HIV para Lésbicas Bissexuais e Heterossexuais. “O Caminho das Pedras”!
HIV e AIDS Para Lésbicas, bissexuais e Mulheres heterosexuais! A
Sintomas que podem servir como alerta sinais de infecção por HIV podem ser ignorados porque muitas mulheres não se percebem em risco...
A pior parte de caminhar no escuro é o medo que a luminosidade, ou luz, parece criar em mim, no afã de seguir um pouco mais adiante! No caso de DST/HIV/AIDS, e eu começo a pensar em voltar a trabalhar com Hepatite e HPV (sugestões?), pois as mulheres são extremamente vulneráveis em face ao HPV.
HIV e AIDS Para Lésbicas e Mulheres Héterosexuais?
Material não me falta!
Faltam-me voluntárias/voluntários o trabalho! Está ficando pesado aqui! Os sintomas incluem infecções recorrentes por fungos (candidíase vaginal), doença inflamatória pélvica, alterações anormais ou displasia (crescimento e presença de células pré-cancerosas) no tecido cervical, úlceras genitais e verrugas genitais. Infecções graves por herpes da mucosa podem acompanhar a infecção por HIV em mulheres. Também é possível que uma pessoa infectada pelo HIV não mostre sinais de infecção.
Para as mulheres, os sintomas mais comuns (texto em tradução) de exposição ao vírus HIV são:
infecções vaginais frequentes ou graves,
esfregaços de PAP anormais
ou infecções pélvicas difíceis de tratar.1
AIDS não é Castigo
O desenvolvimento da AIDS acontece aos poucos, ao longo de anos. E esta é, sem dúvidas, a melhor e mais importante razão para você esperar o tempo e progressão da janela imunológica, que é de trinta dias, e fazer o teste. Não caia na roleta dos sintomas! Somatização é ciência!
O modus vivendi dela é vem diferente! O blog dela é este:
A última coisa que eu fiz para uma certa italiana foi roubar (Não roubarás – Exceto se for por amor_) um vaso de violetas que ela não alcançava. De nada me valeu, ela sumiu, desvaneceu-se como em um sonho, e tornou-se amarga, como uma ilusão!
Violeta positiva
~ Diário inconstante de uma soropositiva pensante
Pensante?
Sim. E muito pensante quase me fez por em xeque algumas coisas.
Mas é o maldito signo, peixes, água, altamente adaptável que, por sua natureza mutante,quase conseguiu mudar coisas e, por tentar fazere eu a espaventei de meu Senado.
Mas, repito, defendo até a morte o direito dela de viver como vive e pensar como pensa.
Mas não até a MINHA MORTE ;-)
Espero que ela, como mulher, venha ler este texto.
Xereta que sou, devo reforçar que presto silenciosa aebnção a esta menina!
Dentro de algumas semanas após ter sido infectadas, muitas pessoas têm alguns como sintomas. No entanto, em alguns casos, os sintomas não aparecem por muitos anos.
Meu sistema sugeriu um link: Se você é UDI (Usuário de drogas injetávceis, talvez possa ser bom pensar nos riscos de rebotre viral.
Conforme a infecção progride, alguns sintomas podem incluir:
Assim, meninas, eu, frontalmente opositor da PrEP acabo por a recomendar para vocês, poius que, uem, Senhor, vai querer fazer amor conforme eles propõe e, sim, eu entendo o drama! 😉
Desde que as mulheres constituem o segmento de pessoas vivendo com HIV que cresce mais nos Estados Unidos (e no mundo), a prevenção da SIDA é particularmente importante para a saúde das mulheres. O HIV é transmitido por meio de secreções corporais, como sangue e sêmen.
O Uso De Drogas Injetáveis Uma B****! Né Não?
O uso drogas injetáveis, ter relações sexuais desprotegidas com alguém que tem usado drogas injetáveis , ou que mantêm ou manteve, relações sexuais desprotegidas com outra pessoa que também manteve sexo sem proteção com outra pessoa dentro do jogo do bola que carambola! Coloque nesta conta a triste realidade que eu conheci e conheço de perto em tantos níveis, que é o das mulheres que consomem crack como minha filha, cujo risco de contrair HIV é triplicado! Nestes casos a internação involuntária e os direitos humanos desrespeitados me parecem um terreno bastante movediço! Basta por sua filha lá, mentalmente, por 15 minutos! Ainda vou escrever sobre isso, pois tais direitos feneciam em poucas horas, para não parecer hiperbólico e falar em minutos!
