Blog Soropositivo Há Vida Com HIV
Vinte anos on line mostrando vida com HIV. Eu te digo:Não Desista! Persista! Resista, insista! A Resiliência é Fruto de construção diária

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Foliculite e Janela imunológica do HIV!

Imnagem de AllaSerebrina

Responsabilidade Social deixa sua empresa, seu pequeno negócio, muito bonita na foto!

Foliculite e Janela imunológica do HIV. Este texto tem como finalidade desmistificar algumas noções e conceitos que não tem base na ciência. E menos ainda na medicina., Geralmente uma foliculite pode ser traduzida nesta expressão singela

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Pelo

foliculite e janela imunológica foliculite e janela imunológica -  - Foliculite e Janela imunológica do HIV! - Cláudio SouzaMuitas pessoas sofrem com medo da janela imunológica. E mal sabem o que é isso! Não entendem, não veem e temem, muito, por conta da desinformação.

Com isso eu não quero alimentar a corrente daqueles que penso que por eu dizer que há vida com HIV que eu os convido a contrair HIV.

Não é bem assim. Mas a crítica construtiva geralmente aparece no início do trabalho. Anos, anos e anos atrás. Em alguns momentos o que temos é aquela perfeita noção!…

E com esta coisa e convites, nem remotamente é assim. Eu afirmo e reafirmo que é possível viver, e viver bem, porque é verdade. Mas para se compreender o que é viver bem, bem de verdade, o melhor é permanecer sem HIV.

As Ruas te fazem isso. Você apanha tanto das ruas que aprende a bater de volta.

Ou você terá sido simplesmente suprimido como uma vaga e ambígua hipótese. Dentro da minha vivência, após ter enfrentado as ruas mais de uma vez, viver com HIV quase não é um pesadelo. Mas você, leitor, leitora, crítico ou crítica, tenha em mente que tomando AZT eu literalmente comi o pão que o diabo amassou! Com o rabo!

Eu, mal-e-mal sobrevivi ao AZT

E eu, pessoalmente, considero a mim um duplo tolo.

Eu estava saindo das ruas, deixando de viver nelas, mas ainda não sabia disso, quando percebi que algo mudou!

A

E em especial se colocado em face à realidade da década de oitenta e da primeira metade da década de noventa. Afirmar que foram anos de chumbo é minimizar os fatos. Creio que foram anos de Estrôncio 90 para dizer a melhor das verdades. Como na imagem de David Kirb que eu vou mostrar aqui bem limitada:

Tive o depoimento por escrito de uma profissional de saúde em minhas mãos. Eu o li, chorei um bocado e o guardei em um HD que, infelizmente, queimou. Há um motim informático

Doutor Drauzio Varella

 

Dr Dráusio Varela é um dos médicos e personalidades que mais respeito na corrente República da Bananágua!

Noto um surto de pessoas com medo da foliculite como um indicador da presença do HIV em sua corrente sanguínea. E isso se encaixa naquele outro modo de pensar onde a pessoa descobre (…) que a pessoa “X” pode ou poderia estar vivendo como portadora de HIV e surta. 

Entra em desespero. 

Então ela passa a viver um drama difícil. Janela imunológica. Se houver dez milhões de páginas informando algo sobre janela imunológica, salvaguardada alguma honrosa exceção, você acabará por encontrar quase dez milhões de “janelas imunológicas diferentes”!

Em matéria de janela imunológica eu não sou o dono da verdade. Eu pago aluguel a ela todos os meses 😉

A verdade é bem outra. A janela imunológica é de 30 dias e, segundo me informaram pelo  Disk-AIDS, o seguimento é de até 90 dias. Eu não perguntei mais, pois era tarde, o expediente da moça estava no fim, e me dei por satisfeito com isso.

Foliculite e Janela imunológica do HIV – O Disque AIDS está em 0800 16 2550.

