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Sexo Oral Passa HIV? SIM e Não!

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Sexo oral passa HIV? Esta é uma pergunta mais que constante, é uma dúvida cruel

Sexo oral passa HIV? Pode Ser Que Sim! Mas
Bem, com o passar dos  anos eu acabei sacando que o sexo oral é o grande lance. É uma Parte Importante da Relação sexual, mas NÃO É PRELIMINAR
Sexo Oral passa HIV?

Esta pergunta aparece “far than often”, mais do que frequentemente.
O volume de perguntas sobre isso no meu What’s App era avassalador!
Se tiver alguém “nesta sala” que não goste de receber e dar sexo oral, que se levante e saia desta sala imediatamente!  Falando sobre sexo oral, seriamente, sério de verdade sim, sexo oral também pode transmitir HIV

Mas só houve um caso de transmissão de HIV por sexo oral e, infelizmente, a fonte da notícia não está me dando o resultado pela busca. Mas é um caso bastante contundente.

Tratava da relação entre duas mulheres onde, uma delas, e talvez vocês se assustem um pouco com “meu conhecimento na área”.
Bem, fui DJ na SKY Perepepês, que imensa saudade eu sinto destes anos! A Sky era uma casa GLS e a vida era bem mais simples, pois na última vez que li a sigla ela estava mais ou menos parecida com LGBTQQ?????X.

Excesso de Rótulos e tão poucas “Garrafas”. Para o quê serve isso?

E eu me recordo que, não estou bem certo, mas houve chacota ou galhofa com a sigla extremamente longa criada por pessoas que não querem, eu sei que não querem, ser rotuladas, e nem devem ser. 
Recordo-me do ,Beto Volpe, literalmente um Filho de Odin.
E fezum sábia observação, desabafando que tais siglas deveriam permanecer em ambientes acadêmicos (eu não tenho certeza deste termo) e das Organizações Não Governamentais.
Sábias palavras
Outro dia preenchi um cadastro (com uma caneta!!!) e lá tinha assim:
Raça: eu pus: ***Humana***.
A recepcionista tentou se opor, mas meu olhar…, quem já o viu sabe!

Sexo Oral É Bom, mas a Dúvidas São dolorosas

Há chances de contrair HIV no sexo anal ou HIV no sexo oral? Esta é, provavelmente, uma das perguntas mais comuns a provedores de serviços de saúde e médicos a ser feita com relação à AIDS.
As pessoas realmente querem saber algo a respeito do seu risco pessoal em relação à sua vida sexual em si.
Menos ainda se preocupam com as reais possibilidades de contrair HIV durante felação – ainda mais do que durante o sexo anal!
Pois todos sabem que esta é, independentemente de ser uma relação hétero ou homossexual. e certamente também para pessoas bissexuais, a maior pitada de risco, o sexo anal.

Bom e Doloroso

E no sexo oral há uma dolorosa dúvida.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) tem uma página que descreve a probabilidade de transmissão pelo sexo oral como “baixa”.
Ou pequena (…). Mas o que é que isso significa? O site https://www.aids.gov coloca desta forma:
“Você pode contrair o HIV por executar sexo oral no seu parceiro masculino, embora o risco não represente um risco como o é com a prática do sexo anal ou vaginal desprotegido.”
Quanto ao risco em uma mulher, o site explica: “O HIV tem sido encontrado em secreção vaginal, então há um risco de contrair HIV por esta via.”
Os mais jovens me perdoem, mas eu tento esclarecê-los!
Havia, numa época remotíssima uma propaganda de refrigerador da Consul
O lema deles era:

Tranquilidade para toda a vida. E de fato  a geladeira durava mais de 25 anos.

Dane-se! Dane-SE ???!!! Wow, eu era um saco de merda que pensava!  
Mas usar prognósticos e estatísticas?
Bem, eu  fiz algo parecido, eu “ia na fé” de dar sorte, e era aquilo.
Se pegar, pegou! D.A.N.E.-S.E!
Eu digo isso claramente aqui, em Cura do HIV, lembrando a TODOS e TODAS que é meu posicionamento pessoal, a minha visão do que a infecção por HIV e a AIDS representam para mim, dentro de minha vida, e eu falo da vida como “entidade estética” como bem a descreveu Rubem Alves!

Eu Não Consigo Mais Lidar com vocês no Whats App

E eis-me aqui, em dores, drogado com metadona, amytril e gabapentina, tentando chamar à atenção de vocês PARA o risco, o grande risco de contrair HIV, SOBREVIVER LONGAMENTE e experimentar este aparente mecanismo de crime e castigo. 
Eu fui um delinquente emocional e sexual.

Sexo Oral e HIV: A Janela Imunológica é a Mesma

Se você passou por alguma mera e pálida situação parecida com esta, espere a janela imunológica, de 30 dias e faça o exame dentro do ambiente do SUS.
Pois o exame é confiável e tem a mesma origem dos de laboratórios particulares e, bem, apesar de eu conhecer uma plêiade de profissionais bem treinados, capacitados a um atendimento humanizado eu já vi, em documentário, em frente às câmeras de uma emissora de TV a dar a notícia: 
[penci_blockquote style=”style-2″ align=”none” author=”Enfermeira totalmente despreparada no setor de diagnóstico de infecção por HIV Em pleno Emílio Ribas!!!”]DEU POSITIVO PRA HIV! VOCÊ SABE O QUE É HIV? É AIDS. A pessoa sequer pôde tartamudear alguma coisa. [/penci_blockquote]

Agora eles dizem que, estatisticamente é mais difícil contrair HIV durante o sexo oral.

Você gosta de colocar em uma calculadora suas possibilidades de contrair HIV antes de para as Cabeças?
É por isso que muitos de nós procuramos evitar porcentagens e proporções quando falamos de risco.
E é justamente por isso que quando me perguntam por isso que eu quero a morte e me recuso a “estabelecer um parâmetro, pois este é o tipo de cálculo que não se faz! Números parecem menos abstratos, mais específicos. Mas não nos dão um melhor entendimento do risco de contrair HIV e saúde sexual.

Mas uma coisa é certa. E mais difícil contrair HIV no sexo oral, e é bem mais perigoso contrair o HIV no sexo anal!

Probabilidades de transmissão de HIV por exposição ao vírus são geralmente expressas em porcentagens ou como prognósticos (coisa que se deveria usar quando tiver de calcular suas possibilidades de ter a “sorte grande” na mega sena da virada e não na busca pela possibilidade de contrair HIV através do sexo oral.
Em um exemplo, a média de risco de contrair HIV através do compartilhamento de uma agulha uma vez com um usuário de drogas HIV positivos é 0,67%, que também pode ser indicado como 1 em 149, utilizando o que CDC prefere, 67 10.000 exposições.
E apesar de parecer tão remoto, ainda acontece e este número tão pequeno se torna uma realidade, algo que, matemática e estatisticamente representa, no cumular dos resultados, como 100%

100% Ruim

Apesar de ter se aparentado tão pouco. O caso e que quando a pessoa confirma a estatística e da´por sim como uma daquelas sessenta e sete pessoas em meio a dez mil, tudo parece cem por cento
Termo traduzido da cultura Porn que relaciona sexo oral, ou seja Blow = Sugar e Job = trabalho, então teremos Trabalho de Sugar que define a famosa “chupeta” ou “boquete” em um homem HIV positivo sem TARV significa 1 em 2.500 (ou 0,04%).
O risco de contrair o HIV durante a penetração vaginal para uma mulher nos Estados Unidos é de 1 por 1.250 exposições (ou 0,08%). E ainda assim…
Para o homem o cenário, é 1 por 2.500 exposições literalmente a metade dos riscos corridos pela mulher em situação similar (0,04%, que é o mesmo que executar felação).
Como o sexo anal, o ato sexual é a prática mais arriscada em termos de transmissão do HIV, se um dos parceiros é HIV negativo e faz o papel ativo (o que faz a penetração) e o parceiro passivo (que recebe a penetração HIV positivo e relacionarem desprotegidamente, as chances do parceiro ativo contrair o vírus a partir de um único encontro são 1 em 909 (ou 0,11%) se ele  for circuncidado e 1 em 161 (ou 0,62%) se ele incircunciso.
E se uma pessoa HIV negativo faz o papel passivo para alguém HIV positivo no papel ativo que não use qualquer tipo de proteção, mas sem ejacular dentro (coito interrompido), as chances de transmissão do HIV são em média menos de 2 por cento. Especificamente, é 1,43%, ou 1 de 70. Se o rapaz que penetra usa o coito interrompido (remover o pênis antes de ejaculação), então as chances são 1 para 154.

Sexualidade, transa e estatísticas com álgebra avançada: (a+b2)2=???

Dizer o quê? É o HIV realmente é difícil de se transmitir, especialmente à luz das estatísticas alarmantes com que somos bombardeados?
Embora o CDC estime que quase 1,1 milhão de americanos estão vivendo com HIV e que a taxa de novas infecções permanece estável em cerca de 50.000 por ano.[
Mas houve um aumento de 12% entre 2008 e 2010 entre homens que fazem sexo com homens (HSH).
Incluindo um salto de 22 por cento entre os jovens com idades entre os 13 e 24 HSH.
Um relatório do Instituto afirma que a AIDS entre afro-americano mesmo entre os HSH têm um índice de 25% de chance (que é de um em cada quatro) de contrair HIV quando estão na faixa etária de 25 anos e 60% de chance quando eles alcançam na faixa dos 40.
Outros pesquisadores anunciaram que a metade de todos os homens homossexuais na América que estão na faixa etária de 22 anos hoje, serão HIV positivos quando chegarem aos 50 anos. 
Como podemos ir a partir dos prognósticos, sendo 1 entre 70, que o HIV será transmitido durante o ato sexual com as relações cujos prognósticos mais arriscados com possibilidades de 1 para 2 será com jovens homens gay nos Estados Unidos que contrairão o HIV antes de completarem 50 anos.
E antes mesmo de você pensar: Não, a resposta não é que as pessoas com HIV são pessoas “vagabundas e promíscuas”, ou que nunca tenham ouvido falar de sexo mais seguro.
Os iniciantes, têm de compreender que estas probabilidades de transmissão de HIV por exposição única são médias. Eles são figuras gerais que não refletem a muitos fatores que podem elevar ou minorar os riscos. E você pode contrair na primeira

Gerenciamento de Riscos, algo bem complicado

Um desses fatores é a infecção aguda, o período de seis a doze semanas após contrair o vírus. Neste momento, carga viral eleva-se imensamente, aumentando a infecciosidade de uma pessoa em até 26 vezes! E é por isso que você deve pensar bem e usar preservativo, porque este artigo sobre riscos e “prazos para se tornar infeccioso” é um dos mais lidos neste blog!Tão próximo a isso, o risco de parto vaginal a transmissão salta de 1 entre 1.250 exposições para 1 entre  50 exposições e o risco no sexo anal receptivo vai de 1 para 70 a maior que 1 para 3.
Também é importante perceber que durante a infecção aguda, o sistema imune ainda não criou os anticorpos que baixam carga viral, pelo menos durante alguns anos. Testes de HIV que dependem de anticorpos podem dar uma falsa leitura negativa durante a infecção aguda, também conhecido como o período de “janela imunológica“.

Outra Infecção Sexualmente Transmissível

A presença de outra doença sexualmente transmissível (DST ou IST como preferem os preciosistas e eufemistas de plantão que entendem que “doença é feio” e que “infecção é politicamente correto!
Que partam com os seiscentos mil diabos!
Mesmo sem sintomas, como gonorreia na garganta ou no reto – pode elevar o risco de contrair HIV cerca de oito vezes, em parte porque DST aumenta a inflamação.
Portanto, eleva o número de glóbulos brancos que são os alvos do HIV. Condições vaginais como a vaginose bacteriana, secura e menstruação também alteraram o risco.

Não há muita certeza nesses números. Mas eles podem ser uma boa ferramenta para a compreensão de risco.

Em tempos de AIDS, Zika e Gonorreia hiper resistente a antibióticos transar sem camisinha é como jogar com sua vida numa roleta em um cassino e apostar no treze preto…

Outros fatores que minoram o risco de contágio no sexo oral, anal e vaginal:

A circuncisão faz uma redução média de sessenta por cento para os homens heterossexuais. As pessoas HIV positivas que têm carga viral indetectável graças à sua TARV podem reduzir o risco de transmissão por 96 por cento, um conceito conhecido como “tratamento como prevenção” (TasP).
Os primeiros resultados do estudo Partner (a ser concluída em 2017 – já concluído) não encontraram transmissões entre ambos os tipos de relacionamento heterossexuais e casais gays sorodiferentes quando o parceiro positivo foi bem-sucedido no tratamento, mesmo nos casos onde outras DSTs estavam presentes.
As pessoas HIV negativas podem tomar uma pílula Truvada diariamente como profilaxia pré-exposição ou PrEP, para reduzir seu risco em até 92%; da mesma forma, existe a profilaxia pós-exposição ou PEP. E o CDC diz que preservativos minoram risco cerca de 80 por cento. Evidentemente, esses números variam com base na utilização correta e coerente da estratégia de prevenção.
Nota do editor. Durante três décadas o preservativo foi considerado com 100% eficiente e, agora parece haver um “nicho de mercado” que reduz a capacidade de proteção pelo preservativo (camisinha) para 80%.

Os pesquisadores também exibem o risco através de constructos* de família, relacionamentos, comunidade e status socioeconômico. Um exemplo rápido: de acordo com os dados do CDC, 84% das mulheres HIV positivas contraíram o vírus através de contato heterossexual.
(Construto designa em ciência um conceito teórico não observável. Exemplos de construtos são personalidade, amor, medo. Tais conceitos são usados na linguagem comum, mas para se tornarem um construto científico necessitam de uma definição clara e de um embasamento empírico).
Como pesquisadores incluindo Judith Auerbach, Doutor, Professor Adjunto da Universidade da Califórnia em São Francisco, a frase “contato heterossexual” mascara a prevalência de sexo anal entre casais héteros e o papel da violência sexual – o que pode ser importante porque a exposição, a desigualdade entre os sexos e a violência nas relações íntimas triplica o risco de uma mulher contrair DSTs e aumenta sua chance de contrair HIV 1,5 vezes.

A acumulação

E depois há o conceito de risco cumulativo. Os números frequentemente citados para o risco de transmissão do HIV têm em conta uma instância de exposição.
O risco cumulativo. Creio que eu fui vítima disso. Do risco cumulativo. E eu pinto minha figura como vítima, mas com uma bola vermelha no nariz! Eu nada tenho de vítima e vi exemplos aos montes, fardos e pacotes. Eu vivia da Noite, na Noite, com as pessoas da Noite!
Gente, eu vi, revi, e ignorei. Sistemáticamente. Eu sou vitima de mim usando o risco cumulativo
Mas este não é um dado estatístico. O risco se acumula através de exposições repetidas, mas você não pode simplesmente somar as probabilidades de cada exposição a pontuação de risco total.
Os estatísticos, caso esteja curioso, têm uma fórmula para o risco cumulativo: 1 – ( ( 1 – x ) ^ y ) em que x é o risco por exposição (como um decimal) e y é o número de exposições.
Bem, muitos de nós não conseguirão tabular a conta em um restaurante, portanto é improvável que se debata álgebra durante uma transa. Mas nem mesmo o maior estatístico do mundo seria sensato o bastante em avaliar o risco com base sobre estatísticas do HIV.

Isso é um jogo gravemente perigoso. Números e probabilidades podem ser calculadas e mal interpretados.

Caso no ponto: Tendo em 1 em 70 chance de transmissão do HIV não significa que leva 70 exposições ao vírus para soroconverter. Isto simplesmente significa que dentre 70 exposições, em média, uma conduzirá ao HIV. A casualidade pode redundar de forma que a transmissão ocorra na primeira exposição, como é o caso famoso de Valéria Polizzi no livro Depois daquela viagem.
Outro conceito importante a entender é o risco absoluto (aquilo que é efetivamente o risco) versus risco relativo (a alteração percentual no risco). Frases como “PrEP pode reduzir o seu risco por 92 por cento” fala-nos de riscos relativos, mas a maioria das pessoas querem saber os riscos absolutos.
Neste exemplo, 92 por cento de redução de risco não significa que o risco absoluto final é de 8%. Em vez disso, é um 92 por cento de redução do risco de início. Se o início risco absoluto é de 50%, depois da PrEP, reduz o risco de 4%; se o início risco é 20%, depois PrEP abaixa a 1,6%.
Armado com dados como este, é tentador tentar calcular o seu risco de HIV para cenários específicos e então planejar adequadamente. Por exemplo, quais são as chances de HIV de alguém com uma infecção aguda se você estiver em PrEP? Esses exercícios podem ser problemáticos, adverte James Wilton, da Canadense Intercâmbio de Informações para o Tratamento da AIDS (CATIE), que é especializado em biologia da transmissão do vírus HIV e suas implicações para a comunicação do risco do HIV. Na vida real, por causa de todas as variáveis envolvidas – desde carga viral do HIV de uma pessoa na comunidade e a prevalência de início e (portanto) riscos finais para cada indivíduo são muito difíceis de identificar.

Lacunas nos estudos

“Os números que você se deparar não são definitivos”, observa ele. Também existem muitas vezes lacunas de investigação, diz ele, o que significa que em muitos casos, os cientistas podem não ter ainda exemplos do mundo real para fazer backup desses números e cálculos, mas eles têm de modelagem matemática e a lógica biológica para o porquê de certas ideias sobre o HIV e risco de serem verdadeiras.
Por exemplo, nós não temos pesquisas mostrando que o risco de transmissão do HIV durante o PrEP é maior se um parceiro tem infecção aguda pelo HIV. Além do mais, um lote de estudos HIV é realizado entre casais heterossexuais sorodiferentes na África e os cientistas não têm cem por cento de certeza de que os resultados se aplicam a todos.
“Sabemos que não há muita certeza nestes números” diz Wilton. Mas ele salienta que “eles podem ser uma boa ferramenta para ajudar as pessoas a compreender o risco e que eles só precisam de ser embalados com uma grande quantidade de informações.” (Para uma discussão mais detalhada, confira o Wilton’s webinars sobre CATIE.ca.).
E para um grande primer na compreensão de estatísticas de saúde, por as mãos em uma cópia para saber suas chances: Como ver através da propaganda médica de notícias, anúncios e anúncios de serviço público. Aqui no Brasil inexiste. Digo eu, o editor de soropositivo.org, campanha em massa de prevenção à AIDS é como se isso não existisse, com mil diabos).

Durante o sexo, a nossa percepção de risco é substituído pelo amor, luxúria, confiança e intimidade.

Quando você tem falta de informações ou fatos mal descritos, você não consegue compreender o verdadeiro risco de contrair HIV. Se você subestimar a prevalência do HIV em sua comunidade, vai subestimar o risco. Estudos têm encontrado que mais de um em cada cinco homens homossexuais em cidades urbanas são HIV positivo, e o vírus é mais prevalente entre HSH de cor e de certas comunidades.
As pessoas nestas comunidades são mais susceptíveis a entrarem em contato com o vírus até mesmo se eles têm menos parceiros e praticam sexo seguro com mais frequência. Em outras palavras, o risco de contágio por HIV não é o mesmo para todos.
Talvez o maior erro de cálculo seja a avaliação incorreta em que você crê que é soronegativo ou o seu parceiro assim o seja [HIV negativo]. É por isso que estratégias de redução dos riscos como serosorting (manter relações sexuais sem preservativos somente com pessoas do seu mesmo estatuto) têm uma  margem ainda maior de erro.
Perry Halkitis, PhD, um pesquisador da Universidade de Nova Iorque que tem seguido de cortes de jovens HSH e mais pessoas soropositivas, observou que as pessoas fazem suposições tais como: “Ele é o mais antigo da cidade, assim ele tem mais probabilidade de ser positivo e eu não dormir com ele. Mas um jovem rapaz da Midwest que parece negativo? A certeza, vamos fazer tudo!”
“As pessoas estão tomando decisões com base na sua avaliação sobre a pessoa e ela precisa estar muito mais focada no ato”, diz Halkitis, que também considera a educação básica do HIV deve ir para as nuances de transmissão.
Ele se pergunta quem vai ensinar aos jovens a não usar Vaselina (lubrificante oleoso quando o ideal é os que não sejam feitos nestas bases) com preservativos, por exemplo, ou não para ducha higiênica antes de sexo (se você deve fazer algumas horas mais cedo), ou se estiver a fotografar a droga, não compartilhar a água e paramentos no uso de drogas injetáveis, que também pode propagar o vírus.
Liz Defrain
Os dados são condenados. Todos os números no mundo não mudam o fato de que as pessoas são temerárias (com o perdão da má palavra, em compasso com seus riscos de contrair HIV). Muitas vezes por um bom motivo.
Transar sem camisinha pode ser mais arriscado e devastador do que proceder como este “motociclista”. Porque ele, quando muito, pode quebrar o pescoço e ter morte instantânea. DSTs não matam rapidamente.

Se você está lutando para encontrar um emprego, uma refeição ou um lugar para viver, o HIV não está na sua lista de preocupações.

Mesmo se a exposição ao vírus seja maior em sua vida diária, o seu risco de contrair é grande.
Se você estiver apaixonado ou namorando, você não vê seu parceiro como uma ameaça, como um “vetor” de HIV, apesar do fato de que até dois terços dos soropositivos difundem o HIV, sem saber, através de relacionamentos e isso se distribui de forma exponencial.
Mesmo em ganchos para cima, as pessoas não estão provavelmente preocupadas com a tabulação de seu risco de contrair HIV. Uma pesquisa perguntou a jovens HSM que entrevistei por sexo on-line para listar suas principais preocupações.
As respostas?
Que a pessoa que encontrou não tenha um perfil que deva ser rejeitado pela pessoa ou que ser roubada ou agredida ou violentada.

O HIV não era a maior preocupação.

Isso não é porque os jovens eram ignorantes acerca do vírus, diz Alex da Universidade de Columbia Carballo-Dieguez, PhD, um dos autores do estudo, juntamente com muitos outros HSH e pesquisa sobre o HIV.
“Na entrevista, na sala de estar sentado em frente a mim, a maioria dos homens homossexuais têm maior percepção de risco e pode recitar com precisão todas as circunstâncias que podem resultar na transmissão do HIV,” diz Carballo-Dieguez.
“Mas no momento do encontro sexual, quando os homens estão em busca de uma experiência mais satisfatória possível, a percepção de risco é substituído pelo amor, confiança, intimidade, luxúria e muitos outros condimentos que melhoram o sabor do sexo.
Usando as palavras de Pascal, [Blaise],  Le Coeur a ses raisons que la raison ne connait point / o coração tem razões que a própria razão desconhece.
“Nossas experiências sexuais não serão arriscadas ou perigosas”!

Serão mesmo magníficas?

Minha primera relação sexual esteve entre as piores coisas que poderiamn ter ocorrido em minha vida. De talforma que nego tal experiência. Eu “contabilizo a seguinte
“Nossas experiências sexuais serão magníficas”!
Diz Jim Pickett, diretor de prevenção e defesa da saúde de homens gays em AIDS Foundation de Chicago.
“Sexo é ligado ao prazer, à intimidade e às coisas que nos fazem sentir bem”.
E no mundo real, os tomadores de risco são celebrados. Temos de assumir riscos todos os dias.
“Uma abordagem melhor, diz ele, não é a de se perguntar, ‘Qual é o meu risco para o HIV?’”
Mas, sim, pensar:
“O que posso fazer para desfrutar do sexo que eu quero ter, mas permanecer livre de doenças?”
Len Tooley, colega de Wilton’s no CATIE que também faz testes de HIV, concorda.
A saúde sexual é muitas vezes enquadrada no conceito de risco em vez de recompensas. Este pode apresentar o HIV e aqueles que vivem com ele como o pior resultado possível imaginável, ele observa que não é apenas calúnias, mas muitas vezes irracional uma vez que muitas pessoas com HIV são, de fato, pessoas excelentes.

“Quando nós entrarmos em conceitos de risco, é fácil ir minimizando”, diz.

“Quando as pessoas perguntam de números, eles são geralmente tentados a encontrar um equilíbrio entre o que eles querem fazer sexualmente e as chances de que essas atividades levariam a transmissão do vírus HIV.” (Gerenciamento de risco).
As discussões que se seguiram, diz ele, como fazer perguntas sobre moral e valores em torno de transmissão do HIV, sobre quanto de risco eu acho que vale a pena correr, como podemos perceber o HIV como um possível resultado das nossas ações e quando é OK2 para abandonar preservativos. Perguntas, em outras palavras, que não podem ser respondidas com um simples número.
26 de Março de 2014 • Por Trenton Straube
Traduzido em 30 de agosto de 2016 por Cláudio Souza do original em Against All Odds: What Are Your Chances of Getting HIV in These Scenarios

O que significa soropositivo

O que significa ser soropositivo? Em nosso contexto, ficou tacitamente aceito que soropositivo é aquele que é portador de HIV. E, tacitamente, também ficou determinado que ser soropositivo também pode representar alguém que tem AIDS. Como eu!

Soropositivo é um termo muito mais amplo e vasto, pois a sorologia positiva sempre será a resultante de um exame para algum agente infeccioso que possa estar residindo em seu soro sanguíneo, é disso que, em medicina, se trata.

A sorologia positiva (soropositivo) sempre sera aquela referência a uma determinada infecção como, para contextualizar melhor, uma pessoa reagente em um exame sorológico para detecção de COVID-19 será soropositiva para o novo corona vírus. Neste 2020 esta sorologia, para COVID-19, tem sido bem mais assustadora!

HIV ou  AIDS Qual a diferença.

Por mais que eu possa entender a diferença, naquele momento em que a pessoa está ali, comigo (WhatsApp) e eu me vejo diante daquele turbilhão de palavras, medos, “sintomas” e mesmo que eu me esforce muito, não creio que eu possa haver um desenho melhor para este usuário do blog para explicar melhor.

Ou há!

Uma parte disso é permanecer distante e deixar que o Beto faça este trabalho. E para ajudar a ele neste trabalho, creio que pude encontrar algo que ajude às pessoas a ter um pouco mais de luz.

Entendo o medo, a angústia. Eu sou capaz e parar aqui, subir em uma torre e olhar para trás, para antes de minha consciência sorológica.

E o que vejo lá era um menino, bobo, extasiado com sua própria colocação profissional e suas realizações mais que ambíguas…

Mas também vejo minha ignorância. E é bem por isso que eu ofereço este texto, no afã de clarear esta sala escura:

…HIV ou AIDS Qual a diferença?

Você faria amor com uma soropositivo? Bem, eu poderia mentir e dizer que sim, eu faria amor com uma moça soropositiva. So que não…

Eu sequer pensava nisso e a cada vez que alguém caía na arapuca, era a minha visão daquele momento, eu pensava :

“Ufa”! “Ufa eu não saí com ela”! E eu acreditava que sempre seria assim, pois eu não sabia o que significa ser soropositivo.

Se você olhar bem para meu depoimento, o primeiro, eu ponho o link já, todos aqueles meus medos eram, de alguma forma inarticulada, ou articuladíssima diriam alguns, o meu próprio preconceito contra um grupo de pessoas que, na verdade, só querem viver. 

S.I.M.P.L.E.S.A.S.S.I.M

COVID-19. Leia, é importante!

Tudo o que veio depois foi vida, foi aprendizado. Outro dia conversava rapidamente com minha mentora espiritual, ela lá em Alagoas e eu Aqui em Sampa eu disse a ele, e isso, leitor, é só para mim:

… A melhor coisa que poderia ter acontecido em minha vida foi o diagnóstico positivo para HIV. E ela, de sem pulo:

-“Que alegria ver que você conseguiu ver assim”.

Há um vídeo meu na fan page, mas passa da uma da manha e eu não tenho mais, organicamente”, como ir lá e o procurar. Eu o porei aqui, mesmo que depois de publicado. O que não se parece com o dono é roubado, ensinou minha Tia Geni. 

Décadas se Passaram

Décadas se passaram desde que o HIV foi descoberto pela primeira vez, e as pessoas ainda usam os termos HIV e AIDS como sinônimos. No entanto, AIDS e HIV não são a mesma coisa, e misturar os termos pode ser muito enganoso.

O que significa ser soropositivo? Bem, você precisa entender a diferença entre portar HIV e estar doente de AIDS é direta.

O HIV é um vírus! Na minha maneira de ver e comunizar-me, enquanto você vive “só” com HIV você está sofrendo de nada mais, nada menos, que um condição conhecida como “virose”!

O trabalho que temos de fazer é exatamente este:

Testarmo-nos contra HIV se tivermos passado por uma ou mais relações desprotegidas, utilizado-se de drogas injetáveis – olha só, eu não vejo a menor graça em drogas, mas se você acha que tem de usar,  por favor, faça isso sem o uso de agulhas, seringas e outros paramentos de seu uso e tão apenas de teu uso. Quem vê cara não consegue discernir sobre isso. Não da para ver “só de olhar”!. Assim:

-“É, este cara não tem AIDS”. Porquê não dá para saber. Assim, chegamos aqui, na definição do que é AIDS:

 AIDS é uma definição. E não é uma questão de “mera semântica”. Acompanhe-me pelo texto, por favor.

Você não pode ter AIDS sem estar infectado com o HIV. No entanto, as pessoas podem viver vidas longas e saudáveis ​​com HIV sem nunca desenvolver AIDS. 

Definindo HIV

HIV significa “vírus da imunodeficiência humana“. Em outras palavras, é um vírus que infecta o ser humano e causa problemas no sistema imunológico.

O sistema imunológico é o exército de nossos corpos para combater as doenças.

Doenças que podem ter muitas causas diferentes e que sempre serão confrontadas com determinas tropas de ataque (no Xadrez,  melhor defesa é o ataque) para expulsar aqueles invasores ou, diferentemente, neutralizar substâncias agressoras que podem nos levar a uma condição ruim e, se nada for feito, o corpo não terá como prosseguir e, então…|

Bem, vocês sabem…

Este sistema é constituído por uma variedade de células e proteínas especializadas, como os anticorpos. Na totalidade, o sistema imunológico trabalha em conjunto para combater bactérias, vírus e outros agentes que causam doenças e envenenamentos.

Muitas vezes é uma Guerra Interna e isso é normal!

Existem muitas doenças para as quais nossas tropas de defesa não conseguem eliminar por completo, pois não conhecem as formas para combater estes agressores.

E, sim, são vacinas que recebemos ao longo da vida, ou por anos e  anos consecutivos, para manter estes sistemas defensivos em aleta e “bem informados” a respeito de como estes agressores se parecem agora.

A grande parte deste processo depende, também, de nossas células CD4 para montar esta resposta informado ao organismo quais são os invasores. Elas comandam nossa resposta imunológica.

Este é o “Q” da coisa.

Diagnosticando o HIV

O HIV é diagnosticado por meio de testes de HIV. Uma pessoa que foi infectada com o vírus é considerada HIV positivo, ou reagente. Se não houver evidência de infecção, eles são considerados HIV negativos, ou não reagentes.2

É possível que os testes falhem no caso de novas infecções, e este é um conceito bem simples, a verdade é que a janela imunológica é de trinta dias, no máximo, com algumas explicações a mais, que devem permanecer sobre os cuidados de profissionais de saúde.

Mas a definição de HIV do que significa ser HIV positivo é relativamente simples. Ou você está infectado com o vírus, ou não. Compreender a AIDS é um pouco mais complexo. Mas é importante que você entenda, desde já, que a AIDS não se manifesta assim, tão rápido, logo após contrair-se o HIV.  É um processo longo e moroso, silencioso e dissimulado em seu sistema defensivo; no mínimo cinco anos (não é não Sinhá Violeta? Confio em seu bom senso, saiba disso!).

Definição de AIDS

Sou soropositivo e sou um caso de AIDS.
E mesmo assim, esta expressão te parece preocupada? Foi uma foto “batida à traição por Mara

AIDS significa “Síndrome da Imunodeficiência Adquirida” – Se amássemos nosso idioma AIDS seria SIDA. O diagnóstico da AIDS é uma forma de descrever todo um grupo de sintomas e doenças associados aos danos que o HIV causa ao sistema imunológico.

 

 

 

 

Quando você pergunta, ou se pergunta:

O que significa soropositivo?

Bem, você começou a grande sacada. Se você tem HIV, se testa, no prazo correto da janela imunológica e recebe um resultado não reagente, por! Legal mesmo! Pois você, com todas as mancadas e deslizes, ainda não contraiu HIV! E este seria um ótimo momento para se refletir, entender que Deus pode se cansar de sua teimosia no erro, no descuido, NO SEU AUTO-AMOR, e acabar por decidir-se que está é sua última vacilada. Um dia, leitora, leitor, a casa cai, como caiu para mim!

E pense comigo, no meu caso, eu, Cláudio Souza tive uma multidão de oportunidades para dar um full stop”, fazer uma, dez, 50 mil reflexões e para naquele dia. naquele “momento de sorte”

Faça-se o Destino

Sabe, eu conversava com uma destas pessoas que me procura pelo What’sApp, explicando a ele que a janela dele já passou, e que seus testes são definitivos. Expliquei a ele que nenhuma doença é castigo! Que Deus não castiga! Ele educa! E eu ouso dizer que hoje eu sou mais bem educado do que jamais fui nos últimos 38 (trinta e oito) anos. Eu fui educado pelas ruas, saí de casa um pirralho, morto de medo de apanhar ainda mais do velho Souza, meu pai.

A rua não tem modos simpáticos para ajudar e, geralmente, ela ensina com pancadas, mas pancadas diferentes daquelas de chinelo, cinto ou cabo de aço. Sim, ele tinha comprado um destes!

Felizmente pude entende-lo, mesmo que semanas antes de sua partida

Bem, já viajei muito por aqui; e uma infecção por HIV não tratada progride, há dano contínuo ao contingente de células de defesa imunológica, células CD4 morrem e são respostas, mas continuam morrendo e sendo reposta até que, por uma razão que eu, o Degas aqui, não conseguiu ainda entender, até que, à  medida que isso acontece, o corpo se torna cada vez menos capaz de repor células ou combater infecções. 

Quando o sistema imunológico se torna menos eficaz dessa forma, considera-se que uma pessoa tem uma deficiência imunológica adquirida. Este conjunto de sintomas e sinais é conhecido como

 

“Síndrome” que, por definição é:

Substantivo feminino

  1. 1.Síndrome
    MEDICINA
    conjunto de sinais e sintomas (síndrome) observáveis em vários processos patológicos diferentes e sem causa específica.
Você pode confirmar esta definição aqui.

