O que o HIV faz com você?

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Vida
Este foi meu primeiro editorial

O que o HIV faz com você, Cláudio, é o que você precisa entender, me disse uma médica em uma triste e obscura tarde sombria há quase um quarto de século atrás.

Infelizmente e eventualmente, quando a infecção pelo HIV for deixada sem tratamento, ela ainda progride para a AIDS

Ela, a Vida; e ela,a AIDS, não foram tão prolixas comigo, é verdade, até porque determinadas coisas, naqueles dias e noites de chumbo, sequer eram sonhadas .

E, de certa forma, este texto dirá a vocês, mais do que eu ouvi naquela tarde, pois muito disso, só veio um pouco, muito ou bem depois de 1994, 1995, 1996 e assim por diante!…

E começar pelo que segue bem abaixo é um bom começo para desmistificar, por um tempo, até que se saiba ainda mais, o que o HIV faz com você é o alvo desta publicação.

HIV e sistema imunológico 

Célula CD4 e Molécula CD4
Esta é uma célula branca, da série dos leucócitos. Não é a representação de uma célula CD4. O que eu quero estabelecer, com esta imagem é o fato puro e simples que NINGUÉM pode ousar diagnosticar AIDS com base na contagem da série de *****LEUCÓCITOS**** CATSO

Seu sistema imunológico deve protegê-lo contra vírus e outras infecções. Por que, então, não o protege do HIV? 

A resposta é complicada, eu bem o sei, mas essencialmente, é porque o HIV destrói as células CD4, que direcionam esta mesma resposta imunológica do sistema imune (outro nome para a mesma coisa). 

Essa destruição das células CD4 (e vários outros processos sobre os quais estamos aprendendo gradualmente) impede o funcionamento correto do sistema imunológico.

 

Seu sistema imunológico ficará danificado demais para se defender de infecções e cânceres diversos, cotidianamente chamados doenças oportunistas, com risco de morte para você ou quem quer que realmente esteja infectado pelo HIV e que, sem se tratar, evolui (…) para a AIDS!

Mas tenha em mente que você não precisa ficar em pânico se receber um reagente, pois há vida com HIV! Eu estou nesta luta há quase 25 anos!

WOW, me deram seis meses de vida naquela noite!

 

Vida com HIV, um caminho difícil! Mas longo!!! E isso é bom!!!

Para que Servem os Testes De CD4
Este é o Esquema Simplificado de Uma Célula CD4

O número de células CD4 na corrente sanguínea – sua contagem de CD4 – é uma das medidas mais importantes da força imunológica das pessoas com HIV.

No passado, pintamos uma imagem bastante direta da infecção pelo HIV: 

O HIV infecta e destrói as células CD4, fazendo com que a contagem de CD4 diminua. Agora percebemos que essa descrição dos eventos é simplificada demais. 

É verdade que o HIV infecta e mata diretamente as células CD4. No entanto e entretanto, o HIV causa muito de seus danos de maneiras mais indiretas. Até me lembro de ter conversado com minha médica Infectologista, aquela em quem eu mais confiei, A. N. A. que a AIDS em si, a queda progressiva, gradativa e paulatina, é apenas, e tão somente, a “pontinha do iceberg” da cadeia de acontecimentos que ocorrem e que minam sua saúde enquanto você vive com HIV!

Ativação Imune Constante

 

Uma outra representação gráfica de uma célula CD4

 

Os esforços do sistema imunológico para combater o vírus o colocam em um estado de ativação imune, ou processo inflamatório (inflamação) constante e isso não é bom, obviamente, pois é estar doente, de uma forma ou de outra, o tempo todo, desde o primeiro dia!

Gente, eu sei como é isso. Eu tenho moído esta coisa, que nunca para de chegar com mais “grãos”, desde 1994! It sucks!

Com o tempo, a inflamação prolongada pode aumentar o risco de uma pessoa de ataques cardíacos e levar a outros danos, como o AVC, o infarto,

E, também diferentes e variados tipo de cânceres, ligados diretamente, como doenças oportunistas, à presença do HIV.

