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Qual a expectativa de vida de alguém vivendo com HIV?

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Qual a expectativa de vida de alguém com HIV

Quão longa seria a expectativa de vida de alguém vivendo com HIV?

 

Qual seria a expectativa de vida de alguém vivendo com HIV? Tavvez fosse bom cocê clicar no link a seguir e buscar entender, antes o que é a infecção aguda por HIVo que é a infecção aguda por HIV e afugentar oito dúzias de fantasmas antes de prosseguir

E quão longa poderia ser a expectativa de alguém vivendo com AIDS, como será que se melhora isso?

Você faz a limonada. Mas veja. O limão traz sementes

Estas perguntas tem sido feita a mim diversas vezes e, embora eu já tenha um texto sobre isso, que trata de milhas ilações após uma conversa que tive com minha última infectologistaapós uma conversa que tive com minha última infectologista que, hoje é uma amiga, mas cuja perda, tão repentina e bombástica me levou à decisão de não me aproximar de meus médicos e médicas mais do que o necessário. 

E tem sido tantas as perguntas que eu farei um texto novo e diferente. Com uma outra aproximação, pra dar um diferente insight.

 

 

Esta Expectativa de Vidada de Alguém Com HIV depende de múltiplos fatores!

A bem da Verdade, Tudo É Como Deus deseja.

Mas….

Mas nós podemos melhorar o Humor de Deus com relação a nós com palavras e ações!

A expectativa de vida de uma pessoa com HIV depende sim, de muitos… Muitos fatores, bem sei e bem o sabeis!

Pois é, e trata-se, em síntese, uma vida humana!

E, eu prometo, e promessa para mim é dívida, tenha certeza disso ao me prometer algo.

Eu prometo que, em umaoutra oportunidade eu narrarei não apenas uma, mas pelo eos duas!

Duas situações onde “eu me salvei”, mas tenho certeza que não era “eu falando”.

Foi instrução mediúnica!

E esta sobrevivência, com ou sem HIV, em verdade, depende de muitos fatores!

E, esteja certo,  um deles é a maneira positivista com que você tentar encarar a vida.

Sabe, se você recebe um limão, você não precisa apenas “chupa-lo”, aguentar seu azedume e o jogar fora!

Só que não! A Expectativa de Vida de Uma Pessoa Com HIV, ou sem, muda a cada “tic” e a cada “tac! do relógio!

Mas, quer saber, eu gosto do antigo, devo ser um espírito antigo e prefiro olhar, grão a grão, cada grão que desce na ampulheta!

As areias do tempo, eu diria, a tudo soterram! E esta seria uma grande mentira!

Há alternativas!

A vida pulsa à sua volta, convindando-te a abraça-la!

Cada um de nós pode começar um novo fim a todo o momento, nos ensinou o Chico!

Sua Expectativa de Vida Pode ir Além deste e de quaisquer horizontes que você possa vislumbrar por um atmo, ou por evos insondáveis

Um deles é quando o diagnóstico é feito.

Se você pensa em se testar porque acredita que pode ter estado em contato com alguém com HIV há algumas coisas a se pensar.

Se esta relação, com este risco de contato foi a menos de 72 hora procure por PEP (este link trata disso e abre em outra aba).

Bem, se, infelizmente, foi a mais de setenta e duas horas convém que você vá a um CTA.

Observe tudo com calma e, depois, procure conversar com um profissional qye você percebeu ser sério ou séria.

O profissional sério é facilmente reconhecível, basta você avaliar como ele/ela se expressa e, já faça um teste.

Qual o Por quê disso?

Talvez, e eu não saberia explicar um motivo para ser assim, mas talvez você já tenha estado em contato com HIV em outra relação, e sequer tenha se dado conta disso, ou mesmo que se recorde!

Eu mesmo não tenho ideia e, quanto me lembre, não vivenciei a Infecção Aguda por HIV!

E eu não me lembro de todas as pesoas com quem estive.