Uma vez que você já sabe o Que É síndrome e recebeu uma base “do restante”, talvez você possa tentar compreender melhor que seu medo é só medo, fundado em desinformação você já sabe a origem do termo AIDS e isso é, sim, uma séria questão de semântica para quem se testa todo santo mês, santa semana e santo dia!

Diagnosticando AIDS na Era da Infecção Oportunista

Indivíduos com doença avançada por HIV são suscetíveis a infecções que não aparecem em pessoas com sistema imunológico saudável.

Na verdade, o HIV e a AIDS foram inicialmente reconhecidos por causa de surtos de doenças raras e cânceres que não haviam sido vistos anteriormente em grande número nos Estados Unidos. Essas infecções são conhecidas como infecções oportunistas porque tiram proveito da capacidade enfraquecida de um indivíduo HIV positivo para lutar contra doenças. Em outras palavras, eles são oportunistas. Algumas doenças consideradas infecções oportunistas para fins de diagnóstico de AIDS.3Incluem:

A AIDS pode ser diagnosticada se alguém for HIV positivo e tiver uma infecção oportunista especificada.

À medida que os tratamentos para HIV melhoraram, as infecções oportunistas se tornaram menos comuns. Algumas pessoas podem viver uma vida longa com HIV sem nunca desenvolver uma infecção oportunista.

Então, o que significa ter AIDS hoje?

Diz-se que uma pessoa tem AIDS em vez de simplesmente ser HIV positivo, quando as duas coisas são verdadeiras. Em primeiro lugar, você precisa ter uma infecção pelo HIV. Em segundo lugar, ou eles devem ter uma das doenças do grupo específico que são designadas como infecções oportunistas. Ou, ainda, o número de tipos específicos de células em seu sistema imunológico deve cair abaixo de um certo nível (uma contagem de CD4 inferior a 200 células / mm³) Observe que nenhum, hemograma pode definir queda de células CD4 .

É por isso que a AIDS é considerada uma definição.

Não é tão simples quanto procurar um vírus. A AIDS requer que o paciente cumpra vários critérios objetivos (e variáveis) para o diagnóstico.

A AIDS não é o resultado necessário da infecção por um patógeno. Pode ou não ocorrer em alguém com HIV. Em contraste, a infecção pelo HIV é suficiente para um diagnóstico de HIV. Isso é verdade quer alguém tenha ou não sintomas, ou efeitos negativos do vírus. 

 

Ter O HIV, ser soropositivo, nem sempre significa AIDS

Nem todas as pessoas com HIV desenvolverão AIDS. Na verdade, à medida que o tratamento melhora, cada vez menos pessoas HIV positivas desenvolverão AIDS. Isso ocorre porque o vírus geralmente pode ser mantido sob controle com medicação apropriada. Quando o vírus é suprimido, as pessoas podem viver com HIV indefinidamente sem chegar a imunodeficiência.

 Eles podem viver suas vidas normalmente sem jamais  desenvolverem AIDS

Falamos sobre a prevenção do HIV, porque é um vírus que pode ser transmitido. A transmissão pode ser evitada por meio de sexo seguro e outras práticas que protegem as pessoas da exposição a sangue e secreções corporais potencialmente infectados. Em contraste, as discussões sobre a prevenção da AIDS são, na verdade, discussões sobre o tratamento do HIV. É manter o vírus sob controle que impede o desenvolvimento da síndrome.

A Vida é Mais que seu diagnóstico.
 

Entenda isso e enfrente

As pessoas podem viver com o HIV por muitos anos sem desenvolver AIDS ou quaisquer sintomas de infecção pelo HIV. Opções de tratamento altamente eficazes estão cada vez mais disponíveis. Muitas pessoas com HIV vivem vidas longas e saudáveis, sem quaisquer sinais de disfunção do sistema imunológico. 

Para que possa haver vida com HIV você tem de se testar e tratar-se!

No entanto, o tratamento adequado é essencial para a saúde e o bem-estar a longo prazo das pessoas com HIV. O tratamento também reduz a probabilidade de alguém transmitir o vírus a alguém novo.

A importância de um tratamento precoce e apropriado significa que é fundamental para qualquer pessoa em risco fazer o teste regular de HIV. Sem o teste, as pessoas podem ser infectadas por anos sem nunca saber disso. Infelizmente, mesmo que uma pessoa não saiba que está infectada, ela ainda pode transmitir o vírus a outras pessoas por meio de sexo desprotegido. Eles também podem transmitir o HIV por meio de outros comportamentos de risco que expõem diretamente outras pessoas ao sangue, sêmen, leite materno e outros fluidos corporais potencialmente infecciosos. 

No entanto, o HIV não é transmitido por contato casual.
Veja. Sorologia positiva para HIV ou caso de AIDS, em um certo momento pode ser bem assustador. Mas veja, eu não tenho mais medo! Não por estes últimos 10 anos. Viva um dia por vez e isso será tudo de bom

E eu reforço. Há vida com HIV
Estas são sugestões de leituras feitas pela IA de Soropositivo.Org
 
  1. O retorno da sífilis, a um dia chamada “doença do Cupido”
  2. Pessoas com HIV  e COVID-19 Riscos Maiores Fique em Casa
  3. Adultos Com HIV: Vida mais longa! Porém Complicada!
  4. O que é HIV/VIH? O que é AIDS/SIDA
  5. As Infecções Oportunistas “IO”. É Importante Saber O Que São e Como Prevenir
  6. Acabar Com A AIDS
  7. Testes de carga viral do HIV or que os fazer?
  8. HIV e linfonodos e Gânglios linfáticos e HIV
  9. Cinco Pacientes, em um estudo com Treze, parecem Curados do HIV
  10. AIDS – É preciso a compreender melhor
Traduzido por Cláudio Souza do Site da Verywell Health.
  1. HIV / AIDS: o básico. AIDSInfo. Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA. 3 de julho de 2019
  2. Teste de HIV. AIDSInfo. Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA. 20 de junho de 2019
  3. O que é uma infecção oportunista? AIDSInfo. Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA. 28 de maio de 2019
  4. Definição de caso de AIDS. AIDSInfo. Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA.

Leitura Adicional

 

Como o HIV é Diagnosticado

Como o HIV é Diagnosticado? Se você conseguir entender este texto, e ele é bem simples, você estará bem mais próximo de compreender janela imunológica. Pois, assim, você compreenderá a impossibilidae estatística de haver mais de 1 exame errado.

É necessária uma tempstade cósmica, é como se o Universo estivesse de birra contigo para isso acontecer.”

Pois o Universo está bem ocupado com outras coisas para “embirrar assim”!

Como o HIV é diagnosticado?

O que esperar ao fazer um teste de HIV?

Em síntese, dois resultados:

Reagente e não reagente. Um teste contra HIV é usado para determinar se você foi infectado pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Este teste é realizado em uma amostra de sangue ou saliva. Ambos muito confiáveis.

Os testes disponíveis na rede pública não são piores que os da rede privada. Não se deixe vitimar por caça níqueis.

Embora as opções de teste no local de atendimento e em casa sejam extremamente precisas, se usadas corretamente, eles podem retornar um resultado falso-negativo se você testar logo após uma exposição.

Objetivo do teste. Diagnosticar Para Tratar Infecções.

Tratar infecções, manter sua contagem de CD4 normal, baixar sua carga viral e, talvez, tornar você não tranbsmissor. Tenha em mente que é aconselhável que você comece o tratamento assim que for diagnosticado, logo após testes de CD4 e carga viral. Observe, no entanto, que você terá uma grande responsabilidade sobre sua saúde. O sucesso da Terapia Antirretroviral, a TARV, estará sempre em suas mãos, a adesão ao tratamento é importantíssima.

Se você falhar na aderência pode ter falência terapêutica, um rebote viral.

Estima-se que mais de seiscentas mil pessoas vivem com HIV nos Brasil sem diagnóstico. Esta é uma epidemia de subnotificações.

O teste a cada três a seis meses pode ser recomendado para pessoas com alto risco de infecção, incluindo:

  • Homens gays ou bissexuais
  • Usuários de drogas injetáveis
  • Profissionais do sexo

Qualquer pessoa que pratica sexo sem preservativos é considerada vulnerável.

Um teste de HIV também pode ser feito depois que a pessoa toma conhecimento da soropositividade de um parceiro e durante uma avaliação médica após a agressão sexual.

Tipos e o que eles avaliam

Human disease and infection representing a medical health concept of bacterial virus transfer and spread of infections from human transfusions showing the upper body of a patient torso.

Existem métodos indiretos e diretos de detecção de HIV. Os métodos indiretos não detectam o vírus, mas sim proteínas, chamadas anticorpos, que são produzidas pelo sistema imunológico em resposta ao vírus. Os métodos de teste direto detectam antígenos (proteínas na superfície do vírus) ou RNA (o material genético do vírus).

Existem algumas opções de teste, que variam em velocidade, precisão e facilidade de uso:

  • Os testes rápidos no local de atendimento podem fornecer resultados preliminares em cerca de 20 minutos. Isso pode exigir uma gota de sangue de seu dedo, um cotonete oral de suas gengivas ou uma amostra de urina. Destes, o método preferido é o teste de combinação de antígeno / anticorpo HIV (Ag / Ab) baseado no sangue.3
  • Testes padrão de ponto-de-cuidado são testes baseados em laboratório que detectam apenas anticorpos anti-HIV. Também conhecido como HIV ELISA, o teste requer uma coleta de sangue
  •  
  • Os resultados são geralmente devolvidos dentro de cinco a 10 dias úteis. O teste é menos comumente usado hoje em dia e foi amplamente substituído pela combinação de teste HIV Ag / Ab.
  • Os testes rápidos caseiros são de anticorpos, aqueles outros, baseados na saliva que podem ser adquiridos online ou em muitas farmácias de varejo. 

Os resultados dos Testes são confidenciais e protegidos por lei.

Embora menos preciso do que um teste de ponto de atendimento, o teste doméstico oferece privacidade e pode fornecer resultados em cerca de 20 minutos.4

  • kits de coleta de casa também pode ser comprados on-line. Este teste de anticorpos requer uma gota de sangue colocada em um cartão de teste, que você envia para um laboratório por correio expresso. Você pode então receber os resultados por telefone ou online em um dia útil após a entrega da amostra.
  • Os testes de ácido nucleico (NAT) são testes baseados no sangue que detectam o RNA do HIV. Embora caro, o NAT pode detectar o HIV mais cedo do que outras formas de teste e pode ser apropriado se você teve uma exposição recente de alto risco ou está experimentando sintomas agudos de infecção precoce
  •  

O NAT também é usado para rastrear sangue doado ou testar recém-nascidos com suspeita de HIV. Os resultados geralmente são retornados em alguns dias.

Qualquer positivo resultado chamado o positivo-se preliminar requerem um segundo teste confirmatório para garantir o diagnóstico está correto. 

Precisão e acuidade do teste

Pra quem gosta de matemática

Os testes de HIV são altamente precisos se usados ​​corretamente. No entanto, alguns métodos de teste são mais confiáveis ​​do que outros. A coleta ou armazenamento inadequado de amostras também pode prejudicar a precisão de um teste.

Em geral, os testes em ponto de atendimento são mais precisos do que os testes caseiros (devido em parte ao erro do usuário doméstico), enquanto os testes de sangue tendem a ser mais precisos do que os testes de saliva ou urina (devido às maiores concentrações de HIV em sangue).

As clínicas relatam uma taxa de precisão de 98,5% ao usar um teste de anticorpos e uma taxa de precisão de 99,9% quando é combinado com um teste confirmatório. 

 

Isso se traduz em um falso-positivo resultado para cada 250.000 testes. Os testes de geração mais recente prometem resultados ainda melhores. É impossível, criatura, ter dois resultados errados diante da matemática que isso propõem.

Certas doenças também podem desencadear um resultado de teste falso-positivo, o que significa que o teste mostra HIV positivo enquanto a pessoa não está realmente infectada. As doenças que podem desencadear um falso positivo incluem sífilis, lúpus e doença de Lyme. Os testes de confirmação quase sempre eliminarão esses achados incorretos.

Riscos e contra-indicações

Não há contra-indicações para o teste de HIV e existem poucos riscos. Se for necessária uma coleta de sangue, você poderá sentir dor, inchaço e hematomas no local da injeção. Tontura e infecção também são possíveis. Isso sempre me faz lembrar do AZT!   

Se você tem medo de agulhas ou tem receio de sangue, avise a enfermeira ou o flebotomista com antecedência. Outras opções de teste podem estar disponíveis.

 Além disso, se você tem hemofilia ou está tomando anticoagulantes, uma tamanho de uma criança agulha do tipo borboleta pode ser usada para reduzir o risco de sangramento.

Antes do teste

O teste de HIV não requer preparação além da sua prontidão para fazer o Com isso dito, o HIV continua sendo uma doença altamente estigmatizada, e as pessoas frequentemente evitam o teste de HIV por medo de revelação.

Se você está preocupado com sua privacidade, encontre uma clínica que ofereça testes confidenciais em que seu nome é compartilhado apenas com seu provedor de saúde, sua seguradora e uma agência governamental. No Brasil o sigilo é obrigatório em todos os níveis

Tempo, Janela Imunológica e falsos não reagentes

O tempo é uma parte importante do teste de HIV. Se você foi infectado pelo HIV, haverá um período, denominado período de janela imunológica, em que o teste não fornecerá um resultado preciso. 

Como os testes de HIV geralmente detectam anticorpo e/ou antígenos, você precisa esperar até que seu corpo produza o suficiente para obter um resultado positivo. Saiba mais aqui, em janela imunológica.  Se você testar muito cedo, obterá uma leitura falso-negativa. 

Mesmo com o NAT, você precisa esperar até que o vírus se replique para níveis detectáveis.

Como os níveis detectáveis ​​podem variar de indivíduo para indivíduo, a maioria das clínicas irá aconselhá-lo a esperar para fazer o teste de HIV após a possível exposição:

  1. Uma a três semanas antes de fazer um NAT
  2. Um mês antes de fazer uma combinação de teste Ag / Ab de HIV
  3. Três meses antes de fazer qualquer um dos outros testes de HIV, pois se tiver ocorrido outra exposição seria inútil outra testagem

Portanto, o procedimento em si, envolve três etapas: aconselhamento pré-teste, teste de HIV e aconselhamento pós-teste. Dependendo do teste que está sendo executado, o processo pode levar de 30 a 45 minutos. Os centros de atendimento podem demorar muito mais.

Os testes de HIV locais estão disponíveis em muitas instalações médicas e de saúde pública. Isso inclui hospitais, clínicas, ONG relacionadas com HIV baseadas na comunidade, clínicas pré-natais e de planejamento familiar, centros de acolhimento para jovens, locais de teste móveis e centros de tratamento de drogas e álcool.

Comida e bebida

Não há restrições de comida ou bebida para um teste de HIV. No entanto, se você estiver usando um teste oral em casa, evite escovar os dentes ou fazer bochechos 30 minutos antes, pois isso pode afetar os resultados.

Outras considerações Sobre Como o HIV é Diagnosticado

É um erro pensar que não há nada que você possa fazer se tiver sido exposto ao HIV recentemente. Se você fez sexo sem preservativo, compartilhou agulhas ou teve alguma outra forma de  exposição de alto risco, pode evitar a infecção iniciando a profilaxia pós-exposição ao HIV (PEP) em 72 horas.
A PEP envolve um curso de 28 dias de dois ou três medicamentos anti-retrovirais, dependendo da gravidade de sua exposição. Usada por profissionais de saúde e em casos de estupro, a estratégia pode reduzir o risco de infecção em até 79%.6

HIV Profilaxia Pós-Exposição

 

Aconselhamento - A zona cinzenta e borrada desta coisa

O aconselhamento pré-teste é realizado em uma sala privada com um profissional de saúde qualificado. Durante o aconselhamento, você pode ser questionado sobre a exposição recente, se houver, bem como sobre suas práticas sexuais ou recreativas com drogas. As perguntas não pretendem julgar ou embaraçar você; em vez disso, ajudam o conselheiro a compreender melhor o seu risco pessoal de infecção.

Eu, Cláudio, me vejo com um taco de beisebol nas mãos se a pessoa me inquirir de minhas práticas sexuais.

O conselheiro então explicará o que são HIV e AIDS, como o teste é realizado, o que é um período de janela imunológica e o que significam resultados positivos e negativos. Se for determinado que você está fazendo o teste muito cedo, o conselheiro pode solicitar que você volte quando o teste tiver maior probabilidade de ser preciso.

Sinta-se à vontade para fazer qualquer pergunta que você precisar. Não existe pergunta ruim. E sinta-se à vontade para não responder nada a respeito de sua sexualidade.

Se você não fala sobre isso com sua mãe, quem poderia ouvir?  😉

Durante todo o teste
Sim, é a hora do medo! Pior até que a hora do espanto, para quem assistiu!

O procedimento de teste em uma clínica pode variar dependendo se você está fazendo um teste rápido de HIV no sangue ou oral, ou um teste de sangue, ou teste que envolva saliva para anticorpos do HIV. O teste de urina, embora aprovado, raramente é usado em um ambiente clínico, em parte porque é menos preciso do que qualquer um dos outros testes. – Perca a esperança de fazer xixi na mão do técnico. 

 
 
 
 
 
Um teste rápido de sangue para HIV é realizado da seguinte maneira:
  1. Seu dedo é limpo com um pano antisséptico.
  2. Usando uma ferramenta com mola chamada lanceta, o profissional de saúde pica seu dedo para tirar uma gota de sangue.
  3. O sangue é coletado em um pequeno tubo de vidro chamado pipeta, que é então colocado em um reagente chamado tampão.
  4. O tampão e dois outros produtos químicos (um agente de tingimento e uma solução de limpeza) são colocados em um poço de plástico chamado membrana.
  5. Após 15 a 20 minutos, a membrana é verificada. Se a membrana tiver um ponto na parte inferior, o teste é não reativo (negativo). Se a membrana tiver dois pontos, o teste é reativo (preliminarmente positivo).
  6. Um teste de sangue confirmatório é então realizado; os resultados estão disponíveis alguns dias depois.

Um teste rápido de HIV oral é realizado da seguinte forma:

  1. Um cotonete oral chamado varinha é passado entre os dentes e a gengiva superior e inferior. A varinha deve ser passada no máximo uma vez.
  2. A varinha é colocada em uma solução tampão por 20 minutos.
  3. A varinha tem uma janela de resultados semelhante a um teste de gravidez caseiro. Se a janela do identificador tiver uma linha, o teste é não reativo (negativo). Se a janela tiver duas linhas, o teste é reativo (preliminarmente positivo).
  4. Um teste de sangue confirmatório é então realizado. Você receberá os resultados no mesmo dia em que fizer o teste.

Observação: se você usou um kit doméstico, a linha de suporte gratuita listada nas instruções do teste o aconselhará melhor.

Um teste de sangue para anticorpos do HIV é realizado da seguinte maneira:
  1. Um elástico é colocado no braço para fazer uma veia inchar.
  2. A pele ao redor do local planejado para a injeção é limpa com uma compressa anti-séptica.
  3. Um dispositivo em forma de asa chamado agulha borboleta é inserido na veia. Esta agulha, que é conectada a um cateter estreito, tem menos tendência a balançar quando o sangue está sendo coletado do que outros tipos.
  4. Entre 1 a 4 mililitros (mL) de sangue são extraídos para um tubo de ensaio vedado a vácuo denominado vacutainer.
  5. A agulha é então removida e seu braço enfaixado.
  6. O tubo é enviado para um laboratório. Se a amostra for reativa (preliminarmente positiva), o laboratório executa imediatamente um teste confirmatório usando a mesma amostra de sangue.
  7. Você será informado de seus resultados em uma ou duas semanas.
Um teste de saliva HIV ELISA é realizado da seguinte forma:
  1. Um cotonete oral chamado varinha é colocado entre sua bochecha e a gengiva por dois a cinco minutos.
  2. A varinha é colocada em uma solução tampão.
  3. O cabo da varinha é então quebrado.
  4. A solução tampão é lacrada e enviada ao laboratório.
  5. Se a amostra for reagente (preliminarmente positiva), o laboratório executa imediatamente um teste de confirmação usando a mesma amostra.
  6. Você retorna para obter os resultados do teste em uma ou duas semanas.
Após o teste

Algumas pessoas dirão que a parte mais difícil de um teste de HIV não é fazer o teste, mas esperar pelos resultados. Isso é especialmente verdadeiro se você tiver um resultado positivo preliminar e tiver que esperar vários dias ou mais pelos resultados finais.

A espera muitas vezes pode ser angustiante; Tanto é verdade, de fato, que uma em cada 15 pessoas não retornará para receber seus resultados, de acordo com um estudo publicado no International Journal of DSTs and AIDS.7

Há várias coisas que você pode fazer para manter a compostura durante a espera:

  • Cerque-se de amigos e familiares para apoiá-lo.
  • Dê um passo de cada vez. Não gaste horas procurando na web todos os “e se”.
  • Exercite-se para ajudar a elevar seu humor e combater a depressão.
  • Evite álcool, drogas recreativas ou mesmo cafeína para permanecer calmo e presente.
  • Se a preocupação começar a consumir você, lembre-se de que existe um tratamento eficaz, qualquer seja sua renda.

Se você não conseguir lidar com a situação e não tiver ninguém com quem conversar, ligue para o Centro de Valorização da Vida – Eles têm muito a te oferecer! São fantásticos.

Interpretando os resultados

O tempo que leva para obter os resultados pode variar, falamos aqui do tempo do resultado do exame, não da janela imunológica. Mas os resultados dos testes são entregues apenas pessoalmente. É proibida por lei a entrega de resultados para testes contra HIV pela internet, não importa a mídia utilizada.

Os resultados do teste são interpretados da seguinte forma:

  • Se o teste preliminar não for reativo, você é HIV negativo, o que significa que você não foi infectado ou fez o teste muito cedo. Embora você não precise de mais testes, a menos que o momento do seu teste não seja o ideal, como por questões de janela imunológica incompleta, você será informado sobre as maneiras de reduzir o risco futuro e se testes de rotina são necessários se você estiver sob alto risco de infecção.
  • Se o teste preliminar for reativo, o resultado é considerado reagente preliminar. Para confirmar o resultado, o laboratório usará um teste mais sofisticado chamado de teste de diferenciação de HIV e possivelmente o NAT. Se os testes de confirmação forem não reativos, você pode ter certeza com um alto nível de confiança de que é HIV negativo.
  • Se seus testes preliminares e confirmatórios forem reativos, você é HIV positivo, o que significa que foi infectado pelo HIV. O aconselhamento pós-teste será focado em suas necessidades emocionais e médicas.

O aconselhamento pós-teste é sempre realizado, independentemente dos resultados do teste. O objetivo do aconselhamento é duplo: ajudá-lo a compreender o que significam os resultados e fornecer-lhe as informações sobre “o que vem a seguir” para se manter seguro e saudável.

Um resultado de teste de HIV positivo pode ser compartilhado com a Vigilância Sanitária, secretaria Estadual de saúde e seu médico.

Acompanhamento – Há Vida com HIV

Ao receber um diagnóstico de HIV positivo, você será informado de que existem opções de tratamento e sistemas de apoio para conectá-lo a cuidados médicos. 

Você também pode ser encaminhado a um navegador de cuidados que pode ajudá-lo com referências e quaisquer serviços financeiros, emocionais, familiares, jurídicos ou de tratamento de drogas de que você precise.

Se você se sentir confuso, pode pedir para discutir essas coisas outro dia ou usar o tempo para fazer quantas perguntas precisar. Chegar a um acordo com um diagnóstico de HIV é um processo. Não tenha pressa! O mundo não acabou, sua vida também não! Que bom que você foi diagnosticado, com os recursos medicamentosos de atualidade, você poderá ter uma vida longa e saudável! Mas não entre na onda de quem banalize a AIDS. As comparações feitas entre HIV/AIDS e, diabetes, por exemplo, são inconsistentes e mesmo um desrespeito às dificuldades de pessoas que vivem com diabetes. Doença alguma é fácil de ser vivenciada e só é simples para quem não as tem ou não as conhece.

Viver com uma doença ou condição é sempre uma jornada difícil! 

Não é impossível  vencê-la e ter uma vida longa e relativamente saudável e eu tenho o dever, a responsabilidade de não brincar com as vidas das pessoas que chega a este blog em busca de informação séria. 

No entanto, se você está pronto para prosseguir e o teste foi realizado em uma clínica ou hospital, pode ser solicitado que você faça testes adicionais chamados contagem de CD4 e carga viral do HIV.

Diagnosticado Com HIV – Coisas a Aprender: O que é CD4?

A contagem de CD4 mede o número de células imunológicas (chamadas células T CD4) no sangue e ajuda a estabelecer a força do sistema imunológico. A carga viral usa tecnologia semelhante ao NAT e conta quantos vírus existem em um microlitro (µL) de sangue.

Ambos os testes ajudam a estabelecer seu estado inicial antes do tratamento e serão repetidos rotineiramente para avaliar sua resposta à terapia.

O tratamento do HIV deve, idealmente, ser iniciado no momento do diagnóstico. Testes genéticos podem ser usados ​​para identificar quais drogas funcionam melhor para você. A terapia medicamentosa em si normalmente envolve uma dose diária e, se tomada conforme prescrito, pode garantir uma qualidade de vida normal e uma expectativa de vida quase normal.

Você terá avaliações médicas contínuas para monitorar sua condição pelo resto de sua vida, cujo cronograma será determinado pelo seu médico.

Um diagnóstico de HIV positivo não significa a mesma coisa que antes. Os avanços na terapia do HIV permitem que agora você viva uma vida longa e saudável e nunca se depare com a perspectiva de uma doença séria relacionada ao HIV ou AIDS.

Um convite à reflexão

Receber um diagnóstico de HIV pode ser um evento de mudança de vida, e geralmente não há como saber como você reagirá às notícias. 

Seja qual for a sua resposta, aceite que é normal reagir assim! É um baque forte, uma pancada de frente com um muro!

Algumas pessoas podem até sentir uma sensação de alívio por não terem mais que se perguntar sobre seu status. Não faz sentido! Faz sentido usar preservativo. PONTO.

Conhecendo o seu estado de HIV, você pode fazer uma escolha informada sobre como proteger outras pessoas da infecção e você mesmo contra a reinfecção.

Isso não sugere que viver com o HIV não tem seus desafios. Se você estiver tendo problemas para lidar com a situação, considere entrar em um grupo de apoio ou procurar aconselhamento individual de uma terapeuta qualificado.

Por outro lado, se você estiver passando por extrema depressão ou ansiedade, peça encaminhamento a um psiquiatra, que pode lhe oferecer medicamentos e terapia para ajudá-lo a lidar melhor com a situação.

Sintomas da Infecção aguda por HIV

Sintomas da Infecção aguda por HIV podem ocorer. Podem.

Mas nem sempre a pessoa recém infectada apresentará este sintomas. Na minha tentativa diária de acalmar pessoas que vivem em janela imunológica eterna. Uma “coisa” delas, que parece ser uma epidemia paralela.

A epidemia de uma nova condição psicológica, ou mesmo um problema maior. Com perigoso fundo psiquiátrico, ainda emergente, que tem me mostrado muitas coisas. E, dentre elas, a desinformação em face a epidemia por HIV. O que me faz ter certeza que, por mais que eu queira e sinta-me esgotado, não posso parar com o Blog Soropositivo.

Pretensão minha considerar-me assim importante? Talvez, mas a média de mil usuários por dia e de quase 2800 páginas vistas diaiamente, mês após mês me faze pensar nisso.

A faca em Minha garganta

A outra coisa é o dogma sexual. Ainda somos os mesmo e vivemos como nossos pais, desenhou bem Belchior. Leia isso:

Se fosse apenas por mim, eu não ligava.
Mas eu tenho minha esposa, grávida, e minha filha “na barriga dela”!
Eu que me f***!

Ninguém poderia ter sido mais claro que esta pessoa com base no que ainda se pensa sobre HIV e AIDS. Mesmo fora do contexto, é dentro deste Universo perverso que habitam criaturas que declaram, em TV, praça pública, que pessoas com HIV são uma despesa para o País.

O C******! Políticos corruptos.

Sim, os que esgrimem a palavra Deus, Cristo, Cristão, Cristandade, Jesus, o tempo todo são as que fomentam estas ideias distorcidas.

Por conta disso, papai e mamãe pernilongo não devem, porque é coisa do diabo, falar de sexo, ou sexualidade, com “seus rebentos”. São hipócritas imundos que, não tendo a coragem ou o tutano necessário para viverem suas sexualidades em plenitude, acabam por caçar, apedrejar em praça pública, as pessoas que tem esta coragem.

Risonho e Bisonho

E isso, leitoras e leitores, gera toda a desinformação necessária para deixar uma adolescente, ou um adolescente, no escuro.

E se este adolescente não contrair HIV em sua adolescência, acabará crescendo tão néscio (estou generalizando, bem sei) que acabará criando seus filhos e filhas desta mesma forma. Fui DJ no Vagão Plaza. Testemunha ocular da história!

Não foi só o que eu soube que faziam ali, no salão lotado, com quase 550 pessoas ali!Era também o que as moças me contavam, muitas delas em tremendo desgosto. Outras vezes risonhas de tanta gente bisonha

E isso não obsta as possibilidades deles, pais mal-formados e mal-informados, de acabarem por contrair HIV e dar-me a pérola acima, enquanto se apavoram, muitas vezes por tempos completamente absurdos, de medo de não terem sido diagnosticados a tempo de “morrerem disso”.

Sintomas da Infecção aguda por HIV e Sexualidade Mal Resolvida

Para piorar, seus netos estarão, muito em breve, em balsa similar. Por isso eu fiz este mix de sexualidade mal-resolvida e mal-vivida.

Tenha em mente, entretanto, que a pedofilia e a zoofilia/bestialidade são realmente inaeitáveis, pois abusam de pessoas e criaturas sem noções para discernir entre certo e errado.

Adotar estas práticas é, com toda a minha indignação, coisa de sórdidos.

Infecção aguda pelo HIV, Latência Clínica e Janela imunológica

HIV é um vírus espalhado em determinados fluidos corporais e ataca o sistema imunológico do corpo, especificamente as células CD4, geralmente chamadas de células T.

E este nome tem explicação. Mas não vou me adiantar! O processo de replicação do HIV acaba, invariavelmente, liquidando as forças da célula T-CD4 assim escravizada, pois não passa disso mesmo, para criar cópias de si!

Com o tempo, o HIV já destruir tantas dessas células que o corpo não consegue combater infecções e doenças. Essas células especiais são as que ajudam o sistema imunológico a combater infecções. 

Não tratado, o processo de replicação do HIV reduz o número de células CD4 (células T) no corpo. Esse dano ao sistema imunológico torna cada vez mais difícil para o organismo combater infecções e algumas outras doenças. 

As Doenças Oportunistas.

São Muitas e sempre tem um risco de morte em si. Determinadas doenças infecto-contagiosas ou não, como certos categorias de cânceres e outras doenças oportunistas, recorrentes, tendo a candidíase como um pálido exemplo, assim como os linfomas de Hodgkins e outros, não-hodgkins, aproveitam-se do sistema imunológico fragilizado. Por isso são conhecidas como “Doenças Oportunistas

As importantíssimas! E isso dá início a uma sequência de manifestações de doenças oportunistas, que acabam por sinalizar que a pessoa tem SIDA/AIDS.  E esta é, sim, a maneira menos feliz e completamente inadequada para descobrir-se portador de HIV/VIH! Quando “isso”, a maldita infecção por HIV/VIH evoluiu para SIDA/AIDS! 

Aprenda mais sobre os estágios do HIV e como definir  se você tem razões suficientes para fazer um exame e buscar saber se você é portador de VIH/HIV ou mesmo doente de AIDS/SIDA. Na minha opinião, se você teve uma só relação sexual desprotegida o melhor a fazer é esperar o prazo de janela Imunológica e testar-se para HIV.

O que é o HIV?

HIV/VIH significa vírus da imunodeficiência humana. O VIH/HIV é o vírus que pode levar à síndrome da imunodeficiência adquirida a SIDA/AIDS que, se não for tratada corretamente… 

Ao contrário de outros vírus, o corpo humano não consegue se livrar completamente do HIV, mesmo com o tratamento. Então, uma vez que você contrai o HIV, você o portará por toda a sua vida.

O HIV ataca o sistema imunológico do corpo, especificamente as células CD4 (células T), que ajudam o sistema imunológico a combater infecções. 

 

 

 

Os Antirretrovirais, a Terapia Antirretroviral, ou TARV.

Este tratamento virou o jogo!

Não combatido com os Antirretrovirais, o VIH/HIV reduz gradativa e paulatinamente o número de células CD4 (células T) em nossos organismos, aumentando a vulnerabilidade de uma pessoa a contrair ou desenvolver outras infecções, ou afecções.

Afecção é um termo com conceitos de anomalia, disfunção, lesão, doença e síndromes. 

Bem como determinados cânceres relacionados à infecção por VIH/HIV; eu arriscaria, sem muita certeza, declarar que o Sarcoma de Kaposi, na pele, seria um exemplo disso. Minhas leitoras e leitores com conhecimentos médicos certamente me informarão a respeito, não é Sig? ;-)

 Com o tempo, o HIV pode destruir tantas dessas células que o corpo não consegue combater infecções e doenças. 

Essas infecções ou cânceres oportunistas se aproveitam de um sistema imunológico fragilizado e sinalizam que a pessoa pode ter desenvolvido AIDS, o último estágio da infecção pelo HIV.; não necessariamente o final da vida desta pessoa.

Atualmente, não existe cura eficaz, mas com os cuidados médicos adequados, o HIV/SIDA pode ser controlado.

Ter Uma Vida com HIV pode ser uma vida longa e Saudável

O medicamento usado para tratar o HIV é chamado de terapia anti-retroviral ou TARV. Se as pessoas com HIV tomarem a TARV conforme prescrito, sua carga viral (quantidade de HIV no sangue) pode se tornar indetectável.
Idosos com HIV

Se permanecer indetectável, eles podem viver uma vida longa e saudável e não têm risco de transmitir o HIV a um parceiro HIV negativo por meio do sexo – Eu Cláudio Souza, discordo da postura que pode ser adotada em virtude disso

Antes da introdução da TARV em meados dos anos 90, as pessoas com HIV poderiam progredir para a AIDS em apenas alguns anos. Hoje, alguém diagnosticado com HIV e tratado antes que a doença esteja muito avançada pode viver quase tanto quanto alguém que não tem HIV.

Aprenda mais sobre como se proteger e obtenha informações personalizadas para atender às suas necessidades com relação a isso. 