Tais como o Sarcoma de Kaposi e o Linfoma de Hodgkins e os Linfomas não Hodgkins, como o Linfoma de Burkitt, que de uma maneira ou de outra, afetam sua qualidade de vida, minando sua saúde física, mental e emocional.

Eu aprendi que há uma diferença entre saúde mental e saúde emocional e, com tantos danos, causados diretamente pelo HIV, teria sido uma jornada perdida se eu não tivesse aprendido a pelo menos vislumbrar as graduais e infinitesimais diferenciações entre estas “coisas”

Bem como outros, ligados ao envelhecimento, associado aos fatores de comprometimento biológico de seu corpo, eu digo a vocês que, por favor, usem o preservativo, se possível, mesmo dentro do casamento, uma dica extra que dou às mulheres casadas!!! Prestem atenção!

Um, entre cada cinco homens heterossexuais…

Senhoras e senhoritas, presentem atenção!

 

As fases da infecção pelo HIV

  1. Quando a infecção pelo HIV não é tratada com medicamentos antiretrovirais, o curso da doença geralmente se move por várias fases. 
  2. Na infecção primária (também chamada aguda infecção), o HIV se estabelece em todo o corpo. 
  3. Dentro de algumas semanas, na maioria esmagadora e normal dos casos, o sistema imunológico desenvolve anticorpos contra o vírus – um processo conhecido como soroconversão.
  4. A infecção entra em uma crônica fase. Durante esta fase, uma pessoa pode não ter nenhum sintoma, apenas sintomas leves ou sintomas graves. 
  5. Se não tratada, a infecção pelo HIV progride até que o sistema imunológico fique fraco demais para se defender de infecções e cânceres com risco de vida.

Este estágio é chamado de AIDS. Já foi chamado de estágio final!

É a partir deste ponto que as coisas começam a se complicar, se voc~e não estiver em tratamento!

Por volta do ano dois mil eu li uma matéria em uma revista especializada em política falar, com a propriedade que um camarão falaria sobre uma constelação em Andrômeda, que “o começo do fim seria quando se chega a uma contagem de CD4 em torno de 500. Observem que a expressão “em torno” é de minha cunha, pois eles parecem não ter sabido esclarecer este ponto. Bem, muitas pessoas entraram em pânico.

Sig, minha infecto da época, tinha clareado isso para mim; sabe, tirando o paspanata que cuidava de mim na casa de apoio e o outro, que tinha a maldita síndrome da deidade, sempre fui feliz em encontrar médicos! E muito eficiente para ser isolado de uma pessoa inconveniente! Não adianta muito ser um bom profissional, oque a Flor não era nem “flor” que sheire (“S”), e ainda ser arrogante! Desta qualidade ela tinha megatons sobrando! To the Hell with her!!!

No entanto, o curso da infecção pelo HIV não é uma via de mão única. Além de impedir o desenvolvimento de doenças com risco de vida, os medicamentos anti-HIV podem interromper o progresso da doença e permitir que o sistema imunológico se reconstrua, mesmo em pessoas com doenças muito graves.

Durante o primeiro estágio da infecção pelo HIV, a carga viral é alta e a contagem de CD4 diminui

Uma vez que o corpo produz anticorpos anti-HIV (soroconversão), a carga viral diminui e a contagem de CD4 volta a um nível mais normal.

Infecção primária

Durante o primeiro estágio da infecção pelo HIV, chamado infecção primária ou aguda, o vírus segue do ponto de infecção – geralmente os tecidos genitais ou a corrente sanguínea – até os gânglios linfáticos.

Esse processo leva alguns dias. Quando o HIV está dentro dos gânglios linfáticos, ele se replica, faz cópias de si usando as células CD4 muito rapidamente e libera um grande montante de novos novo vírus (vírion é uma expressão médica/científica que significa a mesma coisa) na corrente sanguínea.

Essa explosão “demográfica” de rápida intensidade do HIV geralmente dura de dois a três meses. Durante a infecção primária, a quantidade de HIV no sangue ( carga viral) é muito alta. Isso torna as pessoas muito infecciosas durante a infecção primária e é, geralmente, um momento em que a imensa maiorias das pessoas sequer suspeitam estar infectadas!