Mesmo porque, no meu caso, não dá. Não daria e não deu! Mas o que eu vejo aqui, em torno a mim, com medo de ter HIV são, na maioria, não na totalidade dos casos, pessoas com medo do estigma causado pelo HIVestigma causado pelo HIV e com base na fala deles, ao longo de mais de uma década eu vejo a maeira como eles v~eem, ou teriam visto a mim, não fora a triste e desconcertante situação em que se encontram quando dão de cara comigo e me nomeiam:

 

Guerreiro

 

E prefiro ficar com Mestre Yoda:

Guerras Não Engrandecem!

 

E, a bem da verdade, as pessoas nem sempre estão muito conscientes a respeito da existência do HIV e eu já disse quem falha e como falha em não acender esta luz.

Bem, O Teste Deu Não Reagente? Que bom. Ainda Temos Algo A Observar: O Tempo

Ótimo!

Enquanto isso, enquanto o tempo de janela imunológica não se passa e a janela não se abre, ignore pessoas que dizem ser mais confiáveis os testes de laboratórios particulares, pois, trocando em miúdos, muda a embalagem.

também muda a marca, muda a maneira gélida e irresponsável com que se entrega um envelope que pode conter uma notícia ruim, devastadora sem que se dê a você qualquer suporte.

Ao inés disso, procure comprender melhor o que seria a infecção por HIV e a AIDS!

expectativa de vida da pessoa com HIV
Se é para viver em uma janela, que seja assim

Espere a janela imunológica (outra aba), sem buscar pelos em ovos, sem tentar associar ádido úrico entre os dedos de seus pés ou suores noturnos como sinais de infecção por HIV.

Isso me lembra mais medo e horror do medo e horror do desconhecido

Espere com tranquilidade. Sua vida, se você estiver contaminado, não mudará tanto assim se você for firme o bastante para entender que a vida é uma via de mão dupla em TODOS OS SENTIDOS.

Faça o exame e, uma vez que tenha alcançado um não reagente faça disso uma experiência importante em sua vida! E cuide-se melhor, doravante!

E faça desta experiência uma daquelas que você não pretende e nem deve repetir. Relacionar-se sexualmente com alguém, seja quem for, sem preservativos. O HIV é só um dos possíveis mals resultados! E não é o pior. Vocês não tem ideia do que é viver com HTLV 3!

Deu Reagente? Tocar o barco, ou o enterro, é o que resta!

Se der reagente, é bom que tenha sido agora, se foi em um exame de rotina ou suspeita e não em uma medida desesperada, para tentar entender o que se passa contigo, no afã de salvar sua vida!

Porque quanto mais cedo você descobre, melhores são suas possibilidades de tratamento e melhores os resultados.

Melhor descobrir assim do que ser diagnosticado com a surpresa de uma doença oportunista. Uma pneumocistose, uma toxoplasmose ou uma retinite por CMV! Um destes cenários mostrados é potencialmente fatal e outros dois dificilmente não deixam tristes sequelas! Eu conheci apenas uma bem-aventurada que teve toxoplasmose e saiu sem sequelas e, dada esta circunstãncia, médicos que a cuidaram e outros com quem falei, tem lá suas dúvidas se realmente foi a “toxo”.

Doenças Oportunistas São As Piores Razões Para Se fazer o Teste Para HIV

Em dezembro, assisti á perda de um ente querido dentro de uma família e todo o desequilíbrio que veio depois!

Eu já conheci casos, no final do texto vocês entenderão melhor, de pessoas que foram diagnosticadas de forma desastrosamente tardias em circunstâncias para lá de dolorosas.

E, assim, infelizmente, eu vi muitas vidas serem perdidasassim, por conta de uma doença oportunista em um diagnóstico não de infecção por HIV e, sim, por um quadro grave e severo de deficiência imunológica.

Deficiência Imunológica provocada pelo HIV (AIDS)  associado a uma ou mais doenças oportunistas, não dando a médicos, familiares e doente, uma só oportunidade de “luta justa”. É difícil er uma luta justa com a morte!

