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Sexto Relato de “Rara Falha” Na PrEP

O Preservativo, bem usado, não falha.Mas já ha casos de falha em PrEP O Preservativo é., na minha modesta opinião, a melhor maneira de se evitar HIV

Relato de “Rara Falh em PrEP” – Eis O Que Você Precisa Saber e saiba a respeito do meu modo de pensar em PrEP

 

Declaração de Médico Sobre Falha em PrEP
Cris Fall MD

“Apesar de ter havido falha em PrEP 6 casos publicados em todo o mundo sobre HIV ocorrendo entre centenas de milhares de pessoas em PrEP, os usuários desta ferramenta vital de prevenção não devem ser impedidos de confiar na PrEP para se “proteger da infecção pelo HIV”, disse Chris Hall, MD. vice-presidente de assuntos médicos da San Francisco AIDS Foundation:

É o Sexto (6º) Caso e Falha! – Veja Uma Imagem Histórica

No Brasil, apesar da excessiva “carga dramática, começou assim, com duas pessoas

Detalhes do caso desta Falha em PrEP

A pessoa vitimada pela falha em Prep é de São Francisco estava recebendo diariamente PrEP oral há já por um ano, e testado HIV não reagente desde o início da PrEP e mantendo, laboratorialmente controlado, adesão total nos meses 3, 6 e 10.

Em sua visita de PrEP de 13 meses, ele relatou sexo anal sem preservativo recente com um parceiro masculino, bem como uso recente de metanfetamina. Cinco dias após esta visita, o teste de RNA de HIV mostrou uma carga viral de 559 cópias / mL

A PrEP pode Falhar! Não dá para tomar remédios e se agir como o Super Homem ou a Super Mulher!

O jovem teve de iniciar a TARV imediatamente e começou a terapia anti-retroviral. Ele permanece em cuidado e agora a carga viral esta suprimida (Indetectável).

O Uso Consistente da Profilaxia Pré Exposição Foi confirmado de todas as formas

Os pesquisadores confirmaram que o jovem vinha tomando a PrEP consistentemente analisando os níveis dos componentes da PrEP, tenofovir e emtricitabina, em amostras de cabelo, plasma e sangue seco.

Amostras de plasma coletadas 12 semanas antes de seu diagnóstico de HIV confirmaram que ele estava tomando as doses recomendadas. Manchas de sangue secas coletadas dois dias após o início da TARV mostraram níveis de tenofovir e emtricitabina consistentes com o uso de quatro ou mais doses por semana nas seis semanas anteriores. Amostras de cabelo coletadas no dia do início da TAR refletiram consistentemente alta adesão à PrEP nos seis meses anteriores.

O vírus que o jovem adquiriu foi resistente à emtricitabina (devido à presença da mutação M184V).

A mutação M184V

Acerca da falha da PrEP e da resistência aos medicamentos utilizados na profilaxia Pré Exposição

 

A falha da PrEP devido à resistência aos medicamentos transmitida é extremamente rara. Centenas de milhares de pessoas – em todo o mundo – têm e estão recebendo a PrEP com sucesso. Estima-se que 16.000 a 20.000 pessoas em São Francisco estejam atualmente recebendo PrEP. A razão mais comum pela qual a PrEP “falha” é o usuário não tomar as pílulas consistentemente. As pessoas que tomam PrEP diariamente conforme prescrito reduzem o risco de infecção pelo HIV em até 99%.

Mutações no HIV podem tornar o vírus “resistente” (ou menos suscetível) aos medicamentos anti-HIV usados na PrEP. Se uma pessoa em PrEP estiver exposta ao vírus HIV de outra pessoa que seja resistente aos medicamentos em PrEP, o risco de adquirir esse vírus aumenta. Felizmente, essas mutações resistentes a drogas são extremamente raras nos EUA. Além disso, as pessoas vivendo com HIV que estão em tratamento, na maioria dos casos, estão tomando medicamentos para o HIV com cargas virais extremamente baixas e, como tal, essas pessoas não transmitem o HIV para outras pessoas.

Principais razões para usar a PrEP

Principais:

  • benefíciosPrEP é a ferramenta mais eficaz de prevenção contra o HIV que temos, diminuindo o risco de infecção pelo HIV em até 99% quando usado conforme as instruções.
  • Juntamente com outras ferramentas de prevenção, em circunstâncias muito raras, a PrEP pode falhar. Com centenas de milhares de pessoas usando PrEP em todo o mundo para prevenir a infecção pelo HIV, apenas 6 casos documentaram a infecção pelo HIV entre aqueles com alta adesão.
  • A melhor maneira de garantir que a PrEP não a deixe de tomar como prescrito e ver seu provedor de PrEP regularmente (a cada três a seis meses, dependendo da configuração).
  • A PrEP não impede as DSTs. Para reduzir ainda mais o risco de adquirir DSTs, algumas pessoas podem optar por usar preservativos e lubrificantes, juntamente com a PrEP.
Minhas Considerações a Respeito do Uso de Apenas PReP Sem Preservativo

Sabe. Eu pensava que quebraria o clima. Mas hoje eu sei. Nada a ver. Éápidop, pode ser erotizado. Basta dar asas a imaginação. Switichin Thing (lol). E, ademais Com isso, falha em PrEP é preocupação desnecessária

 

 

Traduzido por Cláudio Souza do Original em Sixth case of rare PrEP failure reported—here’s what to know.

, by Emily Land

Eu me recordo, e isso certamente está nos artuivos offline do Blog de dois tópicos importantíssimos, que tratavam de ética médica e, em um destes casos, a “coisa em si” parecia “apenas e tão somente uma questão de semântica.

A coisa da semântica ligava-se ao Acordo de Helsinque.