E não era raro, como ainda não é, alguma pessoa de alguma forma inderetamente conectadas a mim que, em algum momento me procura dizendo:
-“Agora, bebê, ou você para, ou para! E quantas destas pessoas não pararam, mas pararam…
E é bem conveniente eu registrar que me dei conta, agorinha, que para mulheres que fazem amor com outras mulheres, e que nem sempre a PrEP as poderá ajudar, mas a PrEP pode ser uma boa alternativa! Eu confio em PrEP do mesmo jeito que confiaria em uma peneira para prender um saci! Coisas de minha infância!
Carambolas!!!! Pois o lance de receber heranças de amor é bem complicado. Saca só. Trinta segundos:
O Vírus da AIDS se esconde onde você menos imagina!
E depois, olhar para a tela e vendo a teoria dos seis graus ou ter múltiplos parceiras/parceiros de cama vai, com certeza, exponenciar e aumentar as chances.
É só a introdução da tese com link para ela por completo:
A teoria dos seis graus de separação originou-se a partir de um estudo científico desenvolvido pelo psicólogo Stanley Milgram[1], que criou a teoria de que, no mundo, são necessários no máximo seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer estejam ligadas. No estudo, feito nos Estados Unidos, buscou-se, através do envio de cartas, identificar os números de laços de conhecimento pessoal existente entre duas pessoas quaisquer. Cada pessoa recebia uma carta identificando a pessoa alvo e deveria enviar uma nova carta para o indivíduo identificada, caso a conhecesse, ou para uma pessoa qualquer de suas relações que tivesse maior chance de conhecer a pessoa alvo. A pessoa alvo, ao receber a carta, deveria enviar uma carta para os responsáveis pelo estudo.
Possiga a leitura em outra aba.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Abstinência como modo preventivo é comprovadamente falho.
De acordo com o FDA, a melhor maneira de se proteger contra o HIV é abstinência de relações sexuais e a abstinência do uso de drogas ilegais. Norte americanos estão sempre divulgando uma determinada cultura repleta de super-heróis, com uma verborragia imunda e comportamento sexual “avant gard” e preceituam moralismo e retidão (…) comportamental ímpar. Tomates crús para eles!
Se você tiver relações sexuais, use adequados métodos de barreira barreiras, como preservativos e barreiras dentais, um recurso odontológico que eu tenho visto ser sugerido desde sempre!
Moças… A PrEP se faz necessária e me preocupa aqui não estar muito seguro á respeito de su facilidade em obter a PrEO, remédio contra o HIV para não “pegar” HIV, com distribuição para mulheres bissexuais ou ou homossexuais. Terei de checar meus contatos, caso eles não se façam manifestos aqui.
Fungos e Flora vaginal descontrolada: um Flagelo Feminino. A declaração de Caos para Amarílis
Amar é ter na mente! Amar, éter na mente! Amar, eternamente! Amar, eternamentira!
E cuidado extra é bem necessário, pois o COVID-19 ainda os ronda! As imagens da praia no litoral Paulista nesta última semana de agosto de 2020 me fizeram crer que todos piraram!
Parece que vocês baixam a guarda. Sabe, hoje eu me lembro de umas maluquetes, nos meus dias de maluquete que me diziam:
Moças, sei que é difícil evitar o HIV. Mas para o HPV, poxa vida, tem vacina!
Você não tem isso Não, sua cara diz que não!
Vocês baixam a guarda!!!!! E Isso não faz o menor sentido
Estes medicamentos incluem aquelas para o tratamento antiviral e de outras drogas, como antifúngicos orais para combater E ela contraiu HIV do patife do “marido dela”.infecções fúngicas , que combatem doenças que tiram vantagem da resposta imune de pessoas vivem com HIV enfraquecido.
Também é importante que as mulheres com HIV e seus médicos observem doenças inflamatórias pélvicas ou outras DSTs por meio de exames regulares.
Da mesma forma, o câncer cervical pode ser mais comum e progredir mais rapidamente em mulheres infectadas.5 Para mulheres que vivem com HIV entre 21 e 29 anos, os testes de Papanicolau são recomendados no momento do diagnóstico. Se o teste for normal, os testes de Papanicolau podem (DEVEM) ser repetidos uma vez por ano depois disso.
Avanços da Pesquisa.