Eu que o diga depois de duas embolias pulmonares, um enfarto, duas meningites, oito pneumonias e outros incidentes dos quais sequer me recordo, até porque, em alguns deles, eu estive inconsciente.

E, bem, eu tenho de ser honesto convosco.

Eu sobrevivi a mim, pois, para que se saiba toda a verdade, das inúmeras tentativas de suicidio que eu tomei, uma delas não foi uma tentativa “fake”, pois as outras o foram; eram uma maneira de eu gritar com o mundo:

-“Hei seus malditos!!!! Vocês estão batendo forte demais e eu não sou saco de pancadas”. Eram gritos de alerta, com doses altas de medicações perigosas.

 

Eu tinha perdido o amor pela vida, aos 17 anos, eu tinha perdido um amor, quando efetivamente tentei tirar minha vida. Eu cometi o gesto fatal. Mas isso estava previsto. sabiam que eu não tinha nada, nenhum razão para ter esperanç, nada pelo que viver, e eu o fiz. Crueldade entre crueldades…

Mas em uma delas, sim, a tentativa foi, na verdade, uma investida, um empurrar os dois manches da aeronave para a frente, apontar o nariz da “aeronave em direção ao solo e por a aeronave para girar em torno de si!

Eu havia, sim, me decidido a morrer e, honestamente, bem sei o que me salvou, e como! A crueldade disso?

Inominável!

Há Vida Com HIV! Mas Havia tanta Dor Moral Em Torno de Mim… Decidi-me por morrer mais uma vez!

Eu desejei, eu desejava morrer, porque a dor moral, naquele momento, estava além da minha capacidade de resistência física e moral.

Felizmente (…), eu sobrevivi!

É triste dizer isso, mas em alguns casos, a depender de como a AIDS te ataca e qual a doença oportunista que o afeta, a morte, a perda da vida é, na maior parte das vezes, Misericórdia Divina.

Eu falo porque já vi e porque já perdi mais gente querida e amadagente querida e amada para a AIDS do que gostaria de ter perdido mansamente!

Mas entenda que, passada a janela imunológica, o exame não reagente obtido é definitivo, é líquido e certo, e quem vive na neura por isso precisa bem mais de ajuda psicológica e psiquiátrica do que clínica. E eu cansei de ser sparring!

Bem, se você for diagnosticado com HIV, tudo está em suas tudo está em suas mãos

Mantenha a calma, entre em contato com seu médico, procure entender, mesmo aqui, o que é o que é CD4 o que significa o que é CD4, o que pode representar ter a carga viral indetectável, receber as orientações de seu (sua) médico/a e, sobretudo, manter uma adesão espartana….

Não:

Draconiana.

Tenha uma adesão draconiana de sua medicação e use de todos os recursos que você tiver à mão e ao alcance de seu intelecto para ser assim, 103% aderente ao seu tratamento e, se nada der errado, e se Deus quiser, você terá como soropositivo, ou pessoa vivendo com HIV,   para uma vida tão longa e tão próspera quanto a que você sempre sonhou para ti mas a cura ainda é uma hipótese remota!

Tome seus remédios na hora certa – Isso é ter adesão draconiana, adesão responsável.

Eu porei as coisas aqui, no lápis e papel para você ver.

Eu creio que há uns oito anos atrás descemos para Santos, eu e Mara, para uma viagem curta. Descemos no sábado voltaríamos no Domingo à noite. E ela esqueceu um de seus medicamentos aqui em São Paulo.

Ela chiou, apitou e esperneou. Eu subi com ela de volta até aqui, em Sampa, ela tomou o remédio, descemos com ele e cumprimos todo o nosso final de semana com este “parêntesis”.

Sabe o que mais?

Nós fomos diagnosticados em uma época em que não havia tratamento.

Pois é! E estamos aqui! Nós sequer nos conhecíamos! Isso daria dez textos, para introduzir a ideia!

