Cai o número de casos de Aids na capital
AVISO IMPORTANTEEste texto é informativo e não substitui avaliação médica. Eu escrevo também a partir da minha experiência como paciente, mas decisões sobre exames, diagnóstico e tratamento devem ser...
Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não apagamos a história porque alguém, em algum lugar, algum dia, poderá precisar saber de algo — e existe, sim, a possibilidade de este ser o único lugar onde este conteúdo ainda exista.
Temas Tratados Nesta Página
Este site é mantido de forma totalmente independente por Cláudio Souza, diagnosticado com HIV/AIDS em 1994 e enfrentando, mais recentemente, os diagnósticos de Insuficiência Pancreática Exógena e Miastenia Gravis.
Embora 99% dos medicamentos necessários sejam obtidos via farmácia de alto custo do SUS em Santos, tratamentos essenciais como a colesteramina (Questran) possuem um custo extremamente elevado e sem subsídio.
Se você pode e quer ajudar a manter esta história no ar, faça um PIX de qualquer valor:
Jornal do Commercio – RJ | Editoria: | Pág. | Dia / Mês/Ano: |
São Paulo |
| 03/DEZEMBRO/07 |
Cai o número de casos de Aids na capital
Da agência estado O número de novos casos notificados de Aids no município de São Paulo caiu 30% entre 2005 e 2006. O resultado, identificado pelo último boletim epidemiológico da Prefeitura, reforça a percepção dos especialistas de que a situação está sob controle na cidade. No entanto, se a incidência diminui ano a ano, novos desafios surgem no campo da prevenção. A exemplo do que ocorre no País, a Aids ainda avança principalmente entre as mulheres heterossexuais. A infecção entre homens que fazem sexo com outros homens se encontra estabilizada. Entre os usuários de drogas injetáveis, houve significativo declínio, mas ainda preocupa os técnicos do Programa Municipal de DST/Aids, a exemplo de outras populações específicas. Os números oficiais dão conta que, desde 1980 até 2006, foram notificados 64.705 casos de Aids na capital paulista (62.509 adultos e 2.196 crianças). Em 2006, o total de novas ocorrências chegou a 1.720 (1.113 homens e 607 mulheres). Dentro deste quadro de controle do avanço da moléstia, destaca-se também a redução gradual no número de casos decorrentes da chamada transmissão vertical do HIV, ou seja, as situações em que a criança é infectada durante a gestação, o parto ou a amamentação. A porcentagem de transmissão vertical recuou de 8,48%, em 2000, para 2,08%, em 2004. A meta da cidade de São Paulo é atingir coeficiente menor ou igual a 1% de transmissão vertical até 2009. Para tornar essa meta possível, foram adotadas medidas pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) para o controle e diminuição da taxa de transmissão vertical. Uma portaria estabelece normas para o diagnóstico e o tratamento de HIV e sífilis em gestantes e recém-nascidos. A primeira novidade é a exigência de um exame de confirmação de sorologia para HIV no momento do parto, mesmo que a mulher possua testes recentes com resultado negativo. exames. Outra mudança importante foi a redução no prazo para a entrega do resultado de exames para HIV e sífilis realizados durante o período do pré-natal para evitar que a paciente espere em torno de 30 dias para receber o laudo da análise laboratorial. Foram distribuídos mais de 25 milhões de preservativos à população até outubro deste ano. Nos serviços especializados, ocorre a distribuição periódica de medicamentos anti-retrovirais a cerca de 10 mil pessoas.
Se você gosta deste trabalho, se ele te ajudou de alguma forma, deixe um comentário abaixo — eu leio todos e sempre respondo, mesmo que demore um pouco.
E se quiser, mande um Pix de R$ 0,25 pelos 25 anos de trabalho:
Chave Pix: solidariedade@soropositivo.org
Você também pode me escrever para: claudio@soropositivo.org
Fale com o Blog Soropositivo
Tem uma pergunta, sugestão ou quer falar sobre janela imunológica, sexo oral, PEP, PrEP ou outro assunto? Use o formulário abaixo.
Error: Contact form not found.
Discover more from
Subscribe to get the latest posts sent to your email.

No Comment! Be the first one.