# “Tratamento como Prevenção (TasP)”: Grande estudo falha em mostrar um impacto positivo na redução de novas infecções por HIV

- Link: https://soropositivo.org/tratamento-como-prevencao-tasp-grande-estudo-falha-em-mostrar-um-impacto-positivo-na-reducao-de-novas-infeccoes-por-hiv/
- Published: 2016-07-27T16:30:09-03:00
- Author: Cláudio Souza — Soropositivo.Org

![François Dabis](https://soropositivo.org/wp-content/uploads/2016/07/franc3a7ois-
dabis.png?w=150)

François Dabis at AIDS 2016. Photo by International AIDS Society/Abhi Indrarajan

O primeiro grande estudo de investigação de “teste e trate” como uma intervenção
na saúde pública para relatar os seus resultados finais, constatou que a estratégia
falhou em reduzir novas infecções pelo HIV nas comunidades onde foi fornecida.

### Table Of Content

 * [Objetivo do estudo com TasP (Treatment as Prevention – Tratamento como Prevenção)](https://soropositivo.org/tratamento-como-prevencao-tasp-grande-estudo-falha-em-mostrar-um-impacto-positivo-na-reducao-de-novas-infeccoes-por-hiv/#objetivo-do-estudo-com-tasp-treatment-as-prevention-8211-tratamento-como-prevencao)
 * [Desenho do estudo e intervenções a domicílio para TasP](https://soropositivo.org/tratamento-como-prevencao-tasp-grande-estudo-falha-em-mostrar-um-impacto-positivo-na-reducao-de-novas-infeccoes-por-hiv/#desenho-do-estudo-e%c2%a0intervencoes-a-domicilio-para-tasp)
 * [Resultados](https://soropositivo.org/tratamento-como-prevencao-tasp-grande-estudo-falha-em-mostrar-um-impacto-positivo-na-reducao-de-novas-infeccoes-por-hiv/#resultados)
 * [Resultados: NOVAS INFECÇÕES PELO HIV](https://soropositivo.org/tratamento-como-prevencao-tasp-grande-estudo-falha-em-mostrar-um-impacto-positivo-na-reducao-de-novas-infeccoes-por-hiv/#resultados-novas%c2%a0infeccoes-pelo-hiv)
 * [Explicando os resultados](https://soropositivo.org/tratamento-como-prevencao-tasp-grande-estudo-falha-em-mostrar-um-impacto-positivo-na-reducao-de-novas-infeccoes-por-hiv/#explicando%c2%a0os-resultados)
 * [Leia também](https://soropositivo.org/tratamento-como-prevencao-tasp-grande-estudo-falha-em-mostrar-um-impacto-positivo-na-reducao-de-novas-infeccoes-por-hiv/#leia-tambem)
 * [Relacionado](https://soropositivo.org/tratamento-como-prevencao-tasp-grande-estudo-falha-em-mostrar-um-impacto-positivo-na-reducao-de-novas-infeccoes-por-hiv/#relacionado)

Falando à [21st International AIDS Conference (AIDS 2016)](http://www.aidsmap.com/aids2016)
em Durban, África do Sul na sexta-feira, François Dabis da Universidade de Bordeaux
disse que a coleta de dados para o estudo ANRS 12249 só foi concluída há um mês.
Portanto a sua equipe ainda não foi capaz de se aprofundar nos dados para explicar
os achados.

Mas é já evidente que muitos indivíduos diagnosticados com HIV não se vincularam
aos cuidados médicos ou demorou muitos meses para fazê-lo. Apenas 49% de pessoas
diagnosticadas entrou em tratamento.

O estudo foi muito mais bem-sucedida em termos de levar o teste de HIV às pessoas
que precisavam dela – 92% das pessoas com HIV sabia o seu estado. E o tratamento
foi altamente eficaz em quem aderiu consistentemente a ele, com 93% alcançando carga
viral indetectável. Estes resultados foram obtidos em uma área rural pobre de KwaZulu-
Natal, na África do Sul.

 Assisto a este espetáculo, com a alma confrangida há pelo menos 22 anos, desde 
que comecei a blogar. A verdade é que, para mim, não penso em cura, como exponho
em um texto, que linkarei no final desta tradução!

