# Vaginose Bacteriana – Doença Inflamatória Pélvica

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- Published: 2021-01-14T10:00:36-03:00
- Author: Cláudio Souza — Soropositivo.Org

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**AVISO IMPORTANTE**

Este texto é informativo e não substitui avaliação médica. Eu escrevo também a partir
da minha experiência como paciente, mas decisões sobre exames, diagnóstico e tratamento
devem ser tomadas em conjunto com profissionais de saúde.

**HÁ VIDA COM HIV**

Este blog está online há 26 anos, 2 meses e 13 dias.

### Tópicos Tratados Nesta Página

 * [O que é vaginose bacteriana?](https://soropositivo.org/en/vaginose-bacteriana-doenca-inflamatoria-pelvica/#o-que-e-vaginose-bacteriana)
 * [Sintomas de vaginose bacteriana](https://soropositivo.org/en/vaginose-bacteriana-doenca-inflamatoria-pelvica/#sintomas-de-vaginose-bacteriana)
 * [Recapitular](https://soropositivo.org/en/vaginose-bacteriana-doenca-inflamatoria-pelvica/#recapitular)
 * [Causas](https://soropositivo.org/en/vaginose-bacteriana-doenca-inflamatoria-pelvica/#causas)
 * [Recapitular](https://soropositivo.org/en/vaginose-bacteriana-doenca-inflamatoria-pelvica/#recapitular)
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Vaginose Bacteriana – Um Guia – Fatos que toda mulher deve saber

## O que é vaginose bacteriana?

 

Vaginose bacteriana (V) é uma condição comum, mas frustrante, na qual o equilíbrio
das bactérias na vagina fica fora de sincronia. Normalmente, o corpo é capaz de 
manter o equilíbrio ideal. Mas se o equilíbrio for interrompido, certos tipos de
bactérias podem crescer demais e causar sintomas.

A VB é prontamente tratado e geralmente não causa outros problemas de saúde. Dito
isso, pode aumentar o risco de contra-ataque sexualmente (DST) ou levar a complicações
de parto em pessoas grávidas.

 

Este artigo analisa os sintomas, causas e fatores de risco da vaginose bacteriana.
Também explica como A VB é diagnosticado, tratado e prevenido.

### Sintomas de vaginose bacteriana

Das 21 milhões de mulheres nos Estados Unidos que acreditam ter vaginose bacteriana
a cada ano, apenas cerca de três milhões realmente têm sintomas. ^(1)

Quando ocorrem, os sintomas de VB tendem a ser leves, mas persistentes e podem incluir:(“
FATOS SOBRE VAGINOSE BACTERIANA QUE TODA MULHER DEVE SABER …”)

 * Uma descarga vaginal acinzentado-branco ou amarelo
 * Um cheiro “suspeito” que pode piorar depois da relação sexual
 * Uma sensação de queimação ao urinar
 * Coceira vaginal, vermelhidão e inchaço
 * Sangramento vaginal após a relação sexual

Embora os sintomas de VB raramente sejam graves, eles podem enfraquecer os tecidos
vaginais e aumentar o risco de DSTs como [gonorreia](https://www.verywellhealth.com/gonorrhea-4158408),
[clamídia](https://www.verywellhealth.com/chlamydia-4158410), [trichomoniase](https://www.verywellhealth.com/trichomoniasis-overview-3133043)
e [HIV](https://www.verywellhealth.com/hiv-aids-4014705).

Se uma infecção ocorre durante a gravidez, há um risco aumentado de [nascimento prematuro (prematuro),](https://www.verywellhealth.com/premature-labor-and-birth-5179872)
baixo peso ao nascer e, em raros casos, [aborto](https://www.verywellhealth.com/miscarriage-5115918).(“
FATOS SOBRE VAGINOSE BACTERIANA QUE TODA MULHER DEVE SABER …”) ^(algarismo)

#### Recapitular

Os sintomas da vaginose bacteriana incluem uma descarga vaginal com cheiro de peixe.
Coceira, vermelhidão, inchaço, queimaduras com urinação e sangramento com relação
sexual também são comuns.

[Sinais e Sintomas da Vaginose Bacteriana](https://www.verywellhealth.com/bacterial-vaginosis-overview-3132661)

#### Causas

Vaginose bacteriana ocorre quando o nível de bactérias “boas” na vagina cai repentinamente.
Isso permite que bactérias “ruins” cresçam excessivamente. A principal bactéria “
boa”, chamada [lactobacillus](https://www.verywellhealth.com/acidophilus-and-other-probiotics-88321),
torna a vagina ligeiramente ácida para que bactérias “ruins” não possam crescer 
demais.

O sexo pode instigar A VB introduzindo novas ou excessivas quantidades de bactérias
na vagina.