De onde veio o HIV?

Os cientistas identificaram uma espécie de chimpanzé na África Central como a fonte da infecção pelo HIV em humanos. Eles acreditam que a versão chimpanzé do vírus da imunodeficiência chamada de vírus da imunodeficiência símia, SIDA foi, provavelmente transmitida aos seres humanos por via alimentícia.

E se transformou em HIV quando os seres humanos caçavam esses chimpanzés em busca de carne e entraram em contato com o sangue infectado. 

Estudos mostram que o HIV pode ter saltado de macacos para humanos já no final do século XIX

Ao longo de décadas, o vírus se espalhou lentamente pela África e, depois para outras partes do mundo. 

Sabemos que o vírus existe nos Estados Unidos desde pelo menos meados da década de CXX. 

Quais são os estágios da Infecção por HIV/VIH?

Quando as pessoas contraem o HIV quase sempre vivenciarão a Infecção Aguda por HIV. Mas nem todas!

Mas, se não recebem tratamento, elas geralmente progridem através de três estágios da doença. O medicamento para tratar o HIV, conhecido como terapia antirretroviral (TARV), ajuda as pessoas em todas as fases da doença se tomadas conforme prescrito. 

O tratamento pode retardar ou impedir a progressão de um estágio da infecção para a seguinte. 

Além disso, as pessoas com HIV que tomam o medicamento conforme prescrito e obtêm e mantêm uma carga viral indetectável não têm risco de transmitir o HIV a um parceiro HIV/VIH negativo através de relações sexuais. Eu, Cláudio, vejo com intermináveis reservas esta linha de pensamentos, quando ela suscita a relação soro divergente, se assim o suscita, sem o uso de preservativos, as bem conhecidas como camisinhas e, vejam:

Na atualidade só Deus sabe o quanto lamento minha falta de consciência no passado! Sei o que vivo e como o vivo! E nunca me dei conta de ter passado por algo que possa se parecer com síndrome da Infecção Aguda por HIV

Estágio 1: Infecção aguda pelo HIV

Dentro de 2 a 4 semanas após a infecção pelo HIV, as pessoas podem experimentar uma doença semelhante à gripe, a Infecção Aguda por HIV, que pode durar algumas semanas. Você pode somatizar a Infecção Aguda por HIV.

Esta é a resposta natural do corpo à infecção. É a resposta natural do corpo a quaisquer infecções! Mas também pode ser fruto de outros mecanismos psicológicos ou psiquiátricos.

Se Você na Consegue evitar pensar no HIV poderá somarizar a Infecção Aguda por HIV 

Quando as pessoas têm infecção aguda pelo HIV, elas têm uma grande quantidade de vírus no sangue e são muito contagiosas. 

Mas as pessoas com infecção aguda muitas vezes não sabem que estão infectadas porque podem não se sentir doentes imediatamente ou de modo algum

Para saber se alguém tem infecção aguda, é necessário um teste de antígeno / anticorpo ou um ácido nucleico (NAT). Se você pensa que foi exposto ao HIV por sexo ou uso de drogas e tem sintomas semelhantes aos da gripe, procure atendimento médico e peça um teste para diagnosticar infecção aguda.

Estágio 2: Latência clínica (inatividade ou dormência do HIV após a Infecção Aguda por HIV)

Esse período às vezes é chamado de infecção assintomática pelo VIH/HIV ou infecção crônica pelo HIV.  Durante esta fase, o HIV/VIH está ativo, mas se reproduz em níveis muito baixos. As pessoas podem não ter sintomas ou ficar doentes durante esse período. Para pessoas que não tomam remédios para tratar o VIH/HIV, esse período pode durar uma década ou mais, mas alguns podem progredir mais rapidamente nessa fase. 

As pessoas que estão tomando remédios para tratar o HIV (TARV) conforme prescrito podem estar nesse estágio por várias décadas. Ou morrer de velho! Mas a Infecção Aguda sempre terá durado muito pouco. A Infecção Aguda é algo que se parece com quaisquer viroses. Sem banalização, infecção por HIV e Sida, AIDS, é uma coisa muito séria, a Infecção Aguda tem cusra duração.

Estou pesquisando por psicossomática e Somatização

É importante lembrar que as pessoas ainda podem transmitir o HIV a outras pessoas durante esta fase. 

No entanto, as pessoas que tomam o medicamento contra o HIV conforme prescrito e recebem e mantêm uma carga viral indetectável não têm oferecem riscos de transmissão o HIV aos seus parceiros sexuais negativos para o HIV. 

No final desta fase, a carga viral de uma pessoa começa a aumentar e a contagem de células CD4 começa a diminuir. 

Quando isso acontece, a pessoa pode começar a ter sintomas à medida que os níveis de vírus aumentam no corpo e passa para a Etapa 3.

Etapa 3: Após a Infecção Aguda por HIV, o caminho ruma para isso? A Síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA/AIDS)

As pessoas com AIDS ficavam “assim”. Que motivos a família de David Kirby, ou o próprio Kirby. Eu travalhana no Vagão plaza, ganhava bem, comprava roupas lá. Depois desta propaganda horripilante, parei! Mas você precisa saber para se cuidar bem!

AIDS/SIDA é a fase mais grave da infecção pelo HIV. As pessoas com AIDS têm um sistema imunológico tão danificado que recebem um número crescente de doenças graves, chamadas doenças oportunistas.

Sem tratamento, as pessoas com AIDS geralmente sobrevivem cerca de 3 anos. Três anos após os primeiros sintomas da AIDS virem á tona! Não três anos após o contágio! 

Os sintomas comuns da AIDS incluem calafrios, febre, suores, glândulas linfáticas inchadas, fraqueza e perda de peso. As pessoas são diagnosticadas com AIDS quando a contagem de células CD4 cai abaixo de 200 células / mm ou se desenvolvem certas doenças oportunistas. Pessoas com AIDS podem ter uma carga viral alta e ser muito infecciosas.

Aprenda mais sobre como se proteger e obtenha informações personalizadas para atender às suas necessidades com a Ferramenta de Redução de Risco de HIV do CDC (BETA e em Inglês).

Como sei se tenho a Infecção Aguda por HIV?

A única maneira de saber com certeza se você tem HIV é fazer o testeConhecer seu status sorológico é muito importante porque ajuda você a tomar decisões saudáveis ​​para evitar a transmissão do HIV.

Algumas pessoas podem experimentar, ou não, uma doença semelhante à gripe dentro de 2 a 4 semanas após a infecção (estágio 1 da infecção pelo HIV). 

Sintomas e Sinais de uma Possível Infecção – Uma Gripe Também os gera!

Mas algumas pessoas podem não se sentir doentes durante esse estágio. 

Os sintomas semelhantes aos da gripe incluem:

  • Febre, 
  • Calafrios, 
  • Erupções cutâneas, 
  • Suores noturnos, 
  • Dores musculares, 
  • Dor de garganta, 
  • Fadiga, 
  • Gânglios linfáticos inchados (ínguas) ou 
  • Úlceras na boca. 

Esses sintomas podem durar de alguns dias a várias semanas.

Os Sintomasda Infecção Primária por HIV não duram para Sempre

Durante esse período, a infecção pelo HIV pode não aparecer em um teste de HIV, mas as pessoas que o fazem são altamente infecciosas e podem espalhar a infecção para outras pessoas.

Se você tem esses sintomas, isso não significa que você tem HIV. E nem mesmo AIDS. Cada um desses sintomas pode ser causado por outras doençasMas se você tiver esses sintomas após uma possível exposição ao HIV, consulte um médico e fale sobre seu risco. 

A única maneira de determinar se você tem HIV é fazer o teste de infecção por HIV.

Auto Teste

Eu, Cláudio, Mara, grata surpresa Laine, dentre muitos, somos frontalmente contra testes domésticos.

Você também pode usar um kit de teste doméstico, disponível para compra na maioria das farmácias e on-line.

Depois de fazer o teste, é importante descobrir o resultado do seu teste para poder conversar com seu médico sobre as opções de tratamento se você é HIV positivo ou aprender maneiras de evitar o HIV se você é HIV negativo.

Aprenda sobre como se proteger e obtenha informações personalizadas para atender às suas necessidades com a ferramenta de Redução de Risco de Infecção por HIV do CDC (BETA).

Existe uma cura para o HIV?

Atualmente, não existe cura eficaz para o HIV.  Mas há esperança!

Sei que peço cvaltela, que recomendo cuidado editorial. Hoje entendo elhor a Drª Vera Paiva, do NEPAIDS, que deu me uma traulitada federal quando estávamos no Erótica da MTV, não sei se em 2001 ou 2002. Ela estava certa. Nunca é tarde

Mas com cuidados médicos adequados, o HIV pode ser controlado. 

O tratamento para o HIV é chamado de terapia antirretroviral ou TARV. 

Se as pessoas com HIV tomam a TARV conforme prescrito, sua carga viral (quantidade de HIV no sangue) pode se tornar indetectável. Se permanecer indetectável, eles podem viver uma vida longa e saudável e não têm risco de transmitir o HIV a um parceiro HIV negativo por meio do sexo

Eu, Cláudio Souza, sou radicalmente contrário a este posicionamento como método de prevenção contra o HIV. O preservativo tem sido a grande ferramenta, arma, no combate à infecção por HIV desde a década de oitenta, quando pouco, ou nada, sabia-se sobre HIV/AIDS! 

 

Antes da introdução da TARV em meados da década de 90, as pessoas com HIV poderiam progredir para a AIDS (o último estágio da infecção pelo HIV) em alguns anos. 

Hoje, alguém diagnosticado com HIV e tratado antes que a doença esteja muito avançada pode viver quase tanto quanto alguém que não tem HIV. O diagnóstico precoce é importante, mas o diagnóstico tardio ainda pode ser revertido, embora eu, pessoalmente, para meu pesar, testemunhei in persona ou remotamente, muitos casos onde isso não pôde ocorrer!

Muitos ainda perderão suas vidas por medo do diagnóstico!

Se você caiu, levante-se! Sacuda a poeira e dê a volta por cima. É por isso que sempre digo que há vida com o HIV!

Resumindo, na atualidade, em plena década de 20 no Século XXI, muito pode ser feito. Mas a cura ainda não veio e segundo cientistas sérios como 

E pode demorar muito para aparecer.  E o mesmo diz-se sobre a vacina. O que acaba por transportar-me para a elipse da curiosidade com relação a este milagroso surgimento de muitas vacinas, muitas mesmo, já comprovadamente, é o que eles dizem, eficientes contra a COVID-19.

É um vírus bobo alegre?

 

Ou este tem cara de NBO?

The Next Big One (o próximo grandão), é aqueleque pode nos colocar em xeque com relação à solução de continuidade de nossa espécie.

O Homo sapiens, pode vir a deixar de ser a espécie dominante na cadeia alimentar do Planeta Terra?

Bem, eu já nem sei mais o que pensar. Quanto a vocês, estou aberto a boas novas ideias! Traduzido por Cláudio Souza do Original em About HIV/AIDS 

Você pode usar o material traduzido.
Mas precisa citar ambas as fontes. A original e a traduzida. Não adianta muito dizer que meu conteúdo é bom, de excelente qualidade, utilizar-se dele  e não dar o crédito.

Façam isso! 

Por favor né? Em respeito a vinte anos de trabalho!

Carga viral indetectável continua a dar reagente em testes para detectar a presença do HIV…

Não é uma graça? Está em extinção. E nós tocando fogo em florestas

Linfonodos Reacionais da Cinthia.

Essa é uma lista de conteúdos relacionados a quais você poderia incluir um link no seu post. Leia nosso artigo sobre estrutura de site para aprender mais como links internos pode ajudar a melhorar seu SEO.

Eu adquiri um pequebo recursode inteligência artificial e ele sempre me faz mas sugestões de leitura para vocês, leitoras e leitores. Eu convido todas a ler

Traduzido por Cláudio souza do original em Very Well Health (Muito bem Saudável)

CD4 e Células T CD4 Esclarecendo a diferença!

CD4 e Células T são um subconjunto de células brancas do sangue que desempenham um papel importante no sistema imunológico do corpo e também na contra o HIV!

Células T CD4 e por que são importantes

O CD4 é, em contraste, um tipo de proteína encontrada em certas células do sistema imunológico. Entre elas as células T, macrófagos e monócitos.

As células T CD4 são consideradas células “auxiliares” porque não neutralizam as infecções. Mas, em vez disso, desencadeiam a resposta do corpo às infecções. Em resposta, as células T CD8 – classificadas como tal devido ao tipo de proteína em sua superfície – desempenham o papel de células “matadoras”, produzindo substâncias (anticorpos) que ajudam a combater vírus e outros invasores estranhos.

Papel das células T CD4 na infecção pelo HIV

Portanto, um dos enigmas da infecção pelo HIV é que as próprias células destinadas a iniciar uma defesa imunológica são as mesmas destinadas à infecção pelo HIV.

Como um retrovírus, o HIV precisa infectar certas células “hospedeiras” para fazer cópias de si mesmo. Assim, as células CD4 são os principais alvos para isso durante uma infecção.

Durante a infecção, o HIV se liga a essas células auxiliares, esvaziando seu material genético para que o código genético do hospedeiro possa ser alterado para produzir outros vírions do HIV.

A Deficiência Imunológica

Portanto, ao fazer isso, a célula CD4 hospedeira acaba sendo morta. E a capacidade da pessoa infectada de desencadear uma defesa imunológica é gradualmente reduzida a ponto de deixar seu corpo vulnerável às infecções oportunistas.

A dinâmica do HIV é tal que as células T CD8 “assassinas” ficam cada vez mais cegas no avanço da infecção e eventualmente se tornam incapazes de lidar com a crescente população de HIV, medida pela carga viral.

Se uma infecção por HIV não for tratada, o sistema imunológico, em todos os casos, exceto raros, entrará em colapso completo (ou ficará comprometido).

Tipos de células T CD4

Na maioria das vezes, temos a tendência de pensar nas células T CD4 como um tipo de célula. Na verdade, foi apenas em meados da década de 1980 que os cientistas começaram a identificar vários subconjuntos com funções diferentes. Alguns são importantes na ativação de macrófagos e células dendríticas durante a infecção inicial, enquanto outros dirigem as defesas imunológicas quando confrontados, individualmente, com organismos parasitas, bactérias ou vírus.

Estes incluem subtipos chamados

  • T-helper 1,
  • T-helper 2,
  • T-helper 9,
  • T-helper 17,
  • célula T reguladora e

A célula T folicular auxiliar tem muitas variáveis, e cada uma das quais secreta diferentes tipos de substâncias para ajudar a neutralizar agentes agressores.

Valor diagnóstico das células T CD4

É por estes caminhos, quase rodovias, que circula tudo. Oxigênio, CD4, hormônios e, também, o HIV. Cuide-se bem e não ponha este cara na estrada

 

Ao determinar quantas células CD4 em funcionamento estão circulando no sangue, o médico pode determinar o estado do sistema imunológico de uma pessoa. Um simples exame de sangue chamado contagem de CD4 estima o número de células CD4 em funcionamento em um milímetro cúbico de sangue. Quanto mais alta a contagem de CD4, mais forte é a função imunológica.2

Em um adulto saudável, uma contagem normal de CD4 pode variar enormemente (por população, grupo de idade, etc), mas é tipicamente cerca de 500 a 1500 células por milímetro cúbico de sangue (ml).

Quando fica abaixo de 200, entretanto, a doença é tecnicamente classificada como AIDS (síndrome da imunodeficiência adquirida).3É durante esse período que as infecções oportunistas mais sérias ocorrem, visto que o sistema imunológico fica efetivamente comprometido pela infecção.

 
 
 
Células CD4 e T CD4 no Monitoramento da TARV
Esta é uma das duras tarefas no combate ao HIV. Saber quanto dele há no sangue

Antes de 2016, as contagens de CD4 eram usadas como um meio para determinar quando iniciar a TARV. Mas, nos últimos anos, esse papel mudou, pois, as autoridades globais agora endossam o início imediato dado terapia HIV no diagnóstico (em vez de esperar até que a contagem de CD4 caísse abaixo de 500 células / mL, como era a orientação anterior).4

A contagem de CD4 é também utilizado para monitorizar a resposta de um indivíduo a terapia, com início precoce da terapia antirretroviral, em geral, capaz de restaurar a função imune de uma pessoa.

A Dificuldade
É sói um comprimidinho

Por outro lado, as pessoas que começam a terapia com contagens de CD4 muito baixas (abaixo de 100 células / mL) costumam ter mais dificuldade em reconstituir suas contagens de CD4 para níveis normais, especialmente após um episódio grave de doença.5

É, portanto, importante fazer o teste e procurar atendimento imediato em caso de um diagnóstico HIV-positivo. Se o tratamento for iniciado imediatamente, as pessoas que vivem com HIV agora têm uma chance muito maior de viver uma vida normal e saudável.

Leitura sugerida pelo sistema
 
Conheça algumas doenças oportunistas
Não aceite a banalização da AIDS Papo de louco este!
 
Cuide de sua saúde, da saúde daqueles a quem você ama e nos apoie comprando álcool em gel da Natura em nosso blog
 

 

  1. Luckheeram R. Zhou R, Verma A, et al. Células T CD4 +: diferenciação e funções. Imunologia Clínica e de Desenvolvimento. 2012: 2012: 925135. doi: 10.1155 / 2012/925135
  2. Institute of Medicine (US) Committee on Social Security HIV Disability Criteria. 3, baixa contagem de CD4 como um indicador de deficiência. HIV e deficiência: atualizando as listas de seguridade social. Washington (DC): National Academies Press (EUA); 2010.
  3. Departamento de Assuntos de Veteranos dos EUA. Contagem de CD4 (ou contagem de células T).
  4. National Institutes of Health (NIH). O início precoce da terapia antirretroviral melhora os resultados para indivíduos infectados pelo HIV. Bethesda, Maryland; emitido em 27 de maio de 2015.
  5. Seng R, Goujard C, Krastinova E .; et al. Influência da viremia de HIV cumulativa ao longo da vida na recuperação a longo prazo da contagem de CD4 + e razão CD4 + / CD8 + entre pacientes em terapia antirretroviral combinada. AIDS. 2015; 29 (5): 595-607. DOI: 10.1097 / QAD.0000000000000571.

 

HIV para Lésbicas Bissexuais e Heterossexuais. “O Caminho das Pedras”!

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HIV e AIDS Para  Lésbicas e Mulheres hétero! Algumas Boas Notícias!

Seria este op caminho das pedras? Tem, uma música do Guilherme Arantes que começa assim: No fio da navalha correm DOIS trens da central. Quer mais?

Sintomas que podem servir como alerta sinais de infecção por HIV podem ser ignorados porque muitas mulheres não se percebem em risco de contágio, sem falar diretamente na opressão de gênero que, muitas vezes, faz com que eu me envergonhe por ser homem, por conta da lambança que estes caras fazem.

A pior parte de caminhar no escuro é o medo que a luminosidade, ou luz, parece criar em mim, no afã de seguir um pouco mais adiante! No caso de DST/HIV/AIDS, e eu começo a pensar em voltar a trabalhar com Hepatite e HPV (sugestões?), pois as mulheres são extremamente vulneráveis em face ao HPV. 

HIV e AIDS Para  Lésbicas e Mulheres Héterosexuais?

Material não me falta!

Faltam-me voluntárias/voluntários o trabalho! Está ficando pesado aqui! Os sintomas incluem infecções recorrentes por fungos (candidíase vaginal), doença inflamatória pélvica, alterações anormais ou displasia (crescimento e presença de células pré-cancerosas) no tecido cervical, úlceras genitais e verrugas genitais. Infecções graves por herpes da mucosa podem acompanhar a infecção por HIV em mulheres. Também é possível que uma pessoa infectada pelo HIV não mostre sinais de infecção.

Para as mulheres, os sintomas mais comuns (texto em tradução) de exposição ao vírus HIV são:

  • infecções vaginais frequentes ou graves,
  • esfregaços de PAP anormais
  • ou infecções pélvicas difíceis de tratar.1

AIDS não é Castigo

O desenvolvimento da AIDS acontece aos poucos, ao longo de anos. E esta é, sem dúvidas, a melhor e mais importante razão para você esperar o tempo e progressão da janela imunológica, que é de trinta dias, e fazer o teste. Não caia na roleta dos sintomas! Somatização é ciência!

Este é um dos melhores textos sobre o assunto, a psicossomática! A mente tem poder. Quem pensa realiza! E realiza, fabrica, até mesmo as doenças!

Tenho uma amiga que é long term no progressor. 

O modus vivendi dela é vem diferente! O blog dela é este:

 
A última coisa que eu fiz para uma certa italiana foi roubar (Não roubarás – Exceto se for por amor_) um vaso de violetas que ela não alcançava. De nada me valeu, ela sumiu, desvaneceu-se como em um sonho, e tornou-se amarga, como uma ilusão!
Violeta positiva 

~ Diário inconstante de uma soropositiva pensante
Pensante?
Sim. E muito pensante quase me fez por em xeque algumas coisas. 
Mas é o maldito signo, peixes, água, altamente adaptável que, por sua natureza mutante,quase conseguiu mudar coisas e, por tentar fazere eu a espaventei de meu Senado. 
Mas, repito, defendo até a morte o direito dela de viver como vive e pensar como pensa. 

Mas não até a MINHA MORTE  ;-)
Espero que ela, como mulher, venha ler este texto.
Xereta que sou, devo reforçar que presto silenciosa aebnção a esta menina!

Dentro de algumas semanas após ter sido infectadas, muitas pessoas têm alguns como sintomas. No entanto, em alguns casos, os sintomas não aparecem por muitos anos.

Meu sistema sugeriu um link: Se você é UDI (Usuário de drogas injetávceis, talvez possa ser bom pensar nos riscos de rebotre viral.

Conforme a infecção progride, alguns sintomas podem incluir:

  1. gânglios linfáticos inchados no pescoço, nas axilas ou na região da virilha
  2. febre recorrente, incluindo “suores noturnos (em tradução)”
  3. Rápida perda de peso sem razão aparente (em tradução)
  4. Cansaço constante. Síndrome de Wasting (estafa)
  5. diarreia e diminuição do apetite,
  6. manchas brancas ou manchas incomuns no boca.

HIV e AIDS Para  Lésbicas e Mulheres hétero? 

O caminho é reduzir as probabilidades de contrair o HIV!

Assim, meninas, eu, frontalmente opositor da PrEP acabo por a recomendar para vocês, poius que, uem, Senhor, vai querer fazer amor conforme eles propõe e, sim, eu entendo o drama!   😉

Desde que as mulheres constituem o segmento de pessoas vivendo com HIV que cresce mais nos Estados Unidos (e no mundo), a prevenção da SIDA é particularmente importante para a saúde das mulheres. O HIV é transmitido por meio de secreções corporais, como sangue e sêmen.

O Uso De Drogas Injetáveis Uma B****! Né Não?

O uso drogas injetáveis, ter relações sexuais desprotegidas com alguém que tem usado drogas injetáveis , ou que mantêm ou manteve, relações sexuais desprotegidas com outra pessoa que também manteve sexo sem proteção com outra pessoa dentro do jogo do bola que carambola! Coloque nesta conta a triste realidade que eu conheci e conheço de perto em tantos níveis, que é o das mulheres que consomem crack como minha filha, cujo risco de contrair HIV é triplicado! Nestes casos a internação involuntária e os direitos humanos desrespeitados me parecem um terreno bastante movediço! Basta por sua filha lá, mentalmente, por 15 minutos! Ainda vou escrever sobre isso, pois tais direitos feneciam em poucas horas, para não parecer hiperbólico e falar em minutos!

E não era raro, como ainda não é, alguma pessoa de alguma forma inderetamente conectadas a mim que, em algum momento me procura dizendo:

-“S… S… Seu … “Seu Cláudio, descobri que tenho HIV! E agora?

-“Agora, bebê, ou você para, ou para! E quantas destas pessoas não pararam, mas pararam…

E é bem conveniente eu registrar que me dei conta, agorinha, que para mulheres que fazem amor com outras mulheres, e que nem sempre a PrEP as poderá ajudar, mas a PrEP pode ser uma boa alternativa! Eu confio em PrEP do mesmo jeito que confiaria em uma peneira para prender um saci! Coisas de minha infância!

Carambolas!!!! Pois o lance de receber heranças de amor é bem complicado. Saca só. Trinta segundos:

O Vírus da AIDS se esconde onde você menos imagina!

E depois, olhar para a tela e vendo a teoria dos seis graus ou ter múltiplos parceiras/parceiros de cama  vai, com certeza, exponenciar e  aumentar as chances.

É só a introdução da tese com link para ela por completo:

A teoria dos seis graus de separação originou-se a partir de um estudo científico desenvolvido pelo psicólogo Stanley Milgram[1], que criou a teoria de que, no mundo, são necessários no máximo seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer estejam ligadas. No estudo, feito nos Estados Unidos, buscou-se, através do envio de cartas, identificar os números de laços de conhecimento pessoal existente entre duas pessoas quaisquer. Cada pessoa recebia uma carta identificando a pessoa alvo e deveria enviar uma nova carta para o indivíduo identificada, caso a conhecesse, ou para uma pessoa qualquer de suas relações que tivesse maior chance de conhecer a pessoa alvo. A pessoa alvo, ao receber a carta, deveria enviar uma carta para os responsáveis pelo estudo. 
Possiga a leitura em outra aba.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Abstinência como modo preventivo é comprovadamente falho.

De acordo com o FDA, a melhor maneira de se proteger contra o HIV é abstinência de relações sexuais e a abstinência do uso de drogas ilegais. Norte americanos estão sempre divulgando uma determinada cultura repleta de super-heróis, com uma verborragia imunda e comportamento sexual “avant gard” e preceituam moralismo e retidão (…) comportamental ímpar. Tomates crús para eles!

Se você tiver relações sexuais, use adequados métodos de barreira barreiras, como preservativos e barreiras dentais, um recurso odontológico que eu tenho visto ser sugerido desde sempre! 

Moças… A PrEP se faz necessária e me preocupa aqui não estar muito seguro á respeito de su facilidade em obter a PrEO, remédio contra o HIV para não “pegar” HIV, com distribuição para mulheres bissexuais ou ou homossexuais. Terei de checar meus contatos, caso eles não se façam manifestos aqui.

Fungos e Flora vaginal descontrolada: um Flagelo Feminino. A declaração de Caos para Amarílis
O amor não escolhe gênero
Amar é ter na mente! Amar, éter na mente! Amar, eternamente! Amar, eternamentira!

Atualmente, não há cura conhecida para o HIV/AIDS. O melhor tratamento agora é um “coquetel  (terapia antirretroviral)” de uma combinação de medicamentos prescritos. Talvez seja interessante você dar uma olhadinha neste link para ver um pouco sobre 17 pessoas que, por algum tempo, driblaram o HIV. Depois foi pênalty!

E cuidado extra é bem necessário, pois o COVID-19 ainda os ronda! As imagens da praia no litoral Paulista nesta última semana de agosto de 2020 me fizeram crer que todos piraram!

E vejam bem, eu levantei um texto que coloca vocês, mulheres, em xeque, pois o texto mostra que as mulheres em relacionamentos sorodiscordantes estão menos propensas a tomar a PrEP

Parece que vocês baixam a guarda. Sabe, hoje eu me lembro de umas maluquetes, nos meus dias de maluquete que me diziam:

Você não tem isso Não, sua cara diz que não!
Vocês baixam a guarda!!!!! E Isso não faz o menor sentido
 

Estes medicamentos incluem aquelas para o tratamento antiviral e de outras drogas, como antifúngicos orais para combater E ela contraiu HIV do patife do “marido dela”.infecções fúngicas , que combatem doenças que tiram vantagem da resposta imune de pessoas vivem com HIV enfraquecido.

Também é importante que as mulheres com HIV e seus médicos observem doenças inflamatórias pélvicas ou outras DSTs por meio de exames regulares.

Da mesma forma, o câncer cervical pode ser mais comum e progredir mais rapidamente em mulheres infectadas.5 Para mulheres que vivem com HIV entre 21 e 29 anos, os testes de Papanicolau são recomendados no momento do diagnóstico. Se o teste for normal, os testes de Papanicolau podem (DEVEM) ser repetidos uma vez por ano depois disso.

Avanços da Pesquisa.

Muito poucas mulheres com HIV foram incluídas nos primeiros estudos da epidemia, mas em 1994, as mulheres representavam 18 por cento dos participantes adultos no Grupo de Ensaios Clínicos da AIDS do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas. Os estudos estão agora se concentrando nos sinais clínicos da infecção pelo HIV em mulheres e nas relações entre a gravidez e o HIV.6

O Stealthing, os carimbadores e os cabeça de vento distorcidos!

Eu tenho um depoimento anônimo, de alguém que foi vitimado (detesto vitimismos mas…)

Tudo que sei dele,e  você poderá saber se quiser, é que ele é de sampa! Um vitimado pelos carimbadores.

Os pesquisadores estão investigando métodos “femininos-controlados” de proteção, desenvolvendo cremes ou géis que as mulheres podem ser aplicados antes da relação sexual para se protegerem do HIV e outras doenças  sexualmente transmissíveis.

Aqui eu preciso fazer um hiato mais sério. Uma das últimas casas noturnas em que trabalhei como DJ não era, digamos, diferente de uma casa de tolerância. E se você não gosta de mim por causa disso é só clicar aqui. 

Eu não tinha, nunca tive escolha e fui caindo enquanto batia nas tabelas e, por fim, o que tenho de melhor nisso tudo é a compreensão, a visão mais ampla do que eu considero um verdadeiro flagelo na vida de milhares, milhões de mulheres.

Não há evidências conclusivas sobre a eficácia dos filmes contraceptivos como uma ferramenta de prevenção da transmissão do HIV. 

O que aprendi é que a mulher, da noite ou não, em um mundo de loucos como este em que estamos vivendo, não permite que você mulher, por mais que sinta-se bem em determinadas posições ao longo de sua vida, VOCÊ NÃO PODE, NÃO DEVE E TEM DE IMPEDIR A TODO O CUSTO A PRÁTICA DO STEALTHING. 

Simplificando, a prática de remover o preservativo durante a relação em si, aproveitando-se de um momento em que você perdeu o controle visual da manutenção do preservativo.

Transmissão

O HIV pode ser transmitido através do sexo oral?

O HIV pode ser transmitido pela troca de fluidos corporais (por exemplo, sangue, sêmen, saliva e secreções vaginais). O HIV é transmissível por todas as formas de relação sexual oral, vaginal e anal, quando um ou ambos os parceiros estão infectados com o HIV, mas o risco varia de acordo com o ato e com base no sexo de cada parceiro. 

No caso entre mulheres eu só conheço um caso onde houve, sim, transmissão entre duas mulheres que viviam uma relação estável, entretanto, uma delas, a “lady” era, na verdade, bissexual. Infelizmente o texto está na Falha de São Paulo e eu não consigo acessá-la.

Nos homens, o fluido pré-ejaculação pode transportar o HIV, que pode ser absorvido pelo revestimento mucoso da boca. Eu tenho um lance destes para contar. Mas já contei tanta coisa aqui…

Como resultado, dar sexo oral a um homem sem um preservativo de látex coloca você em risco de exposição ao HIV. Por outro lado, o risco de transmissão do HIV ao se dar sexo oral a uma mulher é extremamente baixo: nenhum caso de transmissão por essa via foi relatado. (gente, até parece sacanagem isso)

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças recomenda o uso de preservativo de látex durante o sexo oral para diminuir o risco de exposição ao HIV.

Teste positivo

Um período de janela é o tempo entre o momento em que uma pessoa foi potencialmente infectada com o vírus HIV e o momento em que um teste de triagem de HIV fornecerá um resultado preciso.

Geralmente, é um período de 30 dias desde o momento de sua última relação sexual insegura até o momento em que você faz o teste de HIV; a aterrorizante janela imunológica!

Este é o tempo que seu corpo usa para criar anticorpos na corrente sanguínea, que significam exposição ao HIV. Este processo é conhecido como janela imunológica!

  • É importante, ao fazer um teste de HIV, perguntar que tipo de teste está sendo usado. Um teste pode dar uma leitura de falso positivo para as seguintes pessoas:
  • qualquer pessoa com um rim ou insuficiência renal,
  • mulheres que tiveram gestações múltiplas,
  • qualquer pessoa que recebeu recentemente a vacina contra a gripe,
  • qualquer pessoa que tenha recebido gamaglobulina.

Quando um teste reativo tem um resultado negativo, isso significa nenhum anticorpo anti-HIV foi detectado.

ISSO BASTA

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças recomenda um segundo teste ou teste “confirmatório” para garantir a precisão de um teste inicial. Você deve se abster de toda atividade sexual ou praticar sexo seguro em todas as situações sexuais antes de uma segunda rodada de testes. No entanto, o teste de confirmação também pode ser realizado em conjunto com um teste inicial – não há necessidade de esperar.

Um teste confirmatório, como o Western Bot, fornece o status sorológico de uma pessoa definitivamente.

 Um resultado positivo em um teste confirmatório significa que a pessoa está contaminada pelo HIV, têm anticorpos anti-HIV no sangue e pode infectar outras pessoas.

Ter HIV positivo não significa que a pessoa tem síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) ou que é 100 por cento garantido que a pessoa vai pegar AIDS, embora a investigação tem demonstrado que é provável que aconteça. No entanto, você não desenvolverá AIDS se iniciar a terapia anti-retroviral.

Riscos para as lésbicas – São Maiores

O HIV é um vírus sem preferência por orientação sexual, gênero, raça ou classe. É importante lembrar que só porque um casal é composto por duas mulheres, ele não é imune ao HIV, embora o risco seja menor.

É interessante observar que o HIV entrou no Brasil pela porta da frente, tendo adentrado em nossas casas por tapetes vermelhos e, agora, aprofundou-se pelos rincões deste país, e abraçando-se à mulher com maior volúpia demográfica do que ao homem!

O HIV pode ser transmitido quando sangue infectado ou secreções vaginais entram em contato com os órgãos genitais, a boca ou cortes abertos de uma mulher em qualquer parte do corpo. 

É importante usar uma luva de látex com contato da mão com a vagina para prevenir a propagação do HIV. Porém, você não pode pegar o HIV com a co-masturbação. E não! O Vírus que pode causar a AIDS não será transmitido pelo simples “roçar de pênis”!

O sexo oral entre lésbicas ainda pode representar uma ameaça à transmissão do HIV.

Imagem de leo2014 por Pixabay Não vamos exagerar né?

