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O Impacto de portar HIV no Envelhecimento

Uma mulher belíssima.

O Impacto De Portar HIV no Envelhecimento

“Para cada um dos resultados funcionais, o grupo HIV + mais velho demonstrou pior desempenho cotidiano em relação a outros grupos de estudo”, comentam os autores. “Estes resultados sugerem que a idade avançada pode exacerbar a incapacidade associada ao HIV na vida diária.”

Os pesquisadores acreditam que as suas descobertas têm implicações importantes para o tratamento do HIV. E que devem concentrar-se na detecção precoce de problemas funcionais e suas causas.

O Sucesso da TARV Propicia Portar HIV no Envelhecimento Sem Desenvolver AIDS

Graças em parte ao sucesso da terapia antirretroviral (TARV), a população vivendo com HIV nos EUA e em outros países industrializados está envelhecendo. Dados dos Centros de Controle de Doenças (CDC) dos EUA sugerem que um quarto de todas as pessoas com HIV têm mais de 50 anos. À medida que envelhecem, tornam-se mais vulneráveis a distúrbios relacionados à idade, como doenças cardiovasculares, alterações na densidade mineral óssea e comprometimento neurocognitivo.

Pesquisadores supuseram que a infecção pelo HIV exacerbaria os declínios na função diária que estão associados a essas doenças de velhice e envelhecimento em geral.

Apesar de “o tempo passar para todos” Portar HIV No Envelhecimento é uma Complicação

No dos outros é refresco

Eles, portanto, projetaram um estudo transversal envolvendo 103 pessoas vivendo com HIV e 87 controles HIV-negativos. Eles examinaram os fatores associados ao funcionamento diário e à qualidade de vida entre os menores de 40 anos e aqueles com mais de 50 anos.

Um amplo espectro de testes foi usado para avaliar o funcionamento.

Entre elas:

  • Atividades instrumentais da vida diária (AIVD): gestão financeira, compra de mantimentos, culinária, transporte, compras, administração de medicamentos e planejamento de atividades sociais.
  • Atividades básicas de vida diária (BADL): limpeza, lavanderia, reparos domésticos, vestir-se e tomar banho.
  • Karnofsky pontuação em um intervalo de 100 (capaz de realizar atividades normais) a zero (morte).
  • Questionários avaliando a qualidade de vida relacionada à saúde física e mental.
  • Avaliação médica: avaliação de comorbidades comuns em idosos vivendo com HIV, incluindo diabetes, doença cardiovascular, doença respiratória e co-infecção por hepatite C.
  • Avaliação neuropsiquiátrica: monitoramento do comprometimento neurocognitivo relacionado ao HIV.
  • Avaliação psiquiátrica: avaliação do humor atual e história de depressão maior e abuso de substâncias.

O Contínuo “Desinteresse Científico por Mulheres” Em Estudos Ligados Vida Com HIV

O grupo mais velho de pessoas com HIV tinha uma idade média de 55 anos e 71% eram do sexo masculino. Eles viviam com HIV hpa um tempo de 18 anos em média.

E a contagem média da contagem mais baixa de células CD4 foi de 148 células / mm3. Todos faziam terapia anti-retroviral e 90% tinham carga viral indetectável. Este grupo teve uma alta prevalência de co-morbidades. Um quarto tinha uma depressão maior atual e metade tinha um histórico de depressão ao longo da vida. Mais de um terço estava co-infectado com hepatite C, 10% tinham doença cardiovascular. E, ainda, 15% tinham diagnóstico de diabetes e, também, 5% tinham queixa respiratória.

Houve interação significativa entre o envelhecimento e o HIV em relação aos escores de DAIV (p = 0,025). Assim como nos  escores de AVDL*** (p = 0,043) e escore de Karnofsky (p = 0,001).

Houve grande impacto em ortar HIV No Envelhecimento em relação ao comprometimento de funções cognitivas

Fatores associados com menores escores de AIVD para idosos com HIV incluíram comprometimento cognitivo (p = 0,043), depressão maior atual (p = 0,002), contagem de células CD4 mais baixa (p = 0,023) e falta de “reserva cognitiva” – envolvimento com atividades sociais (p = 0,028).

A gravidade do ABEL** (eu tentei encontrar a definição disso. Sem Sucesso) foi associada à depressão atual (p = 0,007). Um menor escore de Karnofsky para idosos com HIV também foi relacionado à depressão atual (p = 0,016), assim como a outros problemas sérios de saúde (p = 0,008) e falta de reserva cognitiva (p = 0,016).

A pior autoavaliação da qualidade de vida relacionada à saúde mental em idosos com HIV também foi atribuída aos efeitos adicionais da idade e do HIV.

O Impacto de portar HIV no Envelhecimento e a Depressão maior

“Vários desses preditores são altamente passíveis de rastreamento e tratamento adequados”, observam os pesquisadores. “Por exemplo, a depressão maior foi indiscutivelmente o prognóstico mais confiável de desfechos funcionais adversos em nossa coorte mais velha de HIV +. Esses achados destacam a necessidade de rastrear adultos HIV + mais velhos para sintomas de depressão, já que a depressão pode atrapalhar o desempenho de atividades árias importantes e potencialmente remediável”.Eles observam que os melhores resultados são vistos em pessoas que são tratadas com antidepressivos e psicoterapia.

Os pesquisadores também destacam a associação entre reserva cognitiva e função diária. “Essa evidência sugere que em adultos infectados pelo HIV mais velhos, a reserva cognitiva inferior pode interferir na capacidade adaptativa de envolver redes cerebrais alternativas e / ou iniciar redes cerebrais alternativas e / ou iniciar o uso de estratégias compensatórias quando encontram problemas em sua vida diária, resultando em incapacidade. ”

 


** sem resultados coerentes na pesquisa pelo significado.

*** sem resus

tados coerentes na pesquisa pelo significado.

**** Pesquisas sobre AIDS em Mulheres (Mulher…. Casada o solteira…. Leia isso e DÊ SEU GRITO)

Estranha-me o nome, pois eu o busquei na rede e encontrei esta definição muitas vezes:

Traduzido por Cláudio Souza em 01/0/2018 do Original Em Double Trouble: Daily Function And The Impact Of Old Age And HIV – Publicado Em 2012
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Sobre Claudio Souza do Soropositivo.Org (508 artigos)
😍😍😍😜💫☮Sim, este da foto sou eu ! Minha sobrinha pediu que eu pusesse esta foto m meu perfil !.... Eu tinha aqui uma descrição a meu respeito que, uma pessoa classificou como “irreverente”. Esta é, realmente, uma forma eufêmica de classificar o que estava aqui. Tudo o que sei é que uma “ONG”, que ocupa um prédio de 10 andares estabeleceu uma parceria comigo, e eu tenho os logs do tempo de parceria, que foi mais um vampirismo pois, para cada 150 pessoas que saiam do meu site, clicando no deles, havia, em média, um que entrava. QUANDO ENTRAVA E SE ENTRAVA

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