# Sexo: Quando algo dá errado

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- Published: 2010-01-20T11:49:03-02:00
- Author: Cláudio Souza — Soropositivo.Org

O que fazer quando o sexo descamba para o tragicômico
São Paulo, 19 de janeiro de
2010Por: Rudolf Ritter

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Marcelo* resolveu perder a virgindade com a namorada, também marinheira de primeira
viagem. Os dois escolheram a cozinha da mãe da menina para a estreia. Ousados, começaram
a transar de pé, com as calças abaixadas mas ainda vestidos. Todo o “romantismo”
da situação foi embora quando ouviram passos no corredor.

“Ela correu para a área de serviço e eu fiquei na cozinha sentado numa mesa que 
tinha o pano longo e me cobria”, conta ele. O intruso era o irmão da namorada, de
12 anos. “Já arrumada, minha namorada sentou na mesa e começou a conversar com o
irmão. Por baixo da mesa ela tirou minha **camisinha** e, empurrando meu pênis, 
fechou minha calça discretamente”. Mas se você pensa que Marcelo conseguiu escapar
do pior, se engana. “Tempos depois, a mãe dela nos pegou no quarto. Eu estava com
as mãos nos seios dela. Peguei minhas coisas e fui embora em silêncio”.

 

Ser pego durante o sexo é constrangedor, mas há situações em que nem a privacidade
garante o prazer. A secretária de 22 anos Adriana* tinha tudo para ter uma noite
excitante com o então namorado. A confiança era tanta que eles até tentaram uma 
posição nova.

“Era uma posição bem de filme pornô, com ele meio deitado, meio sentado. Eu estava
por cima, mas de costas para ele e curvada para frente”, explica ela. No final das
contas não deu muito certo. Além de extremamente desconfortável, a posição quase
aleijou o pobre coitado. “No meio da transa, ele entortou o pênis. Doeu até em mim!
Cortou totalmente o clima”.

Marcelo e Adriana encararam o clássico coito interrompido. Mas o que acontece com
quem é brasileiro e não desiste nunca? A estudante Vanessa* teve um caso com um 
conhecido há cerca de dois anos. Conversavam constantemente por redes de relacionamento
na internet e pintou um clima. Quando saíram sozinhos pela primeira vez, beijaram-
se. Tudo caminhava bem no affair.

Numa certa noite, depois de um encontro, eles finalmente resolveram ir para um motel.
Tudo rolava muito bem, com amassos fortes e preliminares. “Foi tudo o mais natural
possível. Mas aí ele tirou a camisa e a calça. Tudo mudou”, explica. Surpresa! O
cara tinha uma perna mecânica.

“Depois de tirar a calça, ele também tirou a perna. Colocou a dita cuja em cima 
da cômoda e veio saltitando para a cama”. Apesar de ela tentar contornar a situação,
tentando se mostrar aberta, o clima esfriou devido ao choque. Segundo ela, “a fonte
secou na hora”. A saída? Nenhuma. Ela continuou e terminou o que havia começado.

Entretanto, o azar da jovem não terminou por aí. Depois de algum tempo, ela conheceu
uma outra pessoa. A história foi a mesma de sempre; encontros, beijos e cama. Mas
a surpresa parece acompanhá-la sempre. “O pênis dele, ereto, tinha o tamanho de 
quatro dedos na horizontal!”, diz ela inconformada, provando que às vezes o tamanho
é documento sim. “Ele tinha 1,90 e calçava 44, tinha tudo para ser bom”.

Mas, novamente, para o parceiro dela estava tudo tranquilo. “Na hora foi péssimo,
o pênis não entrava de jeito nenhum. Realmente, faltava pinto”, explica a garota.
Se, da última vez, ela conseguiu continuar elegantemente, desta segunda vez, não
teve jeito. “Eu inventei que não conseguia. Disse que minha cachorra tinha morrido
havia pouco tempo e eu ainda estava abalada”. Muito cavalheiro, o parceiro acolheu
a pretendente. Mal sabia ele que quem havia morrido mesmo era o tesão.

 * Nomes são fictícios, para preservar a identidade dos entrevistados.

         

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