 Mas falo de dor crônica sem “vitimismo”, pois se sou vítima de algo, é de alguém:
Eu mesmo, que me desamei e descuidei-me. Meu medo foi menos que meu tesão e meu 
tesão foi maior que meu juízo. Contudo, você, recém diagnosticado, não deve ver,
na dor cônica, uma maldita certeza à sua frente! Sua única certeza, agora, é este
segundo, dentro deste minuto…

 O regime 3D + ribavirina atingiu uma taxa de SVR24 de 97.4% entre estes 38 pacientes
infetados com o genótipo 1 e sob terapêutica de substituição opiácea

Portanto em termos de metas, o estudo 90-90-90 obteve 92-49-93. A debilidade crucial
na fase intermediária pode explicar a falta de impacto sobre as novas infecções 
pelo HIV. Mas as razões para a má articulação para o cuidado precisarão ser descompactadas.

## **Objetivo do estudo com TasP (Treatment as Prevention – Tratamento como Prevenção)**

O objetivo deste estudo ANRS 12249 para saber qual é a eficácia de um tratamento
do HIV como prevenção (TasP) como intervenção em nível de população numa comunidade
africana profundamente sobrecarregada pelo HIV.

Considerando que estudos como HPTN052 e Partner examinaram o impacto de tratamento
do HIV em indivíduos e casais, este é o primeiro de cinco enormes estudos aleatórios
para examinar o impacto da medida adotada em larga escala na população com a intervenção
TasP ou “tratamento como Prevenção” universal em países africanos”. O objetivo deste
estudo foi verificar se a abordagem seria capaz de possibilitar “o” entregar do 
tratamento e se isso seria “aceitável para as comunidades locais”, mas o seu principal
objetivo era reduzir o número de novas infecções.

Portanto o desfecho primário foi a incidência de HIV, conforme medida na população
geral.

⌊teste de HIV⌉⌊teste de HIV⌉O estudo, que foi conduzido na Hlabisa sub-distrito 
de KwaZulu-Natal. Localizado a três horas de carro de Durban, três em cada dez pessoas(
30%) que lá vivem, vivem com o HIV – a maior prevalência na África do Sul e uma 
das mais altas do mundo. Estudos observacionais anteriores na área tinham demonstrado
que os bairros em que mais pessoas com HIV estavam sob terapias antirretrovirais(
TARV), o número de novas infecções foi menor. Entretanto, esta abordagem poderia
ser aplicada com eficiência em “larga escala” e melhorar resultados ainda mais? (
Nota do tradutor: Vejo isso com olhos preocupados, pois daí para uma ditadura medicamentosa
é só mais um passo, e um passo interessante para determinados “setores de nossas
tão bem equilibradas sociedades”)

## **Desenho do estudo e intervenções a domicílio para TasP**

> Este foi um estudo de agrupamentos aleatórios controlados, em que as unidades 
> de aleatorização foram áreas geográficas (clusters * Um termo que, em Informática
> designa agrupamentos de setores em um disco rígido (hd) ou um agrupamento de 4
> ou mais máquinas em sincronicidade, trabalhando como servidores redundantes do
> mesmo conteúdo – eu decidi deixar cluster e só defini a título de elucidação) 
> de cerca de mil residentes cada. Houve 22 desses  clusters na área estudada. Eles
> foram divididos em dois grupos, 11 clusters de intervenção e 11 clusters de controle.
> A cada seis meses a toda a população (em ambos os grupos) foi oferecido, baseada
> em um sistema de coleta em domicílio, testes de HIV e aconselhamento. Os Conselheiros
> envolvidos foram treinados a irem de porta em porta, oferecendo testes de HIV 
> no domicílio das pessoas. Aos membros da família com idade superior a 16 anos 
> foram oferecidos testes rápidos e aconselhamento individualmente em um espaço 
> de maior privacidade dentro do lar.

