Sexo Oral Passa HIV? Sim! Pode passar! Mas…

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Sexo Oral é O Grande Lance.

É uma Parte Importante da Relação sexual, mas NÃO É PRELIMINAR

Sexo Oral passa HIV? Esta pergunta aparece “mais que frequente”, mais do que frequentemente em meu What’s App!

Falando sério, o sexo oral também pode transmitir HIV. Mas só houve um caso de transmissão de HIV por sexo oral e, infelizmente, a fonte da notícia não está me dando o resultado pela busca.

Neste Caso Houve Transmissão de HIV por Sexo Oral

Mas Era um caso bastante contundente.

Tratava da relação entre duas mulheres onde, uma delas, e talvez vocês se assustem um pouco com “meu conhecimento na área”, mas eu fui DJ na SKY Perepepês,  que saudade! Era uma casa GLS e a vida era vem mais simples.

Sexo Oral não é Preliminar! É algo importante entre duas pessoas

É preciso responsabilidade nisso.E eu me recordo que, não estou bem certo, mas houve chacota ou galhofa com a sigla extremamente longa criada por pessoas que não querem, eu sei que não querem, ser rotuladas, e nem devem ser.

Sexo Oral É Bom, mas a Dúvidas São dolorosas

Há chances de contrair HIV no sexo anal ou HIV no sexo oral? Esta é, provavelmente, uma das perguntas mais comuns a provedores de serviços de saúde e médicos a ser feita com relação à AIDS.

As pessoas realmente querem saber algo a respeito do seu risco pessoal em relação à sua vida sexual em si e quais as reais possibilidades de contrair HIV durante felação – ainda mais do que durante o sexo anal!

Pois todos sabem que esta é, independentemente de ser uma relação hétero ou homossexual, e certamente também para pessoas bissexuais, a maior pitada de risco, o sexo anal.

Bom e Doloroso, para muitos, o sexo anal representará sempre o maior dos riscos

E no sexo oral há uma dolorosa dúvida.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos estados Unidos (CDC) tem uma página que descreve a probabilidade de transmissão pelo sexo oral como “baixa” ou pequena (…). Mas o que é que isso significa? O site https://www.aids.gov coloca desta forma:

“Você pode contrair o HIV por executar sexo oral no seu parceiro masculino, embora o risco não represente um risco tão grande como é com sexo anal ou vaginal desprotegido.” Quanto ao risco em uma mulher, o site explica: “O HIV tem sido encontrado em secreção vaginal, então há um risco de contrair HIV por esta via.”

Os mais jovens me perdoem, mas eu tento esclarece-los!

Sexo oral é Sexo! Não é preliminar!

Mas usar prognósticos e estatísticas? Bem, eu  fiz algo parecido, eu “ia na fé” de dar sorte, e era aquilo. Se pegar, pegou! Eu digo isso claramente aqui, em Cura do HIV, lembrando a TODOS e TODAS que é meu posicionamento pessoal, a minha visão do que a infecção por HIV e a AIDS representam para mim, dentro de minha vida, e eu falo da vida como “entidade estética” como bem a descreveu Rubem Alves.

E falo da vida como “entidade estética” como bem a descreveu Rubem Alves!

Deste mundo, nesta existência, estou farto!

E eis-me aqui, em dores, drogado co metadona, amitril e gabapentina, tentado chamar à atenção de vocês o risco, o grande risco de se contrair HIV.

Sexo Oral e HIV: A Janela Imunológica é a Mesma – Ver Aqui

Estatisticamente é mais difícil contrair HIV durante o sexo oral.

Dificilmente seria assim… Mensurar seu risco de contrair  HIV no sexo anal ou vaginal ou oral em números…

A vida não é uma coisa matemática, a vida é uma entidade estética.

É por isso que muitos de nós procuramos evitar percentagens e proporções quando falamos de risco.

Eu não considero sensato você gerenciar risco por prazer. Não vale a pena!

Mas uma coisa é verdade. E mais difícil contrair HIV no sexo oral, e é bem mais perigoso contrair o HIV no sexo anal! E muitos dos que banalizam a AIDS, de forma similar a do link, ou à minha, terminam em contágio

Probabilidades de transmissão de HIV por exposição ao vírus são geralmente expressas em percentagens ou como prognósticos (coisa que se deveria usar quando tiver de calcular suas possibilidades de ter a “sorte grande” na mega sena da virada e não na busca pela possibilidade de contrair HIV através do sexo oral!.