O Acordo de Helsinque trata da ética em pesquisas médicas. Observem que a maioria esmagadora dos testes é feito na África e, em especial, na maior parte em países pobres ou zonas de pobreza na África do Sul. Com a honrosa excessão do Coorte de Veteranos de Guerra dos EEUU, a maior parte dos testes é feito em pessoas negras e, indo além, as mulheres, dez vezes mais vulneráveis, são literalmente a minoria quase que completamente ignorada.

A melhor terapia existente ou a melhor disponível?

No ano dois mil, quando eu comecei este trabalho vi por algum tempo, depois eu perdi o foco, eu quase perdi a razão, eu quase enlouqueci entre 2001 e 2002, e perdi o foco.

Mas lembro-e bem de minha revolta quando percebi que queriam mudar uma palavra no acordo. Seria a troca da melho terapia *existente* pela *melhor terapia disponível“!

A camisinha impede o efeito dominó

Isso tratava do que seria feito da vida e dos tratamentos dado às vidas das pessoas, “objetos de pesquisa”, ao final do protocolo da pesquisa. Trocando em miúdos e exponenciando, eu poderia, segundo a alteração que eles desejavam, depis de testar o mega antirretroviral, entregar aspirina para tratar a infecção por HIV daquela pessoa que em tanto sacrificou-se para participar do teste. Eu creio que eles não conseguiram ou o céu teria se trnado rubro. A outra coisa é bem mais sinistra.

Dizia-se que, do ponto de vista ético, não se poderia testar uma vacina, aplicando-a em uma pessoa e aconselhando-a a viver como se fosse imortal. E é isso que acabaram fazendo, não pela vacina. Mas pelo PrEP!

Eu, Cláudio Souza, não faria desta forma, se me relacionasse com uma pessoa sorodivergente.

Bastaria a infeliz coincidência de, naquele momento, estar ocorrendo um blipe viral, ou haver vírions do HIV para a pessoa sofrer o contágio. Eu me consideraria uma pessoa egoísta se tentasse agir assim!

Por outro lado, pensemos.

A PrEP, que é falível é, em síntese, um tratamento contra o HIV!

 

E se você olhar para mim com honestidade verá que eu estaria pedindo à pessoa que eu amo (eu suponho que possa haver amor), que ela se trata contra uma doença que ela não tem, que pode ser evitado com o uso do preservativo enquanto protege de “N” outras situações complicadas.

Um exemplo?

Infecção por HPV!

AH! Você é homem e não tem galho?

Bem…. Tem cancêr de pênis….

Parece Brincadeira, ou eu creio que tento fazer com que pareça. Mas o Risco de Falha em PrEP não o é!

E eu me recuso a dar opinião diferente desta minha por conta de meu livre-arbítrio e da minha contumaz apreensão com o Tribunal que eu tanto temo, que é aquele outro, lá do outro lado, onde não há “delação premiada” e muito menos acordos para redução de penas

E depois, para que, afinal, serviria a camisinha?

Parece até que eu estou de zoeira. Eu sei. Mas tudo isso é muito sério e, um blipe viral….

E há estudos que já demonstraram que a pessoa pode ter a carga viral indetectável e, assim mesmo, ter uma carga viral no esperma que pode ser contagiosa.

Indetectável é Igual a Intransmissível?

É. Está científicamente comprovado e, neste texto eu estou relatando apenas o texto. Eu sei. E posso imaginar alguns rostos um tanto quanto zangados comigo, ou não. Até porque minha opinião, em certos círculos não é lá assim, tão valorizada.

E assim, mesmo sem ter peso, como formador de opinião, tambem não tenho peso.

De consciência.

PrEP, na minha visão, é uma alterativa secundária em relacionamentos sorodivergentes.

Eu me lembrei de algo, ainda a respeito de números.

Um dia, eu vi em um “jornaleco sensacionalista”

Cancer gay mata mais. E está é a quinta vítima em São Paulo. Isso foi entre 1982 e 1984, eu não tenho muita certeza.

Mas eu tenho um dado sólido em minha memória.

Entre o ano dois mil e o ano 2011 a secretaria municipal de saúde da cidade de São Paulo registrou 11.000 (onze mil) mortes devidas à complicações relacionadas ao HIV e ou a AIDS. O que, se você fizer as contas trás uma média pouco agradável de 3 por dia, um a cada quatro horas.

Até quando o tratamento como prevensão, a TasP, poderá funcionar.

E você, que não tem o vírus? Faz sentido para você tomar um remédio contra uma doença que voce não tem, levando em conta que o preservativo foi o modelo protetor que, de uma maneira ou de outra, ajudou a salvar tantas vidas e evitar tanta fragmentação familiar.

Eu detesto a ideia simplista de ser um “estragador de festas”.

Mas, se pergunte: Quem ganha mais com isso?

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Este é Meus Histórico Médico Um Tanto Quanto Desatualizado! Sim! Sim! Houve complicações!!!

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Sobre Claudio Souza do Soropositivo.Org (509 artigos)
😍😍😍😜💫☮Sim, este da foto sou eu ! Minha sobrinha pediu que eu pusesse esta foto m meu perfil !.... Eu tinha aqui uma descrição a meu respeito que, uma pessoa classificou como “irreverente”. Esta é, realmente, uma forma eufêmica de classificar o que estava aqui. Tudo o que sei é que uma “ONG”, que ocupa um prédio de 10 andares estabeleceu uma parceria comigo, e eu tenho os logs do tempo de parceria, que foi mais um vampirismo pois, para cada 150 pessoas que saiam do meu site, clicando no deles, havia, em média, um que entrava. QUANDO ENTRAVA E SE ENTRAVA

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