Esta abordagem, já utilizada com êxito na região, ajuda a superar algumas das barreiras
de acesso aos serviços de testes (Nota do tradutor: Mantive um relacionamento eletrônico
com uma ativista em angola e ela contou-me que havia um verso para a capital de 
Angola, Luanda, era homenageada com um verso que dizia mais ou menos assim:

>  Luanda, Luanda
> Cidade que a todos conduz.
> “De dia falta água. ”
>  À noite falta luz” –

Infelizmente perdi o contato com ela, que era via ICQ (há tempos…) e, até hoje, 
me pergunto se ela morreu por complicações da AIDS ou se por “complicações políticas”,
haja visto que a estabilidade política da África e seu mapeamento-loteado, que em
nada respeita etnias e limitações naturais, como um rio ou uma montanha, pudesse
servir a outros propósitos que senão os “subalternos”… Apenas para ilustrar este
site é traduzido automaticamente para 58 idiomas pela GTranslate que não me cobra
nada há já, bem, bem, uns três anos – durante um tempo não foi assim e eu tenho 
um bom nível de visitação para além dos países onde se fala o português e, curiosamente,
mesmo nas nações em que se fala o Português, na África, este é o Continente – mais
necessitado – e que menos nos visita – é evidente que há um grande problema estrutural
e, para não levar a conversa muito longe, observem um mapa “político da África e
veja como são “graciosas” as linhas de fronteiras “traçadas” naquele mapa. Para 
mim é um loteamento…). Pode chegar a indivíduos que são mais difíceis de serem alcançados
através de outras abordagens, incluindo adolescentes residentes em zonas rurais 
e aqueles com acesso limitado ao sistema de saúde formal (Nota do Tradutor: […]).

Posteriormente, pessoas diagnosticadas com HIV em clusters de intervenção imediata
receberam a oferta imediata de início da TARV, o tratamento do HIV, independentemente
dos sintomas ou contagem de células CD4. Os indivíduos no cluster de controle assim
diagnosticados receberam tratamento com base nas linhas e diretrizes das orientações
nacionais da África do Sul.

Se você não acredita que o site [Soropositivo.org é traduzido para 58 Idiomas, clique neste link e veja, em outra aba de seu navegador](https://www.google.com.br/?gfe_rd=cr&ei=qEuYV_GaKavX8gfXuYHIBg#q=site%3Asoropositivo.org)

Quando o estudo começou, em 2012, houve uma clara diferença entre a intervenção 
e tratamento de abordagem doméstica com relação às orientações nacionais, que rezam(…),
como um dia se rezou no Brasil (e eu sou uma vítima disso em meio a milhares) o 
tratamento só era recomendado para aqueles com uma contagem de células CD4 abaixo
de 350 células/mm3. No entanto esse nível foi alterado em janeiro de 2015 para 500
células/mm3 ([Clique neste link e vejam o que diz um grande Estudo, chamado START – Abre em outra aba)](https://soropositivo.org/?s=start).
Estas orientações estão prestes a mudar novamente para recomendar o tratamento para
todos – como no braço de intervenção.

Vale a pena salientar que a única diferença entre os grupos de intervenção e controle
foi nos termos de elegibilidade para tratamento do HIV. Caso contrário, houve poucas
diferenças entre os braços: o teste porta em porta aconteceu em ambos; com uma relativa
proximidade dos centros clínicos de tratamento do HIV (dentro de uma caminhada de
aproximadamente 45 minutos de todas as residências) foram fornecidas a ambos.

 Embora os pesquisadores descrevam a estratégia testada como um modelo de “teste
universal e tratar”, qualquer diferença que poderia ter sido observada entre os 
grupos de controle e intervenção só deve ser devida à mudança na elegibilidade ao
tratamento. Ao contrário de alguns outros testes e estudos de tratamento, a intervenção
do braço de controle não inclui uma mais intensa prestação de testagem para o HIV
ou alterações adicionais para tornar os serviços médicos mais fáceis de serem usados.

## **Resultados**

Houve 28,153 pessoas na população do estudo no início do estudo. Houve um número
menor de homens,37%, do que as mulheres arroladas no estudo. A maioria das pessoas
atingidas estavam na faixa etária compreendida entre os 22 e 50 anos, com uma média
de idade de 30.