Eles podem ter nenhum ou muito poucos sintomas, e os testes padrão de HIV podem não detectar a infecção pelo HIV nesse estágio inicial em até 30 dias, até quatro semanas, por assim dizer.

Durante esse período, geralmente há uma queda acentuada, mas apenas temporária, no número de células CD4. O corpo também começa a produzir um grande número de células CD8. Essas células CD8 produzem substâncias naturais que ajudam a desligar ou destruir as células infectadas pelo HIV, ajudando assim a reduzir a quantidade de vírus no sangue.

Algumas pessoas experimentam sintomas semelhantes à gripe duas a quatro semanas após o primeiro contato com o HIV.

Isso pode incluir um ou mais dos seguintes sinais:

  • febre
  • dor de garganta
  • cansaço inesperado ou falta de energia
  • linfonodos inchados,
  • dores nas articulações e músculos
  • erupção cutânea.

No entanto, muitas pessoas não apresentam nenhum tipo de sintoma quando são infectadas pela primeira vez.

À medida que o sistema imunológico aprende a reconhecer e combater o HIV, ele começa a produzir anticorpos para o HIV.

Esse processo, conhecido como soroconversão, geralmente ocorre dentro de duas a quatro semanas após a infecção. A soroconversão é importante porque o melhor teste que temos para saber se você foi infectado pelo HIV, o teste de anticorpos contra o HIV.

A Busca por Anticorpos 

Este teste não procura especificamente o HIV; em vez disso, procura os anticorpos que o seu sistema imunológico produz em resposta à infecção pelo HIV. Embora o teste de anticorpos para o HIV seja muito bom na detecção do HIV, ele pode não dar um resultado preciso até quatro semanas após a infecção. (A quantidade exata de tempo depende do teste específico que está sendo usado.)

Existem novos testes de HIV que buscam a presença do vírus, não anticorpos. Esses testes são capazes de detectar infecções mais cedo – assim que duas semanas após a infecção. Mesmo quando esses testes mais recentes são usados, eles geralmente são acompanhados por um teste de anticorpos para HIV para confirmar o resultado.

A soroconversão indica que o sistema imunológico aprendeu a controlar parcialmente – mas não completamente – os movimentos da  infecção.

Neste momento, os níveis muito altos de vírus no sangue caem um pouco e a contagem de CD4 retorna a um nível mais normal. Isso sinaliza o início da próxima fase da infecção – a fase crônica.

Depois que o corpo começa a produzir anticorpos anti-HIV, a infecção pelo HIV inicia uma fase de infecção crônica.

Se não tratada, o nível de HIV no sangue aumenta eventualmente e a contagem de CD4 diminui um pouco a cada dia.

Infecção Crônica/Assintomática

Após a infecção primária e a soroconversão, a infecção pelo HIV entra em uma fase crônica, de longo prazo. Durante esse período, o vírus continua a se replicar, mesmo que não haja sinais ou sintomas óbvios de infecção. À medida que essa fase avança, as contagens de CD4 diminuem gradualmente (embora possam permanecer estáveis ​​por muitos anos) e os sintomas tendem a piorar.

Embora as especificidades possam variar amplamente entre os indivíduos, a infecção crônica por HIV não tratada geralmente progride de livre de sintomas – ou assintomática para sintomáticas e, finalmente, para um estágio em que as infecções com risco de vida são prováveis e possíveis.

Assintomática significa “sem sintomas”. 

Muitas pessoas com HIV podem ter poucos ou nenhum sinal ou sintoma da doença por até 10 anos! Durante esse período, a única evidência de infecção pelo HIV pode vir de testes de laboratório: níveis mensuráveis ​​de HIV no sangue e uma contagem de CD4 abaixo do normal.

No entanto, mesmo quando não há sinais ou sintomas aparentes do HIV, o vírus pode estar danificando o corpo de maneiras menos óbvias.

Enquanto seu corpo luta ativamente contra uma infecção, como a infecção por HIV, as células imunes produzem altos níveis de moléculas mensageiras chamadas citocinas, que sinalizam “alertas” para que outras células imunes entrem em ação.