Os brinquedos sexuais não devem ser inseridos diretamente na vagina ou ao redor da área genital, ou ânus depois de terem entrado na vagina de outra mulher. Isso pode espalhar infecções vaginais e DSTs. E são DST’s seríssimas. Vaginose, por exemplo, não tem, de feio, só o nome! No entanto, o risco de transmissão por sexo oral entre lésbicas é extremamente baixo: na verdade, não houve casos relatados. Para maior segurança, uma proteção dental, uma luva de látex dividida ou preservativo é recomendado durante o sexo lésbico para proteger ambas as partes. Eu não criei esta expressão!

Adaptado do Gabinete de Saúde da Mulher do Departamento de Saúde e Serviços Humanos.

 

 

 

Finalmente eu terminei isso. Isso é o texto. E o sistema olhou para mim e sugeriu estes links, que eu ofereço para vocês.

Perdõem, por favor, a dislexia, a por vezes evidente irritação. Ela nasce de tanta bobeira, tanto vacilo que as pessoas dão, correm, e se estrumbicam todos por falta de informação.

Se você não tem HIV evite ter de dizer “tenho HIV”.

Eu reforço para vocês que se você acabou de descrobrir que tem HIV que, como se diz no mundo do PX, “não há de serenata”!… Não desista! Persista! Insista! Há vida com HIV e resiliência é uma construção diária que termina no dia em que você diz:

-Não posso mais, não aguento a inclinação da montanha! Eu descobri isso sozinho, por milagre. E é bem por isso que estou aqui.

Realmente espero ter sido suficiente neste texto.

Há vida…
 

 

Traduzido, adaptado e expandido do original em  Verywellhealth por Cláudio Souza

  1. Departamento de Saúde Pública de Illinois. Saúde da Mulher – Fatos sobre HIV AIDS.
  2. Vaillant A. Gulick P. Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia. StatPearls – HIV / AIDS. Atualizado em outubro de 2019.
  3. Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA – Escritório sobre Mulheres. Mulheres e HIV – Quem está sob risco de HIV? Atualizado em novembro de 2018.
  4. Günthard H, Saag M, Benson C, et al. Medicamentos anti-retrovirais para tratamento e prevenção da infecção por HIV em adultos: recomendações de 2016 do painel da sociedade antiviral internacional dos EUA. JAMA. 2016; 316 (2): 191-210. doi.10.1001 / jama.2016.8900
  5. Oliver N, Chiao E. Malignancies in women with HIV infecções. Curr Opin HIV AIDS. 2017; 12 (1): 69-76. doi.10.1097 / COH.0000000000000332
  6. Buchbinder S, Liu A. CROI 2019: avanços na prevenção do HIV e planos para acabar com a epidemia. Top Antivir Med. 2019; 27 (1): 8-25.
  7. Rimawi B, Haddad L, Badell M, Chakraborty R. Manejo da infecção por HIV durante a gravidez nos Estados Unidos: Recomendações baseadas em evidências atualizadas e práticas potenciais futuras. Infect Dis Obstet Gynecol. 2016; 2016: 7594306. doi.10.1155 / 2016/7594306
  8. Centros de Controle de Doenças. Ferramenta de redução do risco de HIV – o período da janela.
  9. Griffin D. O diagnóstico de síndrome antirretroviral aguda sintomática durante o período de janela com teste de antígeno / anticorpo e carga viral de HIV. IDCases. 2018; 12: 157-160. doi.10.1016 / j.idcr.2018.05.011

 

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Um Blog que fala de HIV e AIDS por 20 anos prova muitas coisas

Ter um Blog que fala de HIV e AIDS por mais de 20 anos,  afinal já estou à frente disso quase um mês ultrapassa qualquer outra experiência pessoal que eu possa ter entretido, a não ser a do casamento por vinte anos.  Antes, nada durou mais de três anos e eram três anos desastrosas de parte a parte.

Vinte anos de trabalho em uma causa que não é só minha! Que bela mudança! Muitos me definiriam por irreconhecível e é verdade.Mas estes vinte anos ensinaram-me tanta coisa que, debalde todo o esforço muitas vezes sem apoio, sem apoio muitas vezes realizei mais do que eu poderia acreditar, um dia de cada vez! Não gosto disso, do que vou contar neste parágrafo, mas minha inconstância e o vácuo pessoal do qual padecia, me colocava na busca eterna pelo que eu só poderia encontrar em mim! E só pude me locupletar quando dei de cara com o muro em Warp 9. Paciência, afinal, entre mortos e feridos eu fui a minha maior vítima, com todo o dano que causei!

E sim:

Um Blog que fala de HIV e AIDS por 20 anos prova muitas coisas! E a mais importante é que há vida…

Não apenas com HIV, P.!

Há vida, sim, onde quer que você a busque. E não falo da busca por outras vidas. Falo de sua busca pela sua vida, por aqueles cem metros a mais, com pés sangrando, na certeza de encontrar uma podóloga como a Mônica no final desdes cem metros finais.  Sempre vale a pena. Mesmo que a alma seja pequena, Pessoa, porque assim ela cresce e este é, Fábio, o movimento de todas as coisas: para a frente e para acima!

Tendo estabelecido estas duas balizas, eu redundo: há vida com HIV

 

E que venham outros vinte anos De Soropositivo.Org!

 

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Um blog que fala de HIV que completou vinte anos de existência não se encontra assim, tão fácil. Não é nada que eu veja acontecer todos os dias. Sem falsa modéstia e sem vaidades, o que eu sinto é a satisfação de estar fazendo um trabalho bem feito!

A visitação, o ranking nas buscas, tudo isso é, para mim, mais importante mesmo que a renda. Até porque renda o blog nunca gerou e, por outro lado…

Portanto, meus leitores e leitoras, a parte mais importante destes vinte anos de trabalhos bem feitos só existem devido a “uma coisinha simples”.

A atenção que vocês me dão. Isso é melhor do que qualquer coisa que eu possa ter conseguido nestes 20 anos de trabalho. E também nestes 26 anos de lutas! Não pela minha existência. Por isso também, mas por todo o resto.

E logo de saída o que me resta dizer a vocês é?

Muitíssimo obrigado!

 Há Vida Com HIV! É o que Prova um Blog Sobre HIV que existe por 20 Anos!

Eu já vivia com HIV há um bom tempo quando conheci Mara. E Mara deu-me a ideia de fazer sites. A ideia dela era que eu fizesse sites para comercializar, para ganhar dinheiro e, com efeito, eu cheguei a fazer isso por um tempo, depois de ter compreendido mais profundamente como fazer sites dinâmicos, alimentados por bancos de dados!

No ano 2000 eu comecei este blog, na verdade, um site, antes mesmo do conceito “blog” existir. E se é verdade que eu faço isso por amor, também é verdade que muito lutei por alguma ajuda econômica. No entanto, eu sou um péssimo vendedor de mim e cada vez que eu tento, acabo com os burros n’água.

Paciência. Importa informar que Mara acredita ser a proprietária de toda a paciência do distrito da Casa Verde

Quando eu me descobri portador de HIV a Internet estava um pouco distante de seu debute aqui no Brasil, e o Alexander Mandic ainda não tinha comprado seu primeiro BMW com dinheiro ganho na Internet. E quando a Internet chegou, eu lutava contra tudo e contra todos, e não havia a mais remota possibilidade de eu tentar  “ter Internet”. Deus sabe o que faz.

Viver com HIV! O que é “Isso”

 

Viver, exercer seus direitos e deveres como cidadão, tendo HIV era uma tarefa bastante complicada naqueles dias, é verdade. E, bem sei, hoje pode parecer mais fácil; entretanto, não é bem assim. As pessoas aparentam “tolerar” nossas presenças. 

Na prática, a teoria é bem outra.

A rotina médica naqueles dias sombrios da década de 90 era bastante complexa! E, em face da de hoje, era algo que parecia ter sido criada pelo próprio Edward Nigma. 

Na minha realidade, naqueles dias houve, por um bom tempo, um “anda e para” semanal no pit-stop do CRT-A, em tempos que este instituto ainda ficava por ali, no Cerqueira César.

Sim, sim. Bem ali na Rua Antônio Carlos e eu nem gosto de pensar em quantas picadas eu tomava toda semana devido a exames de rotina e controle.  E isso sempre me faz pensar em Márcia!

A rotina e o controle não eram para saber como ia caminhando seu tratamento! Não havia tratamento e o pit-stop era para avaliar melhor quanto eu tinha piorado. E cada um de nós, naqueles dias, raramente não "piorava um pouco!"

Este era o tom cinzento, quase chumbo, daqueles dias, pelo menos até meados de 1996, início de 1997. Contagens de CD4 e carga viral visavam observar seu risco imunológico e o tamanho da constelação de cópias virais que circulavam pela sua corrente sanguínea.  Não me lembro bem os porquês, mas já na casa da AIDS eu tive receitado para mim, por uma criatura pavorosa, que sugeriu, inclusive, ir me tratar em Campinas, eu tinha ido passar uma chuca em Piracicaba. 

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O vomitório de cada dia!

Bem, ela me receitou Hidroxiureia e eu tomei por dois ou três meses. E eu já padecia tanto com o DDI daqueles dias que não saberia dizer se o soco que meu estômago dava em minha coluna cervical tinha nascedouro na fúria da Hidroxiureia ou do DDI.

O AZT? Por mim, seria rotulado de vomitório nosso de cada dia! Amém…

Sabe, era tanta surra que eu nem sequer me preocupava em saber a origem e a razão das pancadas, a surra era igual todo dia e quem batia não deixava bilhete.

Vivendo Com HIV matando Dois Leões e um Urso todos os dias

Viver com HIV, naqueles dias, era uma luta diária, um leão de manhã, outro à tarde. E durante a noite, um urso. Tive a impressão de pisar em alguns escorpiões também, mas isso é hipotético.

Eu vivia na casa de apoio Brenda Lee e tinha me acostumado à rotina de cuidar de um paciente da casa de apoio, o Waldir, e isso me deixava tempo para cuidar de outros, voluntariamente. Eu não suporto a ideia de permanecer em desuso. Preciso trabalhar. Trabalho, não é Sinhá Gonçalves?

Não emprego. Emprego é coisa de Gente Chique.

E eu quero deixar bem claro. Se eu fosse levado até o dia de meu diagnóstico e tivesse de refazer o caminho, eu o faria. Certamente evitaria determinados erros, teria, inclusive, passado um imenso trator em uma corja maldita de abutres que esgrimir a palavra caridade para deleite pessoal. Minha alegria é saber que para cada um deles foi construído um pavilhão novo em folha no inferno. 

Sou malvado?

Pedidos de desculpas não me interessam!

O tempo que passei ali no CRT-A, voluntariado, ensinou-me muitas coisas. Mas que amar é mostrar vivendo… bem, isso foi a vida. E, bem sei, atualmente, quanta gente mostrou, vivendo, exatamente o oposto, o assim afirmado “me amar”!

Mas quando eu vejo uma pessoa pedir desculpas por não ter referências pessoais negativas em sua própria vida com relação ao HIV, eu me sinto desrespeitado. 

E não é pessoal. Seria infantil da minha parte observar algo desse naipe de forma pessoal. O que eu vejo é o desrespeito ao sofrimento de um conjunto de pessoas que, expresso genericamente, abarca trinta milhões de almas. 

Trinta milhões de seres humanos.

Trinta milhões de crianças, mulheres e homens, a maior parte destes trinta milhões de pessoas morrendo em dor e agonia, muitos deles quase em praça púbica e, se lhes faltassem referências…  Cada uma destas referências, trinta milhões, teve, na certa, um pai e uma mãe. Talvez um cônjuge e, talvez, um filho. Fazendo a prova dos nove e calculando por baixo, a referência tem um contingente de cem milhões de pessoas. Expressemos numericamente:

100.000.000 de pessoas! A postura adotada diantde cem milhões de pessoas beira ao cinismo, à hipocrisia e, sim… é indesculpável

A história está contada em toda a parte.

Só aqui, neste blog que fala de HIV há 754 posts publicados e quase 3500 em regime de arquivo! Quase 100 páginas publicadas. Nós perdemos, para a AIDS, uma multidão de trinta. Trinta milhões de seres humanos. E, mediante a falta de referências, eu vejo dois detalhes bem claros.

Nós tivemos dois ídolos da juventude massacrados pela mídia e pela AIDS em praça pública e, plus ultra, Caio Fernando Abreu!

É bastante interessante e expressivo este dado.

30.000.000 Trinta Milhões de Seres Humanos para os quais desculpas de nada servem

Não é o caso de pedir desculpas. É o caso de se informar. 

E, se não houver nada a ser dito, que permaneça o respeito silencioso. E  não quero, pretendo ou ousaria tentar calar alguém. Bem longe isso de mim! Almejar silenciar uma voz! É um esclarecimento, uma explicação! Mas quem não entende um olhar… Será que estou piegas. Não é bem assim que vejo tudo isso.

Sabe…

Em alguns momentos eu me pego perplexo com tudo isso. Mas, se em meu blog, o blog de uma pessoa com HIV, que tem a impressão que vive com HIV por evos insondáveis, eu estava com a impressão de manter esta coisa represada dentro de mim como um movimento (…) de apatia.

E se vos serve de #$?%! Eu comecei este texto de maneira livre, sem um objetivo qualquer. 

É sempre uma questão de trabalho para mim. Meu desejo de ser útil me sufocaria sem isso.

Do ponto de vista técnico, o que eu estava fazendo era exatamente preencher uma brecha que eu percebi no sistema. Qual sistema?

(…) Encontrar estas brechas é especialização minha! Mais de vinte anos de janela! Não de Windows! A verdade é esta. Isso me incomodava sempre, desde ter visto. Me vi menoscabado e tornado insignificante. Junto a outras trinta milhões de pessoas. Se falo (escrevo) em nome deles?

Não.

Mas a ideia de ser caneta e Papel é Adoravelmente deliciosa!

Pois, eu adoraria, e muito, ver cada um deles, usando os mesmos artifícios de Brás Cubas, postando suas considerações pessoais a respeito. Assim, o que começou sem propósito chega aqui, no dia 23 de agosto de 2020, por volta de 00:40, com a cara de coisa deliberada.

Maktub? 

Não! Quem acabou de escrever fui eu! Que legal isso de sentir-se caneta e papel! E eu digo o seguinte para você que chegou aqui. Há sim, vida com HIV. Mas eu te aconselho a evitar isso. Use preservativo. Ele resolve bem o problema., E eu considero sábia a proposta de ter, na PrEP., uma camada secundária de proteção.

Mas, se você chegou aqui consciente de sua sorologia, anime-se! 

Não Desista!

Persista!

Insista!

Resiliência, prezadas e prezados leitores, é construção cotidiana!

Obrigado pela atenção!  E…

A propósito: 

Sim…

Desculpem-me. É assim que se diz, em bom português também é assim que se escreve!

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Imagem de Steve Brandon por Pixabay

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Sexo Oral Passa HIV? Sim! Pode passar! Mas…

Sexo Oral é O Grande Lance.

É uma Parte Importante da Relação sexual, mas NÃO É PRELIMINAR

Sexo Oral passa HIV? Esta pergunta aparece “mais que frequente”, mais do que frequentemente em meu What’s App!

Falando sério, o sexo oral também pode transmitir HIV. Mas só houve um caso de transmissão de HIV por sexo oral e, infelizmente, a fonte da notícia não está me dando o resultado pela busca.

Neste Caso Houve Transmissão de HIV por Sexo Oral

Mas Era um caso bastante contundente.

Tratava da relação entre duas mulheres onde, uma delas, e talvez vocês se assustem um pouco com “meu conhecimento na área”, mas eu fui DJ na SKY Perepepês,  que saudade! Era uma casa GLS e a vida era vem mais simples.

Sexo Oral não é Preliminar! É algo importante entre duas pessoas

É preciso responsabilidade nisso.E eu me recordo que, não estou bem certo, mas houve chacota ou galhofa com a sigla extremamente longa criada por pessoas que não querem, eu sei que não querem, ser rotuladas, e nem devem ser.

Sexo Oral É Bom, mas a Dúvidas São dolorosas

Há chances de contrair HIV no sexo anal ou HIV no sexo oral? Esta é, provavelmente, uma das perguntas mais comuns a provedores de serviços de saúde e médicos a ser feita com relação à AIDS.

As pessoas realmente querem saber algo a respeito do seu risco pessoal em relação à sua vida sexual em si e quais as reais possibilidades de contrair HIV durante felação – ainda mais do que durante o sexo anal!

Pois todos sabem que esta é, independentemente de ser uma relação hétero ou homossexual, e certamente também para pessoas bissexuais, a maior pitada de risco, o sexo anal.

Bom e Doloroso, para muitos, o sexo anal representará sempre o maior dos riscos

E no sexo oral há uma dolorosa dúvida.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos estados Unidos (CDC) tem uma página que descreve a probabilidade de transmissão pelo sexo oral como “baixa” ou pequena (…). Mas o que é que isso significa? O site https://www.aids.gov coloca desta forma:

“Você pode contrair o HIV por executar sexo oral no seu parceiro masculino, embora o risco não represente um risco tão grande como é com sexo anal ou vaginal desprotegido.” Quanto ao risco em uma mulher, o site explica: “O HIV tem sido encontrado em secreção vaginal, então há um risco de contrair HIV por esta via.”

Os mais jovens me perdoem, mas eu tento esclarece-los!

Sexo oral é Sexo! Não é preliminar!

Mas usar prognósticos e estatísticas? Bem, eu  fiz algo parecido, eu “ia na fé” de dar sorte, e era aquilo. Se pegar, pegou! Eu digo isso claramente aqui, em Cura do HIV, lembrando a TODOS e TODAS que é meu posicionamento pessoal, a minha visão do que a infecção por HIV e a AIDS representam para mim, dentro de minha vida, e eu falo da vida como “entidade estética” como bem a descreveu Rubem Alves.

E falo da vida como “entidade estética” como bem a descreveu Rubem Alves!

Deste mundo, nesta existência, estou farto!

E eis-me aqui, em dores, drogado co metadona, amitril e gabapentina, tentado chamar à atenção de vocês o risco, o grande risco de se contrair HIV.

Sexo Oral e HIV: A Janela Imunológica é a Mesma – Ver Aqui

Estatisticamente é mais difícil contrair HIV durante o sexo oral.

Dificilmente seria assim… Mensurar seu risco de contrair  HIV no sexo anal ou vaginal ou oral em números…

A vida não é uma coisa matemática, a vida é uma entidade estética.

É por isso que muitos de nós procuramos evitar percentagens e proporções quando falamos de risco.

Eu não considero sensato você gerenciar risco por prazer. Não vale a pena!

Mas uma coisa é verdade. E mais difícil contrair HIV no sexo oral, e é bem mais perigoso contrair o HIV no sexo anal! E muitos dos que banalizam a AIDS, de forma similar a do link, ou à minha, terminam em contágio

Probabilidades de transmissão de HIV por exposição ao vírus são geralmente expressas em percentagens ou como prognósticos (coisa que se deveria usar quando tiver de calcular suas possibilidades de ter a “sorte grande” na mega sena da virada e não na busca pela possibilidade de contrair HIV através do sexo oral!.

Por exemplo, a média de risco de contrair HIV através do compartilhamento de uma agulha uma vez com um usuário de drogas HIV positivos é 0,67%, que também pode ser indicado como 1 em 149, utilizando o que CDC prefere, 67 10.000 exposições.

Gerenciamento de Risco, Sexo Oral, HIV e AIDS

Eu li em algum lugar que as pessoas precisam avaliar o que gostam de viver, vivenciar e fazer. E desta forma estabelecer, para sí, quanto risco está disposta a correr.

Isso se chama gerenciamento de risco, se trocarmos em miúdos e eu compreendo o desejo. Eu compreendo inclusive eventuais motivações pessoais para tal. Mas…

O que eu te asseguro é o seguinte. O gerenciamento de risco é muito bom enquanto gerenciar funciona bem para você!

Mas quando, por assi o dizer, a peteca cai…. Moço… Moça…. A peteca no chão é desconcertante e dolorosa. Pois se você não a alcança, ela vai direto o solo. E se cair na lama. É a lama…

 

Pois, apesar de parecer tão remoto, ainda acontece, e este número tão pequeno se torna uma realidade, algo que, matemática e estatisticamente representa, no cumular dos resultados, como “100%” apesar de ter se aparentado tão pouco!!!

Pois, mesmo que o risco de contrair o HIV durante a penetração vaginal para uma mulher nos Estados Unidos é de 1 por 1.250 exposições (ou 0,08%) o risco existe e não há nenhuma “marca d’água” que te faça pensar.

Para o homem o cenário, é 1 por 2.500 exposições literalmente a metade dos riscos corridos pela mulher em situação similar (0,04%, que é o mesmo que executar felação).

É difícil mas você pode contrair HIV no Sexo Oral!

E se uma pessoa HIV negativo faz o papel passivo para alguém HIV positivo no papel ativo que não use qualquer tipo de proteção, mas sem ejacular dentro (coito interrompido), as chances de transmissão do HIV são em média menos de 2 por cento. Especificamente, é 1,43%, ou 1 de 70. Se o rapaz que penetra usa o coito interrompido (remover o pênis antes de ejaculação), então as chances são 1 para 154.

Sexualidade, transa e estatísticas combinam com álgebra avançada: (a+b2)2=???

Como podemos ir a partir dos prognósticos, sendo 1 entre 70, que o HIV será transmitido durante o ato sexual com as relações cujos prognósticos mais arriscados com possibilidades de 1 para 2 será com jovens homens gay nos Estados Unidos que contrairão o HIV antes de completarem 50 anos (e antes mesmo de você pensar: Não, a resposta não é que as pessoas com HIV são pessoas “vagabundas e promíscuas”, ou que nunca tenham ouvido falar de sexo mais seguro).

Os iniciantes, têm de compreender que estas probabilidades de transmissão de HIV por exposição única são médias. Eles são figuras gerais que não refletem a muitos fatores que podem elevar ou minorar os riscos.

Gerenciamento de Riscos, uma coisa complicada

Um desses fatores é a infecção aguda, o período de seis a doze semanas após contrair o vírus. Neste momento, carga viral eleva-se imensamente, aumentando a infecciosidade de uma pessoa em até 26 vezes!

E é por isso que você deve pensar bem e usar preservativo, porque este artigo sobre riscos e “prazos para se tornar infecioso” é um dos mais lidos neste blog! Tão próximo a isso, o risco de parto vaginal a transmissão salta de 1 entre 1.250 exposições para 1 entre  50 exposições e o risco de do sexo anal receptivo vai de 1 para 70 a maior que 1 para 3.

Também é importante perceber que durante a infecção aguda, o sistema imune ainda não criou os anticorpos que baixam carga viral, pelo menos durante alguns anos. Testes de HIV que dependem de anticorpos podem dar uma falsa leitura negativa durante a infecção aguda, também conhecido como o período de “janela imunológica“.

Outra Infecção Sexualmente Transmissível

A presença de outra doença sexualmente transmissível, DST ou IST, como preferem os preciosistas e eufemistas de plantão, os que entendem que “doença é feio” e que “infecçioso é o politicamente correto! Eufemismos não cooperam. Não agregam diante dos simples!

Que partam com os seiscentos mil diabos!!! – mesmo sem sintomas, como gonorreia na garganta ou reto- pode elevar o risco de contrair HIV cerca de oito vezes, em parte porque DST aumentam a inflamação e assim o número de glóbulos brancos que são os alvos do HIV. Condições vaginais como a vaginose bacteriana, secura e menstruação também alteraram o risco.

Não há muita certeza nesses números. Mas eles podem ser uma boa ferramenta para a compreensão de risco.

Em tempos de AIDS, Zika e Gonorreia hiper resistente a antibióticos transar sem camisinha é como jogar com sua vida numa roleta em um cassino e apostar to treze preto…

Uma hora você ganha!

Outros fatores que minoram o risco de contágio no sexo oral, anal e vaginal:

A circuncisão faz uma redução média de sessenta por cento para os homens heterossexuais. As pessoas HIV positivas que têm carga viral indetectável graças à sua TARV podem reduzir o risco de transmissão por 96 por cento, um conceito conhecido como “tratamento como prevenção” (TasP).

Os primeiros resultados do estudo Partner (a ser concluída em 2017 – Já concluído) não encontraram transmissões entre ambos os tipos de relacionamento heterossexuais e casais gay sorodiscordantes quando o parceiro positivo foi bem-sucedido no tratamento, mesmo nos casos onde outras DSTs estavam presentes.

As pessoas HIV negativo podem tomar uma pílula Truvada diariamente como profilaxia pré-exposição ou PrEP, para reduzir seu risco em até 92%; da mesma forma, existe a profilaxia pós-exposição ou PEP. E o CDC diz que preservativos minoram risco cerca de 80 por cento. Evidentemente, esses números variam com base na utilização correta e coerente da estratégia de prevenção.

Nota do editor. Durante três décadas o preservativo foi considerado com 100% eficiente e, agora parece haver um “nicho de mercado” que reduz a capacidade de proteção pelo preservativo (camisinha) para 80%.

A Matrix na estatística do Sexo Oral

Os pesquisadores também exibem o risco através de construtos* de família, relacionamentos, comunidade e status socioeconômico. Um exemplo rápido: de acordo com os dados do CDC, 84% das mulheres HIV positivas contraíram o vírus através de contato heterossexual.

Construto designa, em ciência, um conceito teórico não observável. Exemplos de construtos são personalidade, amor, medo. Tais conceitos são usados na linguagem comum, mas para se tornarem um construto científico necessitam de uma definição clara e de um embasamento empírico.

Como pesquisadores inluindo Judith Auerbach, Doutor, Professor Adjunto da Universidade da Califórnia em San Francisco, a frase “contato heterossexual” mascara a prevalência de sexo anal entre casais heteros e o papel da violência sexual – o que pode ser importante porque a exposição a desigualdade entre os sexos e a violência nas relações íntimas triplica o risco de uma mulher contrair DSTs e aumenta sua chance de contrair HIV 1,5 vezes.

O Risco Acumulado

E depois há o conceito de risco cumulativo. Os números frequentemente citados para o risco de transmissão do HIV têm em conta uma instância de exposição. Eu posso ter contraído de 20 pessoas diferentes sem, começara a pensar!

Mas este não é um dado estatístico. O risco se acumula através de exposições repetidas, mas você não pode simplesmente somar as probabilidades de cada exposição a pontuação de risco total.

Os estatísticos, caso esteja curioso, têm uma fórmula para o risco cumulativo: 1 – ( ( 1 – x ) ^ y ) em que x é o risco por exposição (como um decimal) e y é o número de exposições.

Bem, muitos de nós não conseguirão tabular a conta em um restaurante, portanto é improvável que se debata álgebra durante uma transa. Mas nem mesmo o maior estatístico do mundo seria sensato o bastante em avaliar o risco com base sobre estatísticas do HIV.

Estatisticamente Infectado…

Isso é um jogo gravemente perigoso. Números e probabilidades podem ser calculadas e mal interpretadas.

Caso no ponto: Tendo em um 1 em 70 chance de transmissão do HIV não significa que leva 70 exposições ao vírus para soroconvertem. Isto simplesmente significa que dentre 70 exposições, em média, uma conduzirá ao HIV;A casualidade pode redundar de forma que a transmissão ocorra na primeira exposição, como é o Caso famoso de Vaéria Polizzi no livro depois daquela viagem.

Outro conceito importante a entender é o risco absoluto (aquilo que é efetivamente o risco) versus risco relativo (a alteração percentual no risco). Frases como “PrEP pode reduzir o seu risco por 92 por cento” fala-nos de riscos relativos, mas a maioria das pessoas querem saber os riscos absolutos.

Redução de riscos é matemática! Você ainda está, depois de ter lido este texto até aqui, disposto a arriscar-se?

Neste exemplo, 92 por cento de redução de risco não significa que o risco absoluto final é de 8%. Em vez disso, é um 92 por cento de redução do risco de início. Se o início risco absoluto é de 50%, depois PrEP reduz o risco de 4%; se o início risco é 20%, depois PrEP abaixa a 1,6%.

Armado com dados como este, é tentador tentar calcular o seu risco de HIV para cenários específicos e então planejar adequadamente.

Por exemplo, quais são as chances de HIV de alguém com uma infecção aguda se você estiver em PrEP? Esses exercícios podem ser problemáticos, adverte James Wilton, da Canadense Intercâmbio de Informações para o Tratamento da AIDS (CATIE), que é especializado em biologia da transmissão do vírus HIV e suas implicações para a comunicação do risco do HIV.

Na vida real, por causa de todas as variáveis envolvidas – desde carga viral do HIV de uma pessoa na comunidade e a prevalência de início e (portanto) riscos finais para cada indivíduo são muito difíceis de identificar. Eu, Cláudio: POR MAIS QUE EU TENHA _ESCAPADO_ AQUI ESTOU EU!

“Os números que você se deparar não são definitivos”, observa ele. Também existem muitas vezes lacunas de investigação, diz ele, o que significa que em muitos casos, os cientistas podem não ter ainda exemplos do mundo real para fazer backup desses números e cálculos, mas eles têm de modelagem matemática e a lógica biológica para o porquê de certas ideias sobre o HIV e risco de serem verdadeiras.

A Infecção Aguda or HIV Versus PrEP

Por exemplo, nós não temos pesquisas mostrando que o risco de transmissão do HIV durante o PrEP é maior se um parceiro tem infecção aguda de pelo HIV. Além do mais, um lote de estudos HIV é realizado entre casais heterossexuais sorodiscordantes em África e os cientistas não têm cem por cento de certeza de que os resultados se aplicam a todos.

“Sabemos que não há muita certeza nestes números,” diz Wilton. Mas ele salienta que “eles podem ser uma boa ferramenta para ajudar as pessoas a compreender o risco e que eles só precisam de ser embalados com uma grande quantidade de informações.”

Quando estamos lá, na cama, ou na grama, ou na areia, ou na psicina, a percepção modifica-se

A paixão é um estado de alma pouco prático ou funcional!

E para um grande primer na compreensão de estatísticas de saúde, por as mãos em uma cópia para saber suas chances: Como ver através da propaganda médica de notícias, anúncios e anúncios de serviço público.

Aqui no Brasil inexiste. digo eu o editor de soropositivo.org, campanha em massa de prevenção à AIDS ! Parece-se com não haver AIDS! Como se isso não existisse, com mil diabos!!!! Eu pirei?

Durante o sexo, a nossa percepção de risco é substituído pelo amor, luxúria, confiança e intimidade.
Sexo Oral passa HIV, Blog Soropositivo. Org

Quando você tem falta de informações ou fatos mal descritos, você não consegue compreender o verdadeiro risco de contrair HIV. Se você subestimar a prevalência do HIV em sua comunidade, vais subestimar o risco. Estudos têm encontrado que mais de um em cada cinco homens homossexuais em cidades urbanas são HIV positivo, e o vírus é mais prevalente entre HSH de cor e de certas comunidades.

As pessoas nestas comunidades são mais susceptíveis de entrarem em contato com o vírus até mesmo se eles têm menos parceiros e praticam sexo seguro com mais frequência. Em outras palavras, o risco de contágio por HIV não é o mesmo para todos.

Soronegativo? Você: tem certeza? Bem, eu tinha também!

Talvez o maior erro de cálculo seja a avaliação incorreta em que você crê que é soronegativo ou o seu parceiro assim o seja [HIV negativo]. É por isso que estratégias de redução dos riscos como serosorting (manter relações sexuais sem preservativos somente com pessoas do seu mesmo estatuto) têm uma  margem ainda maior de erro.

Perry Halkitis, PhD, um pesquisador da Universidade de Nova Iorque que tem seguido de coortes de jovens HSH e mais pessoas soropositivas, observou que as pessoas fazem suposições tais como: “Ele é o mais antigo da cidade, assim ele tem mais probabilidade de ser positivo e eu não dormir com ele. Mas um jovem rapaz da Midwest que parece negativo? A certeza, vamos fazer tudo!”

Continua

Viver com HIV! Como é isso?

Como é viver com HIV?

Viver com HIV é viver!!! Para se viver com HIV, você, que foi recém diagnosticado precisa entender que se você esforçar-se, e souber cer e aceitar que a vida. Pois, por mais difícil a possa ser, a vida sempre vale a pena ser vivida, mesmo que um dia de cada vez. Em especial nos dias de hoje, em pleno início de década de 20, no século XXI! Tanta gente pesquisou como teria sido a vida nos vintages, pois bem, ei-los aí! Viva os anos vinte, com HIV!

Quando eu digo que Há vida com HIV eu não convido o não reagente: Eu concito o reagente ao importante:

Reagir!

Reagir e entender que, sim, sim, sim,  sim! Há Vida com HIV!

Busque viver com HIV. Não se deixe morrer assim, derrotado, derrotada por omissão e medo
Imagem de mohamed Hassan por Pixabay

E isso não é convite! Se você usar o que eu digo para se dizer influenciado, você é um paspanata e ponto!  Que está assentando sua conversa mole em minha batalha a título sabe-se lá Deus do que o qual terá sido, então, o porquê!

Sim, assim, sílaba após silaba: Re-a-gir! Quando eu fui parar na casa de apoio em meio ao caos dos sombrios anos 90 eu passei quinze dias na cama, prostrado. Batido. Derrotado.

Não pelo vírus, não pelo HIV. Por mim. Por meu medo, por minha vergonha. Pela minha covardia. Pelo meu derrotismo.

Um dos administradores da Casa de Apoio, em um momento em que o desastre adminstrativo se aproximava chamou-me à atenção, dizendo:

Reaja, comece a acordar agora ou você não vai conseguir viver com HIV, Você estar morto. A.C.O.R.D.E e construa sua história! Comece a viver com HIV pra tentar não morrer POR CAUSA DELE!

É possível viver com HIV. Mas você precisa querer

Você está nesta cama há quinze dias! SE VOCÊ NÃO REAGIR AGORA, NINGUÉM REAGIRÁ POR VOCÊ! Você estará morto em vida! Reaja.

Simples assim! É óbvio que, não fora o preconceito e algumas ameaças políticas, viver com HIV é como viver de qualquer maneira.

Pessoas vivem e morrem, este é o processo natural das coisas neste mundo! E as pessoas morrem pelas vias mais variadas! Com razões e acontecimentos absurdos, completamente desconexos! Esta moça, seu nome?

O nome dela era… Sim, Sim!

Cláudia. Ela havia descoberto há poucas semanas sobre sua sorologia daquela maneira.

A Surpresa

O Marido caiu doente! Gravemente enfermo ele não resistiu mais de duas semanas e, digamos, perdeu a vida.

Esta moça, Cláudia, com uma tez morena e brilhante materializou-se diate de mim completamente destroçada e contou-me sua história.

