Epidemia de Aids não deve ser vista de forma uniformizada, diz Pedro Chequer

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 24/11/2009 – 19h30

 AIDS, HIV, Camisinha

Na América Latina, a estimativa de novas infecções pelo HIV em 2008 foi de 170 mil casos e, conseqüentemente, o número de pessoas vivendo com HIV é de 2 milhões. Segundo estimativas, cerca de 77 mil morreram de doenças relacionadas à Aids ao longo do último ano.

 

Dados recentes sugerem que a epidemia permanece estável na América Latina. A prevalência do HIV regional é de 0,6%, portanto, a região é caracterizada principalmente por uma epidemia de baixo nível e concentrada, de acordo com o UnAids.

 

Na região, o número de infecções pelo HIV entre os homens é significativamente maior do que entre as mulheres, em grande parte devido à predominância da transmissão sexual entre HSH. No Peru, o número de casos de Aids notificados entre eles, em 2008, foi quase três vezes superior ao número registrado entre as mulheres, por exemplo. “Não somente na América Latina, mas no leste americano a epidemia também é concentrada, assim como em parte da Europa. Cada local tem uma realidade diferente e o UnAids enfatiza cada vez mais a necessidade de refletir e realizar programas de prevenção locais. No Brasil, a epidemia de Aids no Norte e Nordeste é de uma forma, em São Paulo de outra. Não podemos visualizar a Aids de uma forma só”, enfatizou.

 

“Na Europa Oriental e na Ásia Central e em outras partes da Ásia houve a insurgência da epidemia entre usuários de drogas injetáveis”, disse Chequer.

 

 

Rodrigo Vasconcellos

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Claudio Souza DJ, Bloqueiro e Escritor
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