EMPREGO E LOCAL DE TRABALHO
AVISO IMPORTANTEEste texto é informativo e não substitui avaliação médica. Eu escrevo também a partir da minha experiência como paciente, mas decisões sobre exames, diagnóstico e tratamento devem ser...
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Embora 99% dos medicamentos necessários sejam obtidos via farmácia de alto custo do SUS em Santos, tratamentos essenciais como a colesteramina (Questran) possuem um custo extremamente elevado e sem subsídio.
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O uso de testes anti-HIV no processo de seleção de candidatos para um emprego é um exemplo importante de prática discriminatória que foi relatada em várias empresas, principalmente em países onde os recursos disponíveis para os testes são disponíveis. E até nos países mais pobres ou em desenvolvimento, isso tem sido freqüentemente relatado, principalmente nas empresas e nas indústrias onde alguns funcionários têm seguro-saúde (Parker, 1991; Jackson & Pitts, 1991). Os programas de saúde patrocinados pelo empregador fornecendo assistência médica e pensão aos funcionários têm sofrido pressão constante em países severamente afetados pela AIDS. E é evidente que alguns empregadores têm usado esta pressão como um pretexto para negar trabalho a pessoas com HIV e AIDS (Williams & Ray, 1993; Whiteside, 1993).
Apesar dos anos de experiência lidando com esses assuntos, somente umas poucas empresas têm desenvolvido estratégias para combater o medo, o estigma e a discriminação no ambiente de trabalho, e um número igualmente pequeno parece ter começado a definir as responsabilidades do empregador para com os funcionários que têm HIV/AIDS (Jackson & Pitts, 1991; Bezmalinovic, 1996). Devido a freqüência de relatos sobre estigmatização e discriminação ao HIV e à AIDS nesses ambientes, a ausência de uma intervenção eficiente e de respostas políticas torna os locais de trabalho um dos contextos principais nos quais devem ser implementadas ações que visam reduzir a estigmatização
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