Esse estado “ligado” é a ativação imune ou inflamação.

As Consequências da maior atividade Imune

A maioria das infecções dura apenas um tempo limitado, após o que a maioria das células imunológicas retorna ao seu estado normal de “repouso” ou “inativo”, segundo cientistas e profissionais de saúde, minha visão bélico das coisas diria estados de alerta,  vigilância e patrulhamento.

A infecção crônica pelo HIV, no entanto, lança o sistema imunológico em um estado persistente de inflamação. Quase um estado de sítio. Isso pode ser prejudicial de várias maneiras.

Em primeiro lugar, o HIV infecta com mais facilidade as células CD4 ativadas, de modo que um sistema imunológico ativado oferece ao vírus mais células para infectar.

A ativação imune prolongada também reduz a vida útil das células CD4 e, possivelmente, diz o texto, outras células imunes. Pode danificar lentamente os vasos sanguíneos, aumentando o risco de uma pessoa de doenças cardiovasculares (ataque cardíaco e derrame “AVC”).

Pode acelerar o ritmo de lesão hepática em pessoas com hepatite viral e danificar os ossos, rins e outras partes do corpo.

A maioria das pessoas vivendo com HIV não tratado acabará por desenvolver sintomas mais óbvios. Alguns indivíduos sortudos continuam tendo contagens normais de CD4 e sem sintomas por muito mais tempo – talvez durante toda a vida útil normal destas células.

Esses indivíduos raros são chamados de não progressores de longo prazo ou controladores de elite. Não é uma condição invejável, como o autor do do texto original faz parecer.

Por outro lado, em algumas pessoas, a infecção por HIV pode progredir muito mais rapidamente, causando sintomas e diminuições significativas na presença de células CD4 em apenas alguns anos.

Infecção sintomática

Com o passar do tempo, o HIV não tratado gradualmente causa danos crescentes e as defesas do corpo enfraquecem. Em algum momento, os sintomas da infecção pelo HIV começam a aparecer.

Isso pode variar bastante entre os indivíduos, tanto no tempo que eles levam para se desenvolver quanto nos tipos de problemas que ocorrem.

Alguns dos sintomas mais comuns incluem fadiga crônica, perda inesperada de peso, diarreia, febre, suores noturnos e problemas de pele.

Esse estágio está associado ao desenvolvimento de infecções relacionadas ao HIV, como a infecção fúngica por candida, que causa candidíase (Amarilis foi diagnosticada assim…) na boca ou na garganta e candidíase vaginal na vagina. 

Geralmente (embora nem sempre), as primeiras infecções e sintomas a aparecer não são graves ou podem causar risco de vida.

Eles servem como sinais de alerta de que o sistema imunológico está significativamente danificado e que a doença pelo HIV continuará a piorar, a menos que seja tratada.

Infecções com risco de vida e AIDS

Se o sistema imunológico for danificado demais, ele torna as pessoas HIV positivas vulneráveis ​​a infecções que um sistema imunológico saudável poderia controlar facilmente. 

Em geral, essas infecções podem ser muito graves ou com risco de vida. Eles são chamados de infecções oportunistas.

Eu (o autor do Texto) fui diagnosticado no hospital. Eu estava realmente doente e não sabia o que estava acontecendo.

Então eles fizeram um teste de HIV e eu testei positivo.

Eu estava em péssimo estado. Minha contagem de CD4 era 33 e minha carga viral era meio milhão. Eu tive pneumonia (PCP). (declarações do autor do texto e não minhas, o tradutor).

Algumas delas, como infecções fúngicas orais, podem ser relativamente menores e fáceis de tratar (embora até mesmo infecções fúngicas orais possam se tornar muito graves em pessoas cujo sistema imunológico é fraco).

O Herpes pode ser mais sério e muita cautela e atenção com o Zoster, se você teve catapora na infância

Outras doenças oportunistas que também podem levar a complicações graves e podem ser fatais se o sistema imunológico estiver fraco incluem PCP (Pneumocystis pneumonia), MAC (Complexo do Mycobacterium Avium), Toxo (Toxoplasmosis gondii), tuberculose e CMV (citomegalovírus). Certos tipos de cânceres, como certos linfomas, também são mais comuns em pessoas com HIV.

