COVID-19 e pessoas com HIV. O que fazer – Orientações da OMS e CDC
Há uma cepa perigosa circulando, e nós, brasileiros, estamos dando aula! Aula de desobediência civil. Carambolas mil!
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Há uma cepa perigosa circulando, e nós, brasileiros, estamos dando aula! Aula de desobediência civil. Carambolas mil!
Sabe, tomei algumas resoluções e, creio, a mais importante delas, é estabelecer esta marca: Eu sou heterossexual, contraí HIV no sexo vaginal, ou oral, porém vaginal, é é uma questão “sine qua non” estabelecer isso. Inclusive para reduzir o assédio inconveniente e o conveniente. Sou casado e estou feliz em meu casamento. Ponto.
Tenho HIV e me vacinei contra COVID-19 é a frase que este homem, na foto acima. E as experiências dele; as impressões dele, fazem parte do que está escrito neste texto, redigido por Michael carter, em dezembro de 2020. A foto é de Olena Yakobchuk / Shutterstock.com. Boa leitura. Tenho HIV e tomei vacina contra […]
[vc_row][vc_column][vc_column_text] Biktarvy, o que é ? Biktarvy é um medicamento usado para tratar o HIV. É uma combinação de três drogas antirretrovirais combinadas em uma pílula, tomadas uma vez por dia. Combina 50mg de bictegravir, 200mg de emtricitabina e 25mg de alafenamida tenofovir em um comprimido marrom-arroxeado com ‘GSI’ de um lado e ‘9883’ do outro […]
Estou indetectável, minha carga viral está indetectável, seria possível tirar “férias terapêuticas”? Bem, tudo o que eu vi a respeito, inclusive os resultados e resultantes desta minha opção, nos idos de 1999, me orientam a dizer-te: NÃO! E fazer como a Amy Winehouse: No! No! No!
Este estudo descobriu que nenhuma transmissão do HIV ocorreu entre 2.651 bebês nascidos de mulheres cis gênero que estavam em tratamento antes de concebida e durante a gravidez e que apresentava carga viral indetectável no parto.
Um contingente de pacientes acima dos 90%, tendo mudado de um regime que tornou a carga viral indetectável para darunavir e dolutegravir mantiveram suas cargas virais sob controle. Mas estes resultados foram outros, com uma queda para abaixo de 80% entre aqueles que tinham carga viral detectável quando mudaram o tratamento, relatou Kellie Hawkins, da Denver Public. Health