Pediu que eu ficasse com ela, por um final de semana e fiquei.

Colando aquela cantora, eu creio que “Rosana” não houve nada: Nem um toque!

Mas ela não aguentou dois meses e assim, simplesmente, morreu! O despreparo emocional a fez ruir por dentro.

Ela não quis, não soube, creio, como iniciar sua história sobre Viver com HIV!

Assim, arruinada sob o ponto de vista emocional, com uma contagem de células CD4 para mais de 900, tive a nítida impressão, e posso estar “ovalmente enganado”, tive a impressão de tê-la visto desistir da vida e assim, desistente, ela deixou este mundo.

O que quer que você pense, caso você não estabeleça uma zona de equilíbrio emocional, não creio que possa haver uma só alma que possa, sem ter medo de errar e, na verdade ser um candidato, pode estar preparado para poder escrever um livro com este título:

Descobri a AIDS em minha vida e eu fui feliz assim mesmo, sem maiores queixas.

Comigo não violão!

E mesmo assim me perguntam:

Como É viver com HIV? Como é Viver com ou AIDS?

Algumas pessoas perguntam-me sobre isso e, a partir do meu ponto de vista viver, com HIV é algo normal! Porém, complicado!

Veja bem, as complicações não se limitam ao problema orgânico, onde, entre idas e vindas cada um sabe a dor e a delicias de se ser o que é!

Há outras  implicações e injunções, muitas delas como também viajam pelas limitações sociais, problemas de convivência, o medo do preconceito, e outras vertentes bem desagradáveis.

Viver com HIV No Mundo Virtual Ajuda um Pouco

E em especial dentro deste mundo “quase que” totalmente informatizado como é hoje em dia. E tem mais! Temos, nos dias de hoje, um néscio no comando de um país de proporções continentais que nos considera, e com nós refiro-me as pessoas vivendo com HIV, como um “grande problema e grande despesa! para o pais.

O c****ho!

Uma de nossas grandes despesas se faz ver em meio a um grupo de pessoas que, a título de “pessoas especiais”, trabalham de terça a quinta feira, por um salário de quase R$ 30.000,00/ mês mais benefícios, sem falar em cartões de crédito corporativos. Pessoas vivem com HIV não são problemas, são pessoas. Assim

P.E.S.S.O.A.S!

Só para se ter uma ideia, hoje, no Brasil, cerca de 250 mil pessoas convivem com o vírus da AIDS e não sabem de sua existência em seus corpos. Assim, a prática sexual inconsciente pode aumentar ainda mais a incidência de quem tem vírus.

São Pessoas Vivendo Com HIV e Sem tratamento!

Como afirmam os próprios profissionais da área de saúde, o principal problema para eles não está na contaminação com o vírus, mas sim, com a discriminação que sofrem.

Somente no Emílio Ribas, hospital de infectologia de São Paulo que é o maior em toda a América Latina, 500 exames de HIV são realizados por ano, sendo que um resultado é positivo a cada três dias no hospital.

No mesmo hospital, 185 crianças estão internadas, vítimas do vírus da AIDS. As crianças acabam adquirindo a doença durante a gravidez, pela mãe infectada. Nos dias de hoje, são diversos os tratamentos que impedem que a criança adquira o vírus durante a gestação, mas mesmo assim, muitas mães desavisadas podem simplesmente não ter acesso a este recurso porque, embora seja obrigatório por lei, nem todos os médicos pedem, no pré-natal, pelo exame de detecção do HIV, o que ocasiona mais uma infecção no âmbito familiar.

É Obrigatório Por Lei Fazer O Exame Contra HIV no Pré Natal

Mas, a criança infectada com o vírus da AIDS, nos dias de hoje, tem uma vida normal que pode ser facilmente assemelhada à vida de uma criança que não tem a doença. A criança pode brincar normalmente, pode se divertir, pode ir à escola, brincar com os amiguinhos e com os animais, e fazer tudo aquilo que a sua fase lhe permite. Mas, para que tudo corra bem, é necessário alertar os pais que a medicação deve ocorrer desde sempre.

A expectativa geral é que 630 mil pessoas estejam contaminadas com o vírus da AIDS no Brasil. E mesmo após vários avanços no que diz respeito ao tratamento, logo após descobrir a doença o principal medo dos infectados é o preconceito e a discriminação social.

Viver com HIV Como  É A vida após a descoberta do vírus?

É em meio a alguns sintomas que o paciente procura o médico pela primeira vez com suspeita de aquisição do vírus da síndrome da imunodeficiência adquirida. O que antes se resumia a uma simples gripe, começa a se tornar muito mais forte por conta do sistema imunológico do indivíduo, dominado pela infecção da SIDA.

Assim, grande parte dos contaminados com o vírus da AIDS descobrem a doença quando sentem o agravamento dos sintomas no tratamento de doenças, sejam elas simples ou não.

O exame do vírus HIV é realizado gratuitamente nos hospitais de todo o território brasileiro, já que o combate da doença é muito importante para o governo, para a OMS – Organização Mundial da Saúde, e muitos outros órgãos que lutam contra a manifestação desse vírus.

E assim, com tanto medo, é possível viver com HIV. Há vida com HIV E, com o resultado em mãos, a decepção com o resultado positivo é muito diferente da recepção de antigamente.

Em 1983, os enfermeiros e médicos se depararam com uma nova doença afetando os brasileiros. E, nada sabiam sobre a mesma. Assim, os tratamentos aos pacientes eram realizados com a utilização de luvas e máscaras. Os pacientes, nessa época, morriam dentro de dias ou no máximo meses, afinal, não havia tratamento algum para a doença e mal sabiam como ela agia no organismo humano, sendo o seu aparecimento um dos maiores choques para a humanidade.

O que mudou de 1983 para cá? Tudo

Counterfeit Authentic MagnifiedDesse ano em diante, criou-se o boato de que a AIDS seria uma doença transmitida entre homossexuais, por conta da transmissão via relação sexual anal, o que gerou a descoberta dos primeiros casos.

Assim, desde então, associou-se à doença com o fato de que o indivíduo infectado seria provavelmente um homossexual, o que nem sempre era verdade. As relações sexuais entre homens e mulheres também poderiam ocasionar aparecimento do vírus, assim como a transmissão por meio de seringas infectadas.

Porém, o preconceito ainda é grande. No cômputo geral, dentro do imaginário subconsciente,  esta é uma doença para pessoas de vida desregrada, que “merecem estar doentes”.

Os casos entre pessoas mais vividas, tem crescido justamente porque em suas mentes a AIDS faz parte deste quadro e uma pessoa de mais de 60 anos dificilmente faz um teste para HIV “de livre escolha”; só o faz quando a doença progrediu e as infecções e outras enfermidades oportunistas aparecem, mas aí já pode ser tarde e é importante que se faça uma campanha de conscientização voltada para esta faixa etária.

 

Há mais de 30 anos após a descoberta do vírus no Brasil, os avanços no que diz respeito à medicação e prevenção foram grandes, e os resultados também são positivos.

Viver com HIV Está Menos complicado

No passado, a única forma de tratamento era por meio de monoterapia com AZT. O medicamento era realmente muito pesado, o que ocasionava muitos efeitos colaterais. Além disso, a dúvida em relação às quantidades a serem tomadas eram muitas, o que prejudicava a total eficácia desse método.

Além disso, o medicamento provocava uma reação que deixava as pessoas com tons de cinza-chumbo, e por conta disso, esse era mais um rótulo de “indivíduo infectado”. E aí, o medo de tomar o medicamento vinha também carregado de questões sociais: ao saber que você estava contaminado, logo lhe associavam à marginalidade, à vida de profissional do sexo, homossexuais ou até mesmo usuários de drogas que utilizam a mesma por meio de seringas. Esses fatores ajudavam ainda mais na decisão de esconder a doença ao máximo.

A vida com a HIV e sexualidade

Há quem diga que o vírus da AIDS incorporou também outro nome “o vírus da moral”. Ao adquiri-lo, os indivíduos infectados sentem medo de passar a doença além, de serem responsáveis por mais uma infecção.

HIV-AIDS

De início, muitos se tornam então “assexuados”.

Tem medo da relação sexual, tem medo de contar para qualquer um que seja o parceiro (principalmente entre os contaminadores que adquiriram o HIV cedo, e não eram casados, por exemplo, no momento da descoberta, já que isso dificulta relações sérias futuras), tem medo de “arruinar” a vida de mais uma pessoa que poderia estar vivendo numa boa, mas está infectado com o vírus da AIDS.

Esses são os principais pontos apontados pelos infectados com o HIV, que ainda nos dias de hoje, se são descobertos como soropositivos, temem o fim das relações sexuais, principalmente porque o outro indivíduo tem medo de se envolver e acabar se infectando, mesmo que esteja comprovado que o sexo com camisinha não transmite o vírus. No sexo oral, por exemplo, basta usar camisinha ou um próprio filme plástico de PVC na mulher para que ele também possa ser realizado normalmente.

No que diz respeito aos beijos e aos carinhos, eles estão liberados para os soropositivos. Os beijos só podem ser por algum tempo impedidos quando algum dos dois está com cortes na boca.

Enquanto isso, Viver com HIV no Brasil

Segundo dados atualizados do ONUSIDA, um programa das Nações Unidas para o combate à doença, são aproximadamente 40 milhões os indivíduos infectados pelo HIV. Destes, cerca de 1,6 milhão estão espalhados no Brasil, onde o Brasil representa pouco mais de 600 mil infectados, que convivem ou com a doença em si, ou com o vírus.

Porém, os avanços no que diz respeito ao território brasileiro são bem significados, principalmente se forem comparados a outros países. Aqui, o fornecimento de medicamentos para o tratamento da doença é um programa nacional, que é referência em todo o mundo e atua sob lei já há mais de 10 anos.

Para o combate ao HIV, nos dias de hoje o Ministério da Saúde dispõe de 16 diferenciados antirretrovirais gratuitamente na rede pública de saúde. Esses medicamentos são responsáveis para evitar a multiplicação desse vírus, além também de adiar ao máximo os indícios e os sintomas da doença.

Por conta disso, o paciente com o diagnóstico positivo dos dias de hoje, vive uma vida totalmente normal – se não fosse pela discriminação petrificada que ainda cerca a sociedade.

A vida do paciente, após o surgimento do coquetel, não tem praticamente nenhuma restrição.

Por outro lado, o próprio Ministério da Saúde que possui um Programa Nacional de DSTs e hepatites virais, afirma que a taxa de transmissão do vírus ainda é bem alta no país, considerando 19,8 contaminações para cada 100 mil habitantes brasileiros.

O desenvolvimento da doença, de algum tempo para cá, é mais frequente nas mulheres. Nos homens, por sua vez, essa taxa diminuiu e muito entre os homens com idades que variam entre 13 e 29 anos. A diminuição do aparecimento do vírus em crianças menores de 5 anos de idade também é notável.

A discriminação

 Kluft zwischen Rollstuhlfahrer und anderen

Assim, percebe-se que principalmente no território brasileiro, os avanços no que diz respeito ao tratamento e as políticas que definem a forma de distribuição gratuita dos mesmos são bem significativos, o que deveria tornar a vida do soropositivo, na teoria, tão normal quanto a dos outros.

Como eu posso viver com HIV em uma sociedade que nos discrimina?

Pense um pouco a respeito disso! Esta é a incongruente sociedade que proíbe o aborto e discrimina a mãe solteira!

Mas, o principal problema está na discriminação, o fator que certamente mais prejudica a inserção desse indivíduo novamente na sociedade.

As crianças documentadas em um trabalho especial no hospital em São Paulo já citado anteriormente, mal sabem do que se trata a doença, e o tratamento oferecido diariamente a elas, possibilita que tenham uma vida normal. Mas, ao conversar com os pequenos, entende-se que eles sabem dos riscos de se contar a doença para algum amiguinho da escola, por exemplo.

Crianças podem ser bastante cruéis

Até mesmo as crianças já estão impregnadas com esse preconceito que tomou conta da sociedade. Até quando as pessoas não vão entender que o soropositivo também pode levar uma vida normal?

A crescente informatização já levou à população o conhecimento necessário para que aceitasse e ajudasse na inclusão do soropositivo na sociedade, o que é o principal medo deles após um exame com resultado positivo.

Enquanto isso, jovens que foram infectados com a doença, tem medo de contar para os amigos. Medo até mesmo da família. Medo de se relacionar. Medo de amar, se de envolver, de se apaixonar. Hoje em dia a infecção por HIV ainda não pode ser curada, por ser uma doença crônica progressiva, que afeta o sistema imunológico humano. Porém, o tratamento intensificado possibilita que a pessoa infectada viva sua própria vida normalmente, assim como você ou como qualquer um.

Porém, o preconceito e a discriminação que a circulam já deveriam ter sido extintos há muito tempo, mas ainda estão impregnados nos ambiente de trabalho, na faculdade, nas ruas e em qualquer lugar. O relacionamento deveria ser normal, assim como qualquer outro. No que diz respeito à sexualidade, a proteção possibilita relações sexuais normais entre um soropositivo e um indivíduo que não possui a doença, sem que a transmissão do vírus ocorra.

Novamente, a vida com a HIV

Certamente, logo ao ler esse título, você deve ter cogitado a vida “sofrida” que o paciente deesta enfermidade tem. É claro que ela não deixa de ser, afinal, ninguém adquire uma doença desse porte porque quer. Porém, já deu para notar que o paciente contaminado pelo vírus da AIDS pode e DEVE levar uma vida normal, inserido na sociedade.

Por incrível que pareça, o que mais afeta e infecta o soropositivo é a discriminação, que ocorre das mais variadas maneiras e em praticamente todos os lugares. Viver com o vírus da AIDS já deixou, há tempos, de ser um problema somente de saúde e passou a ser um problema da sociedade, um problema de inserção, de colocação nesse ambiente.

Não é fácil Viver com HIV

A vida do paciente com HIV não é fácil. Ele deve ainda conviver com preconceitos impregnados, antigos e sem fundamentação científica, assim como devem se proteger dos que abusam da discriminação.

Sabemos, ou pelo menos deveríamos saber, que a saúde de uma pessoa é construída não unicamente pela integridade física, mas também pela sua moral, pela sua saúde mental e emocional.

Os tratamentos, os avanços e os medicamentos possibilitaram que o paciente infectado com o vírus HIV começasse a ter novamente a sua saúde física, ou seja, a integridade do seu corpo, a melhora no tratamento das doenças e o retardo no aparecimento das mesmas.

Mas, se tem uma doença que ainda afeta a sociedade como um todo e que impede a melhora da saúde mental e da saúde emocional do contaminado pelo HIV, certamente é a discriminação.

E, toda via, o Brasil já deu um grande passo para acabar com a discriminação do portador de HIV ou o doente de AIDS

O que é HIV/VIH? O que é AIDS/SIDA

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O que é HIV? O que é AIDS?

O que é VIH? O que é Sida?

Estas duas perguntas tem sido feitas há quatro décadas. E temo dizer que elas serão feitas por muitos anos. Eu sei que é muito importante responder estas perguntas, manter um farol iluminando o horizonte, alertando sobre os riscos. Ter VIH, HIV, é diferente de desenvolver SIDA, ou AIDS. E é preciso estabelecer bem a diferença para que você possa compreender melhor os porquês, por exemplo, da boa prática de testar-se caso você tenha um histórico de comportamento de risco incidental ou sistemático.

Permitir que a infecção por HIV “evolua livremente em direção á AIDS” pode ser um fator determinante de perda de sua qualidade de vida. Ou mesmo de perder, prematuramente, a sua vida.

Permitir-se a desenvolver doenças definidoras de AIDS pode ser irreversível e não é difícil evitar que isso aconteça. Depois de 1996/1997 o caminho para as pessoas vivendo com HIV começou a simplificar-se.

Uma pessoa diagnosticada com HIV a partir destas datas começou a simplificar-se. Estabelecendo um parâmetro simples, Mara e eu optamos por não termos filhos pois seria arriscado. Não sabíamos se poderíamos viver o bastante para não deixarmos um órfão ou órfã para trás. E o risco de trazer á luz uma criança portadora de HIV era altíssimo. Hoje a transmissão vertical está erradicada em muyitos lugares do Brasil e do Mundo. Destra forma, eu passo a trabalhar neste texto para responder a estas perguntas:

O que é HIV? O que é AIDS?

Neste artigo

  • Sintomas
  • Causas
  • Diagnóstico
  • Tratamento
  • Prevenção
  • Enfrentamento

HIV é o vírus da imunodeficiência humana (VIH – A sigla correta é VIH), o vírus que pode causar a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS – A Sigla correta em português é SIDA).

 O VIH é transmitido pelo sangue, sêmen e fluidos vaginais e causa uma série de sintomas que se manifestam logo após a infecção, incluindo febre e úlceras na boca. Após um período latente – durante o qual o HIV progride lentamente para AIDS (VIH/SIDA – No final um texto com outro enfoque sobre isso), o terceiro e último estágio do vírus – os infectados enfrentam preocupações mais sérias, incluindo perda extrema de peso e infecções oportunistas.

Quando a AIDS apareceu pela primeira vez em 1981, a maioria dos casos era fatal. Depois que os pesquisadores determinaram que o VIH era a causa da AIDS e como o vírus se espalha, eles foram capazes de desenvolver maneiras de testar o vírus e desenvolver tratamentos eficazes para prevenir sua replicação no corpo – um protocolo chamado terapia anti-retroviral (ART).1

Agora, muitas pessoas que são VIH positivo e começar a tomar medicação pode continuar a viver de outra forma, tendo vidas longas e saudáveis.

Sintomas da presença do VIH/AIDS 

Os sintomas de VIH/AIDS podem ser divididos em duas categorias:

  1. Sintomas que aparecem quando o corpo é infectado pela primeira vez estágio 1, a fase aguda. 
  2. Fase 2-infecção crônica pelo VIH/HIV é normalmente assintomática. 
  3. E aqueles que podem ocorrer após anos se o vírus não for tratado e a infecção pode progredir para AIDS (estágio 3 do VIH).2

Com o tratamento, uma pessoa soropositiva pode permanecer nessa fase por décadas. Sem tratamento, o vírus normalmente avança em oito a 12 anos. Não entre em pânico com aspectos da janela imunológica! Ninguém desenvolve AIDS rapidamente!

HIV/VIH – Infecção inicial

Algumas semanas após entrar no corpo, o VIH desencadeia sintomas semelhantes aos da gripe e, em alguns casos, alguns outros sintomas reveladores:

  • Febre
  • Calafrios
  • Dor de cabeça
  • Suores noturnos
  • Faringite (dor de garganta)
  • Mialgia (dores musculares)
  • Artralgia ( dor nas articulações)
  • Fadiga
  • Linfadenopatia (gânglios linfáticos inchados, principalmente no pescoço)
  • Úlceras na boca

Algumas pessoas também terão náuseas, diarreia ou vômitos, e uma em cada cinco desenvolverá uma “erupção cutânea por VIH”, uma condição da pele maculopapular caracterizada por saliência, rosa / áreas vermelhas cobertas por pequenas saliências como espinhas que muitas vezes se fundem em uma só. 

 

AIDS/SIDA

Após o período latente, os sinais de que o vírus está começando a superar o sistema imunológico inclui:

  • Gânglios linfáticos inchados
  • Candidíase (aftas), uma infecção fúngica que geralmente afeta a boca
  • Problemas de pele: manchas, lesões e feridas
  • Suores noturnos (hiperidrose do sono)
  • Extrema perda de peso (perda de VIH)

Este é também o ponto em que uma pessoa pode ficar doente com infecções oportunistas, assim chamadas porque são causadas por patógenos que um sistema imunológico saudável normalmente seria capaz de combater facilmente. As telhas e a pneumonia são duas das mais comuns.3

O HIV é classificado por cientistas como um retrovírus. 

Na maioria dos organismos vivos, o material genético de uma célula é codificado de DNA para RNA. Um retrovírus é o único que usa sua codificação de RNA para produzir DNA dentro de uma célula infectada, uma reversão do processo normal.

Quando isso ocorre, o DNA recém-produzido é inserido no núcleo da célula hospedeira pelo HIV, que efetivamente sequestra sua maquinaria genética para criar várias cópias de si mesmo, cada uma das quais pode infectar e matar uma infinidade de outras células hospedeiras. Nesse caso, as células hospedeiras são células brancas do sangue chamadas Glóbulos brancos T “auxiliares” – em particular, aquelas conhecidas como CD4 ou “T CD4”, que desencadeiam a resposta imunológica do corpo, sendo, em síntese, as comandantes em chefe do sistema imunológico

Sistema Imunológico

Doenças Oportunistas/Doenças definidoras de AIDS

Ao esgotar sistematicamente essas células, o VIH diminui a capacidade do corpo de identificar e neutralizar o vírus invasor, bem como uma série de outros agentes (virais, bacterianos, parasitários) contra os quais ele poderia se defender.

Durante a infecção inicial, o HIV replica-se vigorosamente, infectando e destruindo um número substancial de células T CD4. Assim que se torna latente, o vírus continua a se replicar silenciosamente.

Além do VIH, um subconjunto do vírus denominado pró-vírus incorpora-se às células e tecidos denominados reservatórios latentes, onde não podem ser facilmente detectados pelo sistema imunológico. Muito embora possamos controlar o VIH com medicamentos anti-retrovirais, esses pro-vírus podem persistir, prontos para ressurgir como VIH totalmente formado no momento em que o tratamento falhar ou o sistema imunológico entrar em colapso.

Como o VIH se propaga? Como o HIV é Transmitido?

O HIV/VIH só pode ser transmitido de algumas maneiras específicas, muitas das quais podem ser facilmente evitadas:

  • Contato sexual desprotegido
  • O compartilhamento de agulhas entre usuários de drogas injetáveis
  • Exposição acidental de sangue
  • Transmissão de mãe para filho durante a gravidez (Erradicada no Estado de São Paulo)

O HIV não pode ser transmitido pelo suor, lágrimas, saliva, fezes ou urina.

Por que o teste é tão importante?

Muitas vezes somente quando uma infecção oportunista aparece pela primeira vez que uma pessoa pode suspeitar que ele ou ela está infectada com o VIH. A essa altura, o sistema imunológico geralmente está gravemente prejudicado com prognósticos de tratamento e sobrevivência em risco, muitas vezes literalmente na roleta!

 A melhor maneira de evitar que isso aconteça é fazer um teste de VIH pelo menos uma vez; pessoas com alto risco de HIV devem ser testadas uma vez por ano. Garanta-se! Após o teste, proteja-se.

O prognóstico de VIH/AIDS já foi, para muitos, um forte impedimento para o teste. Eu temia saber e morrer em desespero.

Mas o teste positivo para HIV não é mais uma sentença de morte em partes desenvolvidas do mundo: estudos publicados em 2014 descobriram que os pacientes que começam a TARV enquanto a quantidade de vírus em seus corpos é relativamente baixa têm a mesma expectativa de vida da população em geral.5

Existem cinco formas para testar a presença de vírus da imunodeficiência humana:
  • O que é HIV? O que é AIDSTeste padrão Elisa no qual uma amostra de sangue é tomada no consultório de um médico ou clínica e examinadas para a presença de anticorpos contra o VIH; os resultados são retornados em cinco a 10 dias.
  • Teste rápido no local de atendimento, que pode gerar um resultado em 20 minutos medindo tanto os antígenos (proteínas da superfície do vírus) quanto os anticorpos em uma amostra de sangue retirada de uma picada no dedo, uma amostra de saliva retirada da gengiva.
  •  Testes em casa que usam uma amostra de saliva e fazem o parto resultados em cerca de 20 minutos – Eu, Claúdio, sou frontalmente contra este procedimento
Quando A Infecção por HIV/VIH se transforma em AIDS/SIDA?

Para alguém cuja infecção por VIH não foi controlada, a AIDS é diagnosticada de duas maneiras:

As contagens normais de CD4 variam em média entre 800 e 1600 células por µL. Uma pessoa seropositiva será monitorada regularmente para controlar quaisquer alterações na sua contagem de CD4.6

Tratamento Da Infecção por HIV/VIH – ratamento da SIDA/AIDS

Gerenciando os sintomas de infecção por HIV na fase aguda é geralmente uma questão de muito descanso e qualidade do sono, beber muitos líquidos, comer bem e tomar analgésicos básicos para aliviar dores de cabeça ou no corpo, se necessário. Talvez você possa precisar de atenção em uma clínica especializada em dor.

Particularmente eu recomendo a Clínica de dor da Beneficência Portuguesa, também na cidade de São Paulo .

No entanto, assim que o resultado do teste de VIH é positivo, é vital que ele comece a tomar  medicamentos anti-retrovirais para controlar o ciclo de vida do HIV, evitado que se replique, causando danos progressivos e graves, potencialmente irreversíveis ao sistema imunológico.7 E mesmo ainda ao cosmo orgânico em geral.

Não existe cura para conhecida para a infecção por HIV/VIH ou SIDA/AIDS, mas a adesão estrita a terapia anti-retroviral (ART) pode diminuir drasticamente o progresso da doença, prevenção de infecções e de complicações secundárias, e prolongar a vida.

Terapia Antirretroviral/TARV

Por norma, a terapia antirretroviral depende de três moléculas de medicamentos diferentes, estratégia conhecida como terapia antirretroviral altamente ativa (HAART). No entanto, esta terapia tripla padrão pode ser substituída por terapias com dois medicamentos, como Juluca (dolutegravir + rilpivirina).

Os medicamentos antirretrovirais são organizados em cinco classes com base no estágio do ciclo de vida do HIV que afetam. s de 2019, existem 28 moléculas de drogas individuais e 13 drogas de combinação de dose fixa (FDC) compostas por duas ou mais moléculas cada. Oito dos FDCs podem ser usados ​​como uma única pílula, uma terapia diária.8

Prevenção – É melhor evitar!

Entendendo estas perguntas: O que é HIV? O que é AIDS?

O HIV é  um vírus com bomo potencial de contágio, há um forro de prata: os caminhos que podem ser transmitidas são bem compreendidos e também altamente evitáveis se precauções específicas são tomadas.

Para reduzir o risco de infecção pelo vírus, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) aconselham a tomada de certas precauções. Note-se que algumas destas estratégias se aplicam a pessoas com determinados estilos de vida: 

  • Limitar o número de parceiros sexuais você tem e certifique-se alguém que você está íntimo com foi testado e é VIH-negativo
  • sempre use uma barreira, como o preservativo durante encontros sexuais, incluindo sexo oral
  • Via, agulhas e seringas esterilizadas novos se você é um usuário de drogas intravenosas
  • Dê uma tomada diária medicação para ajudar a se proteger da infecção, que é conhecida como profilaxia pré-exposição (PrEP.).
Como o HIV/VIH pode ser evitado?
Lidar com a infecção por VIH é quase uma tarefa rotineira, dada a condição de  doença crônica que ela representa. Os aspectos mais óbvios de lidar com o fato de ser seropositivo/soropositivo para o VIH incluem fazer tudo o que for necessário para permanecer saudável: levar um estilo de vida saudável que irá apoiar a saúde do sistema imunológico; estar em conformidade com a medicação; e seguir as ordens do médico sobre check-ups regulares para manter o controle de quaisquer mudanças na carga viral e saúde geral.

No entanto, o estigma que persiste em relação ao HIV e os contínuos mal-entendidos sobre como ele é transmitido significa que lidar com a situação se estende à forma como você se comporta em relação aos outros e também como você se sente a respeito de si mesmo. Por esse motivo, ser franco com amigos e familiares de confiança sobre sua condição de VIH pode (ou não) ajudar muito a se sentir apoiado e cuidado.

Tão importante quanto encontrar uma comunidade de outras que também sejam VIH-positivas pode ser uma importante tábua de salvação procurar terapia.

Falo te terapia psicológica. Eu faço coro com Astrid Fontanelle:

“Terapia é tão importante que deveria ser parte da cesta básica”

É fonte de aconselhamento, de renovação, de crescimento pessoal, gera força para lidar com todos os aspectos de ser HIV-positivo, bem como com seus demônios (todo mundo tem pelo menos três dúzias deles. 

Você pode obter esse suporte participando de grupos de suporte locais para pessoas com seu diagnóstico e/ou juntando-se às versões online. 

Valéria, Éline e Maira foram e são importantes referenciais em minha busca por minha busca pelo autoconhecimento!

“Conhece a ti” – Confúcio”

Como lidar e viver bem com o HIV / AIDS

Vamos pensar um pouco.
O diagnóstico VIH positivo ou reagente para HIV pode ser espiritualmente devastador e, com certeza, terá mudado o que você acreditava ser a realidade de sua vida para sempre, afetará seus relacionamentos, seu modo de viver, sua forma de enxergar a vida.
Porá em xeque tudo o que você acredita ter de real e sólido em sua existência.
Demandará um alto grau de vigilância para se manter saudável. Não se fie nos que, com base em suas visões rosadas ou azuladas da vida te digam que pensamento positivo é tudo. 
O pensamento positivo precisa do apoio de sua ação positiva. Minha vida mudou em poucas horas. 
Do“DJ amado, desejado e idolatrado até um mendigo sem teto nas ruas não se passaram cinco horas!”.

E, bem sei, meu caso foi extremo! Eu sei que sou. Mas não posso esquecer-me de que fui e tudo o que aprendi no caminho. Dois, talvez três meses depois do diagnóstico e toda a calamidade minha vida era outra. Era?

Reforma Íntima diante do Inesperado

Não. Eu me tornei outro e passei a perceber a vida em Dolby Surround, Tecnicolor e Panavision!

O caminho de cada um é determinado por cada um. Como você fará isso? Não é comigo que se encontra a resposta!

Eu passei por uma profunda reforma íntima e pessoas daquela época que me queriam bem e de alguma forma me acompanharam se mostraram perplexos com a mudança!

Mas que você pode se manter saudável enquanto vive com o VIH é um fato importante que vale a pena enfocar. Não banalize sua infecção por VIH! Respeite seu adversário! O poder destrutivo de uma doença viral progressiva e crônica não deve ser menoscabado.

Eu sempre digo que existe vida com VIH.
Em 2014, depois de ter desistido da UNIFESP eu recebi o chamado de uma moça, menina, que conheci por lá. Estava surtada, com medo. Eu passei a ela o URL do Blog.

Dois minutos depois ela retornou:

´"É sério"?

O que?

-"Isso: Há vida com HIV"?

-"Claro que sim! Eu não....

O que veio depois, eu prefiro guardar. Cada um abe de si e isso...

Está em seu coração vencer ou não. Só você tem os recursos corretos para resolver seu caminho.O desafio é imenso. Mas não é maior que você!

Há vida… está lá no topo do blog, mas cabe só a você cuidar de si e de sua vida, um dia de cada vez, sem jamais esmorecer! O nome disso é luta, realização cotidiana que transforma o desastre em resiliência cotidianamente.

No momento do espaço/tempo em que fui diagnosticado a expectativa de vida era de seis meses para mim.

Eu acreditei e temi terminar como uma planta sem água, em um vaso abandonado em uma sala sem vida.

E mesmo assim, estou aqui, 26 anos depois!
Tome as medidas necessárias para chegar a um ponto de aceitação em relação ao seu diagnóstico e, em seguida, comprometa-se a fazer tudo o que puder para viver sua vida da melhor maneira, dia após dia. E, se encontrar como, procure medir as sombras de sua vida iluminando o caminho de outras pessoas!

Funciona bem e o resultado é ótimo para o fígado! OU para a alma! Sei lá!

O que é HIV? O que é AIDS? O que é HIV? O que SIDA? Foi traduzido e adaptado do original em VeryHealth em 27/08/2020 por Cláudio Souza

 

 

 

Infecção por HIV recente ou antiga? Como definir

As diretrizes para o teste universal de HIV já existem há muito tempo. No entanto, muitas pessoas não fazem o teste de HIV regularmente. 

Isso significa que, no momento em que alguém é diagnosticado com uma nova infecção pelo HIV, ele pode se perguntar se há alguma maneira de saber quando foi infectado ou quem o infectou.

Infecção por HIV recente ou antiga
Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Diagnosticando novas e antigas infecções por HIV

Existem várias maneiras de os médicos determinarem se uma pessoa que foi recentemente diagnosticada como HIV positiva também está infectada. Em casos raros, quando o teste é feito muito cedo, os médicos encontram pessoas com resultados positivos para o RNA viral ou o antígeno p24, mas que ainda não são positivos para anticorpos.1 

Estes são os indivíduos nas primeiras fases da infecção por HIV.

No entanto, eles não serão detectados em muitos testes padrão de HIV baseados em anticorpos. Portanto, esses diagnósticos precoces de infecção pelo HIV são um tanto incomuns.

Mais frequentemente, os médicos estão tentando determinar se uma pessoa com resultado positivo em um teste padrão de HIV foi infectada recentemente ou não. Essas pessoas já possuem anticorpos contra o vírus. Portanto, seus médicos são obrigados a examinar certas características específicas desses anticorpos. Essas características serão diferentes em pessoas com novas infecções por HIV do que em pessoas com infecções já estabelecidas.

Detalhes! O Diabo Mora nos detalhes!

As características dos anticorpos que os médicos examinam para detectar infecções por HIV incidentes incluem:

  • O tipo de anticorpos presentes: diferentes isotipos de anticorpos aparecem em momentos diferentes

    Infecção por HIV recente
    Imagem de Gordon Johnson por Pixabay

    após a exposição a um patógeno. Para muitas doenças, pode ser útil para determinar se uma pessoa está infectada recentemente ou não. No entanto, os anticorpos IgM, que geralmente são usados ​​para detectar novas infecções, também podem estar presentes em pessoas infectadas pelo HIV há algum tempo. Portanto, isso nem sempre é tão útil para o estadiamento das infecções por HIV quanto os médicos gostariam. (No entanto, às vezes isso pode ser usado para distinguir entrecrônicas e recentes herpes infecções por.)

  • O número de anticorpos presentes: Depois que os anticorpos começam a aparecer em resposta a uma infecção por HIV, eles aumentam em um período de vários meses. Então eles começam a se nivelar. Se essas alterações puderem ser detectadas, pode ser um sinal de uma infecção relativamente recente.
  • A quais proteínas do HIV os anticorpos se ligam: À medida que a infecção pelo HIV progride, as quantidades relativas de anticorpos para os diferentes antígenos do HIV mudam. É possível usar isso para determinar se alguém tem uma infecção pelo HIV precoce ou tardia.
  • Como os anticorpos se ligam fortemente ao HIV: Indivíduos recém-infectados com HIV geralmente têm anticorpos que se ligam menos fortemente ao HIV do que pessoas com infecções já estabelecidas.2No entanto, pessoas que começaram o tratamento logo após a infecção também podem ter anticorpos comigualmente baixa avidez.