Por exemplo, a média de risco de contrair HIV através do compartilhamento de uma agulha uma vez com um usuário de drogas HIV positivos é 0,67%, que também pode ser indicado como 1 em 149, utilizando o que CDC prefere, 67 10.000 exposições.

Gerenciamento de Risco, Sexo Oral, HIV e AIDS

Eu li em algum lugar que as pessoas precisam avaliar o que gostam de viver, vivenciar e fazer. E desta forma estabelecer, para sí, quanto risco está disposta a correr.

Isso se chama gerenciamento de risco, se trocarmos em miúdos e eu compreendo o desejo. Eu compreendo inclusive eventuais motivações pessoais para tal. Mas…

O que eu te asseguro é o seguinte. O gerenciamento de risco é muito bom enquanto gerenciar funciona bem para você!

Mas quando, por assi o dizer, a peteca cai…. Moço… Moça…. A peteca no chão é desconcertante e dolorosa. Pois se você não a alcança, ela vai direto o solo. E se cair na lama. É a lama…

 

Pois, apesar de parecer tão remoto, ainda acontece, e este número tão pequeno se torna uma realidade, algo que, matemática e estatisticamente representa, no cumular dos resultados, como “100%” apesar de ter se aparentado tão pouco!!!

Pois, mesmo que o risco de contrair o HIV durante a penetração vaginal para uma mulher nos Estados Unidos é de 1 por 1.250 exposições (ou 0,08%) o risco existe e não há nenhuma “marca d’água” que te faça pensar.

Para o homem o cenário, é 1 por 2.500 exposições literalmente a metade dos riscos corridos pela mulher em situação similar (0,04%, que é o mesmo que executar felação).

É difícil mas você pode contrair HIV no Sexo Oral!

E se uma pessoa HIV negativo faz o papel passivo para alguém HIV positivo no papel ativo que não use qualquer tipo de proteção, mas sem ejacular dentro (coito interrompido), as chances de transmissão do HIV são em média menos de 2 por cento. Especificamente, é 1,43%, ou 1 de 70. Se o rapaz que penetra usa o coito interrompido (remover o pênis antes de ejaculação), então as chances são 1 para 154.

Sexualidade, transa e estatísticas combinam com álgebra avançada: (a+b2)2=???

Como podemos ir a partir dos prognósticos, sendo 1 entre 70, que o HIV será transmitido durante o ato sexual com as relações cujos prognósticos mais arriscados com possibilidades de 1 para 2 será com jovens homens gay nos Estados Unidos que contrairão o HIV antes de completarem 50 anos (e antes mesmo de você pensar: Não, a resposta não é que as pessoas com HIV são pessoas “vagabundas e promíscuas”, ou que nunca tenham ouvido falar de sexo mais seguro).

Os iniciantes, têm de compreender que estas probabilidades de transmissão de HIV por exposição única são médias. Eles são figuras gerais que não refletem a muitos fatores que podem elevar ou minorar os riscos.

Gerenciamento de Riscos, uma coisa complicada

Um desses fatores é a infecção aguda, o período de seis a doze semanas após contrair o vírus. Neste momento, carga viral eleva-se imensamente, aumentando a infecciosidade de uma pessoa em até 26 vezes!

E é por isso que você deve pensar bem e usar preservativo, porque este artigo sobre riscos e “prazos para se tornar infecioso” é um dos mais lidos neste blog! Tão próximo a isso, o risco de parto vaginal a transmissão salta de 1 entre 1.250 exposições para 1 entre  50 exposições e o risco de do sexo anal receptivo vai de 1 para 70 a maior que 1 para 3.

Também é importante perceber que durante a infecção aguda, o sistema imune ainda não criou os anticorpos que baixam carga viral, pelo menos durante alguns anos. Testes de HIV que dependem de anticorpos podem dar uma falsa leitura negativa durante a infecção aguda, também conhecido como o período de “janela imunológica“.

Outra Infecção Sexualmente Transmissível

A presença de outra doença sexualmente transmissível, DST ou IST, como preferem os preciosistas e eufemistas de plantão, os que entendem que “doença é feio” e que “infecçioso é o politicamente correto! Eufemismos não cooperam. Não agregam diante dos simples!

Que partam com os seiscentos mil diabos!!! – mesmo sem sintomas, como gonorreia na garganta ou reto- pode elevar o risco de contrair HIV cerca de oito vezes, em parte porque DST aumentam a inflamação e assim o número de glóbulos brancos que são os alvos do HIV. Condições vaginais como a vaginose bacteriana, secura e menstruação também alteraram o risco.