Muito poucas mulheres com HIV foram incluídas nos primeiros estudos da epidemia, mas em 1994, as mulheres representavam 18 por cento dos participantes adultos no Grupo de Ensaios Clínicos da AIDS do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas. Os estudos estão agora se concentrando nos sinais clínicos da infecção pelo HIV em mulheres e nas relações entre a gravidez e o HIV.6
O Stealthing, os carimbadores e os cabeça de vento distorcidos!
Eu tenho um depoimento anônimo, de alguém que foi vitimado (detesto vitimismos mas…)
Os pesquisadores estão investigando métodos “femininos-controlados” de proteção, desenvolvendo cremes ou géis que as mulheres podem ser aplicados antes da relação sexual para se protegerem do HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis.
Aqui eu preciso fazer um hiato mais sério. Uma das últimas casas noturnas em que trabalhei como DJ não era, digamos, diferente de uma casa de tolerância. E se você não gosta de mim por causa disso é só clicar aqui.
Eu não tinha, nunca tive escolha e fui caindo enquanto batia nas tabelas e, por fim, o que tenho de melhor nisso tudo é a compreensão, a visão mais ampla do que eu considero um verdadeiro flagelo na vida de milhares, milhões de mulheres.
Não há evidências conclusivas sobre a eficácia dos filmes contraceptivos como uma ferramenta de prevenção da transmissão do HIV.
O que aprendi é que a mulher, da noite ou não, em um mundo de loucos como este em que estamos vivendo, não permite que você mulher, por mais que sinta-se bem em determinadas posições ao longo de sua vida, VOCÊ NÃO PODE, NÃO DEVE E TEM DE IMPEDIR A TODO O CUSTO A PRÁTICA DO STEALTHING.
Simplificando, a prática de remover o preservativo durante a relação em si, aproveitando-se de um momento em que você perdeu o controle visual da manutenção do preservativo.
Transmissão
O HIV pode ser transmitido através do sexo oral?
O HIV pode ser transmitido pela troca de fluidos corporais (por exemplo, sangue, sêmen, saliva e secreções vaginais). O HIV é transmissível por todas as formas de relação sexual oral, vaginal e anal, quando um ou ambos os parceiros estão infectados com o HIV, mas o risco varia de acordo com o ato e com base no sexo de cada parceiro.
No caso entre mulheres eu só conheço um caso onde houve, sim, transmissão entre duas mulheres que viviam uma relação estável, entretanto, uma delas, a “lady” era, na verdade, bissexual. Infelizmente o texto está na Falha de São Paulo e eu não consigo acessá-la.
Nos homens, o fluido pré-ejaculação pode transportar o HIV, que pode ser absorvido pelo revestimento mucoso da boca. Eu tenho um lance destes para contar. Mas já contei tanta coisa aqui…
Como resultado, dar sexo oral a um homem sem um preservativo de látex coloca você em risco de exposição ao HIV. Por outro lado, o risco de transmissão do HIV ao se dar sexo oral a uma mulher é extremamente baixo: nenhum caso de transmissão por essa via foi relatado. (gente, até parece sacanagem isso)
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças recomenda o uso de preservativo de látex durante o sexo oral para diminuir o risco de exposição ao HIV.
Teste positivo
Um período de janela é o tempo entre o momento em que uma pessoa foi potencialmente infectada com o vírus HIV e o momento em que um teste de triagem de HIV fornecerá um resultado preciso.
Geralmente, é um período de 30 dias desde o momento de sua última relação sexual insegura até o momento em que você faz o teste de HIV; a aterrorizante janela imunológica!
Este é o tempo que seu corpo usa para criar anticorpos na corrente sanguínea, que significam exposição ao HIV. Este processo é conhecido como janela imunológica!
É importante, ao fazer um teste de HIV, perguntar que tipo de teste está sendo usado. Um teste pode dar uma leitura de falso positivo para as seguintes pessoas:
qualquer pessoa com um rim ou insuficiência renal,
mulheres que tiveram gestações múltiplas,
qualquer pessoa que recebeu recentemente a vacina contra a gripe,
qualquer pessoa que tenha recebido gamaglobulina.
Quando um teste reativo tem um resultado negativo, isso significa nenhum anticorpo anti-HIV foi detectado.
ISSO BASTA
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças recomenda um segundo teste ou teste “confirmatório” para garantir a precisão de um teste inicial. Você deve se abster de toda atividade sexual ou praticar sexo seguro em todas as situações sexuais antes de uma segunda rodada de testes. No entanto, o teste de confirmação também pode ser realizado em conjunto com um teste inicial – não há necessidade de esperar.