CD4 e Doenças Oportunistas

O risco de infecções com risco de vida geralmente está intimamente ligado à contagem de CD4: o risco de uma pessoa desenvolver muitas infecções oportunistas aumenta quando a contagem de CD4 cai abaixo de 200 células. 

Para uma pessoa cuja contagem de CD4 é baixa, medicamentos para prevenir e tratar infecções oportunistas são cruciais.São chamadas de quimioprofilaxias.

O termo AIDS descreve o estágio mais sério da infecção pelo HIV, quando o sistema imunológico está gravemente danificado e as infecções com risco de vida se instalam. AIDS significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida:

  • Adquirida significa que a condição não é herdada – você adquire (obtém) em algum momento da sua vida.
  • A deficiência imunológica é uma fraqueza no seu sistema imunológico.
  • A síndrome é uma combinação de sintomas e / ou doenças.

No Canadá (a origem deste texto é canadense), a AIDS é diagnosticada quando uma pessoa com HIV desenvolve uma ou mais infecções ou cânceres oportunistas que definem a AIDS.

O HIV não precisa levar necessariamente à AIDS

Felizmente, a infecção pelo HIV não necessariamente leva à AIDS. Drogas antirretrovirais podem retardar ou interromper os efeitos do vírus no sistema imunológico. Mesmo as pessoas que tiveram doenças graves que definem a AIDS geralmente podem se recuperar e permanecer saudáveis ​​com os cuidados adequados. Esta é uma boa notícia, porque a palavra AIDS é assustadora. Isso remonta ao tempo em que a progressão da doença pelo HIV era quase inevitável: 

As pessoas contraíam o HIV, desenvolviam a AIDS e depois morriam.

As coisas mudaram muito desde então. 

Para pessoas com HIV que recebem cuidados adequados, com as consultas regulares a serviços médicos, que tomam seus medicamentos conforme indicado e permanecem saudáveis, e a AIDS não é mais uma preocupação perene a partir do momento em que você começa a se tratar.

Teste-se! Vale a pena saber

As palavras que usamos para descrever o HIV foram alteradas para refletir essa nova realidade. Os problemas médicos resultantes da infecção pelo HIV são agora freqüentemente referidos como doença pelo HIV ou infecção crônica pelo HIV

Esses termos podem ser usados ​​para descrever a condição de alguém que está em tratamento ou não e independentemente de terem sido diagnosticados com AIDS. 

Nota do tradutor:

O estudo “START” mudou a visão de início de tratamento para assim que diagnosticado e a expressão do autor do texto pode parecer desfocada, mas refere-se parece-me apenas uma forma de expressar do autor .

Não perca a fé, não desista de si ou de ter esperança!

Não há mais motivo para que a infecção por HIV leve, inevitavelmente a doenças graves ou morte. 

O tratamento adequado pode impedir que o HIV cause doenças graves. 

O tratamento também pode ajudar as pessoas a melhorarem em seus quadros de saúde e permanecerem saudáveis, mesmo que já tenham adoecido com infecções relacionadas ao HIV.

Além do tratamento, existem muitos outros fatores que também afetam a velocidade com que a doença pelo HIV progride.

Estes incluem o seguinte:

  • idade
  • a força do vírus você está infectado com
  • o quão forte o seu sistema imunológico responde àde vírus
  • nutrição
  • de fumar
  • utilização de drogas ilícitas
  • Stress mental (e como este stress é manuseado)
  • outras infecções, como a hepatite B ou C

Alguns desses fatores não são controláveis, mas outros são. 

Você pode não ser capaz de mudar sua idade.  E como nós desejamos isso!

Eu e o autor concordamos bem neste ponto!!!!!

Mas pode fazer algo sobre o quão bem você alimenta e se consome tabaco ou usa drogas ilícitas.