Como esperado, 31% das pessoas já estavam vivendo com HIV. Apenas 34% deles  estavam
em tratamento do HIV.

O programa de testes de “porta em porta” foi capaz de fornecer testes de HIV por
pelo menos uma vez a 88% das pessoas contatadas. E em cada rodada de testes, mais
de 70% dos contatados, aceitou a oferta de repetir o teste.

![Terapia Antirretroviral](https://soropositivo.org/wp-content/uploads/2015/04/tarv3.
jpg)

Nem sempre é assim. Há esquemas com três comprimidos ao dia, uma vez ao dia. Como,
por exemplo a combinação entre lamivudina em um só comprimido, associados ao atazanavir,
uma capsula e ao norvir, um comprimido relativamente pequeno uma vez ao dia.

Mas quando os indivíduos foram diagnosticados, a articulação para o cuidado com 
a própria saúde mostrou-se pobre:

 * Três meses após o diagnóstico, 28% havia procurado uma clínica para iniciar a
   TARV.
 * Seis meses após o diagnóstico, 36% havia procurado uma clínica para iniciar a
   TARV.
 * Doze meses após o diagnóstico, 47% havia procurado uma clínica para iniciar a
   TARV.

> ¹

## **Resultados: NOVAS INFECÇÕES PELO HIV**

Em geral, houve 495 novas infecções pelo HIV registadas, sobre 22,434 [pessoa-anos](http://www.ess.inpe.br/courses/lib/exe/fetch.php?media=cst-310-popea:aulas:demografia_13_1.pdf)(
abre em outra aba) de seguimento. Isso equivale a uma incidência anual de 2,21% (
ou seja, a cada ano, duas pessoas em um cluster de 100 recém adquirira o HIV) (Nota
do Editor: Parece pouco; mas só parece; se reduzirmos a população do Brasil a cem
milhões de pessoas, a cada ano, dois milhões e duzentas mil pessoas contrairiam 
HIV por ano e pasta você multiplicar por cinco e ver o tamanho da crise humanitária–
Alguém aqui já leu o Inferno de Dante?)

As taxas de incidência não diferiram entre os clusters de intervenção (2,13%) e 
os clusters de controle (2,27%) – esta diferença não foi estatisticamente significativa.

“O teste universal e estratégia de tratamento não teve um efeito mensurável sobre
a incidência de HIV durante o curso do estudo”, resumiu François Dabis.

No entanto, salientou dois pedaços de “boa notícia” do estudo. Em primeiro lugar,
houve boa aceitação da oferta de repetidas testagens para o HIV em casa, com quase
todas as pessoas sendo testadas pelo menos uma vez. Em segundo lugar, a resposta
virológica ao tratamento do HIV foi excelente naquelas pessoas que tomaram a TARV
com adesão adequada.

## **Explicando os resultados**

A análise apresentada hoje foi preliminar (a coleta de dados foi concluída há apenas
um mês). Dabis disse que outras análises tentarão ganhar uma melhor compreensão 
sobre como os resultados diferiram entre homens e mulheres e para pessoas de diferentes
faixas etárias.

Os pesquisadores vão tentar esclarecer as razões pelas quais as pessoas não se ligam
a um sistema de cuidados (É a vida deles!!!!) – A explicação residiria na forma 
como os serviços de saúde são fornecidos, fatores individuais ou estigmas comunitários?
Eles procuram compreender melhor as diferenças entre o perfil dos indivíduos atingidos
e não atingidos pelas intervenções.

Durante a discussão, Myron Cohen da Universidade da Carolina do Norte sugeriu que
os atrasos na vinculação aos cuidados poderiam significar que os indivíduos com 
infecção pelo HIV desproporcionadamente recentes contribuíram para a subsequente
transmissão. Além disso, será importante para compreender o impacto da migração 
e da transmissão por via sexual quando chegarem fora dos limites das redes da área
de estudo, o que pode contribuir para novas infecções pelo HIV. (NE: Um cheiro de
xenofobia…)

François Dabis disse que, apesar de o estudo ter sido formulado na hipótese de poder
mostrar um efeito de TasP (Treatment as Prevention-  Tratamento como Prevenção) 
após quatro anos de seguimento, pode ser que ele levará mais tempo para ter um impacto
sobre a incidência, à luz da lentidão da articulação de cuidados para com a própria
saúde.