 

Mas as pessoas, chamuscadas com muitas informações diferentes acabam indo pescar informações em todas as partes da rede, encontra muita explicação diferente, algumas afirmações incompletas, de baixa qualidade, sem fontes e acaba entrando em parafuso emocional. E, em alguns casos, arrasta-me para isso, pois eu tenho essa coisa, empatia, em um volume injusto, pois sou eu que, muitas vezes, acabo quase surtando. Emocionalmente incoerente, irritado e acabo me cansando e explodindo. 

Sim, sou C₄ puro e em determinadas circunstâncias tudo o que me resta é pedir desculpas. Se eu realmente quiser isso. Ou simplesmente esqueço!

Eu estou me valendo de meu espaço pessoal, meu blog, para responder da melhor maneira a determinadas perguntas. Eu sempre me reporto a uma conversa que tive, em uma determinada noite no Vagão Plaza, ainda em início de noite, ríamos (quanta inconsciência meu Deus) de uma pessoa que cismo porque cismo estar com AIDS.

Não era para quem quisesse

Esta pessoa teve a iniciativa tremenda de viajar para os EEUU para poder ter um diagnóstico diferencial sobre uma possível infecção por HIV. Olhando bem estes fatos, isso é só para quem pode né?

Foi, viu que não tinha nada, retomou seus hábitos de exceção de sua sexualidade sem proteção e, sim, “acabou aparecendo” com AIDS! Disso, anos mais tarde, não rimos.

Mas a conversa girou em torno de um ponto bastante comum àquela época, que era exatamente este “de não se testar”, pois todos nós temíamos o resultado, crendo que, uma vez diagnosticados, adoeceríamos rapidamente e morreríamos. 

De fato, vimos tal fenômeno muitas vezes, mas protegermo-nos mesmo, nada. Eis-me aqui!

Tantas Advertências dadas pela vida e… Eis-me aqui!

E… E se para o Poetinha, depois de todos os trâmites findos restava-lhe apenas a expectativa dolorosa do domingo, para mim, resta isso:

                                                                          Eis-me aqui!

A verdade, meus visitantes aleatórios, meus visitantes leais, minhas queridas pessoas do SoropositivoOrg no Facebook, no Instagram, no Linked in do blog, meus amigos mais próximos do WhatsApp e todos aqueles que só aparecem para mim como números anonimizados no Google Analytics é que a AIDS tem, sim, um determinado fator psicogênico, que eu chamaria de Síndrome Secundária da Desistência.

Conheci uma moça assim, lá no CRT-A, ainda na Rua Antônio Carlos, que foi pega de surpresa pelo diagnóstico e perda da vida de seu esposo em menos de cinco dias!

Depois disso viveu cerca de quarenta dias e simplesmente morreu.

Pura, puríssima tristeza.

Tristeza mata! Mata sim!

E Mata Rápido!

Quase me matou!

Deus teve consideração por mim e poupou-me!

Minha receita pessoal para isso? Simples: Não se deixe levar. 

Não desista! Persista! Insista!

Há vida com HIV e, sim, sim e sim!

A Resiliência é, sim, sim e sim,  o resultado sempre crescente de nossa luta cotidiana, de nossos esforços e construção diária!

Uma amiga escreveu um trabalho de TCC para jornalismo onde a história contada era a minha.

O Título?

Há vida… Obrigado Paulitcha! Obrigado “serzinho” Obrigado Savalho!

Eu entrei em uma crise digressiva! Não removerei isso, vamos aos fatos importantes com relação à bendita foliculite. Desta vez sim, recorri ao cara:

Abaixo uma breve introdução do texto do Site do Dr Dráusio Varela. Eu aviso de imediato que o texto é maior, com boa cobertura e as fontes necessárias. Agradeço à compreensão do Staff do DV, saúdo-o respeitosamente, agradeço a informação! Esperemos que ele possa atingir a muitas pessoas angustiadas

Foliculite é o nome que se dá à inflamação aguda ou crônica dos folículos pilosos, estrutura complexa formada em minúsculas reentrâncias na pele, onde os pelos nascem e crescem.

