Esteatose Hepatica: Crescem o número de casos de em Pessoas Com HIV

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Esteatose Hepática Não É, Me Ensinou Uma Infecto, Coisa Que Se Apure Em Um Ultrassom

Esteatose Hepática, uma Doenças Hepáticas Gordurosa é uma causa crescente de problemas hepáticos graves seguidos de morte relacionada com o fígado entre pessoas vivendo com HIV.

Especialmente  agora que a hepatite C pode ser curada, de acordo com pesquisa apresentada no 2019 Internacional do Fígado Congresso na semana passada em Viena.

Com os tratamentos altamente eficazes para hepatite B e C que levam à redução da mortalidade entre pessoas com HIV, “a DHGNA está se tornando uma causa cada vez mais importante de doença hepática”.

Assim o afirmou Zobair Younossi, do Inova Fairfax Medical Campus, em Falls Church, Virginia.E ele também sugere que, no futuro, a DHGNA pode se tornar a principal causa de doença hepática nessa população.

Como as pessoas com HIV estão a viver mais tempo graças ao tratamento antirretroviral eficaz –quase metade das pessoas seropositivas têm agora mais de 50 anos– condições não relacionadas com o HIV, como doenças cardiovasculares, cânceres não relacionados com AIDS e doenças do fígado, representam uma causa de proporção crescente de adoecimento e perda prematura da vida nestas populações.

Pois, à medida em que as pesoas vivendo com HIV se tornam mais saudáveis, elas também são mais propensas a estarem acima do peso, também observou Younossi.

Acima do Peso? Gastrolastia e Segunda Embolia Pulmonar. Tinha, também, Uma Esteatose Hepática

Esteatose hepática
Eu cheguei “a isso”. Era operar ou operar (gastroplastia). E eu, que quanse não me complico medicamente, ainda ganhei uma segunda embolia pulmonar como brinde. E sobevivi. Deus, com certeza, me quer aqui. Mesmo que só de sarro

 

Muitas pessoas que vivem com o HIV também têm o vírus da hepatite B (HBV) ou o vírus da hepatite C (HCV), que são transmitidos de algumas maneiras.

O HIV, quase que Domesticado

Mas uma vacina contra o VHB eficaz está disponível desde o final dos anos 80, e medicamentos antivirais como o Viread (tenofovir disoproxil fumarato) que me causou osteoporose e o Baraclude (entecavir) podem manter a hepatite B sob controle.

E, além disso, patologias como a hepatite C podem ser curada com antivirais de ação direta.

Entre as pessoas HIV-positivas – como a população dos EUA como um todo – a hepatite viral está caindo como uma causa de doença hepática grave enquanto a DHGNA está aumentando.

A doença hepática gordurosa não alcoólica e sua forma mais grave, a esteatose hepatica não alcoólica (EHNA), são causadas pelo acúmulo de gordura no fígado.

E isso, infelizmente, desencadeia inflamação, que ao longo do tempo pode levar ao desenvolvimento de fibrose (cicatrizes), cirrose (cicatrização severa e perda da função hepática) bem como o câncer de fígado.

Nos dias de hoje, abril de 2019, não há tratamentos eficazes para DHGNA e NASH, e o manejo da doença depende de mudanças no estilo de vida, como perda de peso e exercícios.

Eu mesmo, Cláudio Souza, tive de entrar em um processo cirúrgico que, em meu caso era uma questão de fazer ou não sobreviver, de gastroplastia, popularmente conhecida como redução do estômago e, vejam, eu evoluí (…) para uma segunda embolia pulmonar, pois a primeira tivera ocasião em 2005 e quase mandou-me para a vala, ou para o saco, nesta segunda vez, desenganaram-me, dizendo que eu não resistiria.

Duro de roer, como beira de sino, minha maior ameaça sou, para mim, sempre eu mesmo e não minhas patologias! Ou a Esteatose Hepática

Voltando ao tema, a equipe de Younossi analisou as tendências de prevalência e mortalidade da DHGNA, hepatites virais e outras doenças do fígado entre pessoas com HIV.

Pessoas que recebem o Medicare, que geralmente está disponível para pessoas com 65 anos ou mais e, cultura insana, também algumas pessoas até mais jovens, com deficiências.

Pesquisando os registros médicos de mais de 47.000 pessoas HIV-positivas, eles identificaram 10.474, ou 22,3%, com alguma doença hepática. A hepatite C foi a ocorrência mais comum, com 5.628 casos (53,7 por cento). Isto foi seguido por DHGNA (doença hepática gordurosa não alcoólica), em 2.629 casos (25,1 por cento).