Algumas das causas mais comuns de VB incluem:^(3)

 * Sexo sem camisinha
 * Múltiplos parceiros sexuais
 * Novos parceiros sexuais
 * Brinquedos sexuais compartilhados
 * Ducha
 * Banhos de espuma
 * Desodorantes vaginais
 * Tabagismo
 * [Dispositivos intrauterinos (IDUs)](https://www.verywellhealth.com/iud-risks-and-complications-906766)

Acredita-se também que a genética tenha um papel, seja promovendo [inflamação](https://www.verywellhealth.com/what-is-inflammation-187934)
ou causando a produção inadequada de lactobacilo. ^(4)

##### Recapitular

Sexo pode levar à vaginose bacteriana introduzindo novas bactérias na vagina, isso
é especialmente verdade se você não usar preservativos ou ter múltiplos parceiros
sexuais. Fumar, douching e IUDs também podem aumentar o risco.

[Causas e fatores de risco da Vaginose Bacteriana](https://www.verywellhealth.com/bacterial-vaginosis-causes-risk-factors-3132674)

Diagnóstico

Uma vez que a vaginose bacteriana não é causada por um único agente, o [diagnóstico](https://www.verywellhealth.com/bacterial-vaginosis-diagnosis-3132745)
é em grande parte baseado em uma revisão do seu histórico médico e sintomas, juntamente
com vários testes e procedimentos laboratoriais.

Estes incluem:^(5)

 * Um [exame pélvico](https://www.verywellhealth.com/going-to-the-gynecologist-101-3522436)
 * Um [teste de pH](https://www.verywellhealth.com/testing-vaginal-ph-at-home-3522670)
   para verificar a acidez vaginal
 * Uma avaliação microscópica de fluidos vaginais

O exame microscópico procuraria por “células de pista” (ou seja, células vaginais
cravejadas de bactérias). A [mancha de agrama](https://www.verywellhealth.com/information-about-gram-stain-1958832)
também seria usada para diferenciar bactérias “boas” das “ruins”, permitindo que
o laboratório verificasse se há desequilíbrios na [flora vaginal](https://www.verywellhealth.com/vaginal-flora-3132918).
^(6)

Testes adicionais podem ser realizados para descartar outras possíveis causas, como
[uma infecção por levedura](https://www.verywellhealth.com/yeast-infections-5092817)
ou [herpes genital](https://www.verywellhealth.com/herpes-4012976).

Recapitular

O diagnóstico de vaginose bacteriana normalmente envolve uma revisão dos sintomas
e histórico médico, um exame pélvico, um teste de pH vaginal e uma avaliação microscópica
de fluidos vaginais.

[Como a vaginose bacteriana é diagnosticada](https://www.verywellhealth.com/bacterial-vaginosis-diagnosis-3132745)

Tratamento

O [tratamento padrão](https://www.verywellhealth.com/how-is-bacterial-vaginosis-treated-3133254)
para vaginose bacteriana é um curso curto de antibióticos. ^(7) Antibióticos são
uma classe de drogas que tratam especificamente infecções bacterianas.

As opções de primeira linha são [Flagyl (](https://www.verywellhealth.com/what-you-need-to-know-about-flagyl-metronidazole-1942481)
[metronidazole](https://www.verywellhealth.com/what-you-need-to-know-about-flagyl-metronidazole-1942481)
[)](https://www.verywellhealth.com/what-you-need-to-know-about-flagyl-metronidazole-1942481)
e clindamicina. Ambos são altamente eficazes no tratamento de VB e têm efeitos colaterais
relativamente leves. (“FATOS SOBRE VAGINOSE BACTERIANA QUE TODA MULHER DEVE SABER…”)

Os regimes preferenciais de primeira linha incluem:

 * Metronidazol 500 miligramas (mg) tomados pela boca duas vezes por dia durante
   sete dias
 * Metronidazol 0,75% de gel vaginal aplicado uma vez por dia durante cinco dias
 * Clindamicina 2,0% creme vaginal aplicado na hora de dormir por sete dias

Os tratamentos alternativos incluem um supositório vaginal de cliindamicina ou  
comprimidos [Tindamax (](https://www.verywellhealth.com/tindamax-tinidazole-oral-5210982)
[tinidazole](https://www.verywellhealth.com/tindamax-tinidazole-oral-5210982)[).](https://www.verywellhealth.com/tindamax-tinidazole-oral-5210982)
^(8) Apesar da eficácia desses medicamentos, a recidiva é comum e pode exigir múltiplos
tratamentos para limpar totalmente a infecção.

Os efeitos colaterais incluem náusea, dor de estômago, tosse, dor de garganta, coriza
e um [gosto metálico na boca](https://www.verywellhealth.com/dysgeusia-4764585).