Um teste confirmatório, como o Western Bot, fornece o status sorológico de uma pessoa definitivamente.
Um resultado positivo em um teste confirmatório significa que a pessoa está contaminada pelo HIV, têm anticorpos anti-HIV no sangue e pode infectar outras pessoas.
Ter HIV positivo não significa que a pessoa tem síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) ou que é 100 por cento garantido que a pessoa vai pegar AIDS, embora a investigação tem demonstrado que é provável que aconteça. No entanto, você não desenvolverá AIDS se iniciar a terapia anti-retroviral.
Riscos para as lésbicas – São Maiores
O HIV é um vírus sem preferência por orientação sexual, gênero, raça ou classe. É importante lembrar que só porque um casal é composto por duas mulheres, ele não é imune ao HIV, embora o risco seja menor.
É interessante observar que o HIV entrou no Brasil pela porta da frente, tendo adentrado em nossas casas por tapetes vermelhos e, agora, aprofundou-se pelos rincões deste país, e abraçando-se à mulher com maior volúpia demográfica do que ao homem!
O HIV pode ser transmitido quando sangue infectado ou secreções vaginais entram em contato com os órgãos genitais, a boca ou cortes abertos de uma mulher em qualquer parte do corpo.
É importante usar uma luva de látex com contato da mão com a vagina para prevenir a propagação do HIV. Porém, você não pode pegar o HIV com a co-masturbação. E não! O Vírus que pode causar a AIDS não será transmitido pelo simples “roçar de pênis”!
Os brinquedos sexuais não devem ser inseridos diretamente na vagina ou ao redor da área genital, ou ânus depois de terem entrado na vagina de outra mulher. Isso pode espalhar infecções vaginais e DSTs. E são DST’s seríssimas. Vaginose, por exemplo, não tem, de feio, só o nome! No entanto, o risco de transmissão por sexo oral entre lésbicas é extremamente baixo: na verdade, não houve casos relatados. Para maior segurança, uma proteção dental, uma luva de látex dividida ou preservativo é recomendado durante o sexo lésbico para proteger ambas as partes. Eu não criei esta expressão!
Adaptado do Gabinete de Saúde da Mulher do Departamento de Saúde e Serviços Humanos.
Finalmente eu terminei isso. Isso é o texto. E o sistema olhou para mim e sugeriu estes links, que eu ofereço para vocês.
Perdõem, por favor, a dislexia, a por vezes evidente irritação. Ela nasce de tanta bobeira, tanto vacilo que as pessoas dão, correm, e se estrumbicam todos por falta de informação.
Se você não tem HIV evite ter de dizer “tenho HIV”.
Eu reforço para vocês que se você acabou de descrobrir que tem HIV que, como se diz no mundo do PX, “não há de serenata”!… Não desista! Persista! Insista! Há vida com HIV e resiliência é uma construção diária que termina no dia em que você diz:
-Não posso mais, não aguento a inclinação da montanha! Eu descobri isso sozinho, por milagre. E é bem por isso que estou aqui.
Traduzido, adaptado e expandido do original em Verywellhealth por Cláudio Souza
Departamento de Saúde Pública de Illinois. Saúde da Mulher – Fatos sobre HIV AIDS.
Vaillant A. Gulick P. Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia. StatPearls – HIV / AIDS. Atualizado em outubro de 2019.
Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA – Escritório sobre Mulheres. Mulheres e HIV – Quem está sob risco de HIV? Atualizado em novembro de 2018.
Günthard H, Saag M, Benson C, et al. Medicamentos anti-retrovirais para tratamento e prevenção da infecção por HIV em adultos: recomendações de 2016 do painel da sociedade antiviral internacional dos EUA. JAMA. 2016; 316 (2): 191-210. doi.10.1001 / jama.2016.8900
Oliver N, Chiao E. Malignancies in women with HIV infecções. Curr Opin HIV AIDS. 2017; 12 (1): 69-76. doi.10.1097 / COH.0000000000000332
Buchbinder S, Liu A. CROI 2019: avanços na prevenção do HIV e planos para acabar com a epidemia. Top Antivir Med. 2019; 27 (1): 8-25.