Nós, Eu e Mara, Amamos A Vida E Gostamos de Viver.

 

Este ingrediente, em sua vida, pode ajudar a fazer toda a diferença, mesmo que você seja diagnosticado em um momento menos favorecido. Sim, com os prognósticos apontando contra você. A pessoa que me deu o diagnóstico, há quase um quarto de século, e que me prognosticou seis meses de vida.

E deixou este mundo antes de mim e, da mesma maneira como eu tenho a impressão de ver um “quase sorriso” na ponta de um de seus lábios então, há algo muito parecido com isso aqui, em mim, agora.

No topo deste Blog está escrito:

Há Vida Com HIV!

 

E Há Mesmo. Ou u Não O Escreveria! Pois, veha bem:

Ccom que cara olharia para vocês quando a verdade (a que eu suposta e hipoteticamente estaria ocultando) viese a tona?

Eu terminava as noites na cabine de som do Le Masque assim!

 

Sabe gente. Querendo eu ou não, cada um de vocês, que interage comigo aqui, só por me ler, direta ou indiretamente já tem um encontro marcado comigo do outro lado dos Umbrais.

Assim sendo, sinceramente, espero encontrar a cada um de vocês com pelo menos algum bom humor a respeito de mim.

E, bem sei, nem sempre é possível encontrar esta realidade!

Escrito por mim, Cláudio Souza, baseando no que vivi.

Mas não apenas nisso.

Baseado também no que vi, no que morri, no que renasci e no que morreria e renasceria um milhão de vezes, se preciso fosse para ter, agora, ou em outro tempo, a compreensão ainda nublada da vida.

Da vida tantas vezes morta, tantas vezes viva, tantas vezes não interpretada mas, com toda certeza, por mim escolhida e compreendida tantas vezes assim por mim!

Se deu um nó em seu cérebro isso é ótimo. Temos muito em muito em comum seja você quem for 🙂

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2 Comentários

CLOVES 23 23America/Sao_Paulo abril 23America/Sao_Paulo 2019 at 09:30

Amigo, seu comentário e muito vazio, realmente que aderir ao tratamento, segue o o profissional que te acompanha, todos nos HIV+ temos que seguir na complexidade dos limites, afinal e uma doença crōnica, sem cura, por enquanto, mas com um tratamento seris, vivemos com qualidade de vida, veja o lado bom, as medicações estão proporcionando um longo período de vivencia com o HIV, sei que temos ter os cuidados com a sauds, mas o que temos nós dar uma vida melhor, palavras de um HIV+ Desde de 1996. Um abraço.

Resposta
Cláudio Souza 23 23America/Sao_Paulo abril 23America/Sao_Paulo 2019 at 12:40

Eu não entendi sua aproximação!!!!! Eu vivo com HIV desde 1994. Desde 1994 eu estou consciente disso! E não tenho a menor ideia de com quem ou quando contraí HIV. O que você não sabe, e faz de você uma pessoa vazia que fala sobre o que não sabe, com ares de “conneissur”, é o caminho que eu trilhei até aqui! Que bom para você ter sido diagnosticado em 1996. Já havia tratamento! Você ficou nas ruas? Morou em uma casa de apoio, foi para uma segunda e percebu, finalmente, que era, como foi, melhor recomeçar nas ruas? Você catou papelão enquanto puxava carroças?

O que você sabe de mim, pessoazinha (nefasta), para me dizer “X” ou “Y”? Apresente-se! Escreva um texto, coloque sua foto nele, autorize-me a publicá-lo no blog, blog este que eu mantenho virtualmente sozinho, por amor, há quase dezenove anos! Sabem que são os mais facilmenete rotuláveis? Inicialmente aqueles que tem cara, coragem e atitude para se expor em nome de milhares que não o poderiam fazer sem graves danos às suas vidas. E, na outra ponta, os rotuladores, cujas palavras, muitas vezes, tem sua autenticidade amplamente questionável. Como naquele filme: Poeira em alto mar ou o esqueleto sangrento!

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