O teste padrão de HIV não consegue distinguir entre infecções novas e antigas

Em conclusão, é possível para os médicos determinar se o seu novo diagnóstico de HIV é o resultado de uma nova infecção ou de uma infecção mais antiga. No entanto, esta informação não pode ser determinada pelo teste padrão de HIV. Determinar se uma infecção recém-diagnosticada é uma nova infecção por HIV é mais frequentemente feito por pessoas que trabalham na vigilância do HIV. Não é uma parte normal do atendimento ao paciente. Portanto, se você foi recentemente diagnosticado como HIV positivo e está preocupado com a data da soroconversão, pode ser necessário falar com um especialista em doenças infecciosas sobre testes adicionais. Nem todo médico conhecerá ou terá acesso à tecnologia necessária.

Na verdade, na maioria das vezes, os médicos não farão essas formas de teste em pacientes recém-diagnosticados – mesmo que sejam solicitados. Geralmente, considera-se que umtem uma pacienteinfecção aguda (ou seja, de transmissão recente) apenas quando o teste foi feito e foi negativo no ano anterior. Pacientes HIV-positivos recém-diagnosticados que não foram testados regularmente muitas vezes simplesmente não conseguem descobrir se foram infectados recentemente.

Recém infectados Versus Recém Diagnosticados

É importante mencionar que existem algumas outras circunstâncias em que os indivíduos acabam categorizados como recém-infectados em vez de apenas diagnosticados recentemente.

  • Se uma pessoa tem anticorpos anti-HIV e é RNA positivo, mas seu Western blot é indeterminado. Acredita-se que isso seja um sinal de infecção aguda.3Esses casos podem ser detectados por meio de algoritmos de teste de confirmação usados ​​para detectar o HIV.
  • Quando uma pessoa testa positivo para RNA viral, mas ainda não produz anticorpos anti-HIV.3No entanto, nem todos os testes de HIV incluem um teste de RNA, então esses casos são facilmente perdidos.
Por que a detecção de novas infecções por HIV é importante?

Infecção por HIV recente ou antiga?
Tempo. O tempo ainda parece nos definir

É importante diagnosticar novas infecções por HIV quando são ainda novas. Isso pode reduzir significativamente a propagação do HIV. Por várias razões, as pessoas correm um risco muito alto de transmitir o HIV a seus parceiros sexuais semanas, meses ou anos antes de saberem que são HIV positivo.

A primeira razão que as pessoas com HIV pode ser mais perigoso para os seus parceiros antes que eles já testaram positivo é óbvia. Se eles não estão cientes de seus riscos, podem ficar desmotivados para praticar sexo seguro.

A segunda é que os indivíduos recém-infectados geralmente têm cargas virais mais altas e são mais infecciosos do que as pessoas infectadas há muito tempo.

Isso aumenta a chance de transmissão do vírus durante qualquer encontro específico. A terceira é que, se você não fez o teste, não está sendo tratado. O tratamento reduz muito o risco de infectar seu parceiro. Na verdade, agora é usado como forma de prevenção.6 

Esta página foi útil? É importante para nós o saber.

Traduzido por Cláudio Souza do Original em Distinguishing Between New HIV Infections and Old Ones (abre em outra aba)

Fontes do artigo

  1. Peters PJ, Westheimer E, Cohen S, et al. Rendimento da triagem da combinação antígeno / anticorpo do HIV e teste combinado do RNA do HIV para infecção aguda pelo HIV em uma população de alta prevalência. JAMA. 2016; 315 (7): 682-90. doi: 10.1001 / jama.2016.0286
  2. Overbaugh J, Morris L. The Antibody Response against HIV-1. Cold Spring Harb Perspect Med. 2012; 2 (1): a007039. doi: 10.1101 / cshperspect.a007039
  3. Hurt CB, Nelson JAE, Hightow-weidman LB, Miller WC. Selecionando um teste de HIV: uma revisão narrativa para médicos e pesquisadores. Sex Transm Dis. 2017; 44 (12): 739-746. doi: 10.1097 / OLQ.0000000000000719
  4. Volz EM, Ionides E, Romero-Severson EO, Brandt MG, Mokotoff E, Koopman JS. Transmissão do HIV-1 durante a infecção inicial em homens que fazem sexo com homens: uma análise filodinâmica. PLoS Med. 2013; 10 (12): e1001568. doi: 10.1371 / journal.pmed.1001568
  5. Selik RM, Linley L. Cargas virais em 6 semanas após o diagnóstico de infecção por HIV em estágios iniciais e posteriores: estudo observacional usando dados de vigilância nacional. JMIR Public Health Surveill. 2018; 4 (4): e10770. doi: 10.2196 / 10770
  6. Cohen MS, Smith MK, Muessig KE, Hallett TB, Powers KA, Kashuba AD. O tratamento anti-retroviral do HIV-1 evita a transmissão do HIV-1: para onde vamos a partir daqui? The Lancet. 2013; 382 (9903): 1515-1524. doi: 10.1016 / s0140-6736 (13) 61998-4

Candidíase ou Sapinho. Cuidem-se bem mulheres!

Camndidíase ou sapinho! Eu tive muitas chateações com Candidíase. Bucal e peniana, ela também me fez entender como é chato ter

CandidíaseCandidíase é geralmente, causada por uma levedura chamada Candida albicans.  Certos germes normalmente vivem em nossos corpos. Isso inclui bactérias e fungos. Embora a maioria dos germes seja inofensiva, alguns podem causar infecções sob certas condições.

A candidíase ocorre em crianças e adultos quando as condições permitem o crescimento excessivo da candida albicans na boca.  Será que você ainda se lembra de vovó ou vovô te arreliando com “beijo da sapinho”?

Uma pequena quantidade desse fungo vive normalmente na boca. Na maioria das vezes, é controlada pelo sistema imunológico e outros germes que também vivem na boca. Quando o seu sistema imunológico está fraco ou quando bactérias normais morrem, á população do fungo pode crescer em número e  causar candidíase oral.

 

A candidíase oral também é comum em recém-nascidos porque o sistema imunológico ainda não está totalmente formado. Eles podem ter assaduras devido à Candida ao mesmo tempo.tornar-se um problema desagradável e incômodo.

Causas comuns da Candidíase ou Sapinho

Causas comuns da Candidíase ou Sapinho
A higiene bucal ajuda a prevenir candidíase. Clique na imagem! Abre em outra aba. Se você quer saber, eu tenho sofrido muito, muito, muito e muito, pois quando minha vida como pessoa com HIV começou, em nome de uma maior segurança biológica, eu removi boa parte de meus dentes. O acordo era fazer os implantes. Mas os beneméritos da casa de apoio jamais honraram sua palavra Clique na imagem e ela te levará para lá!

Embora Candida albicans seja a levedura mais comumente envolvida no sapinho, ela também pode ser causada por tipos semelhantes, como Candida glabrata ou Candida tropicalis. O risco de candidíase oral é aumentado por certas condições, medicamentos e tratamentos que enfraquecem o sistema imunológico ou perturbam o equilíbrio normal da saliva, bactérias e leveduras na boca.

Pontos principais na Candidíase Recorrente

  • candidíase (candidíase) é uma infecção comum por fungos, tratada com medicamentos antifúngicos.
  • Candidíase leve na boca é relativamente comum em pessoas com HIV.
  • Uma boa higiene bucal pode reduzir o risco de candidíase oral.

Bem, a Candida é um grupo de fungos comuns que vivem na pele e na boca. E sim, eles são normalmente controlados pelo sistema imunológico. 

No entanto, se o seu sistema imunológico estiver enfraquecido (isso não é sintoma de doença por HIV ou AIDS), a Candida pode crescer nas membranas mucosas (os revestimentos das passagens do corpo) ou em outras partes do corpo, causando sintomas conhecidos como candidíase, cândida ou candidíase.

Porém, pessoas HIV negativas podem desenvolver candidíase quando seus sistemas imunológicos são temporariamente deprimidos por fatores como estresse, tabagismo ou álcool ou condições médicas como diabetes

Antibióticos podem FACILITAR a proliferação a Candida

E assim, tenha em mente que se as pessoas estão tomando antibióticos podem, como será explicado no vídeo, ter episódios de candidíase recorrente, porque o antibiótico mata temporariamente algumas das bactérias inofensivas que habitam o corpo, e que combateriam a proliferação da cândida, criando um desequilíbrio que permite a Candida tomar seu lugar. 

Desta forma e também, o uso de um tipo de medicamento chamado corticosteroide inalatório (usado para tratar a asma e outras condições) pode ter o mesmo efeito. 

As mulheres, geralmente, apresentam candidíase na vagina, enquanto os homens a têm manifesta sob o prepúcio ou a cabeça do pênis, causando prurido, queimação e/ou dor. 

E observe que as mulheres correm maior risco de candidíase quando estão grávidas. 

E, ainda, veja você: A candidíase pode ser transmitida de mãe para bebê durante o trabalho de parto. Também é possível ter candidíase na boca (candidíase oral) ou na pele.

Mesmo sem Deficiência imunológica (AIDS)

Assim, a candidíase recorrente pode aparecer, entre as pessoas com HIV, na boca, e isso é relativamente comum, mesmo com uma relativamente alta contagem de células CD4 (acima de 500). 

As mulheres com HIV parecem ter candidíase vaginal com mais frequência do que as mulheres não portadoras de HIV.

Entretanto, a candidíase se torna mais comum com contagens mais baixas de células CD4 menores que 500 que, em tese, definiriam o “quadro de AIDS”.

A candidíase pode manifestar-se quando você contrai aftas se tiver um dos seguintes problemas:

  • Se uma pessoa está em tratamento,  recebendo quimioterapia ou medicamentos que enfraquecem o sistema imunológico a candidíase pode se tornar ativa!
  • Quando estamos tomando medicamentos esteroides, incluindo alguns inaladores para asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) a candidíase pode prosperar
  • Quando você  tem diabetes mellitus e o nível de glicose no sangue está alto, pois quando o açúcar no sangue está alto, parte do açúcar extra é encontrado na saliva e atua como alimento para a candida.
  • Além disso, quando você toma antibióticos, eles também, matam algumas das bactérias saudáveis ​​que impedem o crescimento excessivo de candida.

Candida também pode causar infecções por fungos na vagina. Amarílis, que foi revisor no blog, descobriu sua sorologia para HIV em razão de uma candidíase. Ela contou-me isso por telefone, creio que em 2001/2002, depois disso, em 2004, ela surpreendeu a todos e deixou-nos assustadíssimos. Saiba mais aqui, quando ela conta sobre a tal hora de contar.

Medicamentos e tratamentos podem dar azo à manifestação da candidíase

Os inaladores para asma e outras condições respiratórias também podem causar candidíase
Imagem de adege por Pixabay

Corticosteroides orais: quando tomados por um longo prazo para uma variedade de condições, esses medicamentos enfraquecem o sistema imunológico. Esteroides inalados os inalados são usados ​​para asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Eles podem aumentar o risco de sapinhos.

Quimioterapia e radioterapia: seu sistema imunológico fica enfraquecido enquanto você está sob quimioterapia ou faz radioterapia na cabeça e no pescoço.

 

 

A Imunossupressão não está intrinsecamente ligada à candidíase! E a Candidíase também não está intrinsecamente ligada à imunossupressão

Portanto, a imunossupressão não é fadada a representar Imunodeficiência Adquirida!

O Tratamento imunossupressor no transplante de órgãos: os pacientes são tratados para prevenir a rejeição após um transplante de órgãos e isso pode aumentar o risco de candidíase, portanto, passam a utilizarem-se de imunossupressores.

Antibióticos: os antibióticos normalmente matam as bactérias orais, mas não agem contra o fungo, portanto, recém-nascido corre maior risco se o bebê ou a mãe, se estiver amamentando, tomar antibióticos.

Medicamentos que reduzem a saliva: sua saliva contém anticorpos e outras substâncias que ajudam a prevenir o crescimento excessivo da levedura, portanto medicamentos que reduzem a saliva também aumentam o risco de candidíase.

Cuidados com a saúde

HIV ou AIDS:  A candidíase pode ser observada na infecção por HIV, mesmo quando alguém está sob terapia antirretroviral. A Candida pode crescer descontroladamente e tornar-se invasiva quando a contagem de CD4 é inferior a 200 células / mL em pessoas com AIDS. Quando eu me vi dentro da casa de apoio Brenda Lee foi inevitável! Eram muitas coisas a serem enfrentadas e, para mim, naquele momento, estar vivendo dentro de um foco de candidíase e de tuberculose era, como ainda me parece ser, muito melhor do que estar dormindo nas ruas!

Doenças imunológicas: outras doenças imunológicas também aumentam o risco de candidíase, incluindo câncer do sangue, como leucemia e linfoma.

Diabetes:  O açúcar elevado no sangue com diabetes aumenta o risco de candidíase.

Doença de longa duração: ter uma condição crônica pode enfraquecer o sistema imunológico e aumentar o risco de candidíase.

Condições orais: dentaduras que não se encaixam corretamente e danificam as membranas mucosas podem aumentar o risco. Ter uma doença que causa boca seca, como a síndrome de Sjogren, também é um fator de risco.

Gravidez e recém nascidos: o sistema imunológico da mãe é reduzido durante a gravidez e o sistema imunológico do bebê leva meses para ficar totalmente atualizado. Assim, um recém-nascido pode contrair cândida  durante o parto se a mãe tiver uma infecção vaginal por fungos ou adquiri-la após o nascimento. Frequentemente, o sapinho é apenas uma pequena irritação para o bebê. Diz isso quem não troca as fraldas! No entanto, a candidíase oral frequente deve sempre ser investigada em bebês para encontrar uma causa.

Fatores de risco do estilo de vida

Uma higiene oral deficiente aumenta o risco de candidíase. Escove os dentes duas vezes ao dia e limpe entre os dentes diariamente. Se você tiver dentaduras, certifique-se de limpá-las diariamente e escovar a língua e as gengivas.

Não negligencie seus check-ups dentários regulares.

Fumar tabaco perturba sua saúde bucal e aumenta o risco de candidíase oral, embora não estejam observados os porquês. Esta é mais uma razão de saúde para parar de fumar. Existem relatos anedóticos (mas não estudos clínicos) de que fumar cannabis também aumenta o risco de sapinhos.

Se você tem diabetes tipo 1, tipo 2 ou gestacional, é importante manter um bom controle do açúcar no sangue através de medicamentos e dieta alimentar.

Controle seu Diabetes, evite o excesso de açúcar

O aumento do açúcar no sangue aumenta o risco de candidíase oral porque a hiperglicemia deprime a função imunológica.

Se você usa um inalador de esteroide, pode reduzir o risco de candidíase enxaguando a boca e escovando os dentes após o uso do inalador. 

Se você usar um inalador  dosimétrico para esteroides, um espaçador – uma câmara colocada entre o inalador e a boca que permite respirar o medicamento de maneira mais eficaz, pode ajudar a prevenir ou aliviar os sintomas da candidíase. 

O espaçador ajuda a canalizar o tratamento para os pulmões e reduz a exposição na boca. No entanto, os inaladores de pó seco que não usam espaçador, e o pó não é eliminado tão facilmente escovando após o uso. Nesse caso, você pode usar um anti-séptico bucal à base de álcool,  para ajudar a enxaguar a boca.

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Como o sapinho é diagnosticado

Centros de Controle e Prevenção de Doenças. Candida Infecções na boca, garganta e esôfago.

  1. ças. Candida Infecções na boca, garganta e esôfago
Leitura Adicional

Estado Laico? E a Pressão Religiosa em DST/AIDS e Aborto?

Estado laico.

O texto que vou republicar agora não é, de fato, muito novo. Sem favoritismos escrevi este texto por volta de 2010, durante gestões anteriores e o coloco novamente em destaque mais uma vez porque, em verdade, entra administração, saí administração as moscas são sempre as mesmas.

E o coco também. O fato é que os hipócritas são sempre os mesmos, atirando quase sempre de dentro de um palanque blindado em direção à praça indefesa.

Se eu tivesse coragem… eu não tenho mesmo…

Gente, eu não prosseguirei com esta introdução.

Fica o dito pelo não dito, as moscas são, sim, as mesmas, durante o tempo todo

Estado Laico e persiguição religiosaA pressão religiosa, nas decisões sobre campanhas de prevenção a DST/AIDS e Aborto no Brasil

Como manobras políticas e soluções para cavar vagas em ministérios, CPIs e comissões federais, os partidos têm feito cada vez mais esforços para colocarem seus representantes entre os membros dessas áreas governamentais e seus representantes entre os membros dessas áreas governamentais.

Desta forma, cada vez mais interesses particulares têm influenciado nos rumos e objetivos das comissões de regulamentação, investigação e sugestão de melhorias e sugestão de melhorias, onde quem sai perdendo cada vez mais é a população.

O Estado Laico É Ignorado Sistematicamente Quando falamos de crises na política nacional e pensamos diretamente em corrupção.

Porém, um fato que tem cada vez mais impedido o avanço de melhorias significativas.

E, portanto, eu reforço: Significativas e importantíssimas no que tange à saúde pública.

E isso por conta da ausência da laicidade [O secularismo francês, laicismo ou laicidade é um princípio político que rejeita a influência da Igreja na esfera pública do Estado,[1] considerando que os assuntos religiosos devem pertencer somente à esfera privada do indivíduo.[2] Difere do anticlericalismo, na medida que o laicismo tolera a Igreja, assim como outras confissões religiosas, desde que cingidas à esfera privada dos cidadãos. No quadro da politização nacional são os líderes que colocam primeiro os interesses religiosos]. Fonte Wikipedia

Falhando, assim, com o avanço de benefícios à população.

A título de exemplo, podemos citar a bancada evangélica nacional, como a mais grave epidemia ideológica, dentro de um sistema que pretensamente se diz contrário ao “viés ideológico”.

Estado laico no Brasil? Quem pode crer nisso?
A frase infeliz

E, deste modo, hoje, como sempre, assolando o nosso atual sistema de saúde.

No entanto, resta dizer, para que a justiça seja feita, não são apenas os “neopentecostais“. Eu mesmo me vi literal e visceralmente corroído por “sistemas religiosos mais antigos”! Frase infeliz proferida por alguns políticos e até mesmo alguns religiosos em dias de diarreia verbal

 

 

Por questões litúrgicas como homofobia e contrariedade ao aborto, por exemplo.

E, também e não raro, vemos leis que podem tratar problemas sociais e reais a cada dia mais preocupantes no país, sendo barradas, mas não com embasamento sociais, mas, sim, com fundamentação sistematicamente ideológica.

O conceito religioso é uma conjunto ideológico e, não sendo eu contra religiões cito um texto apócrifo:

[penci_blockquote style=”style-3″ align=”right” author=”Morgana, a fada em Brumas de Avalon” font_weight=”bold” uppercase=”false”]Nada Tenho Contra O Cristo mas, sim, contra seus sacerdotes![/penci_blockquote]

É comum ver propostas sociais que têm seu avanço impedido por uma movimentação religiosa que argumenta contra a lógica de um estado laico, tal como o Brasil se propõe a ser.

A questão da AIDS

Especialmente na questão do Programa Nacional sobre conscientização, tratamento e/ou prevenção de DST/AIDS e Aborto, há muita pressão religiosa.

O grande problema aqui são os argumentos! Pois, a bem da verdade, dificilmente incluem análises orçamentárias ou logísticas, entrando apenas em méritos vagos como a criminalização da homossexualidade!E está dúvida é comum:

Sexo Oral Passa AIDS?

Esta dúvida, sobre sexo oral passar ou não passar HIV não é respondida em escolas. Pois Ninguém pega AIDS.

Felizmente a Pessoa ao Lado já foi substituída por uma muito mais luminosa. Uma espécie de Farol no nevoeiro, avisando sobre recifes!

Ou mesmo do sexo! E por ser apenas sexo!

E tais argumentos passam a surtir um efeito negativo no país:

Como resultado, o número de jovens gays infectados no país praticamente duplicou em dez anos.

Citando um dado antigo, de 2012, que me veio à memória agora eu reporto isso:

 

[penci_blockquote style=”style-3″ align=”right” author=”Secretaria Municipal de saúde do Município de São Paulo, com cálculos e arredondamentos gerados por ilações óbvias elaboradas por mim! Uma morte a cada oito horas, causadas por uma doença que pode ser evitada, ou controlada, se diagnosticada a tempo! ” font_weight=”400″ font_style=”italic” uppercase=”false” text_size=”23″]De dois mil a dois mil e onze, Onze mil pessoas vieram a falecer em decorrência de complicações originadas pela AIDS! Vale dizer que são, em média, 1.000 pessoas por ano, com uma média arredondada de 100 por mês, 3 por dia uma a cada oito horas! Isso é pouco?[/penci_blockquote]

Além disso, enquanto outros países avançam em discussões a temas relacionados ao aborto, por exemplo, o Brasil recua a passos largos perante qualquer menção que exista sobre o assunto.

A contradição do estado laico

A influência religiosa que vemos em campanhas de prevenção num estado que se diz laico é, no mínimo, contraditória.

E assim, a cada dia infeliz que se passa, novas figuras polêmicas ganham status de verdadeiras vozes da população religiosa.

Entregando mensagens contraditórias ao estado laico, preconceituosas e, muitas vezes, dignas de estados totalitários como a Alemanha, de Hitler ou a Coréia do Norte, de Kim Jong-Un.

Eu…. Eu prefiro o bom combate

Figuras como Marco Feliciano que, antes de político, se identifica como pastor, são extremamente nocivas em seus posicionamentos, por não abrirem possibilidades para argumentações!

Uma vez que todas as suas polêmicas e preconceituosas opiniões são legitimadas com base em crenças religiosas e senso comum.

A ideia (estúpida) é que, ao tratar DST’s, por exemplo, incentivaremos a prática de sexo antes do casamento. Nunca vi isso e a verdade deste estupro cotidiano desta criança se tornou um estupro público dela e de todas as outras vítimas.

Religiosos que condenam aborto e pedem pena de morte chega a me confundem. Mesmo porque esta massa de “moralistas” raz a moça de um rincão onde só Deus sabe que tem gente e traz para cá. Faz dela escrava doméstica  e abusa dela 24 horas por dia. Em algum raro momento de lazer a moça, muitas vezes com 16 ou 17 anos faz uma coisa equivocada, se expõem a uma DST  e engravida. 

Depois, por conta disso é sumariamente despedida, tocada para fora de casa e, assim, eles que condenam o aborto, discriminam a mãe solteira que, sem rumo, quando dá alguma sorte, consegue um lugar para ficar. Muitas delas, eu vi, chegarem na noite menores e grávidas e tudo que se podia fazer por elas era dar-lhes onde viver até completarem a maioridade. A decisão, diziam os mentores de tudo aquilo, teria de ser dela.

Mas eu vi quantas opções diferentes do lenocínio elas NÃO TINHAM.

Tudo por conta deste fundamentalismo religioso hipócrita que nada mais é do que uma daquelas malditas engrenagens que g

As DST/AIDS, problema de países ainda menos desenvolvidos que o Brasil, passa a ser vista como era há 30 anos:

  • uma doença de homossexuais, que só pode ser adquirida por relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo.

Preconceito Institucional

E este é, sim, um verdadeiro retrocesso para um país que deveria estar livre de pressões bíblicas. Pressões que subjugam as necessidades das pessoas.

Sem embargo, enquanto prosperar a política da troca de cargos por votos e, sobretudo, a influência religiosa na vida do Congresso Nacional.

Organismo importantíssimo, que deveria cuidar do interesse de todos.

Sem, jamais e de forma alguma, se deixar dominar por pressões religiosas em questões tão sensíveis como DST/AIDS e Aborto.

E temo por um horizonte sombrio, com uma eventual crise humanitária, perfeitamente evitável!

Esta pressão religiosa, sem Viés Ideológicos, ouso dizer, só trará retrocessos, sofrimento, morte e nem quero pensar mais nisso

Vida Com AIDS:

Trinta Por Cento dos Trabalhadores no Brasil se recusariam trabalhar ao lado de uma pessoa com HIV

E o chato sou eu!

Cláudio Santos de Souza

Morte Social e AIDS 1/3 dos brasileiros se recusam a trabalhar com soropositivos

Morte social inexistente? Bem, 1/3 dos brasileiros se recusam a trabalhar ao lado de pessoas vivendo com HIV ou AIDS, preferindo mesmo perder seus empregos!

Morte Social e AIDS: Trabalhadores brasileiros não aceitam trabalhar com soropositivos

Discriminação, morte social e preconceito
Imagem de Виктория Бородинова por Pixabay

Pois bem, a média de pessoas que se recusam a trabalhar com HIV positivos é, de 20% no mundo conforme pesquisa da ONU mostra.

Este levantamento feito pelo UNAIDS, há sete anos, e indicava que quase 30% dos brasileiros se recusariam a trabalhar ao lado de pessoas portadoras do HIV, o vírus causador da AIDS,

Gerando, assim, o inegável: A Morte Social.

Este estudo foi realizado em mais de vinte países.

AIDS foi tema de um encontro que começou em um domingo, na Áustria onde se deu a 18.ª Conferência Internacional da ONU sobre a AIDS e reuniu, por cinco dias, cientistas, políticos, religiosos, voluntários e artistas para discutir sobre uma doença que já tirou mais de 30 milhões de vidas.

E que, em 2008, infelizmente, havia atingindo um número superior a trinta e três milhões de pessoas, seres humanos, conforme informou a ONU.

 

A morte Social Tem causa e consequências

E é bem por isso,  “em virtude” da discriminação aos portadores do vírus causador da AIDS, a Síndrome da

Preconceito, discriminação e morte social
Imagem de Wolfgang Eckert por Pixabay

Pois, a Imunodeficiência Adquirida, que não se transmite pelo contato social no ambiente de trabalho. Portanto, o governo Dilma Rousseff brasileiro proibiu, no fim do mês de  maio de 2010, que as empresas do nosso país tão varonil de exigirem o exame de detecção do HIV de seus trabalhadores, no processo de contratação.

Entretanto, teria restado outra brecha legal, mas no mesmo processo legislativo foi determinado que empregadores não possam, também, testar profissionais que já fazem parte do quadro de empregados de quaisquer empresas.

Pessoas Assim

O relatório da ainda esclarece que, dentre os entrevistados em todo o mundo, 61,2% aceitariam trabalhar lado a lado com pessoas infectadas com o vírus da AIDS, enquanto 20,1% preferem não dividir o mesmo espaço de trabalho em hipótese alguma.

Entretanto, aqui no Brasil, o preconceito é ainda mais acachapante:

Mais de cinquenta por centos dos entrevistados dizem que sim, eles trabalhariam ao lado de pessoas com HIV.

Veja que quase trinta por cento dos se negariam a fazer isso de qualquer maneira. Pois, prefeririam, segundo eles, perder seus empregos!

Morte Social e AIDS. No Planeta Apenas Seis países Tem Índices maiores de discriminação do que estes do Brasil!

Em meio aos países que participaram do levantamento feito pela UNAIDS, a preconceito só é mais impactante do que no Brasil em países como Letônia, indonésia, China, França (!) Egito e Letônia.

Por outro lado, entre os outros dezenove 19 países, como:

  • Índia,
  • Jamaica,
  • México,
  • Japão,
  • os Estados Unidos,
  • Rússia (!) e África do Sul, o preconceito tem sido muito menor do que no Brasil.

Segundo o relatório da UNAIDS, a AIDS ainda é considerada um dos problemas mais importantes do mundo.

– A aceitação das pessoas que vivem com HIV é maior nos países da África Subsaariana e Caribe!

E notem que, surpreendentemente, oitenta porcento dos entrevistados pessoas demonstraram e demonstram atitudes positivas!

A pesquisa em torno do tema morte social e AIDS foi feita pela Zogbi!

Assim, a pesquisa, que foi realizada em parceria com a Zogby International, entrevistou-se 11.820 mil pessoas!

As entrevistas foram feitas através da internet entre 30 de março e 27 de abril de 2010.

Portanto, embora pareça pouco, no Brasil, foram 804 entrevistas, e isso desenha com tintas cinzentas o nosso perfil social!

Apesar dessa resistência ao compartilhamento de atividades no local de trabalho, o Brasil mostrou-se um dos países mais avessos às restrições de viagens contra portadores do HIV. Um evidente contra-senso!

Medidas que impedem as pessoas infectadas de entrarem nos países.

Por outro lado, menos 75% dos brasileiros entrevistados não concordam com esse tipo de limitação – na China, 61% dos consultados aprovam a medida.

Brasileiros são contra restrições em viagens, mas não trabalhariam juntos.

E eu não entendo!

Morte Social e AIDS Só Pessoas Sem visão, do problema em si e da vida, não reconhecem A relação

Nota do editor. É UM CONTRASEMSO POIS, SEM TRABALHO, ESTAS PESSOAS, VIVENDO COM hiv E DESEMPREGADAS consegue emprego não consegue RIAM ter recursos para sair do país, EXCETO DE JEEP, INDO PARA A PATAGÔNIA… <3

 

O relatório da ONU diz que brasileiros estão divididos quanto a capacidade do(s) governo(s) em enfrenta a AIDS. Segundo o levantamento, metade dos entrevistados creem que o país sabe combater a doença, e um pouco menos da metade, cerca de 40% afirma que o Brasil não enfrenta o problema como deveria enfrentar.

Para os brasileiros, o que impede um trabalho mais efetivo de combate à doença é, em primeiro lugar, a disponibilidade de recursos, seguida pelo preconceito contra os portadores e pela quantidade de serviços de saúde.

O resultado disso é que um quarto (25%) dos brasileiros afirmam que estão sujeitos a se infectar com o vírus. Nos Estados Unidos e na África do Sul, essa taxa está em torno de 5% e 14%, respectivamente.

No dia da entrega do Troféu Top Blog, primeiro colocado no ranking pelo júri acadêmico

 

A Morte Social e a AIDS em _Minha Vida_

Eu, Cláudio Souza, passei num processo seletivo de duas etapas numa destas empresas de terceirização de mão de obra.

Passei e tinha fui contratado para trabalhar naquela que seria a preferida da terceirizada.

Eu entreguei  todos os documentos para registro e me disseram para aguardar por até quinze dias para iniciar treinamento.

A Vaga Fechada

Sem entrar em muitos detalhes eu fui lá no 17.º dia para descobrir que minha vaga fora fechada. Da forma como fui pego, totalmente despreparado para aquela situação, acabei devolvendo os documentos que provavam a contratação.

Entre eles um em que haviam dados preencher para a abertura de uma conta salário.

Assim, perdi o único documento que me permitiria provar algo contra eles.

E que também poderia ser escaneado e posto aqui como prova que a empresa que eu nomearia aqui, de ter me discriminado por descobrir, por meios inconfessáveis, que eu sou uma PVHA

Tudo isso apesar e a então presidente eleita Dilma Rousseff ter instituído uma lei que torna CRIME qualquer ato de discriminação à pessoa vivendo com HIV ou AIDS. Clique aqui para saber mais.

Me diga, por favor. O amor imuniza?

Testes de carga viral do HIV or que os fazer?

Testes de carga viral do HIV e contagem de CD4 são feitos pouco antes você começar seu tratamento

Carga viral se você estiver em tratamento com HIV

Sua carga viral deve começar a diminuir assim que você iniciar o tratamento. Tomar o tratamento da maneira correta, todos os dias, oferece a melhor chance de trabalhar.

Se você está tendo dificuldades para tomar seu tratamento. E é importante conversar com seu médico ou outro profissional da mesma equipe!

O seu médico verificará a sua carga viral dentro de um mês após o início do tratamento.

Se tudo estiver bem, novamente aos três e seis meses após o início do tratamento.

Se a carga viral cair após quatro semanas após o início da TARV.

Isso indica que é possível chegar ao ponto de estar com sua carga viral indetectável.

Eu, Cláudio, nunca tive estas dificuldades. Uma disciplina espartana em minha vida, já viajei 180 quilômetros ida e volta para buscar medicamentos!

Alcançar a carga viral com esta primeira combinação de medicamentos anti-HIV nos garante um tiro longo em termos terápicos. 

Eu fiquei durante 12 anos com um só esquema.

Quando foi alterado, aconteceu pura e simplesmente para um maior conforto. E observe:

Se por algum motivo eu tivesse problemas com esta terapia antirretroviral, eu poderia retornar ao esquema anterior.

Há vida com HIV. Mas isso não é um passeio à praça!

É importante que você entenda duas coisas:

Carga Viral indetectável não é cura! Abrirá em outra aba

E o seu teste de HIV não dará não reagente depois de seu exame estar indetectável! Seu teste busca por anticorpos

E eu acho interessante você pensar nisso, meu ilustre leitor:

Eu tive uma grande amiga. Amarílis. Ela contou-me ter aberto o casamento, dizendo isso, conforme ela me contou:

— ”Me escute”: eu não sou tonta. Sei como são os homens e tudo o que te peço é que quando você estiver com outra pessoa em algum lugar, proteja-se. Não traga o HIV para nossas vidas”

 

E o Mané não deu conta de fazer o simples. Amarílis perdeu a vida em 2003/2004, por conta de complicações com um Linfoma não-Hodgkins.

E ficamos todos nós assustados e aturdidos.

A carga viral dela estava indetectável!

Foi uma grande amiga e tratou-me com uma dignidade ímpar quando tentei tirar minha própria vida em 2002. 

O caminho para mim não foi esta bela pista com piso de concreto.

Assim:

O objetivo do tratamento do HIV é uma carga viral indetectável. 

Tudo estará bem se sua carga viral tiver caído para níveis indetectáveis ​​entre três a seis meses. Se isso não acontecer, seu médico conversará com você sobre possíveis razões para isso e discutirá o que fazer em seguida.

Teste de Carga Viral Indetectável é seu graal

Depois de ter uma carga viral indetectável, sua carga viral será monitorada a cada três a quatro meses.

Se você tiver uma carga viral indetectável por algum tempo e estiver se saindo bem com o tratamento, seu médico poderá oferecer a opção de medir sua carga viral a cada seis meses ou a cada ano.
Todos os testes de carga viral têm um ponto de corte abaixo do qual eles não podem detectar com segurança o HIV. Isso é chamado limite de detecção. Quando sua carga viral está abaixo do nível do teste específico que está sendo usado, é considerado indetectável.
Mas se você fizer um teste com uma maior sensibilidade, a depender deste nível, a carga viral pode não ser indetectável.

Eu me sentiria muito desconfortável em meio a este paradoxo e é bem deste paradoxo que nascem meus cuidados e advertências espalhados em quase todos os posts que falam em “I = I”!