Não há muita certeza nesses números. Mas eles podem ser uma boa ferramenta para a compreensão de risco.

Em tempos de AIDS, Zika e Gonorreia hiper resistente a antibióticos transar sem camisinha é como jogar com sua vida numa roleta em um cassino e apostar to treze preto…

Uma hora você ganha!

Outros fatores que minoram o risco de contágio no sexo oral, anal e vaginal:

A circuncisão faz uma redução média de sessenta por cento para os homens heterossexuais. As pessoas HIV positivas que têm carga viral indetectável graças à sua TARV podem reduzir o risco de transmissão por 96 por cento, um conceito conhecido como “tratamento como prevenção” (TasP).

Os primeiros resultados do estudo Partner (a ser concluída em 2017 – Já concluído) não encontraram transmissões entre ambos os tipos de relacionamento heterossexuais e casais gay sorodiscordantes quando o parceiro positivo foi bem-sucedido no tratamento, mesmo nos casos onde outras DSTs estavam presentes.

As pessoas HIV negativo podem tomar uma pílula Truvada diariamente como profilaxia pré-exposição ou PrEP, para reduzir seu risco em até 92%; da mesma forma, existe a profilaxia pós-exposição ou PEP. E o CDC diz que preservativos minoram risco cerca de 80 por cento. Evidentemente, esses números variam com base na utilização correta e coerente da estratégia de prevenção.

Nota do editor. Durante três décadas o preservativo foi considerado com 100% eficiente e, agora parece haver um “nicho de mercado” que reduz a capacidade de proteção pelo preservativo (camisinha) para 80%.

A Matrix na estatística do Sexo Oral

Os pesquisadores também exibem o risco através de construtos* de família, relacionamentos, comunidade e status socioeconômico. Um exemplo rápido: de acordo com os dados do CDC, 84% das mulheres HIV positivas contraíram o vírus através de contato heterossexual.

Construto designa, em ciência, um conceito teórico não observável. Exemplos de construtos são personalidade, amor, medo. Tais conceitos são usados na linguagem comum, mas para se tornarem um construto científico necessitam de uma definição clara e de um embasamento empírico.

Como pesquisadores inluindo Judith Auerbach, Doutor, Professor Adjunto da Universidade da Califórnia em San Francisco, a frase “contato heterossexual” mascara a prevalência de sexo anal entre casais heteros e o papel da violência sexual – o que pode ser importante porque a exposição a desigualdade entre os sexos e a violência nas relações íntimas triplica o risco de uma mulher contrair DSTs e aumenta sua chance de contrair HIV 1,5 vezes.

O Risco Acumulado

E depois há o conceito de risco cumulativo. Os números frequentemente citados para o risco de transmissão do HIV têm em conta uma instância de exposição. Eu posso ter contraído de 20 pessoas diferentes sem, começara a pensar!

Mas este não é um dado estatístico. O risco se acumula através de exposições repetidas, mas você não pode simplesmente somar as probabilidades de cada exposição a pontuação de risco total.

Os estatísticos, caso esteja curioso, têm uma fórmula para o risco cumulativo: 1 – ( ( 1 – x ) ^ y ) em que x é o risco por exposição (como um decimal) e y é o número de exposições.

Bem, muitos de nós não conseguirão tabular a conta em um restaurante, portanto é improvável que se debata álgebra durante uma transa. Mas nem mesmo o maior estatístico do mundo seria sensato o bastante em avaliar o risco com base sobre estatísticas do HIV.

Estatisticamente Infectado…

Isso é um jogo gravemente perigoso. Números e probabilidades podem ser calculadas e mal interpretadas.

Caso no ponto: Tendo em um 1 em 70 chance de transmissão do HIV não significa que leva 70 exposições ao vírus para soroconvertem. Isto simplesmente significa que dentre 70 exposições, em média, uma conduzirá ao HIV;A casualidade pode redundar de forma que a transmissão ocorra na primeira exposição, como é o Caso famoso de Vaéria Polizzi no livro depois daquela viagem.

Outro conceito importante a entender é o risco absoluto (aquilo que é efetivamente o risco) versus risco relativo (a alteração percentual no risco). Frases como “PrEP pode reduzir o seu risco por 92 por cento” fala-nos de riscos relativos, mas a maioria das pessoas querem saber os riscos absolutos.