Os folículos pilosos estão espalhados por todo o corpo humano, exceção feita à palma das mãos, plantas dos pés e às áreas de transição entre a pele e as mucosas, como os lábios, por exemplo.

Embora possa ocorrer em qualquer lugar do corpo onde haja pelos, as regiões mais vulneráveis ao aparecimento das lesões é a face, o couro cabeludo,  as axilas, coxas, nádegas e virilhas.

Quadros inflamatórios mais leves podem evoluir favoravelmente com cuidados básicos de higiene.

Os mais graves podem levar à perda definitiva dos pelos e a cicatrizes permanentes.

Qualquer um de nós pode apresentar episódios de foliculite em algum momento da vida. Entretanto, pessoas negras, asiáticas, obesas ou com baixa imunidade estão mais sujeitas a desenvolver a doença. 

CAUSAS E FATORES DE RISCO 

A principal causa da foliculite é a infecção pelo Staphilococcus aureus (estafilococos), uma bactéria comum que se aloja na pele dos seres humanos. Mas não é só ela; outras bactérias, vírus e fungos também podem estar envolvidos no aparecimento das lesões cutâneas…

Muitas pessoas sofrem com medo da janela imunológica. E mal sabem o que é isso! Não entendem, não veem e temem, muito, por conta da desinformação.

Com isso eu não quero alimentar a corrente daqueles que penso que por eu dizer que há vida com HIV que eu os convido a contrair HIV.

Não é bem assim. Mas a crítica construtiva geralmente aparece no início do trabalho. Anos, anos e anos atrás. Em alguns momentos o que temos é aquela perfeita noção!…

E com esta coisa e convites, nem remotamente é assim. Eu afirmo e reafirmo ser possível viver, e viver bem, porque é verdade. Mas para se compreender o que é viver bem, bem de verdade, o melhor é permanecer sem HIV.

Então ela passa a viver um drama difícil. Janela imunológica. Se houver dez milhões de páginas informando algo sobre janela imunológica, salvaguardada alguma honrosa exceção, você acabará por encontrar quase dez milhões de “janelas imunológicas diferentes”!

Em matéria de janela imunológica eu não sou o dono da verdade. Eu pago aluguel a ela todos os meses 😉

A verdade é bem outra. A janela imunológica é de 30 dias e, segundo me informaram pelo  Disk-AIDS, o seguimento é de até 90 dias. Eu não perguntei mais, pois era tarde, o expediente da moça estava no fim, e me dei por satisfeito com isso.

Foliculite e Janela imunológica do HIV – O Disque AIDS está em 0800 16 2550.

 

Mas as pessoas, chamuscadas com muitas informações diferentes acabam indo pescar informações em todas as partes da rede, encontra muita explicação diferente, algumas afirmações incompletas, de baixa qualidade, sem fontes e acaba entrando em parafuso emocional. E, em alguns casos, arrasta-me para isso, pois eu tenho essa coisa, empatia, em um volume injusto, pois sou eu que, muitas vezes, acabo quase surtando. Emocionalmente incoerente, irritado e acabo me cansando e explodindo. 

Sim, sou C₄ puro e em determinadas circunstâncias tudo o que me resta é pedir desculpas. Se eu realmente quiser isso. Ou simplesmente esqueço!

Eu estou me valendo de meu espaço pessoal, meu blog, para responder da melhor maneira a determinadas perguntas. Eu sempre me reporto a uma conversa que tive, em uma determinada noite no Vagão Plaza, ainda em início de noite, ríamos (quanta inconsciência meu Deus) de uma pessoa que cisma porque cisma estar com AIDS.

Não era para quem quisesse

Esta pessoa teve a iniciativa tremenda de viajar para os EEUU para poder ter um diagnóstico diferencial sobre uma possível infecção por HIV. Olhando bem estes fatos, isso é só para quem pode né?

Foi, viu que não tinha nada, retomou seus hábitos de exceção de sua sexualidade sem proteção e, sim, “acabou aparecendo” com AIDS! Disso, anos mais tarde, não rimos.