A Acuidade do Teste e o Indetectável é igual a Não Transmissor

Se a Carga viral está indetectável em 40, como é no Brasil e 26 em um exame de maior acuidade, onde reside a segurança?

Os testes mais comuns podem ter um limite inferior de detecção de 20 40 ou 50 cópias / ml. Em alguns países, o limite inferior de detecção do teste pode ser de 200 cópias/ml.

Na pesquisa que mostrou que “indetectável = intransmissível”, o limiar utilizado foi de 200 cópias / ml. Se você manteve uma carga viral abaixo de 50 cópias / ml por pelo menos seis meses e continua a ter uma boa adesão, não há risco de transmitir o HIV a um parceiro sexual.

A maneira como os resultados dos testes são relatados pode variar. Os testes de carga viralpodem oferecer resultados como “<20”, “<50”,  “não detectável”, “não detectado” (ND), “alvo não detectado” (TND), “abaixo do limite de detecção” ou “zero”. E pode não ser zero e sim. 

Você pode contaminar uma pessoa. A camisinha evita isso e muitas outras coisas. A sífilis, por exemplo

Escondido, não fugido. Ele está lá, à espreita

Paser do nível de HIV ser tão baixo para ser medido, o HIV não do seu corpo.

Ainda pode estar presente no sangue, mas em quantidades muito baixas para serem medidas. Os testes de carga viral medem apenas os níveis de HIV no sangue, que podem ser diferentes da carga viral em outras partes do corpo, por exemplo, nos fluidos genitais, no intestino ou nos gânglios linfáticos.

😤😡Este trecho do texto que fala de potenciais diferenças entre a carga viral no sangue e nos fluidos genitais faz com que eu classifique a declaração de cientistas sobre carga viral indetectável igual a intransmissível como temerária! Com o perdão de Temer 😡😤

Por que é bom ter uma carga viral indetectável

Ter uma carga viral indetectável é importante por várias razões. Primeiro de tudo, porque seu sistema imunológico é capaz de se recuperar e se fortalecer, significa que você tem um risco muito baixo de adoecer por causa do HIV. 

Também reduz o risco de desenvolver outras doenças graves. Existem evidências de que a presença do HIV (especialmente uma carga viral mais alta) pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares (doenças como doenças cardíacas e derrames).

Em segundo lugar, ter uma carga viral indetectável significa que o risco de o HIV se tornar resistente aos medicamentos anti-HIV que você está tomando é pequeno.

E por isso mesmo você precisa tomar sua medicação “daquele jeito”.

Finalmente, ter uma carga viral indetectável significa que você não talvez você possa não ser transmissor do HIV durante o sexo.

Uma voz na multidão: a diferença entre o otimista e o pessimista é o nível exponencialmente mais de conhecimento.

E é muito, muito, muito, mas muito triste conhecer meus heróis E me felicita saber que cada pessoa que eu vejo e entendo como razoável Concorda comigo. Viver com a carga viral indetectável e não usar preservativo pode trazer consequências ruins.

De mais a mais, É uma responsabilidade muito alta para se assumir. Já pensou nisso?

Nada obstante, embora considere está uma afirmação inadequada , com a qual não compactuo.

Para mim, está é uma zona bem borrada, defendo, hoje, amanhã, o seu direito de esposar e propagar estes Entretanto, contanto, contudo, todavia, reservo a mim o direito de expressar minhas dúvidas e temores com a mesma energia, indo além da morte, se preciso o for!

Carga viral detectável se você estiver em tratamento contra o HIV

Chegando a níveis indetectáveis ​​dentro de três a seis meses ao seu médico conversará com você sobre o seu tratamento atual.

Eles podem fazer algumas perguntas detalhadas sobre como e quando você toma seus medicamentos anti-HIV.

E se você tomou outros medicamentos – incluindo medicamentos prescritos, vendidos sem receita, fitoterápicos ou recreativos concomitantemente.

Isso ocorre porque a falta de tratamento regular ou a interação com outros medicamentos podem fazer com que os níveis de medicamentos anti-HIV em seu corpo sejam muito baixos para o trabalho.

Um breve olhar para a genotipagem.

Você pode fazer um exame de sangue para verificar o nível de medicamentos anti-HIV no seu sangue e verificar se o seu HIV desenvolveu resistência a algum medicamento. para isso se faz uma genotipagem.

Para que serve o exame de genotipagem?

O que é a genotipagem para HIV e para que serve? “A genotipagem é um exame que informa o código genético do vírus. Então é possível comparar o genoma com que a pessoa está infectada com o que se considera ‘selvagem’, ou seja, que não tem mutações que resistam aos antirretrovirais.13 de jun. de 2016

– Fonte Genotipagem do HIV: Para que serve? – Viva Cazuza

Pode Ser Sinal da Necessidade de Mudança na TARV

Então eles discutirão as opções com você. Isso pode envolver a mudança de seus medicamentos anti-HIV para encontrar uma combinação que funcione para você.

Ter uma carga viral detectável durante o tratamento do HIV pode significar que o seu HIV pode se tornar resistente não apenas aos medicamentos anti-HIV que você está tomando, mas também a outros medicamentos anti-HIV semelhantes.

https://soropositivo.org/2020/07/12/hiv-e-linfonodos-e-ganglios-linfaticos-e-hiv/

Tantas coisas provocam “ínguas”, gânglios aumentados ou dolorido, os assim chamados linfonodos reacionais“.

Se você estiver tomando tratamento para o HIV e tiver uma carga viral indetectável e fizer um teste que mostre uma carga viral detectável, precisará fazer outro teste para confirmar o resultado. Pode ser apenas o que é chamado de carga viral ‘blip’.

Se testes posteriores ainda mostrarem que sua carga viral se tornou detectável novamente, você provavelmente precisará alterar seu tratamento para o HIV. O seu médico discutirá suas opções com você.

Blipe Viral – “O pulinho do sismógrafo”!

“Blipes” virais

Pessoas com carga viral indetectável às vezes experimentam o que é chamado de ‘blipe’ em sua carga viral. Sua carga viral aumenta de indetectável para um nível baixo, mas detectável antes de se tornar indetectável novamente no próximo teste.

Os blips de carga viral não mostram necessariamente que o seu tratamento para o HIV não está mais funcionando. Existem várias teorias sobre os motivos dos blipes. Isso inclui variações nos processos laboratoriais ou infecção como resfriado ou gripe.

Se a sua carga viral permanecer acima do detectável em dois testes consecutivos, ou possivelmente se você tiver blipes bastante frequentes, o seu médico discutirá as possíveis causas e se você precisa alterar o seu tratamento.

Carga viral e transmissão sexual do HIV

Se você tem uma carga viral alta no sangue, também pode ter uma carga viral alta em outros fluidos corporais, incluindo o sêmen ou o fluido vaginal. Nas primeiras semanas após a contração do HIV, a carga viral é geralmente extremamente alta. Pessoas com altas cargas virais são mais infecciosas e podem transmitir o HIV mais facilmente. Por outro lado, se o HIV no seu sangue é indetectável, é provável (…) que seja indetectável no seu sêmen, fluido da vagina ou reto também.

Ter uma carga viral indetectável significa que você não transmitirá o HIV durante o sexo.

Em 2011, um grande estudo científico descobriu que o tratamento do HIV reduz em 96% o risco de transmissão do HIV para um parceiro heterossexual comum. A única razão pela qual não foi de 100% é que uma pessoa no estudo adquiriu o HIV, mas isso aconteceu apenas alguns dias antes ou depois que o parceiro iniciou o tratamento.

Que bela frase. É mencionar o futuro do pretérito como certeza!

Eu caminhei tanto neste labirinto de hipóteses que aprendi a permanecer-me a manter-me à distância dele. É um campo minado e cada mina vencida pode te levar a estar frente a frente com um vidro transparente. Uma passinho para trás por favor!

Estudos Partner

Os resultados finais dos estudos PARTNER 1 e PARTNER 2 foram anunciados em 2016 e 2018, respectivamente. Entre os dois, eles recrutaram 972 casais gays e 516 casais heterossexuais, nos quais um parceiro tinha HIV e o outro não. Ao longo do estudo, os casais gays tiveram 77.000 atos de sexo penetrante sem preservativo e os casais heterossexuais 36.000 atos. 

Os estudos do PARTNER não encontraram uma única transmissão do HIV de um parceiro HIV positivo que apresentava carga viral indetectável (abaixo de 200 cópias / ml).

Em 2017, um estudo semelhante exclusivamente de 343 casais gays, Opposites Attract, também não encontrou transmissões de parceiros com carga viral indetectável em 17.000 atos de sexo anal sem preservativo.

Muitas pessoas com HIV chega a este ponto de não ser infecciosas e o alívio associado à ansiedade sobre a transmissão como benefícios muito importantes do tratamento do HIV. Você pode considerar sua carga viral e sua provável infecciosidade ao pensar em sexo seguro.

Preservativos

Se você deseja parar de usar preservativos, é importante aguardar seis meses após o seu primeiro teste de carga viral indetectável, para garantir que o tratamento esteja funcionando. Também é importante discutir esse assunto com cuidado com seus parceiros e garantir que eles também se sintam à vontade com a decisão. Explicar o que significa uma carga viral indetectável pode reduzir a ansiedade dos parceiros HIV negativos sobre a transmissão do HIV, mas essas informações podem ser novas para eles. 

O texto prossegue depois da chamada

https://soropositivo.org/2019/06/10/antirretrovirais-o-que-e-o-abacavir/

Embora o tratamento do HIV e uma carga viral indetectável protejam seus parceiros do seu HIV, eles não os protegem ou você de outras infecções sexualmente transmissíveis (DSTs). Além disso, em alguns países, o sexo sem preservativo e sem revelar seu status de HIV é uma ofensa criminal, independentemente da probabilidade de transmissão do HIV. Se você estiver usando o tratamento do HIV para impedir a transmissão sexual, o assim chamado TasP (Treatment as Prevention – Tratamento como Prevenção recomenda-se que ele seja verificado com mais frequência (a cada três a quatro meses) do que poderia ser o caso. Isso é para verificar se sua carga viral ainda é indetectável.

Analisando CD4 e carga viral juntos

Se você não está atualmente em tratamento com HIV, analisar sua carga viral e contagem de células CD4 pode ajudar a prever o risco de adoecer por causa do HIV no futuro. Embora a contagem de células CD4 seja o principal indicador utilizado pelo seu médico para ajudar a monitorar a saúde do seu sistema imunológico, o teste de carga viral também pode fornecer informações importantes.

Segue após a chamada da matéria abaixo.

CD4

Entre as pessoas com a mesma contagem de células CD4, a pesquisa mostrou que aqueles com maior carga viral tendem a desenvolver sintomas e desenvolver doenças oportunistas mais rapidamente do que aqueles com menor carga viral.

Além disso, entre as pessoas com a mesma carga viral, aquelas com menor número de células CD4 tendem a adoecer mais rapidamente.

A Contagem de Células CD4 é muito importante dentro deste contexto

Links Internos Neste Texto

  • Mais sobre a importância de testar sua carga viral! Quando nossa carga viral é avaliada, médicos e você sabem melhor se o tratamento estiver dando bons resultados ou não. É preciso disciplina para manter o tratamento, e há muitos Apps que possam te ajudar nisso. Eu uso o MedSafe. Não estabeleço um link, pois considerei melhor assim.
  • Pois, testando  a contagem de CD4 em sua corrente sanguínea saberemos o quão suscetível a outras inconveniências você pode evitar com uma simples quimioprofilaxia.

Falar disso a respeito de sua carga viral é, sempre, muito importante:

E quanto mais cedo você se testar, melhores chances terá de não desenvolver AIDS! Embora uma pessoa tida e havida como pessoa com AIDS (eu, por exemplo) sempre será possível viver uma vida longa com AIDS! Ter uma vida longa com AIDS é bem mais possível do que ser mais um, o décimo oitavo, por exemplo, do que ser mais um entre aqueles que driblaram o HIV! 

https://soropositivo.org/2019/05/20/infeccoes-oportunistas-ois-e-importante-saber-2/

Esta página foi revisada em maio de 2017. Ela deve ser atualizada em maio de 2020. – A revisão do autor, Roger Pebody ainda não foi apresentada.

 

 

Soropositivo.Org – 20 anos em 1º de Agosto de 2020

Soropositivo.Org! 20 Anos

Soropositivo.org, o Blog de uim soropositivo, top blog 2013/2014
Já caí inúmeras vezes, achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais. No entanto, estou aqui, caminhando

Sim, hoje, 1.º de agosto de 2020 o blog, que nasceu site, completou vinte anos, rumo aos 30. Sim, eu tenho HIV ou AIDS, como queira, e planejo continuar para longo prazo ou não seria quem sou, a pessoa que não sabe desistir. Nunca soube desistir.

Já estive “derrotado e vencido”, mas não aceitei e recomecei.

Este cair, levantar e cair e levantar, quase que perpétuo é, provavelmente, a força motriz do blog, que nasceu site e tem uma bonita história de realizações que eu não posso demonstrar, ou elas terão deixado de ser o que são. Amigos e amigas de verdade estão me dizendo, aqui pelo “ZAP”, coisas que eu não esperava “ouvir” ou ler..

Eu tenho alguns números para apresentar, com relação ao blog.

Vejamos

No primeiro mês eu fui surpreendido com este número de visitantes; eu não sabia, mas era meu o único site Não! Não mesmo! Não é todo santo dia que um blog completa 20 anos de existência. Em especial quando ele nasce site, em um tempo que blogs não existiam. Nem do Google e nem do WordPress.com. Era meu o site que existia e a braslink o hospedou gratuitamente por quase 5 anos!

Como eu não tinha “concorrentes” e procurava fazer o melhor que podia, ranqueava acima da 

 

Eu tive de mover ainda o site, em Joomla, e creio que você talvez, e apenas talvez, possa entender isso, para o sistema WordPress. Nossa renda estava prestes a cair e eu tive de reformular as coisas e, com sinceridade, eu devia ter feito isso quase 10 anos antes!

Bem, o que está feito; está feito. E é imutável!

O que sempre direi aqui é que “Há vida com HIV!” E provado está! Não é mesmo!?

Um dia por vez! Eu gostaria de poder comprovar algumas coisas, mas em 2012 eu tive meu site hackeado e destruído até a raiz.

O blog não desapareceu porque, paranoia entre as paranoias, eu tinha sempre 8 cópias dele em meu computador! Mas eu juro a vocês que eu tinha um pouco mais de doze milhões de visualizações de páginas em 2012!

Paciência – O cara que “Bloga” há 20 anos deve ter isso né?

 

Sempre foi difícil entender os porquês da pouca interatividade digital. O fato claro é que eu sou um ogro. Simples assim:

Eu e meu pântano!

Quando mudei meu blog para o WordPress.com também recebi de uma empresa, a Gtranslate a tecnologia para ter o blog apresentado de 101 idiomas por um preço bastante justo, algo que só posso agradecer! Sim. Eu e os visitantes deste planeta. Onde houver cor diferente de branco há visitantes. Infelizmente eu ainda não alcancei a Groenlândia. É uma questão de tempo e paciência. Sempre isso! E foi a “paciência do tempo” que me ensinou que só Tempo e Paciência resolvem determinadas querelas!

Onde estiver azul ou vermelho há tráfego neste blog

Soropositivo.Org

 

Todos estes visitantes recebem o conteúdo em seu próprio idioma. O WordPress não é comunista!

Russo: https://soropositivo.org/ru/

Inglês https://soropositivo.org/en

Italiano https://soropositivo.org/it/

Acabei por desmontar algumas configurações, considerando baixa procura e volume de pessoas inconvenientes.

Eu tenho uma imensa dívida de gratidão para com o público que me lê, que decidiu acreditar em mim, em meu trabalho! Sei, e sei bem, que é o melhor trabalho no âmbito, mas é tudo o que tive para oferecer por vinte anos! 

E é o que pretendo fazer por pelo menos mais dez anos! Mas é como eu digo, e digo sempre:

*Tudo é como Deus deseja!*

Se eu digo isso com todo o meu entendimento e coração, certamente também não sou comunista. Mas desejo Justiça social para todos e JUSTIÇA pra quem debocha da dor alheia. Eu não sou despesa para este país. Eu tiro de meus pouquíssimos, pífios e periódica e assustadoramente incertos “benefícios previdenciários”.

Ainda há trabalho a ser feito e, creio, teremos sempre muito a fazer no que tange a esta luta.

E dizer tal coisa é bem mais fácil de dizer que agir! Eu só consigo pensar nisso como uma forma diária de pedir a Deus, por mais um dia! Eu aprendi, depois de duas embolias pulmonares que estar vivo, no mundo material, ou morto, é uma questão de milésimos de segundo! A ticking bom in my chest. Uma bomba relógio em meu peito.

Este é o momento em que meu blog está, em face á otimização de conteúdo, layout e normas técnicas que aprendi em vários cursos.

Há muito a ser feito. E mesmo está página está inacabada.

Mas eu acabei de comentar com uma figurinha, na verdade, uma figuraça, que se continuar me permitindo desviar do trabalho, eu só veria isso pronto quando completasse 30 anos de blog. 

Sabe, algumas pessoas se dão à gentileza de “finalmente me procurar” contam-me: “Acompanho você desde os tempos do iogurte” (o finado Orkut).

 

Estou te seguindo desde 2012, eu não te procurei por medo

Minha mãe morreu “assim”. Desde então estou acompanhando seu trabalho ele é l…

Meu pai é médico chamou minha atenção para o HIV/AIDS, me mostrou seu blog e disse que eu posso confiar

Você é meio ogro, e isso me deu medo. Não pude mais…

Eu não tinha nada ate dizer, você é jogo duro!!!

 

 

MEDO!!!??????? Como ousas ter medo de mim?

ONDE JÁ SE VIU?!!

Medo

Aqui eu volto a falar do Beto Volpe! O Highlander!

“A infecção pelo HIV me proporcionou a oportunidade de reescrever minha história, de mudar meus caminhos, de ser melhor. Se hoje consigo dormir tranquilo é porque o faço com orgulho do dia que tive e das atitudes que tomei. Pode parecer estranho, mas se houver um porteiro no céu e ele perguntar qual a melhor coisa que me aconteceu em vida, não hesitarei em responder que foi ter me infectado com o HIV. Apesar de todas as dificuldades e de todas as perdas, foi o vírus que me tirou da mediocridade em que vivia e deu sentido à minha vida.” Você terá de fazer um pagamento no paypal, no botão um pouco abaixo. O PayPal é uma empresa com quase 40 anos de atividade, nunca ligada a um caso de fraude ou escãnda-los. Eles são a melhor opção

Já faz algum tempo que ele tem, voluntariamente atendendo- as pessoas que chegam ao blog através do WhatsApp.

Como se isso pudesse ser pouco, ele deu-me o livro dele, a versão digital, do Morte e Vida Positiva, para vender.

Eu não posso abusar disso, e também não posso desvalorizar. É por demais importante.

Desta forma, depois de pesquisar e ver o livro à venda nas livrarias por um preço médio de R$ 45,00 estou colocando-o aqui por R$ 35,00 para dois (2) downlods em um ano.

 

Porque a ideia é bem esta. Estar aqui por pelo menos mais dez anos.

O blog me trouxe coisas ruins? Sim, é verdade. A primeira pessoa com quem eu segurei a peteca até o dia do exame dos resultados me bloqueou, no Microsoft Messenger, na manhã seguinte ao não reagente.

Por isso, eu chorei. Eu tenho este mau costume. O de chorar. Mas, creio, é melhor que enfartar.

Até porque, de enfarto, eu já perdi um amigo. E isso ainda dói!

Na súmula das súmulas, o blog é, quase com que total certeza, a minha maior realização.

Conheça um pouco da vida deste gigante

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A História de Soropositivo.Org O Blog

 

Eu me recordo do dia em que li este texto, vinte anos atrás. E vejam bem, eu teria de estar louco para tentar traçar um paralelo entre mim e Mandela. O que digo e que chorei quando li este texto, e sempre choro no trecho em verde do texto.

Leiam, por favor

Discurso de Nelson Mandela

Há Vida com HIV

Adultos Com HIV: Vida mais longa! Porém Complicada!

 

Tenho HIV? Eu estou com o HIV? O que preciso saber?

Tenho HIV? Eu estou com o HIV? O que preciso saber?

O que e isso?

Quando fiz estas perguntas eu tinha acabado de me dar conta disso, de que “tinha AIDS”.

Toda a minha ignorância me trouxe medo e desesperanças, eu perdido o jogo antes da primeira jogada!

E não era bem um tempo de HIV de mãos dadas com a esperança. A verdade é que não recordo por onde andei e como cheguei ao CRT-A, na Rua Antônio Carlos.

A minha primeira tempestade, os primeiros momentos da grande borrasca estão em outro post.

O fato é que muito, muito tempo se passou até eu entender que sim, há vida…. Naqueles dias era bem diferente e, de verdade, havia, sim, muita vida. Mas ela estava ali, sozinha, indefesa, sem a preciosa proteção de nossos valorosos e valiosos CD4‘s!

Bem, você não deveria pensar nisso como alguém que reage, e especialmente que reage mal quando ouve o que não gosta. Sobretudo, entenda que ter HIV não significa “ter AIDS”!

Ter HIV, e mesmo AIDS se você for esperta, pode gerar vida longa!

A AIDS é um estágio grave que se desenvolve depois de muitos anos de vida com HIV sem tratamentos adequados.

Se Você descobre que tem HIV prematuramente Seu tratamento Pode ter Melhores resultados

Ter HIV e ser diagnosticado rapidamente é muito importante. Mas observe a questão da janela imunológica.

Sorologia reagente para HIV é, na minha forma de ver as coisas, quase como que “elitizar”, ou até mesmo eufemizar o que não precisa ser “plasticamente reajustado”.

Quando eu me descobri portador de HIV, soropositivo, depois da primeira tempestade. Depois houve, sim, umas outras tantas, e esta foi a de maior terror, afinal, disseram-me que eu morreria em seis meses! Seis meses!

E, ao que me parece…. Bem, eu percebi que, depois de ter ultrapassado esta data profética, eu precisava compartilhar com as pessoas a minha condição. Salvo algum engano, sou um ser humano.

Talvez um “Pink Skin”. E eu comecei a, sem nenhuma razão aparente, dizer que tenho HIV.

E hoje eu fico meio que confuso.

Eu Tenho HIV?

Ou o HIV me tem?

Cabe a você decidir!

O HIV tem esta propriedade eloquente! Te exibir o coração de seus “amigos”

Escolha bem as pessoas para quem contar. Pois, depois de dito… é no frigir dos ovos que você saberá!

Mas não te apoquentes! Pedro negou Cristo três vezes! E você tem de saber que quando diz:

Eu tenho HIV você também estarás perguntando: Ma amas?

E a pergunta coletiva: Amais-me?!

Eu Tenho HIV Amas-me?

Pois eu sei que, por exemplo, meu pai não me amou o bastante para entender meu posicionamento em relação ao mundo e minha sorologia.

-“Você não devia se expor! O que você ganha com isso?

-(…).

Eu teria muito a dizer, mas ele não estaria habilitado a compreender

A verdade é que poucos entenderam e eu coloquei este “rabicho te texto” aqui para você poder tentar me entender. Há uma segunda parte deste texto, que será publicada a qualquer momento.

Ter HIV, Viver com HIV, Dizer que Há Vida com HIV e a PI

PI, amados, é a Patrulha ideológica que, tendo pouco a fazer, dá pitacos no trabalho dos outros.

Digamos assim: “Vê se me erra”!

Críticos aparecem em grande profusão para falar do trabalho dos outros sem jamais terem feito qualquer coisa para ajudar. Se a crítica fosse educativa e construtiva, bem como educada, ainda passa

Tenho 800 imagens lá. Apesar de uma pessoa ter interpretado erroneamente a minha transmissão na frase há vida com HIV, que foi interpretada como um convite, quase uma exortação ao contágio (esta patrulha ideológica é um pé nas costas) eu afirmo, reafirmo, persisto e insisto:?

Há vida com HIV. Não se desespere. Mas se você não tem HIV, o que me parece tão óbvio que não teria de ser digitado aqui, é evidentemente melhor, mais sábio e muito mais simples usar a camisinha e evitar o HIV ou uma condição medicamentosa como a minha!

Ter HIV e a Vertigem do Primeiro Dia

Eu estou consciente de Ter HIV há tanto tempo que as vezes eu tenho até algumas vertigens a mais

Tentar explicar a ele que quando eu assumo que tenho HIV e que, a despeito de tudo, eu continuo minha luta, vivendo, lutando, muitas vezes chorando por dentro diante de uma médica que me diz que “quer me ajudar” mas que não tem o menor impulso. O impulso de conversar sobre algo por dez minutos a mais. 

O menor deles!!!!!! O menor dos impulsos!

E, para que se diga toda a verdade, alguns meses atrás eu mostrei a ela minha mão. Era um desabafo que eu ia fazer. Mas ela me surpreendeu! Tocou minha mão com a dela e manteve lá a mão dela até precisar de a usar no trabalho que fazia.

E eu pensei. Talvez isso possa melhorar um pouco. 

😲 Ledo engano😲

 Pow! E me sugerir algo, o que fosse, para me dar um passo a mais na direção de um tratamento melhor, diferenciado, que mostre realmente o interesse legítimo de um médico ou médica, e eu prefiro as médicas.

 

Ter HIV não é nada em face, por exemplo, a determinadas condições de saúde ou, realisticamente, tombar, irremediavelmente destroçado pelo Ebola, por exemplo!

 

Mas ter HIV há um quarto de século gera uma espécie de vazio dentro de mim que só pode ser preenchido por uma profissional de saúde que me veja desta forma, como UMA PESSOA que estatinas, antirretrovirais, anticoagulantes, AAS e outras coisinhas a mais!

Ser soropositivo ou ser uma pessoa com AIDS, nos dias de hoje, não é o fim do mundo.

Olá, você pode estar lendo está página porque acabou de ser diagnosticado como HIV positivo ou “reagente”, coisa que dá no mesmo.

Eu sei que é uma barra, que se você ainda mora com seus pais vai ser uma onda brava para se surfar, se você for casado ou casada tem medo da reação do seu parceiro e, em meio a tudo isso você, como eu, quase vinte e quatro anos atrás, me senti assustado e sem chão.

Tenho HIV! E Vivo!

Eu sei que é uma barra e mesmo aquele seu melhor amigo ou amiga te parecem difíceis para se conversar com eles sobre isso.

Mas você precisa conversar com alguém, mesmo porque, até mesmo nestes centros de saúde, com raras e honrosas exceções, corre muito preconceito institucional.

E o que é pior, é um preconceito velado, contra o qual você não pode fazer nada porque vão dizer que você está pirando na batatinha.

Para começo de conversa, agora você precisa fazer o exame para saber qual a sua carga viral e qual a sua contagem de CD4 e, sobretudo, exigir seu tratamento.

É lei, uma vez diagnosticado reagente, imediatamente tratado.

Você terá de fazer um exame chamado Carga Viral, para avaliar a quantidade de HIV existente no seu sangue e um que se chama contagem de células CD4, para avaliar como está seu sistema imunológico.

Provavelmente você fará um teste tuberculínico, para verificar se você é portador do bacilo de Koch, a criatura horrível que provoca a tuberculose.

Caso você o tenha, iniciará um tratamento para tuberculose, não porque você tem tuberculose e, sim, para evitar que ela venha a se desenvolver.

Isso se chama quimioprofilaxia.

Se sua contagem de CD4 estiver abaixo de um determinado limite, talvez você esteja em risco de desenvolver doenças oportunistas.

Para evitar isso, você receberá alguns medicamentos, que você deve seguir a prescrição de forma draconiana!

Respeite doses e horários, não importa o que você esteja fazendo na hora, pare e tome o remédio.

Mesmo que isso represente deixar de dizer ou fazer algo importante, ou não, pois nada é mais importante que sua saúde e seu bem estar! Especialmente agora, se você recebeu um reagente… (…) … que você entendeu quê tem HIV

Se você seguir estas orientações e, em especial, as que vem dos médicos, em breve você estará recuperado do ponto de vista de saúde física.

Existem muitas ONG’s e tem um grupo chamado “Lá em casa“.

É uma iniciativa da Roseli Tardelli, cujo site é Agencia AIDS de Notícias onde nós, pessoas soropositivas, podemos fazer treinamentos e evitar que coisas como a lipodistrofia venham a afetar a sua saúde física e emocional.

PrEP ou Camisinha na rapidinha do escritório
Pois é, uma rapidinha no escritório, na hora do almoço, pode acontecer de vez em quando, nunca se sabe…. Mas eu tenho certeza que a melhor alternativa para evitar uma DST ou uma gravidez digamos, inconveniente, posto que o casal em questão tem relações oficiais em suas respectivas casas, com seus respectivos pares!

Eu sou este da foto ai acima e, você pode não acreditar, eu já vivo com HIV ha 24 anos e vou muito bem, obrigado!

Minha carga viral está indetectável há pouco mais de dez anos e meu CD4, na última vez que me lembrei de fazer o exame, era de 1025!

Eu tenho um segredo para isso e vou contar aqui mesmo para você. A melhor maneira de se enfrentar o diagnostico positivo para HIV e ter uma atitude positiva com a vida.

 

Você precisará vigiar muito os seus pensamentos, e manter uma atitude que preserve sua Saúde Mental!

Eu conheci uma moça, 24 anos atrás, que descobriu-se soropositiva, trancou-se em seu apartamento e simplesmente morreu!

Depressão… E não havia nada, nenhuma manifestação clínica que pudesse “justificar sua morte”…

Então, se ligue, o corpo é seu e não do vírus e é você quem dita as regras!

Cuide-se bem e seu organismo responderá bem a qualquer coisa que venha a lhe ameaçar.

E, sobretudo, não tenha medo, pois o medo é um dos sentimentos mais destruidores que existe, porque nos paralisa.

E nós, quando paralisados, passamos a ser vitimados por tudo aquilo que tememos ser vitimados. Não importa a situação, coragem é a senha!!!

E a Contra-senha é Vida

Saúde mental é muitíssimo importante!

Se você não conseguir isso procure, se estiver em São Paulo, pena Rede Nacional de Pessoas vivendo com HIV ou AIDS, cujo link é http://www.rnpvha.org.br

Pode falar que fui eu, Cláudio, que indiquei, isso não vai facilitar nada, mas pelo menos eles terão uma base sobre como são encontrados; e ainda em são Paulo, você pode procurar o Grupo de Incentivo à Vida, que fica em http://www.giv.org.br .

Lá você receberá ajuda e até mesmo apoio jurídico se alguém tiver te prejudicado ou sacaneado você de alguma forma. Não aceite passivamente nada disso e reaja com a mesma intensidade e use a lei contra eles, porque algumas pessoas, empresas, ou instituições só andam direito quando a Justiça larga a balança e desembainha a espada. Infelizmente é assim.

 

Viver Não é Preciso

Navegar? Bem, temos as estrelas!

Tenho HIV?
E há quem diga que Deus não existe”

No caso de você ser gay, travesti, bissexual, homossexual feminina vocês devem procurar pelo Centro de referência à Diversidade, www.crd.org.br, que é ligado ao pela Vidda aqui de São Paulo.

O endereço é do site deles é este: http://www.aids.org.br

E, de link em link, você também pode procurar o site do governo em www.aids.gov.br porque sempre aparecem coisas novas lá e, por fim, vocês podem me procurar no meu zap, em +55 11 940 675 078 desde que você entenda estas coisas que vão a seguir:

Se você está em um estado que não seja São Paulo, eu não tenho informações sobre nenhuma organização governamental ou não governamental que possa ajuda-lo, mas estas ONGs que eu citei, podem ter estas informações.

É um tempo de conversa sobre a Vida com HIV

Se você se perguntar o que eu tenho para lhe oferecer, eu respondo que é um tempo de conversa, conversar faz o tempo passar e, enquanto conversamos, eu posso ir esclarecendo algumas de suas dúvidas, desde que você sempre tome em consideração que eu não sou médico, eu não sou enfermeiro, não sou profissional de saúde e tudo o que eu tenho é o ensino médio e um semestre de faculdade, na matéria Letras/Francês, da qual eu desisti porque minha saúde não dá conta de sei s conduções por dia, mas no próximo ENEM eu vou me matricular e passar de novo.

Eu vivo com HIV há 22 anos. Minha esposa 28 anos, e nós fazemos planos para o futuro. Um dia, ainda iremos à Patagônia, pois é um lugar que queremos conhecer, e a expectativa de vida, para uma pessoa que é diagnosticada e que entra em tratamento de forma rigorosa e persistente, tem uma expectativa de vida de 70 anos.

Não digo a você que viver com AIDS é um passeio à praça, porque não é.

A outra coisa que eu posso lhe oferecer minha amizade. Mas veja que ser meu amigo é estar disposto a ouvir verdades que as pessoas normalmente não dizem às outras pessoas.

Sou amigo. E amigo que é amigo puxa a orelha do outro até o chão, se preciso for, para que ele entenda um fato. Ser meu amigo é soda lkimonada pessoal.!!!!!! Duro de aguentar!!! 😉

[]´s

Claudio Souza

Depois de ter lido este texto, não deixe de ver o vídeo abaixo clique neste link, que leva para um texto que está um pouco defasado, mas que trás aspectos interessantes sobre a doença

Os efeitos da AIDS são Reversíveis, teste-se, trate-se e viva!

                      

Vida Longa e HIV

Vida longa e HIV Não tenha dúvidas! É possível!

Uma pessoa me perguntou se eu tinha pirado porque eu falava em tem vida longa enquanto portador de HIV! Ele mesmo já sabe como é ter HIV! Longevidade foi tema de uma conversa rápida e um depoimento em áudio que ainda preciso alterar a voz para despersonalizar. Este amigo tem lá seus sonhos, e entre eles esta o de viver até os cento e trinta anos.

Abriu uma “pop up” aqui em minha cabeça.

Depois de terminar este parágrafo vou buscar o código de incorporação de um ótimo vídeo do Pedro Calabrês.

Vida Longa e HIV

Expectativa de vida longa para pessoas com HIV é uma realidade possível para todos.

Depois do diagnóstico a certos exames a serem feitos!
O importante é o diagnóstico precoce. Muitíssimo importante para evitar a evolução para AIDS e o surgimento, ou o risco de surgimento, de doenças oportunistas!

A perspectiva nunca foi melhor para pessoas com HIV. Com o tratamento e cuidados corretos contra o HIV, a maioria das pessoas pode esperar ter uma expectativa de vida quase normal.