E assim, as outras causas foram menos comuns, incluindo 1.374 com hepatite B (13,1 por cento), 645 com coinfecção por HBV e HCV (6,2 por cento).

Bem  como 198 pessoas, com outras doenças do fígado (1,9 por cento).
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Desta forma, entre 2006 e 2016, a prevalência de hepatite viral entre pessoas com HIV diminuiu de 27,8 para 24,1 por 100.000 na população (uma variação percentual anual de -0,9 por cento).

E, enquanto isso, a taxa de DHGNA, a esteatose hepática, mais que dobrou de 5,3 para 11,6 por 100.000 (uma variação anual de +7,2%), relatou, mais uma vez Zobair Younossi.

Um padrão semelhante foi observado para a mortalidade, embora a doença hepática gordurosa ainda fosse responsável por menos mortes do que a hepatite C. Das 2.882 mortes totais durante o período do estudo, pouco mais de um terço (36,2%) estavam relacionadas à doença hepática. Destes, metade foi atribuída ao HCV, 20,3% à DHGNA, 14,4% ao VHB, 11,9% à coinfecção VHB / VHC e 3,9% a outras doenças do fígado.

Deste modo, durante a mesma década, as taxas de mortalidade relacionadas à hepatite viral caíram de 3,8 para 2,6 por 100.000 (variação anual de -5,2 por cento), enquanto a mortalidade por DHGNA aumentou de 0,2 para 0,8 por 100.000 (variação anual de 8,9 por cento).

Isso tudo assim, analisando em uma análise multivariada que levou em consideração múltiplos fatores de risco, pessoas HIV-positivas com doença hepática apresentaram maior tempo de internação hospitalar.

Bem como maiores tempos  internação e custos ambulatoriais mais altos com maiores riscos de morte em um ano, quando em comparação com aqueles sem doença hepática.

E portanto, com o crescente impacto da doença hepática gordurosa entre pessoas com HIV, “os médicos devem estar muito, mas muito mais atentos para identificar e controlar a DHGNA entre esses indivíduos”, insistiu e insiste Younossi, Zobair. E desta maneira, com os olhos postos sobre isso, um estudo relacionado examinou a DHGNA em duas coortes de pessoas vivendo com HIV no Canadá e na Itália, entre pessoas que não ingerem muito álcool e não tiveram hepatite B ou C.

Entre estas 1.228 pessoas cujos registros foram revisados, 31,8% tinham DHGNA.

Destes, 25,2 por cento foram considerados de risco para a progressão da doença hepática, com base nos níveis elevados de enzimas hepáticas, bem como a presença de fibrose significativa. “E é assim que tais estudos indicam o perfil de mudança da doença hepática em pacientes com HIV”.  Muito embora a hepatite viral ainda seja a principal causa de doença hepática nesses grupos, a DHGNA está se tornando um problema muito mais comum ”, afirmou, por sua vez disse Philip Newsome, PhD, vice-secretário da Associação Europeia para o Estudo do Fígado.

Tal afirmação foi publicada em um comunicado à imprensa durante a conferência.

“E estes fatos reforçam a necessidade de estudar agentes terapêuticos em pacientes com DHGNA e HIV, uma área que raramente é examinada.”

Traduzido por Cláudio Souza em publicado 05 de maio de 2019, do original em NAFLD a rising cause of liver disease in people with HIV  • Por Liz Highleyman

 

Sobre o autor do estudo

 

Zobair M. Younossi, MD, MPH, FACP, FACG, AGAF, é o presidente do Departamento de Medicina do Campus Médico Inova Fairfax. Ele também é professor de medicina, Virginia Commonwealth University, Campus Inova e professor afiliado de Ciências Biomédicas na George Mason University.

 

O Dr. Younossi formou-se em medicina pela Faculdade de Medicina e Odontologia da Universidade de Rochester, em Rochester, Nova York (Alpha Omega Alpha, 1989), e completou sua residência em medicina interna, bem como uma bolsa em gastroenterologia e hepatologia na Scripps Clinic and Fundação de pesquisa em La Jolla, Califórnia. Durante sua residência e companheirismo, obteve seu mestrado em saúde pública pela Escola de Saúde Pública da Universidade Estadual de San Diego (SDSU) em San Diego, Califórnia, recebendo o Prêmio Hanlon e o Prêmio Estudante Excepcional pela SDSU. Ele então serviu como Hepatologista e Pesquisador Sênior da Cleveland Clinic Foundation, Cleveland, Ohio (1995–2000).

Saiba mais.

Clique aqui para ver os resumos do Congresso Internacional do Fígado.

Clique aqui para saber mais sobre NAFLD e NASH.

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