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Mulheres e AIDS

Autoteste de HIV em casa? Antes da Transa?

O uso de auto-teste de HIV com parceiros sexuais é uma estratégia apropriada que deve ser incentivada pelos órgãos de saúde? Poderia ajudar pessoas que já são usuários irregulares de preservativo a evitar sexo desprotegido com pessoas com um status diferente de HIV? Pode permitir que pessoas com HIV não diagnosticado sejam testadas? Como também […]

Falhas na PrEP: Dois Casos Inusitados

De oitenta a noventa e seis por cento de cobertura é, para mim, uma roleta russa insana! E eu insisto: há outras DST’s, há o risco de gravidez adolescente, não planejada, complicada e, sabemos, as moças que engravidam em idade escolar, raramente voltam às escolas! São muitos os riscos e, como diz Guilherme Arantes, cuide-se bem, para nunca perder este riso largo e esta simpatia estampada no rosto

Estigma E HIV Como as pessoas com HIV o enfrentam?

A Respeito do título do texto que trata de estigma: O original é uma expressão idiomática tipicamente londrina: Punching Fog ⇿ Socando o nevoeiro – Incompatível com a realidade de mais de dois terços do Brasil e eu busquei o mais similar. Inicialmente escolhi “soco em ponta de faca. Pareceu bom, mas não é. Mudei isso 14 horas antes de a publicação já estar agendada e mantenho a diferença na formatação do texto tentando legitimar o que afirmo afinal, no cômputo geral certas coisas nada mais são do que uma “ligeira torção na minha sobriedade”. Ainda sobre isso, em um país africano, as pessoas com AIDS são chamadas de “londrinos”, no idioma deles, é verdade, numa alusão ao início da epidemia por lá, que veio “carregada por ingleses” que apresentara seus primeiros sintomas por lá mesmo e isso gerou mais um estigma mas, por outro lado, em país onde a AIDS é tratada como SIDA não há “””Aidéticos”””… Há “Sidosos e sidosas”. Nós, seres humanos (???) somos excelentes em rótulos. E, quando passamos a viver o risco de estarmos na “outra ponta da chibata, é isso o que eu vejo, a pessoa com medo de ouvir dizerem o que eles pensavam de pessoas com HIV até que, finalmente eles entenderem que para contrair AIDS basta um vacilo (…), um passo em falso, ou mesmo de uma sessão de sexo oral de poucos segundos…🙁