Além dos antibióticos, vários remédios de apoio podem ajudar. Estes incluem [probióticos](https://www.verywellhealth.com/how-to-choose-the-best-probiotic-1945174)(
bactérias vivas benéficas encontradas em iogurte e [suplementos probióticos](https://www.verywellhealth.com/should-i-take-probiotics-for-a-stomach-bug-770286))
que podem ajudar a prevenir uma recidiva.  [O ácido](https://www.verywellhealth.com/boric-acid-for-vaginal-health-4140477)
bórico (disponível como cápsula e supositório vaginal) é um remédio antigo que atrai
interesse médico renovado. ^(9)

Durante o tratamento, use calças ou saias mais soltas para reduzir a umidade vaginal
e o calor que podem promover o crescimento bacteriano. Você também pode reduzir 
a coceira e o inchaço aplicando um pano fresco na vagina ou espirrando-o com água
fria.

Recapitular

Os antibióticos de primeira linha usados para tratar vaginose bacteriana incluem
metronidazol oral (também conhecido como Flagyl), metronidazol tópico e clindamicina
tópica.

[Opções de tratamento para vaginose bacteriana](https://www.verywellhealth.com/how-is-bacterial-vaginosis-treated-3133254)

Guia de Discussão médico vaginose bacteriana

“Obtenha nosso guia imprimível para a próxima consulta médica para ajudá-lo a fazer
as perguntas certas.” (“Interpretando os Resultados Dos Testes HIV/AIDS”)

 

Prevenção

Por mais comum que a vaginose bacteriana seja, há coisas que você pode fazer para
reduzir o seu risco. Estes incluem práticas sexuais mais seguras e prática de boa
higiene vaginal. ^(10)

Para prevenir vaginose bacteriana:

 * Limitar o número de parceiros sexuais.
 * Use [preservativos](https://www.verywellhealth.com/how-to-use-a-condom-4020370)
   corretamente e de forma consistente.
 * Não faça ducha.
 * Evite banhos de espuma e desodorantes vaginais.
 * Limpe da frente para trás depois de urinar.
 * Evite DIU se você tiver VB recorrente ou tiver tido IV grave no passado.

Recapitular

Você pode reduzir o risco de VB praticando sexo mais seguro, evitando douching, 
e limpando da frente para trás depois de fazer xixi. Você pode ser aconselhado a
evitar DIU se você tiver VB recorrente.

Resumo

Vaginose bacteriana (VUL) é uma infecção comum causada por um desequilíbrio da flora
vaginal. Quando bactérias “boas” como lactobacillus são anormalmente baixas, bactérias“
ruins” podem crescer demais, causando vermelhidão vaginal, coceira, inchaço e uma
descarga com cheiro de peixe.

Sexo pode levar a À VB introduzindo novas bactérias no corpo. Os fatores de risco
incluem sexo sem preservativo, múltiplos parceiros sexuais, tabagismo, douching 
e IUDs.

O diagnóstico de VV normalmente envolve um exame pélvico, um teste de pH vaginal
e uma avaliação microscópica de fluidos vaginais. A VB é tratada com antibióticos
orais ou tópicos, mais comumente metronidazol e clindamicina.

O risco de VB pode ser reduzido praticando sexo mais seguro, evitando douching, 
e limpando da frente para trás após a urinação. Pessoas com VB recorrente ou grave
podem ser aconselhadas a evitar DIU.

Ponto a ponderar

Mesmo com os melhores esforços de prevenção, a vaginose bacteriana pode ocorrer.(“
FATOS SOBRE VAGINOSE BACTERIANA QUE TODA MULHER DEVE SABER …”) Tente não se estressar.
Em vez disso, procure tratamento e faça todos os esforços para evitar o agravamento
da condição.

Se for prescrito antibiótico, não pare cedo mesmo que os sintomas desapareçam. Se
você fizer isso, a [resistência](https://www.verywellhealth.com/antibiotic-resistance-5118256)
a antibióticos pode ocorrer, tornando a infecção mais difícil de tratar se ela retornar.