Redução de riscos é matemática! Você ainda está, depois de ter lido este texto até aqui, disposto a arriscar-se?

Neste exemplo, 92 por cento de redução de risco não significa que o risco absoluto final é de 8%. Em vez disso, é um 92 por cento de redução do risco de início. Se o início risco absoluto é de 50%, depois PrEP reduz o risco de 4%; se o início risco é 20%, depois PrEP abaixa a 1,6%.

Armado com dados como este, é tentador tentar calcular o seu risco de HIV para cenários específicos e então planejar adequadamente.

Por exemplo, quais são as chances de HIV de alguém com uma infecção aguda se você estiver em PrEP? Esses exercícios podem ser problemáticos, adverte James Wilton, da Canadense Intercâmbio de Informações para o Tratamento da AIDS (CATIE), que é especializado em biologia da transmissão do vírus HIV e suas implicações para a comunicação do risco do HIV.

Na vida real, por causa de todas as variáveis envolvidas – desde carga viral do HIV de uma pessoa na comunidade e a prevalência de início e (portanto) riscos finais para cada indivíduo são muito difíceis de identificar. Eu, Cláudio: POR MAIS QUE EU TENHA _ESCAPADO_ AQUI ESTOU EU!

“Os números que você se deparar não são definitivos”, observa ele. Também existem muitas vezes lacunas de investigação, diz ele, o que significa que em muitos casos, os cientistas podem não ter ainda exemplos do mundo real para fazer backup desses números e cálculos, mas eles têm de modelagem matemática e a lógica biológica para o porquê de certas ideias sobre o HIV e risco de serem verdadeiras.

A Infecção Aguda or HIV Versus PrEP

Por exemplo, nós não temos pesquisas mostrando que o risco de transmissão do HIV durante o PrEP é maior se um parceiro tem infecção aguda de pelo HIV. Além do mais, um lote de estudos HIV é realizado entre casais heterossexuais sorodiscordantes em África e os cientistas não têm cem por cento de certeza de que os resultados se aplicam a todos.

“Sabemos que não há muita certeza nestes números,” diz Wilton. Mas ele salienta que “eles podem ser uma boa ferramenta para ajudar as pessoas a compreender o risco e que eles só precisam de ser embalados com uma grande quantidade de informações.”

Quando estamos lá, na cama, ou na grama, ou na areia, ou na psicina, a percepção modifica-se

A paixão é um estado de alma pouco prático ou funcional!

E para um grande primer na compreensão de estatísticas de saúde, por as mãos em uma cópia para saber suas chances: Como ver através da propaganda médica de notícias, anúncios e anúncios de serviço público.

Aqui no Brasil inexiste. digo eu o editor de soropositivo.org, campanha em massa de prevenção à AIDS ! Parece-se com não haver AIDS! Como se isso não existisse, com mil diabos!!!! Eu pirei?

Durante o sexo, a nossa percepção de risco é substituído pelo amor, luxúria, confiança e intimidade.
Sexo oral passa HIV?

Quando você tem falta de informações ou fatos mal descritos, você não consegue compreender o verdadeiro risco de contrair HIV. Se você subestimar a prevalência do HIV em sua comunidade, vais subestimar o risco. Estudos têm encontrado que mais de um em cada cinco homens homossexuais em cidades urbanas são HIV positivo, e o vírus é mais prevalente entre HSH de cor e de certas comunidades.

As pessoas nestas comunidades são mais susceptíveis de entrarem em contato com o vírus até mesmo se eles têm menos parceiros e praticam sexo seguro com mais frequência. Em outras palavras, o risco de contágio por HIV não é o mesmo para todos.

Soronegativo? Você: tem certeza? Bem, eu tinha também!

Talvez o maior erro de cálculo seja a avaliação incorreta em que você crê que é soronegativo ou o seu parceiro assim o seja [HIV negativo]. É por isso que estratégias de redução dos riscos como serosorting (manter relações sexuais sem preservativos somente com pessoas do seu mesmo estatuto) têm uma  margem ainda maior de erro.

Perry Halkitis, PhD, um pesquisador da Universidade de Nova Iorque que tem seguido de coortes de jovens HSH e mais pessoas soropositivas, observou que as pessoas fazem suposições tais como: “Ele é o mais antigo da cidade, assim ele tem mais probabilidade de ser positivo e eu não dormir com ele. Mas um jovem rapaz da Midwest que parece negativo? A certeza, vamos fazer tudo!”

Continua

     
     
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