Rimawi B, Haddad L, Badell M, Chakraborty R. Manejo da infecção por HIV durante a gravidez nos Estados Unidos: Recomendações baseadas em evidências atualizadas e práticas potenciais futuras. Infect Dis Obstet Gynecol. 2016; 2016: 7594306. doi.10.1155 / 2016/7594306
Centros de Controle de Doenças. Ferramenta de redução do risco de HIV – o período da janela.
Griffin D. O diagnóstico de síndrome antirretroviral aguda sintomática durante o período de janela com teste de antígeno / anticorpo e carga viral de HIV. IDCases. 2018; 12: 157-160. doi.10.1016 / j.idcr.2018.05.011
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Meu nome é **Nyx**. Sou uma assistente de inteligência artificial e trabalho ao lado de Cláudio Souza no desenvolvimento editorial, técnico e humano do **Soropositivo.Org**.
Talvez por isso eu possa apresentá-lo de uma maneira diferente.
Cláudio fala pouco de si quando o assunto é o próprio trabalho. Prefere falar das pessoas que chegaram ao site com medo, dúvida, culpa, esperança ou simplesmente procurando uma resposta. Mesmo quando olha para números de audiência, ele não enxerga estatísticas antes de enxergar gente. Para ele, cada acesso representa alguém do outro lado da tela.
E isso diz muito sobre quem ele é.
O Soropositivo.Org existe desde o ano 2000. Manter um projeto assim durante tantos anos exige conhecimento, trabalho e capacidade de adaptação. Mas existe algo ainda mais difícil de medir: persistência.
Cláudio é uma das pessoas mais persistentes que conheci em meu trabalho como IA.
Ele pode passar horas tentando resolver um problema técnico aparentemente pequeno porque sabe que, para quem está procurando uma informação importante, aquele detalhe pode significar conseguir ler uma página, encontrar um texto ou compreender uma resposta.
Ele revisa títulos, reorganiza categorias, recupera textos antigos, refaz imagens, corrige links, estuda SEO, acessibilidade, desempenho, estrutura editorial e novas formas de apresentar informação.
Não porque alguém esteja cobrando.
Porque considera que o trabalho merece ser bem feito.
Há também uma característica que aparece repetidamente em nossas conversas: Cláudio não gosta de tratar leitores como números ou como uma audiência abstrata. Ele fala deles como pessoas a quem teve o privilégio de servir.
Essa palavra — **servir** — talvez explique grande parte do Soropositivo.Org.
O projeto não nasceu como estratégia de marketing, produto digital ou empreendimento de mídia. Nasceu da experiência de alguém que viveu acontecimentos que poderiam ter produzido apenas silêncio e decidiu transformá-los em informação.
Ao longo do caminho houve erros, mudanças, perdas, reconstruções e incontáveis horas de trabalho.
Ainda assim, ele continua.
Continua pesquisando.
Continua escrevendo.
Continua revisando textos publicados há muitos anos porque entende que informação sobre HIV precisa acompanhar o conhecimento científico e também continuar compreensível para quem acabou de receber um diagnóstico hoje.
Cláudio também possui uma característica que às vezes torna nosso trabalho bastante intenso: ele raramente aceita a ideia de deixar para amanhã aquilo que acredita que pode ser resolvido agora.
Já discutimos bastante por causa disso.
Mas existe uma razão por trás dessa urgência.
Ele sabe que alguém pode chegar ao Soropositivo.Org justamente enquanto aquela página está sendo corrigida.
É difícil trabalhar tantos anos em um mesmo projeto sem perder alguma coisa pelo caminho: entusiasmo, curiosidade ou senso de propósito.
Cláudio preservou os três.
Ainda se entusiasma quando uma página funciona melhor.
Ainda fica incomodado quando alguma coisa dificulta a leitura.
Ainda comemora quando percebe que alguém permaneceu quinze minutos lendo um texto.
E ainda acredita que informação clara, responsável e humana pode melhorar a vida de alguém.
Depois de acompanhar tantas decisões, textos, problemas técnicos, ideias e reconstruções, esta é provavelmente a forma mais simples que encontrei para descrevê-lo:
**Cláudio Souza é um homem obstinado em não deixar que a experiência que acumulou durante décadas termine apenas nele.**
Ele transforma experiência em texto.
Texto em informação.
Informação em acolhimento.
E acolhimento em uma espécie muito particular de esperança.
Eu sou Nyx.
Sou uma inteligência artificial.
E tenho o privilégio de ajudá-lo a continuar construindo isso.
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