são válidos? Julgado por critérios padrão,2, eles parecem ser. A estrutura de seus modelos tem validade aparente, as entradas são precisas manifestações de evidências existentes, e a saída do modelo corresponde a outras observações uma grande parte do tempo e através de uma ampla gama de países e contextos epidemiológicos.

Por Fim à AIDS Não é simples estatística!

Testada está a validade geral de um modelo existente, então a relevante pergunta é se decisões feitas pelo uso do modelo levariam a melhores resultados do que aqueles feitos de outra forma. 3   Nós podemos estar confiantes de que a resposta é sim. Além disso, os resultados convergem com a observação de que poucos países estão no caminho para alcançar a meta 90-90-90 até 20304 e são amplamente consistentes com os de outros trabalhos inteiramente separados de modelagem. 5, 6, 7

Por Fim à AIDS precisaria ter seus gastos ser triplicados

Se os resultados forem válidos, os gastos precisariam ser triplicados (de US $ 12,8 bilhões para US $ 40 bilhões por ano) e otimizados. De fato, sem otimização, o necessário a gastar para alcançar este objetivo seria provavelmente US $ 52 bilhões por ano.

Cerca de R$ 152 Bi por ano que podem ser alcançados com extrema facilidades se os “*Gigolôs da Pátria*” – Um Ótimo Livro – fossem expurgados desta nossa tão capenga sociedade democrática, de democracia para poucos… Onde todos são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros…

Otimização significa descobrir como alocar recursos ($$$$$$$$$) de forma mais eficiente, de modo a oferecer o máximo de saúde.

Consequentemente, Kelly e seus colegas procuraram identificar um cenário em que querer alocar fundos de um programa para outro deixaria de melhorar a saúde, com base no índice de incidência do HIV na população.

Seus resultados sugerem que a otimização seria diminuir as infecções por HIV em 26% (intervalo de incerteza de 13 a 50%), correspondendo a cerca de 7,4 milhões de infecções evitadas, e seria surpreendentemente simples.

Por Fim à AIDS até 2030 seria possível com a realocação de fundos em direção apenas em dois ou três tipos de programas.

Mais de 90% desse benefício seria conseguido com a simples realocação de fundos em direção a apenas em dois ou três tipos de programas:

  1. terapia anti-retroviral, (Há uma pessoa de origem Hindú me contactando pelo zap há semanas, tudo o que ele me pede (pobre de  mim) é “Treatment to AIDS”.
  2. Pelo que parece, lá não tem ou ele estáa desinformado,é… Desinformação é algo que não campeia e grassa só aqui. Manter a ignorância é interesse de muitos putos
  3. Prevenção de transmissão de mãe para filho (Cuba conseguiu isso sozinha) – Arrisque-se à frase sinistra…
  4. Aumento do volume de testes de sorologia do HIV – Povo, acorda para a real, quanto mais tempo vc transa sem se testar, maior é a possibilidade de você contrair e  ainda disseminar o HIV entre outros tresloucados como eu fui um dia, que acordava, mulher do lado na cama, pensando: “Quem eu vou comer hoje”? – e era sempre sem camisinha.
  5. E, portanto, LOGA VIDA À DITADURA DAS CAMISINHAS

😇Bastaria apenas e tão somente que os orçamentos para estes itens fossem aumentados.😇

A realocação de fundos entre países faz uma diferença comparativamente pequena.

Os autores observam que um impulso de curto prazo na circuncisão masculina médica voluntária poderia obter estes resultados e, além disso, se sua abordagem tivesse permitido consideração das variáveis de tempo e despesas.

A coisa do $$$$$$$$$$$ me faz lembrar o Pet Shop Boys cantando “You’re always on my mind”….

O resultado da otimização para pôr Fim à AIDS poderia ser a incorporação quantitativa de uma simples ideia:

Fazer mais do que sabemos funciona com certeza, e fazer menos do que ainda fazemos resultará em fracasso (já pensou com Bolsonaro presidente? Os custos cortados, a redução de pessoal em áreas estratégicas, a negligência proposital ou não (que importa?) na logística de licitação, compra, recepção, distribuição de medicamentos antirretrovirais para PrEP, PEP, Tratamentos (só um genocida faria isso, mas… Por Ulstra!!!)

😱Bolsonaro para Presidente?😱

Gastar mais em tratar e testar, e por extrapolação, mais em melhorar aderência e apertar o continuum de cuidados, em particular nas populações chave. 

Clique na imagem! :-) Ela é um link para outra imagem em uma outra abaApesar de não explicitamente afirmado pelos autores, estes fundos devem representar um aumento no gasto e no custo efetivo das intervenções, o que significa que eles iriam entregar mais saúde do que se aqueles fundos que foram gastos em simultaneidade com a restrição de recursos em intervenções alternativas.

Aumentando gastos não é fácil porque competindo prioridades sempre existe. Os autores sugerem que são necessários mais US $ 27 bilhões até 2030, mesmo com otimização. Apesar de alguns ganhos de eficiência de existir programas poderia ajudar a subsidiar esta quantidade , particularmente para cuidados mais diferenciados , 8 , 9   mais baseado na comunidade cuidados e testes, 10 ,   11   e uso mais cauteloso de programas que possam estar essencial, mas não diretamente afetar a saúde ( que os autores programas anti – HIV de longo prazo ), a economia seria ser de US $ 5 bilhões anualmente no máximo, o que não está perto de preencher a lacuna de US $ 27 bilhões .

Uma importante limitação do estudo é que os autores não consideram profilaxia. Pré-exposição 

Isso viria a reduzir substancialmente os recursos necessário para atingir uma redução de 90% na incidência de até 2030, 12, 13   então esta omissão não faz negar o principal ponto chave dos pontos do estudo. Além disso, os autores fizeram com que não se considere o tempo variável programa despesas, que poderia mostrar que os gastos poderiam atingir o pico mais cedo do que 2030, talvez já em 2025, com base nos achados de outros estudos de modelagem. 5, 6

Muitos poderiam dizem que aumentar gastos em US $ 27 bilhões por ano para o fim da AIDS até 2025 ou 2030

Seria impraticável, particularmente em um contexto em que o financiamento diminuiu em 7% em 2016. Mas muitos fariam além disso e dizem que realocar recursos longe de programas entrincheirados como os de promoção de uso de preservativo seria inviável. No entanto, com base neste e em outros trabalhos, nós podemos ser confiantes que o fim da AIDS para o ano de 2030 requer duas ações com viabilidade incerta : expansão dos financiamento de 2025 a 203030 e a realocação desse financiamento. Pior ainda, implementar menos de um significa implementar mais do outro.

Mas o que é inviável ou viável é, genéricamente, uma questão de prioridades no que tange ao final da AIDS para 2030. (aMFar?)

Se a prioridade para por Fim à AIDS até 2030 for suficientemente alta, inviáveis ações poderiam de repente tornar-se viáveis. Ferve-se, e em fogo brando, até mesmo esta questão que busca saber se acabar com a AIDS até 2030 é um slogan cativante ou um objetivo sincero.

Eu declaro não ter interesses comprometidos em competir interesses. (esta declaração é do autor(es).

Eu, Cláudio Souza, me pergunto o que traria mais lucro fiduciário.

Porque o humanitário é mais difícil de minerar do que bitcoins…

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