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Sexo Oral

Ciclo de Vida do HIV não precisa ser uma bomba relógio

O ciclo de vida do HIV. Compreender este ciclo de vida, o ciclo de vida de um vírus, o HIV, que ameaça nossa própria vida, foi e ainda é um aspecto importante de nossa luta contra ele, o HIV, “vírus da imunodeficiência humana”! Por compreender estes processos temos conseguido perturbar estes “momentos” e ganharmos tempo. Tempo é moeda de valor inestimável quando se luta pela vida e é disso que se trata. De ganhar tempo.

TEMPO PARA VIVER.

HIV para Lésbicas Bissexuais e Heterossexuais. “O Caminho das Pedras”!

HIV e AIDS Para  Lésbicas, bissexuais e Mulheres heterosexuais! A
Sintomas que podem servir como alerta sinais de infecção por HIV podem ser ignorados porque muitas mulheres não se percebem em risco de contágio, sem falar diretamente na opressão de gênero que, muitas vezes, faz com que eu me envergonhe por ser homem, por conta da lambança que estes caras fazem.

A pior parte de caminhar no escuro é o medo que a luminosidade, ou luz, parece criar em mim, no afã de seguir um pouco mais adiante! No caso de DST/HIV/AIDS, e eu começo a pensar em voltar a trabalhar com Hepatite e HPV (sugestões?), pois as mulheres são extremamente vulneráveis em face ao HPV. 

HIV e AIDS Para  Lésbicas e Mulheres heterosexuais?

Viver com HIV? Como é… como seria isso?Viver com HIV é viver!!!

Viver com HIV? Como é… como seria isso? Viver com HIV é viver!!! Para se viver com HIV, você, que foi recém diagnosticado precisa entender que se você esforçar-se, e souber cer e aceitar que a vida. Pois, por mais difícil a possa ser, a vida sempre vale a pena ser vivida, mesmo que um […]

O que é HIV/VIH? O que é AIDS/SIDA

O que é HIV? O que é AIDS?

O que é VIH? O que é Sida?

Estas duas perguntas tem sido feitas há quatro décadas. E temo dizer que elas serão feitas por muitos anos. Eu sei que é muito importante responder estas perguntas, manter um farol iluminando o horizonte, alertando sobre os riscos. Ter VIH, HIV, é diferente de desenvolver SIDA, ou AIDS. E é preciso estabelecer bem a diferença para que você possa compreender melhor os porquês, por exemplo, da boa prática de testar-se caso você tenha um histórico de comportamento de risco incidental ou sistemático.