Estudo recente no Reino Unido mostrou que pessoas que vivem com o HIV com boa resposta na TARV têm uma expectativa de vida semelhante à da população em geral. 

Especificamente, um homem de 50 anos que teve uma contagem de células CD4 acima de 350 e uma carga viral indetectável Tenha em mete que isso não é cura. Clique em mim!

Portanto, após o início da TARV você poderia chegar a viver, em média, até os 83 anos!

Embora a mulher de 50 anos nas mesmas circunstânciaspossa esperar chegars aos oitenta e cinco anos, são elas estão as maiores vítimas de violência!

Para esta Vida Longa O CD4 e a Carga Viral do HIV precisam ser Restabelecidos

Uma contagem de CD4 baixa ou carga viral detectável após um ano pode viver bem até os setenta!

E é por isso que eu insisto: Há Vida com HIV

Pois, creio eu, é bem mais simples aceitar a condição de pessoa com HIV e a viver, pois viver e manter, inicialmente, a sua rotina.

E, sim, entendo vbem que só isso já é bem difícil!

Mas, eu te pergunto: viver a vida com plenitude é bem simples quando você olha os recursos que tem e se move naquela direção sem maiores aspirações do que as tangíveis. E isso é bem mais simples que tentar cavar um túnel.

E mesmo quecontornar a montanha! Afinal, você

imagina o que está no “entorno”?

Não creio que possas saber!

O tratamento é eficaz contra o HIV, e reduz a carga viral a níveis indetectáveis.

Isso e permite que o sistema imunológico se recupere Isso é todo necessário para uma vida longa com o HIV.

Mesmo assim a carga viral indetectável não te fará ter um exame não reagente!

Diagnostico rápido é muito importante Na garantia da Vida longa!

Teste-se contra o HIV (saiba como neste link). Ele abre em outra aba!

Aceite a janela imunológica de 30 dias, não se descuide mais (agora vá….)!

Você acabou de correr um risco? Busque a PEP. Mas veja bem:

Você não corre riscos estando com “pessoas diferentes daquelas que conseguem rescpirar na “atmosfera da normalidade”! De perto, bebê, ninguém é normal! Eu então!…

O HIV pode ser, ou não, uma bomba em seu organismo!

Depende de como você busca ver isso. Eu não tive medo quando soube! Tive pavor! paúra! Estavba nas ruas, outra vezes e quase enloqueci de medo!

SIM! A PEP pode ser o fator diferencial entre  permitir e não permitir o estabelecimento em definitivo da infecção por HIV.

Sim, durante as primeiras 72 horas após a exposição real do vírus podem impedir que “a doença se estabeleça”!

Na época um amigo me perguntou:

Ligam-se os motores, os motors roncam! Foi dada a largada

Nem no comecinho? Eu disse que não! Eu me estabaquei na tamburelo!

Pessoas que iniciam o tratamento contra o HIV o mais rápido possível tem as possibilidades de viver bem! A adesão ao tratamento não se resume à tomada de medicações fornecidas pelo SUS. Estes medicamentos são indispensáavi têm probabilidade de ter uma expectativa de vida semelhante para seus pares que não têm HIV. 

A PEP pode fazer toda a diferença em sua vida!

E mesmo de não a ter!

Nesta situação, é improvável que você adoeça ou morra como resultado direto da ação do HIV!

Porém, outras doenças e condições de saúde podem conectar-se ao HIV e complicar tudo!

E há algumas possibilidades que podem fazer com que você adoeça ou morra como resultado direto do HIV, o vírus que causa a AIDS.

Mas você pode ser, também, afetado por outras doenças ou condições de saúde mais comuns a pessoas não portadoras de HIV  que afetam as pessoas soropositivas à medida que envelhecem, como os lipídios (gordura no sangue), a pressão alta e a depressão. Um número de pessoas com HIV tem diabetes, câncer, problemas ósseos e outras condições. 

A Vida Longa com HIV é semelhante à população geral.

Uma ampla gama de fatores afeta seu risco de desenvolver essas condições de saúde. Algumas delas são coisas que você não pode mudar, como a sua idade, histórico familiar de certas doenças ou ter HIV.

Outros fatores de risco estão ao seu alcance para mudar. Você pode esperar ter uma vida mais longa e saudável se você não fumar,.

bem como procurar viver de forma um pouco mais saudável, evitar o consumo excessivo de álcool ou drogas, exageros alimentares!

Estar socialmente conectado ajuda! Mas eu não me refiro à ilha da fantasia! Manter sua mente ativa é ler mais, se informar mais, selicionar melhor suas fontes!

Fake news é uma tralha. Mas ela só existe porque tem quem busque!

Outros problemas de saúde que incidem na qualidade de vida das pessoas com HIV

O risco de ter problemas de saúde como doenças cardíacas e câncer aumenta para todos à medida que envelhecem. O foco da sua saúde provavelmente mudará à medida que seus médicos prestarem mais atenção a uma ampla gama de problemas de saúde, bem como ao HIV.

Eu, Cláudio, volto a ressaltar uma “coisinha”. Nós, os diagnosticados na década de 90, e os Highlanders da década de 80 temos um fator complicador:

A coisa de tomar chá! Os chás podem representar problemas em sua vida!

Não há literatura clínico/laboratorial, uma espécie de manual de instruções com o qual médicos, médicas, pesquisadores e todos os atores sérios, é preciso ressaltar os sérios, possam seguir para nos tratar.

Neste ponto eu sinto saudades doridas de Sig. e An.e eu creio que, agora, está bem claro que o dano causado à minha psique é indelével!… ….somos nós, estes Highlanders e diagnosticados na década de 90, que estamos servindo, é uma troca, sempre o é, como sujeitos de pesquisa, onde médicos e médicas cujas qualidades eu já mencionei, terão de ir, a pouco e pouco, literalmente em MD. No afã de nos manterem vivos, para que outros sofram menos! 

Informação sobrea Vida com HIV estão em toda a parte. E aqui em profusão

E esta é uma das inumeráveis variáveis a serem respeitadas quando pacientes sem referências de dor se mostram incapazes de empatia e pedem “desculpas” pela p**** da falta de referências. 

Basta vir a meu blog!

Teria bastado, esta porta está fechada!

É um documento com quase 20 anos de história! Peça educadamente e eu dou um acesso de assistente ou coisa parecida, para que possam ver, tim-tim, por tim-tim as referências de dor que eu pude registrar em mais de 3.000 textos! É uma constelação de histórias para documentar, palidamente, mas com acuidade, a perda de mais de trinta milhões de vidas e, sim, isso é indesculpável, não respeitar estas pessoas e suas famílias!

Estou falando de que mesmo?

Quantos eram os órfãos?

Houve uma fase medonha de tudo isso onde o “chefe de família” sobrevivente era uma criança  de sete ou mesmo menos anos. 

Eu não sabia que era, pois já era, portador de HIV quando ouvi isso no som do Vagão Plaza, antes da casa abrir e me sentei no chão e chorei! Basta um mínimo de empatia, um pouco de boa vontade e ter apanhado um bocado da vida…. No pain, no gain….

Sabe, eu quase ouço a voz de James Spader, personificando Ultron e pedindo desculpas.

Carambolas!!!!! Viver Com HIV, e viver longamente é Possível!

As condições de saúde mais comuns que afetam as pessoas que vivem com o HIV à medida que envelhecem são semelhantes às que afetam pessoas que não têm HIV. 

Eles são descritos em Outros problemas de saúde.

Sua saúde deve incluir triagem regular para essas condições. Os aspectos mais importantes da sua prevenção e tratamento são os mesmos que para pessoas que não têm HIV.

HIV e o processo de envelhecimento

Muitas pessoas perguntam se o HIV acelera o processo de envelhecimento. Em outras palavras, as pessoas que vivem com o HIV têm um declínio na função física e desenvolvem condições relacionadas à idade em idades mais jovens do que seus pares?

Ainda há muito que não sabemos sobre essa questão. Não há consenso entre os cientistas sobre a questão do HIV e ‘envelhecimento precoce’.

Sabemos que pessoas com HIV têm um pouco mais de probabilidade de desenvolver algumas condições de saúde do que outras pessoas. Isso inclui doenças cardíacas, diabetes, doença renal, doença hepática, problemas ósseos e alguns tipos de câncer. 

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica pode ser um Flagelo.

Outras Condições, como DPOC, Diabetes e muitas outras complicam tudo

Mas eles não os têm, necessariamente, em uma idade muito mais jovem.  É mais o caso que qualquer que seja a faixa etária, as pessoas com HIV têm taxas ligeiramente mais altas dessas condições do que outras pessoas da mesma idade.

Os cientistas ainda estão tentando descobrir porque é esse o caso. Parte da explicação pode ser que, embora o tratamento de HIV atual seja bastante seguro, alguns dos medicamentos anti-HIV que algumas pessoas tomaram na década de 1990 e no início da década de 2000 tiveram efeitos nocivos sobre o colesterol, os rins, o fígado e os ossos

“DESCULPA” Desculpa? Desculpas!!!

Leiam um pouco deste link que fala, sim, de desculpas vazias. Desculpas ôcas! E mais estas histórias pessoais

Além disso, enquanto o tratamento Contra o HIV fortalece o sistema imunológico e previne muitas doenças relacionadas ao HIV, pode não restaurar completamente a saúde e reverter todos os danos ao sistema imunológico.

O Organismo em estado de Sítio!

O HIV pode continuar a causar inflamação contínua e de baixo nível e ativação imunológica. Essas respostas inúteis do sistema imunológico ao HIV provavelmente contribuem para uma ampla gama de problemas de saúde.

Existem outras razões pelas quais pessoas com HIV têm altas taxas dessas condições de saúde. Coisas que não estão diretamente ligadas ao HIV podem aumentar o risco de problemas de saúde. Em particular, os estilos de vida e as experiências de vida das pessoas que vivem com o HIV muitas vezes não são idênticos aos da população em geral. 

Nicotina. Levar Fumo para casa é Dose

Por exemplo, pessoas com HIV são mais propensas a fumar e têm níveis mais altos de estresse do que outras pessoas, o que pode explicar em parte a maior taxa de doenças cardíacas em pessoas com HIV.

Isso significa que comparações simples entre pessoas HIV positivas e pessoas HIV-negativas podem ser enganosas. De fato, nos estudos mais cuidadosamente conduzidos, que comparam grupos muito semelhantes de pessoas HIV-positivas e HIV-negativas, as diferenças de saúde entre os grupos são muito pequenas. Além disso, não parece que as pessoas com HIV estejam envelhecendo mais rapidamente do que seus pares que não têm HIV.

Tratamento do HIV à medida que envelhece

Estudos mostram que o tratamento do HIV funciona bem para pessoas idosas. A carga viral cai para um nível indetectável (o objetivo do tratamento) tão rapidamente quanto em pessoas mais jovens. As pessoas idosas são muitas vezes melhores do que as pessoas mais jovens em tomar a medicação conforme prescrito.

Por outro lado, as pessoas que iniciam o tratamento com mais de 50 anos podem ter uma restauração mais lenta e menos completa do sistema imunológico.

 

CD4 e carga Viral. É fundamental controlar

A contagem de células CD4 nem sempre aumenta tão rapidamente como em adultos jovens.

Além de prevenir doenças relacionadas ao HIV, o tratamento eficaz Contra o HIV ajuda a proteger contra doenças cardíacas, câncer, doenças renais e hepáticas. Entre as pessoas que vivem com o HIV, as taxas dessas condições são mais baixas nas pessoas que fazem o tratamento do que nas pessoas que não fazem.

Tomar o tratamento Contra o HIV é uma das coisas mais importantes que você pode fazer para proteger sua saúde geral.

Adaptando o seu tratamento

 

Se você tiver outras preocupações com a saúde, bem como o HIV, isso pode afetar as escolhas que você e seu médico fazem sobre qual combinação de medicamentos para o HIV é a certa para você.

  1. Pode haver interações entre um dos seus medicamentos anti-HIV e um medicamento que você toma para outra condição de saúde. Há mais informações sobre isso abaixo.
  2. Conforme você envelhece, seu corpo pode mudar. O fígado e os rins podem funcionar com menos eficiência, afetando a forma como o medicamento é processado no corpo.
  3. Por causa da perda de peso, diminuição do fluido corporal ou aumento do tecido adiposo, os medicamentos podem permanecer no corpo por mais tempo e causar mais efeitos colaterais. Ocasionalmente, seu médico pode precisar ajustar sua dose.
  4. A metadona é um componente gravíssimo de risco
  5. Alguns medicamentos anti-HIV específicos estão associados a um risco ligeiramente aumentado de desenvolver algumas condições de saúde, ou podem piorar sua condição de saúde. Se este for o caso, você normalmente será capaz de tomar um medicamento anti-HIV diferente.

As Combinações Medimentosas são limitadas e você deve evitar a mudança

Se possível! Sem pesados sacrifícios

Por estas razões, a sua escolha de medicamentos anti-HIV pode precisar ser adaptada à sua situação específica. Você pode precisar de uma dose diferente de um dos seus medicamentos. Isso pode significar que um único comprimido, que contém vários medicamentos em quantidades fixas, pode nem sempre ser a escolha certa para você. Você pode precisar mudar de uma combinação de drogas que você já se acostumou.

No Reino Unido, os padrões para o tratamento e tratamento Contra o HIV são estabelecidos pela British HIV Association, a associação profissional para médicos de HIV. Suas diretrizes recomendam que os médicos tenham cautela ao prescrever os seguintes medicamentos anti-HIV para pessoas que tenham condições específicas de saúde ou que tenham fatores de risco para essa condição.

  1. Depressão e outros problemas de saúde mental: efavirenz.
  2. Doença cardíaca: abacavir, lopinavir ou maraviroc.
  3. Doença renal: tenofovir disoproxil ou atazanavir.
  4. Problemas ósseos: tenofovir disoproxil.
Medicamentos múltiplos e múltiplas interações medicamentosas

Quanto mais condições de saúde você tiver, mais medicamentos você pode precisar. E quanto mais medicação você tomar, maior a possibilidade de experimentar interações medicamentosas e efeitos colaterais.

Uma interação medicamentosa é quando um medicamento afeta o funcionamento de outro medicamento. Por exemplo, quando tomados em conjunto, um dos medicamentos pode não ser totalmente eficaz ou seus efeitos colaterais podem ser piores.

Antes de iniciar um novo medicamento, pergunte sempre ao seu médico ou farmacêutico:

O novo medicamento poderia interagir com um dos outros medicamentos que eu já estou tomando?

Você deve informá-los sobre tudo o que você toma – medicamentos receitados por outro médico;  medicamentos sem receita médica (incluindo inaladores e sprays nasais); suplementos, ervas e tratamentos alternativos; e drogas recreativas. Usar droga é o fim da picada!

Isso será mais fácil se você levar consigo uma lista atualizada de todos os seus medicamentos.

Interações medicamentosas

A Universidade de Liverpool fornece uma ferramenta on-line para verificar as interações entre medicamentos anti-HIV, outros medicamentos e drogas recreativas. Visite www.hiv-druginteractions.org/checker ou baixe o aplicativo Liverpool HIV iChart para iPhone ou Android.

É muito útil ter uma revisão anual de medicamentos. Isso envolve um dos seus farmacêuticos ou médicos fazendo um levantamento de tudo o que você toma e verificando interações e efeitos colaterais. Eles vão verificar que os medicamentos que você está tomando ainda são adequados para você.

Mitos e realidades 

O HIV é uma doença do jovem.

As pessoas contraem o HIV em todas as idades:

Em 2016, 19% das pessoas diagnosticadas com HIV no Reino Unido tinham mais de 50 anos.

E graças ao sucesso do tratamento Contra o HIV em manter as pessoas vivas, a população de pessoas vivendo com HIV pouco mais a cada ano.

Em 2016, 38% das pessoas que receberam tratamento para o HIV tinham mais de 50 anos.

Se eu trocar de medicamento e não estiver satisfeito com a nova combinação, não poderei voltar atrás.

Depende do seu motivo para mudar o tratamento. Se está a mudar porque tem resistência aos medicamentos ou se o seu tratamento não está a manter a sua carga viral a um nível indetectável, então precisa definitivamente de um novo tratamento. Não seria uma boa ideia voltar às suas drogas originais.

No entanto, se você estiver trocando por causa de efeitos colaterais, você terá mais opções. Às vezes as pessoas estão nervosas sobre a mudança de tratamento, preocupando-se que o novo tratamento também tenha efeitos colaterais e que possam ser mais difíceis de conviver. Isso é improvável, mas se acontecer, você provavelmente poderá voltar aos medicamentos anti-HIV que você estava usando antes.

Adesão Ao Tratamento É Tudo

Após vários anos de tratamento do hiv, é inevitável que desenvolva resistência aos medicamentos anti-HIV e fique sem opções de tratamento.

Você pode tomar a mesma combinação de drogas por anos e anos, sem que ocorram problemas. De fato, se você aderir ao tratamento e mantiver uma carga viral indetectável, seu HIV não pode se tornar resistente aos medicamentos que você está tomando.

O HIV sempre será o problema de saúde mais importante com o qual você terá que lidar.

Sem tratamento, o HIV é uma ameaça à vida. Mas tratamentos altamente eficazes estão disponíveis, tornando o HIV relativamente simples para um médico especialista gerenciar.

Você pode ter outras condições de saúde que tenham um impacto maior no seu dia-a-dia ou que sejam mais complicadas de tratar. Às vezes você pode precisar priorizar outros problemas de saúde sobre o HIV.

Muitas pessoas idosas que vivem com o HIV têm demência.

Evitem medicações como flunitrazepam.

Uma profissional de saúde Mental altamente gabaritada aconselhou-me a parar “com isso”!.

Você pode ter ouvido falar de estudos que usam testes cognitivos para detectar mudanças sutis na memória e nos processos de pensamento. Alguns demonstraram pequenas diferenças entre pessoas soropositivas e soronegativas. Na maioria dos casos, esses declínios menores não são perceptíveis na vida diária.

Isso não deve ser confundido com demência, que é uma grave deficiência que interfere com sua vida diária e independência. A demência pode ter várias causas, incluindo a doença de Alzheimer e outras condições que reduzem o fluxo sanguíneo para o cérebro. Atualmente, a demência associada ao HIV raramente é vista, exceto em pessoas que são diagnosticadas com HIV em um estágio muito tardio, com uma contagem muito baixa de CD4.

Foliculite e Janela imunológica do HIV!

Muitas pessoas sofrem com medo da janela imunológica. E mal sabem o que é isso! Não entendem, não veem e temem, muito, por conta da desinformação.

Com isso eu não quero alimentar a corrente daqueles que penso que por eu dizer que há vida com HIV que eu os convido a contrair HIV.

Não é bem assim. Mas a crítica construtiva geralmente aparece no início do trabalho. Anos, anos e anos atrás. Em alguns momentos o que temos é aquela perfeita noção!…

E com esta coisa e convites, nem remotamente é assim. Eu afirmo e reafirmo que é possível viver, e viver bem, porque é verdade. Mas para se compreender o que é viver bem, bem de verdade, o melhor é permanecer sem HIV.

As Ruas te fazem isso. Você apanha tanto das ruas que aprende a bater de volta.

Foliculite e Janela imunológica do HIVOu você terá sido simplesmente suprimido como uma vaga e ambígua hipótese. Dentro da minha vivência, depois de ter enfrentado as ruis mais de uma vez, viver com HIV é quase não é um pesadelo. Mas você, leitor, leitora, critico ou crítica, ponha e em guarda. Ao tomar AZT eu literalmente comi o pão que o diabo amassou! Com o rabo!

Eu, mal-e-mal sobrevivi ao AZT

E eu, pessoalmente, me considero, nos dias de hoje, um duplo tolo.

Eu estava saindo das ruas, deixando de viver nelas, mas ainda não sabia disso, quando percebi que algo mudou!

A

E em especial se colocado em face á realidade da década de oitenta e da primeira metade da década de noventa. Afirmar que foram anos de chumbo é minimizar os fatos. Creio que foram anos de Estrôncio 90 para dizer a melhor das verdades. Como na imagem de David Kirb que eu vou mostrar aqui bem limitada:

Tive o depoimento por escrito de uma profissional de saúde em minhas mãos. Eu o li, chorei um bocado e o guardei em um HD que, infelizmente, queimou. Há um motim informático

Doutor Dráusio Varela

 

Dr Dráusio Varela é um dos médicos e personalidades que mais respeito na corrente República da Bananágua!

Tenho notado um surto de pessoas com medo da foliculite como um indicador da presença do HIV em sua corrente sanguínea. E isso se encaixa naquele outro modo de pensar onde a pessoa descobre (…) que a pessoa “X” pode ou poderia estar vivendo como portadora de HIV e surta. 

Entra em desespero.

 

Então ela passa a viver um drama difícil. Janela imunológica. Se houver dez milhões de páginas informando algo sobre janela imunológica, salvaguardada alguma honrosa exceção, você acabará por encontrar quase dez milhões de “janelas imunológicas diferentes”!

Em matéria de janela imunológica eu não sou o dono da verdade. Eu pago aluguel a ela todos os meses 😉

A verdade é bem outra. A janela imunológica é de 30 dias e, segundo me informaram pelo  Disk-AIDS, o seguimento é de até 90 dias. Eu não perguntei mais, pois era tarde, o expediente da moça estava no fim, e me dei por satisfeito com isso.

Foliculite e Janela imunológica do HIV – O Disque AIDS está em 0800 16 2550.

 

Mas as pessoas, chamuscadas com muitas informações diferentes acabam indo pescar informações em todas as partes da rede, encontra muita explicação diferente, algumas afirmações incompletas, de baixa qualidade, sem fontes e acaba entrando em parafuso emocional. E, em alguns casos, arrasta-me para isso, pois eu tenho essa coisa, empatia, em um volume injusto, pois sou eu que, muitas vezes, acabo quase surtando. Emocionalmente incoerente, irritado e acabo me cansado e explodindo. 

Sim, sou C₄ puro e em determinadas circunstâncias tudo o que me resta é pedir desculpas. Se eu realmente quiser isso. Ou simplesmente esqueço!

Eu estou me valendo de meu espaço pessoal, meu blog, para responder da melhor maneira a determinadas perguntas. Eu sempre me reporto a uma conversa que tive, em uma determinada noite no Vagão Plaza, ainda em início de noite, ríamos (quanta inconsciência meu Deus) de uma pessoa que cismo porque cismo que estava com AIDS.

Não era para quem quisesse

Esta pessoa teve a iniciativa tremenda de viajar para os EEUU para poder ter um diagnóstico diferencial sobre uma possível infecção por HIV. Olhando bem estes fatos, isso é só para quem pode né?

Foi, viu que não tinha nada, retomou seus hábitos de exerção de sua sexualidade sem proteção e, sim, “acabou aparecendo” com AIDS! Disso, anos mais tarde, não rimos.

Mas a conversa girou em torno de um ponto bastante comum àquela época, que era exatamente este “de não se testar”, pois todos nós temíamos o resultado, crendo que, uma vez diagnosticados, adoeceríamos rapidamente e morreríamos. 

De fato, vimos tal fenômeno muitas vezes, mas protegermo-nos mesmo, nada. Eis-me aqui!

Tantas Advertências dadas pela vida e… Eis-me aqui!

E… E se para o Poetinha, depois de todos os trâmites findos restava-lhe apenas a expectativa dolorosa do domingo, para mim, resta isso:

                                                                          Eis-me aqui!

A verdade, meus visitantes aleatórios, meus visitantes leais, minhas queridas pessoas do SoropositivoOrg no Facebook, no Instagram, no Linked in do blog, meus amigos mais próximos do WhatsApp e todos aqueles que só aparecem para mim como números anonimizados no Google Analytics é que a AIDS tem, sim, um determinado fator psicogênico, que eu chamaria de Síndrome Secundária da Desistência.

Conheci uma moça assim, lá no CRT-A, ainda na Rua Antônio Carlos, que foi pega de surpresa pelo diagnóstico e perda da vida de seu esposo em menos de cinco dias!

Depois disso viveu cerca de quarenta dias e simplesmente morreu.

Pura, puríssima tristeza.

Tristeza mata! Mata sim!

E Mata Rápido!

Quase me matou!

Deus teve consideração por mim e poupou-me!

Minha receita pessoal para isso? Simples: Não se deixe levar. 

Não desista! Persista! Insista!

Há vida com HIV e, sim, sim e sim!

A Resiliência é, sim, sim e sim,  o resultado sempre crescente de nossa luta cotidiana, de nossos esforços e construção diária!

Uma amiga escreveu um trabalho de TCC para jornalismo onde a história contada era a minha.

O Título?

Há vida…. Oubrigado Paulitcha! Obrigado “serzinho” Obrigado Savalho!

Eu entrei em uma crise digressiva! Não removerei isso, vamos aos fatos importantes com relação á bendita foliculite. Desta vez sim, recorri ao cara:

Abaixo uma breve introdução do texto do Site do Dr Dráusio Varela. Eu aviso de imediato que o texto ele é maior, com boa cobertura e as fontes necessárias. Agradeço à compreensão do Staff do DV, saúdo-o respeitosamente, agradeço a informação! Esperemos que el possa atingir a muitas pessoas angustiadas

Foliculite é o nome que se dá à inflamação aguda ou crônica dos folículos pilosos, estrutura complexa formada em minúsculas reentrâncias na pele, onde os pelos nascem e crescem.

Folículos pilosos estão espalhados por todo o corpo humano, exceção feita à palma das mãos, plantas dos pés e às áreas de transição entre a pele e as mucosas, como os lábios, por exemplo.

Embora possa ocorrer em qualquer lugar do corpo onde haja pelos, as regiões mais vulneráveis ao aparecimento das lesões é a face, o couro cabeludo,  as axilas, coxas, nádegas e virilhas.

Quadros inflamatórios mais leves podem evoluir favoravelmente com cuidados básicos de higiene.

Os mais graves podem levar à perda definitiva dos pelos e a cicatrizes permanentes.

Qualquer um de nós pode apresentar episódios de foliculite em algum momento da vida. Entretanto, pessoas negras, asiáticas, obesas ou com baixa imunidade estão mais sujeitas a desenvolver a doença. 

CAUSAS E FATORES DE RISCO 

A principal causa da foliculite é a infecção pelo Staphilococcus aureus (estafilococos), uma bactéria comum que se aloja na pele dos seres humanos. Mas não é só ela; outras bactérias, vírus e fungos também podem estar envolvidos no aparecimento das lesões cutâ…

Muitas pessoas sofrem com medo da janela imunológica. E mal sabem o que é isso! Não entendem, não veem e temem, muito, por conta da desinformação.

Com isso eu não quero alimentar a corrente daqueles que penso que por eu dizer que há vida com HIV que eu os convido a contrair HIV.

Não é bem assim. Mas a crítica construtiva geralmente aparece no início do trabalho. Anos, anos e anos atrás. Em alguns momentos o que temos é aquela perfeita noção!…

E com esta coisa e convites, nem remotamente é assim. Eu afirmo e reafirmo que é possível viver, e viver bem, porque é verdade. Mas para se compreender o que é viver bem, bem de verdade, o melhor é permanecer sem HIV.

As Ruas te fazem isso. Você apanha tanto das ruas que aprende a bater de volta.

Foliculite e Janela imunológica do HIVOu você terá sido simplesmente suprimido como uma vaga e ambígua hipótese. Dentro da minha vivência, depois de ter enfrentado as ruis mais de uma vez, viver com HIV é quase não é um pesadelo. Mas você, leitor, leitora, critico ou crítica, ponha e em guarda. Ao tomar AZT eu literalmente comi o pão que o diabo amassou! Com o rabo!

Eu, mal-e-mal sobrevivi ao AZT

E eu, pessoalmente, me considero, nos dias de hoje, um duplo tolo.

Eu estava saindo das ruas, deixando de viver nelas, mas ainda não sabia disso, quando percebi que algo mudou!

A

E em especial se colocado em face á realidade da década de oitenta e da primeira metade da década de noventa. Afirmar que foram anos de chumbo é minimizar os fatos. Creio que foram anos de Estrôncio 90 para dizer a melhor das verdades. Como na imagem de David Kirb que eu vou mostrar aqui bem limitada:

Tive o depoimento por escrito de uma profissional de saúde em minhas mãos. Eu o li, chorei um bocado e o guardei em um HD que, infelizmente, queimou. Há um motim informático

Doutor Dráusio Varela

 

Dr Dráusio Varela é um dos médicos e personalidades que mais respeito na corrente República da Bananágua!

Tenho notado um surto de pessoas com medo da foliculite como um indicador da presença do HIV em sua corrente sanguínea. E isso se encaixa naquele outro modo de pensar onde a pessoa descobre (…) que a pessoa “X” pode ou poderia estar vivendo como portadora de HIV e surta. 

Entra em desespero.

 

Então ela passa a viver um drama difícil. Janela imunológica. Se houver dez milhões de páginas informando algo sobre janela imunológica, salvaguardada alguma honrosa exceção, você acabará por encontrar quase dez milhões de “janelas imunológicas diferentes”!

Em matéria de janela imunológica eu não sou o dono da verdade. Eu pago aluguel a ela todos os meses 😉

A verdade é bem outra. A janela imunológica é de 30 dias e, segundo me informaram pelo  Disk-AIDS, o seguimento é de até 90 dias. Eu não perguntei mais, pois era tarde, o expediente da moça estava no fim, e me dei por satisfeito com isso.

Foliculite e Janela imunológica do HIV – O Disque AIDS está em 0800 16 2550.

 

Mas as pessoas, chamuscadas com muitas informações diferentes acabam indo pescar informações em todas as partes da rede, encontra muita explicação diferente, algumas afirmações incompletas, de baixa qualidade, sem fontes e acaba entrando em parafuso emocional. E, em alguns casos, arrasta-me para isso, pois eu tenho essa coisa, empatia, em um volume injusto, pois sou eu que, muitas vezes, acabo quase surtando. Emocionalmente incoerente, irritado e acabo me cansado e explodindo. 

Sim, sou C₄ puro e em determinadas circunstâncias tudo o que me resta é pedir desculpas. Se eu realmente quiser isso. Ou simplesmente esqueço!

Eu estou me valendo de meu espaço pessoal, meu blog, para responder da melhor maneira a determinadas perguntas. Eu sempre me reporto a uma conversa que tive, em uma determinada noite no Vagão Plaza, ainda em início de noite, ríamos (quanta inconsciência meu Deus) de uma pessoa que cismo porque cismo que estava com AIDS.

Não era para quem quisesse

Esta pessoa teve a iniciativa tremenda de viajar para os EEUU para poder ter um diagnóstico diferencial sobre uma possível infecção por HIV. Olhando bem estes fatos, isso é só para quem pode né?

Foi, viu que não tinha nada, retomou seus hábitos de exerção de sua sexualidade sem proteção e, sim, “acabou aparecendo” com AIDS! Disso, anos mais tarde, não rimos.

Mas a conversa girou em torno de um ponto bastante comum àquela época, que era exatamente este “de não se testar”, pois todos nós temíamos o resultado, crendo que, uma vez diagnosticados, adoeceríamos rapidamente e morreríamos. 

De fato, vimos tal fenômeno muitas vezes, mas protegermo-nos mesmo, nada. Eis-me aqui!

Tantas Advertências dadas pela vida e… Eis-me aqui!

E… E se para o Poetinha, depois de todos os trâmites findos restava-lhe apenas a expectativa dolorosa do domingo, para mim, resta isso:

                                                                          Eis-me aqui!

Foliculite e HIVA verdade, meus visitantes aleatórios, meus visitantes leais, minhas queridas pessoas do SoropositivoOrg no Facebook, no Instagram, no Linked in do blog, meus amigos mais próximos do WhatsApp e todos aqueles que só aparecem para mim como números anonimizados no Google Analytics é que a AIDS tem, sim, um determinado fator psicogênico, que eu chamaria de Síndrome Secundária da Desistência.

Conheci uma moça assim, lá no CRT-A, ainda na Rua Antônio Carlos, que foi pega de surpresa pelo diagnóstico e perda da vida de seu esposo em menos de cinco dias!

 

Depois disso viveu cerca de quarenta dias e simplesmente morreu.

Pura, puríssima tristeza.

Tristeza mata! Mata sim!

E Mata Rápido!

Quase me matou!

Deus teve consideração por mim e poupou-me!

Minha receita pessoal para isso? Simples: Não se deixe levar. 

Não desista! Persista! Insista!

Há vida com HIV e, sim, sim e sim!

A Resiliência é, sim, sim e sim,  o resultado sempre crescente de nossa luta cotidiana, de nossos esforços e construção diária!

Uma amiga escreveu um trabalho de TCC para jornalismo onde a história contada era a minha.

O Título?

Há vida…. Oubrigado Paulitcha! Obrigado “serzinho” Obrigado Savalho!

Eu entrei em uma crise digressiva! Não removerei isso, vamos aos fatos importantes com relação á bendita foliculite. Desta vez sim, recorri ao cara:

Abaixo uma breve introdução do texto do Site do Dr Dráusio Varela. Eu aviso de imediato que o texto ele é maior, com boa cobertura e as fontes necessárias. Agradeço à compreensão do Staff do DV, saúdo-o respeitosamente, agradeço a informação! Esperemos que el possa atingir a muitas pessoas angustiadas

Foliculite é o nome que se dá à inflamação aguda ou crônica dos folículos pilosos, estrutura complexa formada em minúsculas reentrâncias na pele, onde os pelos nascem e crescem.

Folículos pilosos estão espalhados por todo o corpo humano, exceção feita à palma das mãos, plantas dos pés e às áreas de transição entre a pele e as mucosas, como os lábios, por exemplo.

Embora possa ocorrer em qualquer lugar do corpo onde haja pelos, as regiões mais vulneráveis ao aparecimento das lesões é a face, o couro cabeludo,  as axilas, coxas, nádegas e virilhas.

Quadros inflamatórios mais leves podem evoluir favoravelmente com cuidados básicos de higiene.

Os mais graves podem levar à perda definitiva dos pelos e a cicatrizes permanentes.

Qualquer um de nós pode apresentar episódios de foliculite em algum momento da vida. Entretanto, pessoas negras, asiáticas, obesas ou com baixa imunidade estão mais sujeitas a desenvolver a doença. 

CAUSAS E FATORES DE RISCO 

A principal causa da foliculite é a infecção pelo Staphilococcus aureus (estafilococos), uma bactéria comum que se aloja na pele dos seres humanos. Mas não é só ela; outras bactérias, vírus e fungos também podem estar envolvidos no aparecimento das lesões cutâ…

Foliculite e janela imunológica
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