Mas a conversa girou em torno de um ponto bastante comum àquela época, que era exatamente este “de não testar”, pois todos nós temíamos, na verdade, era o resultado positivo, ou reagente, pois críamos que, uma vez diagnosticados, adoeceríamos rapidamente e rápidamente, iríamos para a vala…. Sim, morreríamos. Na noite era desta forma que falávamos!

De fato, vimos tal fenômeno muitas vezes, mas protegermo-nos mesmo, nada. Eis-me aqui!

Tantas Advertências dadas pela vida e… Eis-me aqui!

E… E se para o Poetinha, depois de todos os trâmites findos restava-lhe apenas a expectativa dolorosa do domingo, para mim, resta isso:

                                                                          Eis-me aqui!

A verdade, meus visitantes aleatórios, meus visitantes leais, minhas queridas pessoas do SoropositivoOrg no Facebook, no Instagram, no Linked in do blog, meus amigos mais próximos do WhatsApp e todos aqueles que só aparecem para mim como números anonimizados no Google Analytics é que a AIDS tem, sim, um determinado fator psicogênico, que eu chamaria de Síndrome Secundária da Desistência.

Conheci uma moça assim, lá no CRT-A, ainda na Rua Antônio Carlos, que foi pega de surpresa pelo diagnóstico e perda da vida de seu esposo em menos de cinco dias!

 

Depois disso viveu cerca de quarenta dias e simplesmente morreu.

Pura, puríssima tristeza.

Tristeza mata! Mata sim!

E Mata Rápido!

Quase me matou!

Deus teve consideração por mim e poupou-me!

Minha receita pessoal para isso? Simples: Não se deixe levar. 

Não desista! Persista! Insista!

Há vida com HIV e, sim, sim e sim!

A Resiliência é, sim, sim e sim,  o resultado sempre crescente de nossa luta cotidiana, de nossos esforços e construção diária!

Uma amiga escreveu um trabalho de TCC para jornalismo onde a história contada era a minha.

O Título?

Há vida…. Obrigado Paulitcha! Obrigado “serzinho” Obrigado Savalho!

Eu entrei em uma crise digressiva! Não removerei isso, vamos aos fatos importantes com relação á bendita foliculite. Desta vez sim, recorri ao cara:

Abaixo uma breve introdução do texto do Site do Dr Dráusio Varela. Eu aviso de imediato que o texto ele é maior, com boa cobertura e as fontes necessárias. Agradeço à compreensão do Staff do DV, saúdo-o respeitosamente, agradeço a informação! Esperemos que el possa atingir a muitas pessoas angustiadas

Foliculite é o nome que se dá à inflamação aguda ou crônica dos folículos pilosos, estrutura complexa formada em minúsculas reentrâncias na pele, onde os pelos nascem e crescem.

Folículos pilosos estão espalhados por todo o corpo humano, exceção feita à palma das mãos, plantas dos pés e às áreas de transição entre a pele e as mucosas, como os lábios, por exemplo.

Embora possa ocorrer em qualquer lugar do corpo onde haja pelos, as regiões mais vulneráveis ao aparecimento das lesões é a face, o couro cabeludo,  as axilas, coxas, nádegas e virilhas.

Quadros inflamatórios mais leves podem evoluir favoravelmente com cuidados básicos de higiene.

Os mais graves podem levar à perda definitiva dos pelos e a cicatrizes permanentes.

Qualquer um de nós pode apresentar episódios de foliculite em algum momento da vida. Entretanto, pessoas negras, asiáticas, obesas ou com baixa imunidade estão mais sujeitas a desenvolver a doença. 

CAUSAS E FATORES DE RISCO 

A principal causa da foliculite é a infecção pelo Staphilococcus aureus (estafilococos), uma bactéria comum que se aloja na pele dos seres humanos. Mas não é só ela; outras bactérias, vírus e fungos também podem estar envolvidos no aparecimento das lesões cutâ…

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Foliculite e janela imunológica. Traduzido por Cláudio Souza. Atualizado em 19 de fevereiro de 2021.

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Comentários
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