Infelizmente, algumas pessoas não descobrem que são HIV positivas até terem convivido com o vírus por muitos anos, até mesmo sob o impacto de doenças muito graves. 

Meninos… e Meninas eu vi!

Eu, Cláudio, conheci pessoas que foram diagnosticadas em momentos muito difíceis de suas vidas!

Com diagnósticos de doenças graves, e que sobreviveram e estão bem, mas também conheci pessoas que não eram portadoras de HIV, mas familiares de pessoas com HIV hospitalizadas, muitas vezes em UTIs, com doenças graves, para as quais eu não via esperança e, que preferi esperar o andamento dos fatos e vi, deploravelmente infeliz, que meus temores eram corretos….. 🙁 🙁 🙁

Errei muitas vezes na forma de me conduzir diante destas pessoas e, agora, entendo melhor estas coisas. É para a frente que se vive.

E no entanto, eu vi, também, pessoas assustadas, que mandaram a mim, um completo desconhecido, fotos de si mesmas, em lágrimas, assustados e assustadas.

Com medo e, Graças a Deus, eu as vi se recuperarem, ganharem peso, confiança e seguirem seus rumos seus destinos.

E, eu eu sei, e sei bem, que seu diagnóstico pode ser o resultado de uma doença grave relacionada ao HIV que te pega de surpresa. 

E sim, eu sei, é assustador, se você está vendo este blog em um Smartphone em um leito de hospital, busque se acalmar.

Embora existam muitos trabalhos como o deste Blog, Soropositivo.Org, eu já falava que Há Vida com HIV, na internet, no ano 2000 e, sim, isso tudo é muito complicado, mas eu tenho mostrado que Há Vida Com HIV desde tal data.

Isso deveria servir para você entender que não há dúvidas!

Se eu pude sobreviver há quase três anos sem tratamento e a todo este tempo, tendo o tratamento, que quando começou era um soco no fígado, hoje em dia, para mim, é café pequeno! E para voc~e, eu não tenho dúvidas! Também o será.

E ninguém pode dizer a mesma coisa, de um trabalho pessoal, ainda online!

Há outros trabalhos que jamais lograrei fazer, no campo material, pessoal, parece não ter isdo esta a ideia de Deus, lá em cima e sim, eu sei:

Tudo é como Deus deseja

A resiliência é, sim, uma construção diária. E eu insisto, persisto e te concito a crer: “Há vida com HIV”. Pode apostar nisso o seu pescoço e tudo o mais!

Eu não o diria, se não o fosse assim!!!

Conte comigo hoje, e sempre, dentro de minhas limitações naturais a toda esta história e bagagem, me buscando por este canal.

Pois, eu afirmo, as infecções geralmente podem ser tratadas. 

A maioria das pessoas que desenvolvem uma doença grave relacionada ao HIV e não tomam medicamentos antirretrovirais deve iniciar o tratamento o mais rápido possível, para fortalecer o sistema imunológico, a fim de combater a doença e prevenir futuras infecções.

As pessoas que dão positivo enquanto ainda estão fisicamente saudáveis ​​têm uma grande vantagem:

Sabem o que procurar. 

Ao realizar exames de saúde completos e regulares e exames laboratoriais de rotina, você e seu médico podem detectar alterações ou sinais de aviso e lidar com eles antes que eles se tornem problemas maiores.

Mas se você está com uma baixa contagem de CD4 e uma carga viral elevada, não desanime. 

 

A minha primeira carga viral teve um número astronômico, que eu sequer recordo e, ainda assim, eu me lembro de ter saído do CRT-A, ainda na Rua Antônio Carlos, tão transtornado que acabei por “atropelar um ônibus” na Rua Dona Maria Paula (eu colidi com a lateral dele enquanto o semáforo franqueava a passagem do ônibus) e caí de costas no chão”, mas ainda estou aqui, desde uma época em que não havia tratamento.

 

Nunca será fácil. Eu aprendi que as boas coisas da vida, como a Própria Vida,se muito fáceis, perdem a graça!   

🙂

🙂

🙂

Você entendeu o texto? Há alguma dúvida? Este é o melhor caminho pra conversar. Eu parei com What's App

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