Outros delegados sugeriram que os clusters de intervenção podem não ter recebido
um pacote de intervenções que tenha sido suficientemente intenso, em comparação 
com os clusters de controle. Por exemplo de uma abordagem mais intensiva para ajudar
as pessoas a vincularem-se ao atendimento clínico (aconselhamento, conscientização)
como nos clusters baseados na abordagem de porta em porta, para início de tratamento
da infecção por HIV, o que poderia ter tido um maior impacto, levando mais pessoas
a se tratarem.

(Aqui fala mais uma vez o editor: Debalde a completa ineficiência do estado em financiar
campanhas de prevenção -apenas como exemplo, determinada “concessão” de uso de canal
televisivo foi renovada e ninguém pensou em escrever uma cláusula contratual que
exigisse a produção, com a assessoria das ONGs que trabalham com “isso” desde que“
isso é Isso” de vídeos educativos e a obrigatoriedade de polvilhá-los ao longo de
toda a grade de exibição com um quociente mínimo de 5% {eu sei que é pouco, mas 
já seria algo} do total da programação da “concedida, que pouco faz sobre os fatos
e, quando o faz, faz de maneira atabalhoada e desastrada gerando, infelizmente, 
efeitos contraproducentes! I’m Pissy”)

Sheri Lippman da Universidade da Califórnia, presidindo a sessão, comentou que poderá
demorar mais do que encontrar soluções técnicas do que para lidar com as barreiras
estruturais ao compromisso com o cuidado de si que subsistem num nível para o qual
não consigo outro adjetivo, senão deplorável.

Publicado em: 23 de julho de 2016

por Roger Pebody

[⌊Roger Pebody⌉⌊Roger Pebody⌉[

Roger Pebody

![Cláudio Souza - Soropositivo desde 1994](https://soropositivo.org/wp-content/uploads/
2016/04/claudios-mirrored.png?w=150)

Cláudio Souza

Traduzido por Cláudio Souzado original no site [AIDSMAP](http://www.aidsmap.com/)
no artigo [‘Test and treat’: large study fails to show an impact on new HIV infections](https://soropositivo.org/tratamento-como-prevencao-tasp-grande-estudo-falha-em-mostrar-um-impacto-positivo-na-reducao-de-novas-infeccoes-por-hiv/%20large%20study%20fails%20to%20show%20an%20impact%20on%20new%20HIV%20infections)
| Revisão Pendente

** **

---

**Reference**

Dabis F et al. _The impact of universal test and treat on HIV incidence in a rural
South African population: ANRS 12249 TasP trial, 2012-2016._ 21st International 
AIDS Conference, Durban, abstract FRAC0105LB, 2016.

[View the abstract on the conference website.](http://programme.aids2016.org/Abstract/Abstract/10537)

[Download the presentation slides from the conference website.](http://programme.aids2016.org/PAGMaterial/PPT/5382_2228/TasP_Durban_V2_2016-07-21.pptx)

## Leia também

 * [Tratamento como Prevenção e Casal Sorodivergente, atenção: TasP, Falha](https://soropositivo.org/tratamento-como-prevencao-tasp-grande-estudo-falha-em-mostrar-um-impacto-positivo-na-reducao-de-novas-infeccoes-por-hiv-2/)
 * [Reduzir o número de visitas ao ambulatório pode melhorar a retenção dos pacientes à clínica de cuidados à infecção por HIV](https://soropositivo.org/reduzir-o-numero-de-visitas-ao-ambulatorio-pode-melhorar-a-retencao-dos-pacientes-a-clinica-de-cuidados-a-infeccao-por-hiv/)
 * [Sem novas infecções por HIV entre usuários em PrEP com uso consistente de Truvada](https://soropositivo.org/sem-novas-infeccoes-por-hiv-entre-usuarios-em-prep-com-uso-consistente-de-truvada/)

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