Traduzido por Cláudio Souza do original em [What Is Bacterial Vaginosis?](https://www.verywellhealth.com/bacterial-vaginosis-overview-3132661)
escrito por [Elizabeth Boskey, PhD](https://www.verywellhealth.com/elizabeth-boskey-phd-3132569)
Atualizado em 02 de fevereiro de 2022 e Medicamente revisado por [Latesha Elopre, MD, MSPH](https://www.verywellhealth.com/latesha-ellen-elopre-md-msph-4799625)

10 Fontes

 

 1.  Koumans EH, Sternberg M, Bruce C, et al. [The prevalence of bacterial vaginosis in the United States, 2001-2004; associations with symptoms, sexual behaviors, and reproductive health](https://doi.org/10.1097/OLQ.0b013e318074e565).
     _Sex Transm Dis_. 2007;34(11):864-869.
 2.  McDonald HM, Brocklehurst P, Gordon A. [Antibiotics for treating bacterial vaginosis in pregnancy](https://doi.org/10.1002%2F14651858.CD000262.pub3).
     _Cochrane Database Syst Rev_. 2007;(1):CD000262. doi:10.1002/14651858.CD000262.
     pub3
 3.  Centers for Disease Control and Prevention. Sexually Transmitted Infections Treatment
     Guidelines. [Bacterial vaginosis](https://www.cdc.gov/std/treatment-guidelines/bv.htm).
 4.  Mackelprang RD, Scoville CW, Cohen CR, et al. [Toll-like receptor gene variants and bacterial vaginosis among HIV-1 infected and uninfected African women](https://doi.org/10.1038%2Fgene.2015.13).
     _Genes Immun_. 2015;16(5):362–365. doi:10.1038/gene.2015.13
 5.  Money D. [The laboratory diagnosis of bacterial vaginosis](https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2095014/).
     _Can J Infect Dis Med Microbiol_. 2005;16(2):77–79. doi:10.1155/2005/230319
 6.  Cook RL, Reid G, Pond DG, Schmitt CA, Sobel JD. [Clue cells in bacterial vaginosis: immunofluorescent identification of the adherent gram-negative bacteria as gardnerella vaginalis](https://doi.org/10.1093/infdis/160.3.490).
     _J Infect Dis_. 1989;160(3):490-496.
 7.  Bradshaw CS, Sobel JD. [Current treatment of bacterial vaginosis-limitations and need for innovation](https://doi.org/10.1093%2Finfdis%2Fjiw159).
     _J Infect Dis_. 2016;214(Suppl 1):S14–S20. doi:10.1093/infdis/jiw159
 8.  Menard JP. [Antibacterial treatment of bacterial vaginosis: current and emerging therapies](https://doi.org/10.2147%2FIJWH.S23814).
     _Int J Womens Health_. 2011;3:295–305. doi:10.2147/IJWH.S23814
 9.  Homayouni A, Bastani P, Ziyadi S, et al. [Effects of probiotics on the recurrence of bacterial vaginosis: a review](https://doi.org/10.1097/LGT.0b013e31829156ec).
     _J Low Genit Tract Dis_. 2014;18(1):79-86.
 10. Muzny CA, Schwebke JR. [Pathogenesis of bacterial vaginosis: discussion of current hypotheses](https://doi.org/10.1093%2Finfdis%2Fjiw121).
     _J Infect Dis_. 2016;214(Suppl 1):S1–S5. doi:10.1093/infdis/jiw121

Additional Reading

 * Allworth, J. and Peipert, J. [Severity of Bacterial Vaginosis and the Risk of Sexually Transmitted Infection.](https://dx.doi.org/10.1016/j.ajog.2011.02.060)
   _Am J Obstet Gynecol. _2011; 205(2):113.e1-113.e6. doi:10.1016/j.ajog.2011.02.060.
 * Bagnall, P. and Rizzolo, D. [Bacterial vaginosis: A practical review.](https://dx.doi.org/10.1097/01.JAA.0000526770.60197.fa)
   _J Am Acad Phys Assist. _2017; 30(12):15-21. doi:10.1097/01.JAA.0000526770.60197.
   fa.
 * CDC. [Bacterial Vaginosis (BV) Statistics: Bacterial vaginosis is the most common vaginal infection in women ages 15-44](https://www.cdc.gov/std/bv/stats.htm).
 * Centers for Disease Control and Prevention. [2015 Sexually Transmitted Diseases Treatment Guidelines: Bacterial Vaginosis.](https://www.cdc.gov/std/tg2015/bv.htm)
   Atlanta, Georgia.
 * Hainer, B. and Gibson, M. [Vaginitis: Diagnosis and Treatment.](https://www.aafp.org/afp/2011/0401/p807.html)
   _Am Fam Physician._ 2011; 83(7):807-815.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

## Leia também

 * [Transmissão sexual do HIV e uso da carga viral indetectável](https://soropositivo.org/transmissao-sexual-do-hiv/)
 * [A doença inflamatória pélvica (DIP) é mais comum nas pacientes com HIV?](https://soropositivo.org/a-doenca-inflamatoria-pelvica-dip-e-mais-comum-nas-pacientes-com-hiv/)
 * [A vaginose bacteriana não afeta a eficácia da PReP oral nas mulheres](https://soropositivo.org/a-vaginose-bacteriana-nao-afeta-a-eficacia-da-prep-oral-nas-mulheres/)

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